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19541 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Entidades avaliam importância da Expodireto Cotrijal para o setor de máquinas agrícolas

    Entidades representativas do setor de máquinas e equipamentos agrícolas do Brasil e do Rio Grande do Sul esperam um ano mais promissor em relação a 2024 e destacam a importância de feiras como a Expodireto para aproximar vendedores e compradores. A reunião de expositores que apresentam máquinas para todos os tamanhos e perfis de propriedades facilita a concretização de negócios e o encaminhamento de compras futuras. Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers), Claudio Bier, a Expodireto Cotrijal teve papel importante na difusão dos avanços tecnológicos das indústrias nos 25 anos de feira. “É uma grande ferramenta de vendas do setor, porque é uma feira magnífica e organizada. Os produtores que vêm para a feira, em maioria, buscam fechar negócios”, avalia. O dirigente projeta crescimento de 10% no faturamento das indústrias de máquinas e implementos agrícolas gaúchas ao longo do ano de 2025 em comparação a 2024. “As empresas vinham de três a quatro anos seguidos com grandes altas, mas em 2024 tivemos estiagem no Sul e também no Centro-Oeste, que é um grande comprador das nossas máquinas, o que levou a uma queda de 25% nas vendas comparado a 2023. Para 2025, apesar da quebra da safra gaúcha, teremos uma boa safra no Centro-Oeste”, justifica Bier. Negócios antes e depois da feira Em nível de Brasil, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) prevê um crescimento de 8% no faturamento do setor em 2025 em relação ao ano anterior. “No Rio Grande do Sul teremos quebra de safra, mas para o restante do país a expectativa é de boa produção, o que deve contribuir para o aumento das vendas. O desafio maior é a alta dos juros”, explica Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ. O dirigente destaca ainda que as feiras geram boas oportunidades para compradores e vendedores. “São um grande momento para comprar ou se preparar para a compra”, ressalta. A Massey Ferguson foi uma das empresas que desde a primeira edição da Expodireto Cotrijal, em 2000, trouxe seus lançamentos para a feira. No início, através da participação da revenda local, e a partir de 2004 com a fábrica e concessionárias de outras regiões. “Hoje temos todas as concessionárias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina representadas. A Expodireto é super importante no reforço de marca e para estarmos mais próximos do produtor para a concretização de negócios, durante e depois da feira”, avalia Ordely Júnior, gerente de vendas. Nos últimos dez anos, a empresa lançou mais de 100 novos produtos e ampliou a oferta em todas as linhas. Fábio da Silva e a esposa Andreza vieram de Ibarama, na região Centro-Serra do RS, para adquirir um trator. Eles produzem tabaco em 2 hectares de estufa e estiveram no parque na segunda-feira (10). “Aqui o preço é mais e conta. Compramos o trator e aproveitamos para conhecer a feira, pois ainda não tínhamos vindo”, disse Andreza. Por Mariliane Cassel | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Dr. Felipe Jung Spielmann, não-me-toquense passa a integrar equipe do Centro de Especilidades e Diagnósticos Júlia Billiart

    O Centro de Especialidades e Diagnósticos Júlia Billiart tem a alegria de comunicar a comunidade do Alto Jacuí que um novo médico passou a integrar seu corpo clínico. Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com ênfase em Clínica Geral e experiência em Acupuntura durante sua formação acadêmica, Dr. Felipe Jung Spielmann atenderá junto ao CED nas manhãs de sábado, das 08 horas ao meio-dia. Agende sua avaliação pelo telefone (54) 3320-0100 ou por mensagem via WhatsApp para (54) 999963 6264. Os atendimentos acontecerão na modalidade particular e particular com desconto.

  • Poderes Executivo e Legislativo assinam termo que permite expansão do parque da Expodireto

    A manhã de quinta-feira, 13, começou com um importante anúncio feito pelos Poderes Executivo e Legislativo, juntamente da Cotrijal. No Café com imprensa foi assinado o termo de autorização para início de obra pública. No termo, o Município foi autorizado a municipalizar o trecho urbano da ERS-142, que liga Não-Me-Toque a Victor Graeff, conforme Lei Municipal º 5.725. O trecho teve sua titularidade transferida em 28 de janeiro de 2025, pelo Departamento Autônomo de Estradas e Rodagens – Daer. Durante o anúncio feito pelo chefe do Executivo, Gilson dos Santos, e o Presidente da Cotrijal, Nei Manica, foi oficializado a permuta da área para a Cooperativa, tendo em vista a expansão do parque de Expodireto e assim realizando um novo traçado para a rodovia ERS-142. “Estamos com o projeto finalizado para que possamos estar iniciando a obra em breve para que em 2026 a nossa Expodireto esteja de cara nova, ampliada e atendendo as expectativas de todos vocês que participam da feira e a todos tenham interesse em participar”, destacou o Prefeito Gilson dos Santos.

  • APSUL América 2025: Agricultura 4.0 diante dos desafios do futuro

    Após inúmeros desafios climáticos, como enchentes e secas, além das dificuldades econômicas de produzir mais com menos e das transformações sociais que impactam o agro, o APSUL América 2025 vem para debater soluções e inovações que farão a diferença no setor. Com o tema "Agricultura 4.0: Inovação diante dos desafios climáticos, econômicos e sociais", o evento abordará como tecnologias digitais, inteligência artificial, automação e sustentabilidade podem impulsionar a produtividade e a resiliência no campo. 📅 Data: 23 e 24 de setembro de 2025 📍 Local: Parque da Expodireto Cotrijal Acompanhe as novidades e prepare-se para mais uma edição que vai transformar o agro!

  • Cotrijal e DeLaval anunciam parceria estratégica

    A Expodireto Cotrijal anualmente é palco do início de muitas parcerias que contribuem para o desenvolvimento do campo. Na terça-feira (11), a Cotrijal, cooperativa promotora da feira, e a DeLaval, empresa fornecedora de equipamentos, produtos e serviços para produção de leite, anunciaram parceria estratégica. A novidade tem como objetivo fomentar a busca por atendimento personalizado aos produtores assistidos pela Cotrijal na área de ordenha. “Hoje estamos presentes nas propriedades oferecendo assistência técnica em nutrição, reprodução, sanidade, qualidade, cria e recria e gestão. Através dessa nova parceria, vamos ampliar esse portfólio de serviços, auxiliando também o produtor em tudo o que envolve a ordenha”, explica Alan Issa Rahman, consultor técnico que lidera o INPRO Leite, novo serviço de inteligência em projetos para o setor leiteiro. O ponto central da colaboração é o sistema de ordenha robotizada DeLaval VMS™ V300, projetado para maximizar a produtividade leiteira e a saúde animal, além de melhorar a qualidade de vida dos produtores. O próximo passo da parceria é a capacitação da equipe que vai atender o produtor. “Vamos ter um grupo de consultores que da cooperativa com qualificação para auxiliar na busca de uma produção ainda mais sustentável e agregar valor ao negócio do produtor”, conclui. "Essa parceria reflete nosso compromisso em possibilitar uma produção sustentável de alimentos", destacou Marcelo Corte, diretor da DeLaval Brasil. O ato de assinatura da parceria contou com a presença do presidente da Cotrijal, Nei César Manica; do vice-presidente, Enio Schroeder; do superintendente de Novos Negócios e Produção Animal, Renne Granato; além de Alan Rahman. A DeLaval esteve representada pelo diretor Marcelo Corte; pelo District Sales Manager-RS, Guilherme Dazzi; pelo gerente de Canais, Ricardo Medeiros; e pelo gerente Pós-Mercado, Celso Gedvila. Por Mariliane Cassel | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Conhecimento é chave para ampliar espaço da mulher no agro, afirma consultora

    A mulher vem conquistando cada vez mais espaço em papéis de liderança no agronegócio brasileiro. Cumprindo seu propósito de incentivar o desenvolvimento das mulheres, há dez anos a Cotrijal realiza durante a Expodireto o Encontro de Empresárias Rurais. Em 2025, a programação contou com palestra de Luciana Martins, conselheira de grandes empresas do agronegócio, diretora-executiva do Grupo Conecta e autora do livro “O chamado de um propósito”. Ela abordou o atual cenário econômico e os impactos para o agronegócio, incentivando as mulheres a buscarem conhecimento, e falou sobre a representatividade feminina. “A presença feminina no agro é cada vez mais estratégica e decisiva para o crescimento sustentável do setor. Quando busco conhecimento sobre algum assunto tenho autoridade para falar sobre ele e consigo melhores oportunidades”, destacou. Luciana Martins encerrou sua palestra, no auditório central, levando as mulheres a refletirem sobre a importância de encontrar o seu propósito. Sugeriu que é preciso gerenciar melhor o tempo e utilizar ele com equilíbrio. Ela contou que apesar do grande envolvimento com o trabalho, em 2013 sentiu a necessidade de cumprir seu papel social, prestando serviço voluntário na área em que era especialista - gestão de crises -, por ocasião do incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria. “Foram três dias de uma experiência que me fez entender que meu propósito é fazer a diferença na vida das pessoas”, ressaltou. “A lição de vida que a palestrante trouxe me fez refletir sobre a necessidade de me posicionar em algumas questões na vida pessoal e no trabalho na propriedade”, disse Lisiane Weber, produtora rural em Não-Me-Toque e integrante do Comitê Mais Elas da Cotrijal. “Muitas vezes a quantidade de tarefas é tão grande que não paramos para pensar que nem sempre temos obrigação de abraçar e resolver tudo”. Programa Mais Elas A Cotrijal procura estimular o desenvolvimento das mulheres, para que ocupem seu espaço nas propriedades e na cooperativa, através do Programa Mais Elas. “É um trabalho de educação e capacitação, com diversas ações ao longo do ano, voltadas para as associadas e produtoras da cooperativa”, explicou o gerente de Marketing da Cotrijal, Benísio Rodrigues, na abertura do encontro. “Precisamos de mulheres com foco em gestão e liderança na propriedade, pois elas podem contribuir muito para enfrentarmos os desafios do campo”, afirmou o presidente da Cotrijal, Nei César Manica. Resgatando um pouco da história da participação feminina na Cotrijal, o vice-presidente, Enio Schroeder, reforçou que o objetivo do encontro na Expodireto é agregar conhecimento. “Investimos em ações que vão fazer a diferença na vida das nossas produtoras”, ressaltou. Por Mariliane Cassel | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • 10º Fórum do Trigo aborda inovações e desafios para a triticultura no Rio Grande do Sul

