Passo a passo de como fazer a Identidade Digital (DNI)
- Jornalismo Portal NMT

- 8 de dez. de 2020
- 2 min de leitura

Cada vez mais as pessoas querem ter tudo na palma da mão, ou melhor dizendo, no celular.
Com a velocidade do desenvolvimento tecnológico, essa possibilidade está crescendo a passos largos em todo o mundo. Já são contas de banco, carteira de motorista, assistência médica, entre outros na tela do seu smartphone.
Uma das possibilidades que a tecnologia está nos proporcionando, é a Carteira de Identidade Digital, o DNI, um documento nacional que vai reunir o CPF, o Título de Eleitor e a Certidão de Nascimento, além de outros documentos em um só lugar, acessível facilmente via app para smartphones e tablets com sistemas Android e iOS.
Todavia o documento digital é emitido pela Secretaria de Segurança Pública e pode ser utilizado em todo o país, independente da versão física Para baixar e usar, é necessário ter mais de 16 anos e possuir identidade emitida pelo estado.
O documento digital tem a mesma validade dos impressos, podendo facilitar a vida do cidadão. Mas para tirar o DNI é necessário ter realizado o cadastro da biometria em um cartório eleitoral.
Como gerar o DNI?
Com o cadastro da biometria realizado, basta seguir os passos a seguir. Sobretudo, antes de prosseguir é importante saber que será necessário fazer um processo virtual e outro pessoal.
A primeira etapa consiste em realizar um pré-cadastro no aplicativo. A validação do restante precisa ser feita de forma presencial, em um dos postos de atendimento indicados após o cadastro.
Baixe o aplicativo e escolha entre as opções Android ou IOS.
Após instalá-lo, faça o pré-cadastro e compareça pessoalmente a um dos postos de atendimento indicados no aplicativo.
No posto de atendimento, serão validados os dados biométricos com base na análise de impressões digitais e fotografias do emitente do DNI.
Caso as informações sejam confirmadas pela Justiça Eleitoral, o cidadão poderá emitir o DNI a partir do smartphone ou tablet.
O DNI foi aprovado pelo presidente Michel Temer, em fevereiro de 2018, com o intuito de reunir diversos registros civis em um único documento, com validade em todo o território nacional. A nova identificação dispensa a apresentação de outros papéis, como CPF, certidão de nascimento, casamento ou título de eleitor.





















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