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Viveiro de Cidadania distribui mudas de árvores nativas

Exemplo de inclusão, o Viveiro de Cidadania, localizado na entrada do parque da Expodireto Cotrijal, à esquerda, distribui mudas de árvores nativas. Além de receber uma muda, o visitante é recepcionado com um sorriso no rosto pelos responsáveis da produção das mudas: pessoas com deficiência intelectual e múltipla, todos colaboradores da Cotrijal.



No estande estão disponíveis mudas de angico, ipês amarelo e roxo, jacarandá, leucena, cinamomo e ingá. Além disso, há mudas de araucárias para demonstração, pois são experimento no viveiro. A expectativa é distribuir 7 mil unidades até o final da feira.



Com brilho nos olhos e transbordando orgulho pelo seu trabalho, Laiziane Mendes Pinheiro, colaboradora da Cotrijal há um ano, participa pela primeira vez da Expodireto. “É uma experiência muito boa. Estou cada vez mais feliz com o projeto e, mais ainda, de estar aqui representando a Cotrijal. Esse projeto mudou muita coisa na minha vida, porque antes as pessoas falavam que eu não ia conseguir e estou mostrando que eu consigo e que eu tenho capacidade para fazer isso”, conta.



Uma muda de jacarandá foi para o município de Barracão com a agricultora Seloí Girardi. “Eu achei linda essa planta e, principalmente, o trabalho que eles fazem aqui”. Com a sua muda em mãos, conta com alegria que ela será plantada em sua propriedade e fará parte de um novo projeto da família, a adaptação da propriedade rural em um ponto turístico para receber visitantes.




Inclusão social e pertencimento ao mercado de trabalho



O Viveiro de Cidadania, programa desenvolvido em parceria entre a Cotrijal e a Apae Passo Fundo, com a cooperativa de ensino Coeducars, possui 50 colaboradores. Ele foi criado em 2020, tendo como um dos objetivos o cumprimento de cotas de pessoas com deficiência (PCDs) na cooperativa.



A coordenadora de Projetos Sociais da Cotrijal, Maria Carolina Rovani, explica que a ideia do espaço na Expodireto vai além da simples distribuição de mudas. “Nós queremos que a comunidade conheça o nosso projeto de inclusão social e diversidade. Acreditamos que a pessoa com deficiência tem que pertencer a todos os espaços na sociedade, inclusive na Expodireto”, comenta.



No viveiro, localizado em Passo Fundo, o trabalho realizado consiste no cultivo de mudas nativas, desde a coleta das sementes até a entrega. “Eles estão distribuindo para a comunidade as mudas que eles produzem. Isso tem um valor muito grande por trás, que é a inclusão social, o pertencimento ao mercado de trabalho e a autonomia da pessoa com deficiência. A motivação do que a Expodireto gera em todos nós é sentida durante todo o ano”, destaca Carolina.



Por Cleusa Jung | Para Assessoria de Imprensa da Expodireto Cotrijal



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