Cães acorrentados preocupam Associação de Proteção aos Animais


Muito se lamenta sobre os cães que vivem pelas ruas de Não-Me-Toque, largados a própria sorte, o que lógico é sim um problema de saúde pública que já está sendo tratado dentro dos limites possíveis pelo trabalho da Associação de Proteção aos Animais que recolhe e trata animais em casos de doença ou alimenta aqueles que ainda conseguem manter-se por conta própria. O trabalho é fortalecido com o auxilio da Secretaria Municipal de Saúde que tem fornecido vacinas anti-cio.


Porém um outro problema que também tem se tornado comum e que na maioria das vezes ocorre em pátios particulares murados. Muitos cães tem vivido acorrentados em árvores, estacas, ou em arrames que limitam seus movimentos, os mantendo presos em locais úmidos, sem proteção e em alguns casos também sem cuidados básicos como alimentação e água.



A Associação de Proteção aos animais tem atendido vários casos de denúncia por coleiras muito curtas, animais atados somente com correntes que ferem seus pescoços, casinhas sem condições de abrigo, alimentação em potes com comida podre e água esverdeada. A situação acaba se agravando por infestações de pulga e casos de sarna.


Já foram registrados neste ano casos de morte de cães por frio, encontrados em locais sem proteção ao vento e no barro.



Cães que ficam acorrentados podem desenvolver agressividade devido à falta de interação social com outros animais e pessoas. Se você quer ter um cãozinho então assegure-se de que você tem espaço suficiente e seguro para ele. Com todas as coisas que ele precisa, além do seu tempo, da sua paciência e do seu amor.

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