Testemunhas depõem em processo de assédio sexual de ex-prefeito de Não-Me-Toque

O juiz Márcio Cesar Sfredo Monteiro, da Comarca de Não-Me-Toque, ouviu nesta quinta-feira (23) testemunhas no processo contra o ex-prefeito da cidade Armando Carlos Roos. Seis servidoras municipais foram colocadas na lista pelo Ministério Público. 

O político foi denunciado em julho do ano passado pelos crimes de assédio sexual, abuso de autoridade, entre outros crimes. Armando Roos foi acusado por servidoras de oferecer cargos públicos em troca de favores sexuais. 


Em 2017, uma servidora de carreira do município procurou a Polícia Civil para denunciar que o prefeito a rebaixou de cargo, fazendo com que ganhasse menos, por não aceitar um pedido de cunho sexual feito por ele. 


A denúncia foi feita inicialmente como uma queixa, sem representação do crime. Dias depois, a vítima decidiu seguir adiante com o procedimento e contou que estava sendo ameaçada. Com isso, a mulher teve deferido uma medida protetiva. 


Depois disso, outro caso veio à tona. Uma funcionária que trabalhava desde 2017 na prefeitura de Não-Me-Toque, em um cargo comissionado, denunciou o prefeito. Segundo ela, em troca da vaga, o então prefeito teria pedido favores sexuais. Uma das vítimas, inclusive, filmou o suposto assédio, ocorrido dentro do gabinete. Armando Roos foi afastado do cargo em julho do ano passado e cassado em agosto.



Fonte: Zero Hora

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