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Pix se consolida como principal meio de pagamento no Brasil


O Pix, novo meio de pagamento criado pelo Banco Central, já se consolidou

em todo o País. Milhões de brasileiros e empresas fazem uso do serviço. Já

existem mais de 242 milhões de chaves Pix cadastradas (até 15 de maio de

2021), sendo 83 milhões de usuários pessoas físicas e mais de 5,5 milhões de

empresas. Em apenas seis meses depois do lançamento, aproximadamente 75

milhões de brasileiros usaram o Pix, seja para pagar ou receber. Ou seja, 45%

da população adulta do Brasil já usou o Pix em algum momento. Em abril, a

quantidade de Pix superou a quantidade de TED, DOC, cheque e boleto

somados. As transações realizadas pelo Pix (1,5 bilhões) já foram

responsáveis pela movimentação de mais de R$ 1,1 trilhão.


Segundo o Banco Central, o Pix foi construído para democratizar o acesso a

meios de pagamentos eletrônicos, impulsionar a eletronização dos pagamentos

e alavancar a competitividade e a eficiência do mercado. É um instrumento

versátil que pode ser usado nas mais diversas situações de transferência de

recursos envolvendo pessoas, empresas ou governo. É um meio de

pagamento prático, rápido, acessível e seguro, que traz facilidade e gera novos

modelos de negócio.


O novo meio de pagamento, criado em 2020, em plena pandemia, permite

realizar uma transação em até 10 segundos, sem custos para pessoa física e

muito mais barato para pessoas jurídicas do que as formas de transferências

eletrônicas anteriores. Para usá-lo, é preciso cadastrar uma chave. Com o Pix

não é necessário saber onde a outra pessoa tem conta. Você realiza a

transferência a partir da chave cadastrada por quem vai receber o dinheiro (que

pode ser o CPF, número de telefone, e-mail ou uma chave aleatória criada pelo

usuário).


De acordo com Lucas Felipe Niederle, analista de Produtos e Serviços do

Sicoob Creditaipu, a popularização do pagamento instantâneo ocorreu de

maneira bem rápida. “Uma grande vantagem do Pix é que não há limite de

horário e nem dia da semana para realizar as transações. Pode ser acionado

24 horas por dia, sete dias por semana, não importa onde as pessoas tenham

conta”, afirmou.


O Pix é muito seguro, mas como ocorre com outros produtos e serviços

financeiros, não é isento de risco. Mas ninguém consegue fazer uma

transferência Pix a partir de uma conta sem apresentar as credenciais corretas.

Além disso, há limites de transferências, como já ocorria com TED, DOC ou

pagamento via cartão de débito. “A parte mais vulnerável é sempre o usuário,

que precisa informar-se sobre o uso correto, e isso vale para todas as

transações financeiras”, concluiu Niederle.

Para mais informações sobre o Pix, acesse o endereço do Banco Central do


Fonte: Sicoob Creditaipu – Assessoria de Comunicação (com informações do

Banco Central do Brasil).

 
 
 

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