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Comportamento derruba mais profissionais do que falta de técnica — e inteligência emocional é a saída

Currículo impressionante não é garantia de emprego. Saber lidar com as próprias emoções, sim.

Uma pesquisa da PUC Carreiras (2024) revelou o que muitos ainda ignoram: a falta de habilidades comportamentais é a principal causa de demissões no mercado de trabalho. Não é a incompetência técnica. É o comportamento.

Para a psicóloga especialista em comportamento Mariana Webel, a solução está no desenvolvimento da inteligência emocional — e quem domina essa habilidade sai na frente.

"Inteligência emocional é a capacidade de gerir as próprias emoções. Está relacionada a como lidamos com as outras pessoas, mas principalmente como lidamos com os nossos próprios sentimentos", define.

Não é sobre reprimir. É sobre gerenciar.

Muita gente confunde inteligência emocional com engolir o que sente. Mariana é direta: não é isso. É saber como agir diante da pressão — sem deixar a emoção tomar o controle.

E para quem quer chegar à liderança, o dado é ainda mais revelador: 90% dos líderes bem-sucedidos têm altos níveis de inteligência emocional, segundo a especialista.

Como desenvolver essa habilidade?

A psicóloga aponta três caminhos:

🔄 Abertura a feedbacks — quem aceita retorno já demonstra maturidade emocional 🪞 Autoconsciência — refletir antes de agir leva a decisões mais assertivas e menos reativas ⚡ Controle da impulsividade — "a impulsividade é a emoção vindo à tona", resume Mariana

No mercado atual, quem cuida do lado emocional cuida também da carreira.



 
 
 

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