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Pix é o preferido dos brasileiros para transferências


O Pix entrou em operação no Brasil em novembro de 2021, sendo gratuito para pessoas físicas. O sistema eletrônico de pagamento instantâneo permite realizar transferências 24h por dia, sete dias por semana, incluindo feriados. Por isso, o Pix caiu no agrado dos brasileiros rapidamente.


Mesmo que a interação seja entre bancos ou instituições diferentes, a liquidação será imediata, no máximo em 10 segundos, acabando com a espera para recebimento de TED ou DOC ou processamento de boletos, por exemplo.


O Pix está mudando o cenário financeiro no Brasil, já consolidado em transferências entre contas, porém não tanto em pagamentos, segundo a Minsait Payments. Por isso há um caminho a percorrer para sua adoção no segmento porque o Pix ainda não está integrado aos equipamentos de todos os lojistas. Então a conciliação e outras necessidades ainda precisam ser feitas fora do seu sistema.


Mas a ferramenta está em evolução. O Banco Central planeja soluções alavancadas no Pix. Estão por vir o Pix Cartão, Pix Offline ou Pix por Aproximação, para permitir pagamentos sem a necessidade de conexão à Internet com cartão pré-pago e o Pix Agendado, para agendar pagamentos de conta.


Simultaneamente, o uso do celular é o dispositivo mais usado para compras e serviços para o envio de dinheiro e compras no e-commerce, superando o uso de computador e tablet.


A Internet das Coisas e o Open Banking significarão avanços na oferta de soluções transparentes e omnichannel aos usuários, com os consequentes novos modelos de negócios baseados em novos casos de uso. A tecnologia deve estar ao alcance dos usuários e, por esse motivo, a educação financeira e a alfabetização tecnológica são consideradas importantes desafios para bancos e fintechs, no sentido de soluções e infraestrutura que garantam o acesso à Internet e serviços financeiros para toda a população.


O Brasil lidera a lista de países que mais usam cartão de débito e crédito. Sabe-se que as fintechs ganham terreno, porém precisam de atenção com custos, enquanto o modelo Open Finance avança com oportunidades para crescimento do mercado de varejo.


A explicação para o movimento é que, superada a fase mais difícil do Covid, o ecossistema de pagamentos digitais entrou em transição acelerada entre o mundo físico e digital.


A pandemia continua a impulsionar a adoção dos meios de pagamento sem contato. Mesmo que o uso do dinheiro ainda esteja em alta, o cartão mantém seu destaque, enquanto o percentual da população que utiliza meios digitais alternativos aumenta.


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