    O 10º Fórum do Trigo foi realizado na tarde desta quarta-feira, 12, no Auditório Central da Expodireto Cotrijal 2025. A abertura do evento foi marcada por discursos do Secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), Clair Tomé Kuhn, do Superintendente de Produção Vegetal da Cotrijal, Gelson Melo de Lima e do Gerente de Relações Institucionais e Sindical do Sistema Ocergs/RS e Coordenador da Câmara Setorial do Trigo, Tarcisio Minetto. “Realizar um momento como este durante a feira é uma grande oportunidade de refletir e debater como posicionar a triticultura no estado”, destacou Gelson de Lima. Clair Kuhn frisou a importância da Expodireto Cotrijal, de onde “saem pesquisas e estudos que são adotados pelo estado”. Ele falou sobre a busca pela securitização, assunto da Audiência Pública do Senado que acontece na próxima sexta-feira, 14. Redução dos impactos negativos das adversidades climáticas na cultura do trigo no Sul do Brasil A programação seguiu com a palestra de Tiago de Andrade Neves Horbe, Pesquisador da CCGL, que abordou o posicionamento da Rede Técnica Cooperativa (RTC) para minimizar os impactos negativos das adversidades climáticas na produção de trigo na região Sul do Brasil. “Independentemente das frustrações, o plantio da soja segue crescendo, mas o trigo é protagonista”, salientou o pesquisador. Ele expôs que o trigo, diferente da soja, normalmente sofre pelo excesso de água e não pela escassez. Para Horbe “o que define o potencial produtivo na lavoura é a cultivar e a época da semeadura” por isso, a dificuldade do estado está associada a imprevisibilidade do clima, “o trigo precisa ter cuidado com a chuva e a geada, por isso muitas vezes os resultados são diferentes” salientou o pesquisador. O milho superprecoce, precoce e médio tem resultados diferentes em cada ano, a depender também dos cenários dos fenômenos La Niña e El Niño. Por isso, segundo Horbe, é necessário uma “gestão de risco para o cenário e traçar estratégias agronômicas e métricas que auxiliem no manejo do solo para rentabilizar a cultura”. Um dos momentos considerados mais críticos é o da transição entre soja e trigo, em que poucos dias podem fazer a diferença no solo. Programa nacional de zoneamento agrícola de risco climático O pesquisador da Embrapa, Alvadi Antonio Balbinot Junior, assumiu o segundo momento do fórum para falar sobre o manejo adequado do solo, apresentando dados do programa ZARC da Embrapa. A pesquisa utilizou a soja como base, mas os mesmos aspectos podem ser aplicados para o trigo. Durante sua fala, Balbinot mostrou sete indicadores utilizados atualmente para categorizar a fertilidade e as propriedades do solo. A pesquisa deve servir como base para políticas públicas, o que pode beneficiar os produtores rurais. Seguro da lavoura Na sequência, Daniel Nascimento, vice-presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), apresentou as opções de produtos oferecidos pelas seguradoras privadas aos produtores de trigo, com foco na proteção contra riscos climáticos. “As principais dificuldades do Rio Grande do Sul são, sobretudo, as perdas acentuadas nas últimas cinco safras, restrições de produtos, coberturas e seguradoras na oferta de seguro, resseguro e plantio tardio, com isso, falta subvenção”, salientou o vice-presidente da Fenseg. Nascimento finalizou orientando a disseminação da cultura do seguro entre produtores e seguradoras, bem como, cooperativas, federações e lideranças do agro. Interação envolvendo painelistas e participantes Moderado por Tarcísio José Minetto e Jorge Lemanski, Chefe da Embrapa Trigo, o painel final contou com a presença dos palestrantes e de Hamilton Guterres Jardim, que coordena a Comissão do Trigo e Culturas de Inverno da Farsul e é presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Culturas de Inverno do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Jardim salientou que o fórum foi uma oportunidade valiosa para discutir soluções práticas e políticas públicas que possam apoiar os produtores. “As respostas foram dadas pelos palestrantes. Todos os elos da cadeia convergiram para o cenário atual, mas precisamos ter atenção às alíquotas do Proagro e Pronaf que subiram na região”, destacou. Com a realização de diferentes fóruns e debates, a Expodireto Cotrijal segue sendo uma plataforma fundamental para o debate de soluções inovadoras e estratégias para o futuro da agricultura no Brasil. Por Crystian Carniel | Assessoria de Imprensa da Expodireto Cotrijal

