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Petrobras reduz preço da gasolina pela segunda vez

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28) que a partir de amanhã, sexta-feira (29), reduzirá o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras. O valor passará de R$ 3,86 para R$ 3,71, uma redução de R$ 0,15.


Essa é a segunda redução que a estatal promove em menos de duas semanas. Dia 19 de julho foi uma redução de R$ 0,20. Antes, último reajuste anunciado tinha sido em 17 de junho, quando a Petrobras elevou em 5,18% o preço da gasolina e em 14,26% o valor do diesel vendido em suas refinarias.


As mudanças vem junto da gestão de Caio Mario Paes de Andrade, escolhido como presidente da petrolífera no final de junho junto de forte cobrança do presidente Jair Bolsonaro (PL).


Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina e 27% de etanol para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba.

Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.


Nova diretriz de preços da gasolina e demais combustíveis

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira (27), a Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno a ser aplicada aos derivados de petróleo e gás natural, comercializados no mercado interno, incluindo o próprio Conselho de Administração e o Conselho Fiscal na supervisão da execução das políticas de preço da petroleira.


A diretriz incorpora uma camada adicional de supervisão da execução das políticas de preço pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, a partir do reporte trimestral da Diretoria Executiva, “formalizando prática já existente”.


A diretriz, no entanto, não vai alterar a política de equilíbrio de preços da empresa com os mercados nacionais e internacionais. “Vale destacar que a referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais, e tampouco no Estatuto Social da companhia”, informou a estatal.



*Agência Brasil

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