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Depósitos de lixo clandestino seguem sendo problema em Não-Me-Toque

O ano é novo, mas o problema é o de sempre. O município de Não-Me-Toque enfrenta um sério problema referente ao descarte clandestino de lixo, tanto no meio urbano quanto rural.


Visando amenizar essa situação, o Departamento de Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Saúde tem mapeado os pontos de descarte irregular e buscado agir no recolhimento dos materiais. Ao todo são mais de 70 locais com lixo que podem procriar pragas que podem colocar em risco a saúde pública, incluindo ratos e o mosquito da dengue.


O que mais surpreende os técnicos que realizam o levantamento é o fato de que na maioria dos pontos encontram-se materiais que poderiam ser destinados a reciclagem, como plástico, papel e metais, e que ainda, a própria coleta municipal de lixo recolhe diariamente. Portanto, vai ai dicas já divulgadas pelo município e que devem ser consideradas:


Sofás: podem ser descaracterizados (desmanchados), a espuma e o tecido acondicionados em sacolas plásticas que serão recolhidas pelo caminhão do lixo. A madeira pode ser cortada e utitizada em fogão à lenha ou churrasqueira.


MDF e compensado: Contratar empresa especializada para coleta e destinação final adequada.


Sucatas de metal, ferro, alumínio, zinco etc: podem ser encaminhadas para reciclagem, pois possuem valor econômico.


Embalagens de vidro: podem ser encaminhadas para reciclagem sem custos.


Colchões: podem ser descaracterizados e ensacados para recolhimento pelo caminhão do lixo ou entregues para empresa especializada.


Lixo eletroeletrônico: guardar em casa até a realização da campanha de coleta e destinação, realizada pela Prefeitura sem custos.


Latas de tinta, solventes e afins: após vazias podem ser encaminhadas para reciclagem por serem constituídas de metal.


Embalagens de óleo e lubrificantes; embalagens de agrotóxicos; lâmpadas fluorescentes; pilhas e baterias: entregar no local de compra ou a uma empresa especializada no recebimento desses resíduos.


Pneus: as empresas que vendem devem receber o produto após o uso e enviar para empresa especializada.


Óleo de cozinha: entregar em ponto de coleta (Mercado da Cotrijal, EMEF Santo Antônio, EMEF Waldomiro Graciano e CORSAN).


Materiais de construção inertes e restos de árvores: até 1 metro cúbico a prefeitura recolhe conforme o cronograma de coleta. Acima dessa quantidade deverá ser contratada empresa especializada para o recolhimento e destinação.


*Demais materiais não citados acima, em caso de dúvida consultar o setor de Meio Ambiente sobre a forma de destinação.


Ao não seguir com as recomendações os cidadão age contra o interesse público, obrigando o município a investir consideráveis valores para o recolhimento do material. E vale lembrar, se identificados os infratores serão autuados com multa.


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