  • Produção da Fábrica de Rações da Cotrijal é transmitida ao vivo na Expodireto

    Os visitantes do pavilhão da Produção Animal, na 25ª Expodireto Cotrijal, podem conferir o funcionamento da Fábrica de Rações da Cotrijal ao vivo. No local, um telão mostra o que está acontecendo em tempo real na produção, uma vez que a indústria é toda digitalizada. Segundo o gerente da Fábrica de Rações, Ranieli Duranti, os visitantes da feira podem conferir o robusto controle de qualidade, as boas práticas de fabricação, os controles e, inclusive, entender o que se passa na produção. O complexo da Cotrijal é composto por duas fábricas, uma que produz rações para aves e suínos (monogástricos) e outra com foco em bovinos (ruminantes). "Hoje a fábrica produz em torno de 18 mil toneladas de ração por mês entre todas as linhas. Conta com 75 funcionários e opera 24 horas por dia", explica Duranti. No telão, localizado no pavilhão da Produção Animal, é possível acompanhar a dosagem das matérias primas e a moagem dos ingredientes. Após isso, é feita a mistura que vai gerar a ração final. “É possível observar o processo completo do que acontece, a mistura, a moagem, a dosagem, a peletização e a expedição da ração em caminhão a granel ou ensacado”, relata Duranti. Hoje, as rações da Cotrijal chegam a todo Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina via representação comercial. "A aceitação dos produtores tem sido muito boa porque temos uma ração que traz bastante resultado. Temos excelentes feedbacks de campo que indicam um retorno melhor das Rações da Cotrijal. Isso ocorre porque usamos matéria-prima certificada que gera um bom desempenho dos animais", afirma Duranti. O sucesso, conforme Duranti, é visto na fábrica. Até o final do ano, a Cotrijal deverá alcançar seu potencial máximo de produção de rações. Por Maiquel Rosauro | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • 25ª Expodireto Cotrijal atrai grande público no parque e fóruns

    O terceiro dia da 25ª Expodireto Cotrijal registrou intenso movimento de público durante todo o dia, nesta quarta-feira (12), em Não-Me-Toque/RS. O clima, que começou nublado e ameno, atraiu ainda mais pessoas para conferir as novidades nos estandes e participar dos diversos fóruns realizados durante a feira. “É surpreendente o movimento de pessoas, tinha algum pessimismo em relação ao clima, mas estão sendo buscadas alternativas. O que mais me chamou a atenção é que a feira está sendo uma oportunidade de debates, de troca de ideias e de alternativas, além de ser uma feira de negócios. Nos fóruns de discussões e nas palestras, o público têm sido bem superior às outras edições”, avalia o produtor rural Marcelo André Van Riel, de Não-Me-Toque/RS. Essa percepção é confirmada pela organização da feira, que ressaltou a qualidade e o alto nível das palestras realizadas nos eventos oficias e nos estandes de expositores. “Desde o início, a Expodireto se posicionou como uma feira de negócios, mas também de conhecimento, onde tem muitas palestras e grandes oportunidades, assim como um local de debates de interesse para o produtor”, ressaltou o vice-presidente, Enio Schroeder, em coletiva para a imprensa no final da tarde. Negócios A edição deste ano da Expodireto Cotrijal tem o maior número de expositores da história da feira, com 610 empreendimentos no parque, exibindo as melhores soluções para o agronegócio. “A feira está cumprindo um papel muito importante na área de tecnologia, conhecimento e inovação, tudo isso está muito presente na Expodireto. Na área de máquinas, a cada ano nós ficamos mais surpresos com o avanço desse setor. Na área de produção vegetal, temos as demonstrações técnicas também com muitos avanços. O Pavilhão da Agricultura Familiar está sempre cheio e lotado, o Espaço do Meio Ambiente, com seus eventos educativos, também é sempre muito prestigiado. A feira realmente está andando muito bem, nos dando um ânimo muito positivo”, avalia o vice-presidente. Além disso, a Expodireto Cotrijal recebe inúmeros visitantes de outras regiões do Brasil e de mais de 80 países. Aliado à diversidade do perfil dos produtores, isso garante que os negócios sigam ocorrendo, mesmo diante de uma nova frustração climática no Rio Grande do Sul. “Os negócios vão acontecer porque o estado está passando por essa situação complicada, mas no Brasil, temos regiões que vão colher muito bem. Na Expodireto vêm produtores de outros estados que fazem suas aquisições porque ela está posicionada como uma feira de grandes oportunidades de negócios”, lembra Schroeder. Otimismo O público deve seguir crescendo nos próximos dias da feira, com grande expectativa para a audiência pública de sexta-feira (14), onde deve ser discutida a securitização de operações de crédito rural para produtores afetados por eventos climáticos extremos. O objetivo da iniciativa é renegociar as dívidas com prazos e juros compatíveis.Bruna Scheifler | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Declaração do Imposto de Renda 2025 começa na próxima semana

    A Secretaria da Receita Federal divulgou nesta quarta-feira (12) as regras do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024. O prazo de entrega vai da próxima segunda (17) até 30 de maio neste ano. Quem não entregar dentro do prazo fixado, está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido. O programa do Imposto de Renda 2025 estará disponível para download, e início de preenchimento, a partir desta quinta-feira (13). O Fisco informou que espera receber 46,2 milhões de declarações do Imposto de Renda 2025, ano-base 2024, contra 42,4 milhões no ano passado. O órgão também divulgou o calendário das restituições do IR neste ano, que começa em 30 de maio. A declaração pré-preenchida, porém, começará a ser recebida somente a partir de 1º de abril, 13 dias após o início da apresentação pelo método tradicional (preenchimento pelo contribuinte). É obrigado a declarar o Imposto de Renda: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024. O valor é um pouco maior do que o da declaração do IR do ano passado (R$ 30.639,90) por conta da ampliação da faixa de isenção contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;* quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;* quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;* quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;* quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;* quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;* quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;* Possui trust no exterior;* quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024);* quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;* Deseja atualizar bens no exterior. A Receita prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo). Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — ou seja, vai para o fim do calendário de restituições. Têm prioridade na restituição do Imposto de Renda, nesta ordem: idosos acima de 80 anos; idosos entre 60 e 79 anos;* contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;* contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;* utilizaram a pré-preenchida E optaram por receber a restituição por Pix;* contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via Pix.* Para receber via Pix, é preciso que a chave informada no momento da declaração seja o CPF do contribuinte vinculados ao e-mail ou ao telefone, por exemplo, não podem ser usados.

  • “De olho no material escolar” aproxima alunos da inovação no Agro

    A quarta-feira (12) está sendo um dia especial para a associação “De olho no material escolar”. Através do programa “Vivenciando a Prática”, alunos e professores fazem mais um dia de atividades na 25a Expodireto Cotrijal, conhecendo de perto inúmeras novidades nos estandes de expositores e muito conhecimento sobre o agronegócio. Pela manhã, uma comitiva de estudantes e professores de Não-Me-Toque e Passo Fundo assistiram a peça teatral “Se liga no campo”, que em linguagem bem-humorada, criativa e informativa, apresentou aos estudantes várias informações relevantes sobre o dia a dia produtor rural e a importância do setor produtivo. A peça teve muitos momentos de interação com o público. Na sequência, o “Vivenciando a Prática” dividiu os alunos em grupos e várias empresas que possuem tecnologia de ponta foram visitadas. Professores e estudantes foram recebidos por profissionais da área técnica dos expositores e puderam entender melhor o funcionamento de muitas inovações para o setor. - A Expodireto é uma excelente oportunidade de conhecer na prática a pujança do Agro focado na inovação e na eficiência. Ações como o teatro e as visitas guiadas aos expositores da feira contribuem muito para que alunos e professores compreendam a importância do agronegócio. A associação “De olho no material escolar” seguirá firme em sua missão de valorizar e atualizar informações sobre o setor produtivo - destaca Michele Birck, diretora de comunicação da associação “De olho no material escolar”. As ações do “Vivenciando a Prática” prosseguem nesta quinta-feira (13) na Expodireto. Cerca de 540 alunos e professores de escolas das redes pública e privada de Não-Me-Toque, Victor Graeff, Passo Fundo, Sananduva e Ibiaçá, com turmas do fundamental II e Ensino Médio, visitam esta edição da feira através das ações da associação “De olho no material escolar”. O “Vivenciando a Prática já sensibilizou mais de 40 mil integrantes da comunidade escolar sobre o moderno agronegócio, desde 2021, em propriedades rurais, agroindústrias e eventos setoriais em todo o país.

