Cigarro eletrônico: conheça os perigos


#PortalEstaEmTudo


Cigarro eletrônico faz mal? Se você respondeu “não”, então pode estar enganado.


Segundo dados do INCA, 10% dos fumantes chegam a reduzir sua expectativa de dia em até 20 anos, e o uso de cigarros eletrônicos triplicam as chances do usuário se tornar um tabagista (dependente de nicotina). Em 2021, o cantor Zé Neto foi diagnosticado com “vidro fosco”, um problema pulmonar com quadro de lesão inflamatória no pulmão — e o uso de cigarros eletrônicos, assim como o histórico de covid-19, foi uma das causas.


Consumido principalmente por jovens, o cigarro eletrônico também é conhecido como vape e pod. O dispositivo funciona da seguinte forma: a bateria esquenta o líquido que é uma mistura de água, aromatizante alimentar, nicotina, propilenoglicol e glicerina vegetal, em geral. A temperatura da fumaça atinge entre 300 e 400º, e ao entrar causa lesões principalmente no pulmão. Esse problema também se repete com o narguilé, que também causa danos e tem como base o tabaco. Uma sessão de narguilé, por exemplo, dura em média de 20 a 80 minutos, o que é correspondente à uma exposição a todos os componentes tóxicos presentes na fumaça de 100 cigarros convencionais.


Quer entender mais sobre os males para a saúde de cada componente? A Dra. Jaqueline Scholz, cardiologista e coordenadora do Programa de Tratamento de Tabagismo do InCor, explica com detalhes no vídeo abaixo: