Ato popular movimentou comerciantes locais para reabertura do comércio

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Um grupo de empresários locais, organizaram através de um grupo de Whatsapp um manifesto pacífico em frente a prefeitura municipal. O mesmo aconteceu na manhã desta terça-feira (07).


Kleverson, representante do grupo destacou em seu pronunciamento "Não somos suicidas, de querer ficar contra a saúde, só estamos tentando encontrar uma forma de suprir duas necessidades, a saúde e a economia, pois estamos a beira da maior crise da histórica." O empresário completou ainda dizendo "estes que criticam nosso ato de querer voltar a trabalhar, quero que imaginem o futuro, com o caos instalado, o empregador começando a demitir, uma guerra de combate de frente, não podemos nos acovardar, hoje temos um problema, amanhã teremos dois e pode ser irreversível".


Após Paulo, presidente da ASCAMAJA tomou a palavra e em seu pronunciamento destacou "temos que tomar cuidado para não acabar quebrando uma engrenagem que já vem trabalhando com grandes dificuldades". Em seguida o ex-presidente da associação e agora atual presidente da Câmara Everaldo, destacou que "a pressão cada vez mais terá que ser no Governador, pois o poder legislativo está de todas as formas fazendo a sua parte tentando ajudar, pois me preocupo muito quando acordo e já começo ouvir pessoas dizendo que não tem o que comer, neste momento teremos que retomar aos poucos, vamos realmente retomar o comércio, abrir as portas e dar continuidade, temos que respeitar o Governador, mas ele não vai dar comida para nós."


O Secretário de Saúde Marco Costa, que está a frente das ações de combate e prevenção ao COVID-19, informou que a saúde municipal está tomando todas as providências para garantir um retorno concreto e seguro. Em suas palavras Marco destacou "esta parada foi necessária para que conseguíssemos estruturar a nossa rede de saúde, pois a dificuldade de conseguir equipamentos é grande, se não controlarmos a epidemia agora, podemos perder o controle no futuro, assim como se não cuidarmos da economia, teremos uma catástrofe no futuro que irá refletir também na saúde".


O prefeito Pedro Paulo fechou o ato, comunicando que a prefeitura, junto a AMAJA realizou um manifesto que será entregue ao governo do Estado. O chefe do Executivo disse: "Realizamos muitas reuniões com membros deste grupo, com a ACINT, com diversas pessoas empenhadas em buscar soluções, entendemos as dores, queremos que o comércio tenha seus anseios atendidos".


O ato contou com inúmeras pessoas, que pacificamente demonstraram seus anseios pela reabertura do comércio e seu retorno às atividades.



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