  • Temporal em SP: mais de 300 árvores caem e 74 mil imóveis seguem sem luz; taxista morreu

    A Prefeitura de São Paulo contabilizou a queda de 330 árvores após o forte temporal que atingiu a capital na tarde desta quarta-feira (12). A Zona Oeste foi a mais atingida. Mais de 74 mil imóveis ainda estavam sem energia elétrica às 6h10 desta quinta (13), segundo o levantamento da Enel. No total, 173 mil clientes ficaram no escuro depois da tempestade. A concessionária informou que "normalizou o serviço para 65% dos clientes impactados pelas fortes chuvas registradas ontem (12/3) em diferentes pontos da área de concessão. A região Oeste foi a mais afetada com muitas árvores de grande porte caídas sobre a rede elétrica". Toda a cidade ficou em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura. As rajadas de vento chegaram a 60 km/h em algumas regiões da cidade, deixando muitos estragos. ➡️ Nesta quarta, a capital também ganhou, pelo 4° ano seguido, um prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) de preservação adequada e manejo sustentável de árvores e florestas urbanas do município. O prêmio foi anunciado antes do temporal. A tempestade ainda deixou uma vítima fatal. O taxista Elton Ferreira de Oliveira, de 43 anos, morreu após uma árvore cair sobre seu veículo na Avenida Senador Queirós, no Centro. No momento do acidente, ele transportava dois passageiros chineses, mãe e filho. Um vídeo registrou o momento da queda, que também atingiu a fiação elétrica . Na Rua Artur de Azevedo, na região de Pinheiros, outra árvore caiu em cima de dois veículos deixando três pessoas feridas, segundo informações da Defesa Civil de São Paulo. No mesmo endereço, parte do teto de um restaurante desabou. As aulas na Universidade Presbiteriana Mackenzie, no campus Higienópolis, foram suspensas na noite de quarta e na manhã desta quinta em razão da queda de galhos no prédio. Os alunos do Colégio Mackenzie também estão sem aula. Balanço A região da Sé, onde o taxista morreu, foi a segunda área mais afetada pela chuva, com o registro de 106 quedas de árvores (32% do total). Esses números fazem parte de um balanço da própria prefeitura obtido pela GloboNews. A terceira árvore mais antiga da capital paulista, com cerca de 200 anos e 30 metros de altura, também caiu durante o temporal. Ela ficava no Largo do Arouche, no Centro, e era um chichá da Mata Atlântica que pode alcançar grandes dimensões e é usada em reflorestamento. O recorde ficou com a Subprefeitura do Butantã com 110 árvores caídas (33% do total). Já a administração regional de Pinheiros contabilizou 95 quedas de árvores e a da Lapa, 19. Moradores relataram chuva com granizo nas regiões Oeste e central da cidade (vídeo abaixo) . No Centro, o cenário era de destruição, com árvores caídas sobre diversos veículos, praças e calçadas. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura, houve queda de granizo em: Butantã, Zona Oeste às 16h50 Pinheiros, Zona Oeste, às 17h20 Itaquera, Zona Leste, às 17h39 A Defesa Civil também emitiu alerta severo para as regiões Norte, Leste, Oeste e central de São Paulo. As rajadas de vento ultrapassaram os 60 km/h nesta quarta-feira — situação em que há risco de queda de árvores. O recorde de ventania na capital foi registrado em outubro de 2024, com 107,6 km/h na Zona Sul da cidade. Maiores rajadas de vento registradas pelo Centro de Gerenciamento de Emergência: 61,0 Km/h - Aeroporto Campo de Marte, zona norte - 17h03 62,9km/h - Santana-Carandiru às 17h20 61,6km/h - SÉ-CGE às 17h10 55,5 Km/h - Aeroporto Campo de Marte, zona norte, às 17h 34,5km/h - Butantã-USP às 17h 33,8km/h - Lapa-Vila Leopoldina às 17h 28,4km/h - Lapa-Vila Leopoldina às 16h50 27,8km/h - Santana-Carandiru às 17h No total, o Corpo de Bombeiros recebeu 217 chamados para quedas de árvores, três para desabamento e cinco para enchente na capital e na Região Metropolitana de São Paulo. A União de Lojistas da 25 de Março informou que a região, um dos principais polos comerciais da capital, sofreu um apagão que afetou diversas ruas na área. Também houve alagamentos em ruas próximas ( vídeo abaixo ). Maiores índices de chuva registrados pelas estações meteorológicas do CGE até as 18h20: Sé - CGE: 23,2mm Pinheiros - Vila Madalena: 22,4mm Butantã - USP: 18,6mm Aricanduva/Vila Formosa - Shopping: 17,6mm Penha - Rincão: 11,5mm

