Empresa de Não-Me-Toque é investigada por crime de estelionato
- Jornalismo Portal NMT

- 28 de ago. de 2018
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O Delegado da Polícia Civil de Não-Me-Toque, Gerri Adriani Mendes se pronunciou na manhã da última sexta-feira (24), sobre o caso de estelionato envolvendo uma empresa de móveis planejados de Não-Me-Toque. A entrevista se deu ao repórter Antônio Sadi Ribas, pela Rádio Ceres.
Há mais de um ano, a Delegacia de Polícia recebeu denúncias de pessoas que se sentiram lesadas e tiveram seus dados pessoais utilizados para empréstimos em nome da empresa. Os casos foram aumentando ao longo do período o que motivou uma investigação mais detalhada. Segundo o Delegado, são mais de 10 casos, totalizando mais de R$500 mil em golpes de estelionato.
Diante da gravidade do caso, o delegado através de ação judicial decretou a prisão preventiva da proprietária do estabelecimento. Um dia depois da decisão, a principal investigada no caso se envolveu em um acidente de trânsito na ERS 223, trecho entre Victor Graeff e Tio Hugo, entrando em óbito no local.
Dois meses depois da tragédia, a Delegacia retomou os trabalhos de investigação e apreendeu documentos do estabelecimento. Para o Delegado, o que intriga a investigação é o fato da instituição financeira liberar créditos em nome de terceiros, sem que estes tenham conhecimento ou tenham assinado qualquer autorização que liberasse o valor. "Esse fato nos faz saltar os olhos. Os crimes a serem investigados são estelionato, falsificação de documentos, falsidade ideológica e talvez até uma associação criminosa", afirma Gerri Adriani Mendes, Delegado da Polícia Civil de Não-Me-Toque.




















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