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Grêmio não comprará mais a gestão da Arena

O Grêmio desistiu de comprar a gestão da sua Arena. Segundo o jornalista Hilton Mombach, do Correio do Povo, em coluna publicada nesta terça-feira (18), ficou decidido na última reunião do Conselho de Administração que o clube gaúcho não irá mais dar nenhum passo rumo à compra da Arena.


Com isso, ficam suspensas as negociações com a OAS, podendo ser retomadas se a nova diretoria do Imortal assim desejar. Segundo Mombach, o Tricolor chegou a propor uma alienação fiduciária do Olímpico pela OAS na liberação de R$ 300 milhões para construção de prédios no local.


Além disso, a ideia era que o Grêmio ficasse com a gestão da Arena, ficando responsável até pelas obras do entorno do estádio. No entanto, a OAS não aceitou o acordo, pois queria uma parte das receitas extras do clube.


Grêmio: Imbróglio em relação à Arena e Olímpico envolve três partes

Além de Grêmio e OAS, há também uma terceira parte envolvida no impasse da Arena, que também envolve o Estádio Olímpico: a Karagounis, empresa ligada à construtora baiana. Com isso, transferência do terreno na Azenha à OAS só irá ocorrer definitivamente quando o projeto da Arena for totalmente concluído.


Enquanto isso não ocorre, o Velho Casarão acaba exposto a uma situação de degradação. Inativo desde o início de 2013, quando o Grêmio passou a mandar os seus jogos na Arena, no Humaitá, o Estádio Olímpico Monumental se encontra abandonado. Inicialmente envolvido na negociação com a OAS para a construção da nova casa do Tricolor, o estádio teve o seu destino travado diante dos muitos processos judiciais que a empreiteira baiana passou a enfrentar.


Vale ressaltar que, no início de 2010, quando começaram as obras da Arena, o plano era de que o Olímpico fosse implodido, dando lugar a um complexo de prédios que seriam construídos pela OAS, como contrapartida do negócio.


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