  • Governo federal corta R$ 7,7 bilhões do Bolsa Família e amplia Auxílio-Gás

    O governo enviou ao Congresso um ofício que prevê um corte de R$ 7,7 bilhões no Bolsa Família no Orçamento de 2025. O documento, ainda não protocolado oficialmente, foi endereçado ao presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), e ao presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), deputado Julio Arcoverde (PP-PI). Os ajustes são necessários antes da votação do projeto para viabilizar a execução de alguns programas do governo, como o Auxílio-Gás. O documento, elaborado pelo Ministério do Planejamento, prevê um acréscimo de R$ 3 bilhões nos recursos do auxílio. A peça orçamentária inicial reservava apenas R$ 600 milhões para o programa. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, que assina o documento, afirmou que as modificações “contemplam remanejamentos solicitados pelos órgãos interessados, em razão de repriorizações ou necessidades supervenientes”. O relator do Orçamento, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), afirmou que a redução nos recursos do Bolsa Família são para “sanear” o programa. Ele admitiu que é uma medida “impopular”, mas necessária para acabar com fraudes. “Vai ter um corte de R$ 8 bi para iniciar o saneamento, para expurgar aqueles que estão recebendo o Bolsa Família irregularmente”, afirmou. O Orçamento deveria ter sido votado no ano passado, mas um embate entre Legislativo e Judiciário envolvendo a liberação de emendas parlamentares travou a análise do texto. Pé-de-Meia Os recursos para o Pé-de-Meia não foram incluídos no Orçamento até o momento, apesar da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) neste sentido. No Orçamento de 2025, há R$ 1 bilhão reservado para o programa, mas o custo total pode chegar a cerca de R$ 10 bilhões A Corte de Contas deu 120 dias para o governo incluir os recursos do programa no Orçamento deste ano, o que pode jogar a solução para depois da votação. “O governo tem R$ 1 bilhão para começar a pagar o Pé de Meia e tem 4 meses por determinação do TCU para ir fazendo as reposições ao longo do ano”, afirmou o relator. Os recursos para o Pé-de-Meia não foram incluídos no Orçamento até o momento, apesar da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) nesse sentido. A Corte de Contas deu 120 dias para o governo incluir o programa no Orçamento deste ano, o que pode jogar a solução para depois da votação. A estimativa de custo é de R$ 10 bilhões. Com o acordo fechado na semana passada, a votação voltou à pauta, mas o governo ainda precisava fazer ajustes para viabilizar a execução dos programas. Além da ampliação do Vale-Gás, o ofício prevê um acréscimo de despesas previdenciárias da ordem de R$ 8 bilhões. A ideia dos parlamentares é publicar o relatório do PLOA até domingo, para iniciar as discussões na Comissão Mista de Orçamento na terça-feira (18). A votação do projeto no colegiado está prevista para quarta (19). Depois dessa etapa, o projeto ainda precisa ser votado pelo Congresso Nacional, em sessão conjunta de deputados e senadores.

  • Empréstimo consignado para quem é CLT: governo anuncia novo tipo de crédito tendo o FGTS como garantia

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nessa quarta-feira (12) a medida provisória (MP) que cria linha de crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada no setor privado. A medida beneficiará também empregados rurais, domésticos e de microempreendedor individual (MEI). O objetivo é baratear o crédito e estimular a economia. Segundo o governo, o País tem atualmente hoje 47 milhões de trabalhadores formais, o que inclui 2,2 milhões de trabalhadores domésticos, 4 milhões de trabalhadores rurais e empregos do MEI, até então excluídos dos empréstimos consignados. Com essa mudança, o volume de crédito disponível para trabalhadores do setor privado pode triplicar, saindo dos atuais R$ 40 bilhões para R$ 120 bilhões. Com o novo programa, batizado de “Crédito do Trabalhador”, quem tem carteira assinada poderá contratar essa modalidade de empréstimo usando até 10% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como garantia. Também pode usar 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa (que é de 40% do valor do saldo). Com o FGTS como garantia do consignado, o governo prevê que a taxa de juros caia cerca de 40%, quase a metade do que é cobrado hoje. Em dezembro do ano passado, por exemplo, a taxa média de juros no consignado do setor privado foi de 2,89% ao mês. Segundo o Ministério do Trabalho, o crédito beneficiará trabalhadores formais da iniciativa privada, o que inclui empregados rurais, domésticos e empregados de MEI (microempreendedor individual). Os trabalhadores poderão utilizar a Carteira de Trabalho Digital para buscar empréstimos em mais de 80 instituições financeiras que operam junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com as garantias do FGTS atreladas ao consignado, o governo prevê que a taxa de juros caia cerca de 40%, quase pela metade. Em dezembro do ano passado, a taxa média de juros cobrada no consignado do setor privado foi de 2,89% ao mês, enquanto que a taxa média dos servidores públicos ficou em 1,8% ao mês, e, dos aposentados do INSS, em 1,66% ao mês. A MP tem efeito de lei assim que publicada no “Diário Oficial da União” (DOU), mas precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias para continuar valendo. O governo ainda precisa definir os detalhes da regulamentação e finalizar o desenvolvimento da plataforma digital para operacionalizar o crédito — prevista para entrar em operação dia 21 de março. Para aderir, os trabalhadores poderão acessar uma plataforma para analisar as ofertas de empréstimos, comparando, por exemplo, as taxas de juros. O sistema entrará em operação pelos bancos a partir de 21 de março e, quem já tem um consignado ativo, poderá migrar para nova linha a partir de 25 de abril. A portabilidade entre os bancos poderá ser realizada a partir de 6 de junho. Com o novo programa, todos os trabalhadores com carteira assinada poderão contratar essa modalidade de empréstimo, podendo usar até 10% do saldo do FGTS como garantia e, também, 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa (de 40% do valor do saldo). Segundo o governo, caso o trabalhador mude de emprego, o desconto em folha para quitar as parcelas do empréstimo terá de ser feito pelo novo empregador. As informações são do portal de notícias g1.

