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Após repercussão, Caixa Econômica suspende cobrança de tarifa do pix para empresas

Após a intensa repercussão negativa, a Caixa Econômica Federal decidiu cancelar a cobrança da tarifa do Pix para empresas. A medida estava prevista para entrar em vigor no dia 19 de julho, porém, em nota divulgada nesta terça-feira (20), o banco anunciou a suspensão da cobrança.

O recuo ocorreu após o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, informar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a suspensão temporária da cobrança pela Caixa. A decisão visa atender às demandas dos clientes pessoa jurídica privada, que expressaram preocupação com a nova taxa.

A cobrança da tarifa de pessoa jurídica foi autorizada por uma resolução do Banco Central do Brasil em outubro de 2020 e vinha sendo realizada pelas instituições financeiras desde então. No entanto, a Caixa decidiu suspender temporariamente a cobrança, com o objetivo de permitir que os clientes se adaptem à medida e recebam esclarecimentos detalhados por parte do banco.

É importante ressaltar que a Caixa não cobra tarifa do Pix de seus clientes pessoa física, microempreendedores individuais (MEIs) e beneficiários de programas sociais, em conformidade com a determinação do Banco Central. O comunicado do banco reafirma a suspensão da cobrança para pessoa jurídica, enfatizando que a decisão de cobrar pelo serviço já estava estabelecida, porém não foi executada devido à necessidade de ajustes nos sistemas internos.

A suspensão da cobrança do Pix para empresas é vista como uma resposta direta às preocupações dos clientes e à disseminação de informações incorretas que geraram especulação. A Caixa se compromete em fornecer um amplo esclarecimento sobre o assunto e ampliar o prazo para que os clientes possam se adaptar à nova política tarifária.

A decisão da Caixa de suspender a cobrança da tarifa do Pix para empresas demonstra a importância de ouvir as demandas dos clientes e buscar soluções que atendam às suas necessidades. O Pix tem se mostrado um meio de pagamento popular e eficiente, e é fundamental que as instituições financeiras estejam atentas às demandas dos usuários e ajam de acordo com as determinações do Banco Central.


Fonte: Correio do Povo


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