  • A cada 17 horas, ao menos uma mulher foi vítima de feminicídio em 2024

    A cada 17 horas, uma mulher morreu em razão do gênero em 2024 em nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança : Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. Os dados apontaram um total de 531 vítimas de feminicídios no ano passado.  Em 75,3% dos casos, os crimes foram cometidos por pessoas próximas. Se considerados somente parceiros e ex-parceiros, o índice é de 70%.  O novo boletim Elas Vivem: um caminho de luta , divulgado nesta quinta-feira (13), foi produzido pela Rede de Observatórios da Segurança, uma iniciativa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) dedicada a acompanhar políticas públicas de segurança, fenômenos de violência e criminalidade em nove estados. Segundo o estudo, a cada 24 horas ao menos 13 mulheres foram vítimas de violência em 2024 nos nove estados. Ao todo, foram registradas 4.181 mulheres vitimadas, representando um aumento de 12,4% em relação a 2023, quando o estado do Amazonas ainda não fazia parte deste monitoramento. O estado juntou-se à Rede em janeiro do ano seguinte. “Continuamos chamando atenção, ano após ano, para um fenômeno muito maior do que essa amostragem, que foi normalizado pela sociedade e pelo poder público como apenas mais uma pauta social. E por isso os números seguem aumentando, enquanto as políticas de assistência estão sendo fragilizadas”, observa a organização. “Apesar de importantes avanços ao longo dos anos com a institucionalização dos mecanismos de proteção às mulheres , como as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio como crime – que deveriam estar mais consolidados e dotados de melhores condições de funcionamento –, a violência contra mulheres e o feminicídio continuam sendo uma realidade alarmante em nosso país”, disse a pesquisadora Edna Jatobá, que assina o principal texto desta edição do relatório. Confira o número de vítimas de violência e de feminicídios em cada estado em 2024:  Estado Vítimas de violência Feminicídios Amazonas  604 33 Bahia 257 46 Ceará 207  45 Maranhão 365  54 Pará 388 41 Pernambuco 312 69 Piauí 238 36 Rio de Janeiro 633 63 São Paulo 1.177 144 Total 4.181 531 Brasília (DF) 11/02/2025 –  Foto: Joédson Alves/Agência Brasil - Joédson Alves/Agência Brasil Veja a situação em cada estado monitorado, segundo o boletim Elas Vivem Amazonas O estado aparece pela primeira vez no monitoramento da Rede de Observatórios. Com 604 casos, fica atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro em números de violência, superando estados mais populosos, como Bahia e Pernambuco. Foram registrados 33 feminicídios no estado , 15 deles por parceiros ou ex-parceiros.  No Amazonas, 84,2% das vítimas de violência sexual em 2024 tinha de 0 a 17 anos. Além disso, 97,5% não tiveram identificação de raça/cor. O estado registrou dois casos de transfeminicídio. Bahia  O estado apresentou redução de 30,2% nos eventos de violência em um ano (de 368 para 257). Em 73,9% dos casos as vítimas não tiveram raça ou cor identificada. Entre os 46 feminicídios, 34 não tiveram essa informação.  A capital baiana, Salvador, foi a que mais registrou eventos, com 68 no total. A Bahia também teve 96 mortes de mulheres (feminicídio e homicídio). Nenhum transfeminicídio foi registrado. Ceará Os 207 casos registrados fizeram de 2024 o pior período em sete anos com relação à violência contra mulheres no Ceará. Em comparação com 2023, o aumento foi de 21,1%. Os feminicídios também aumentaram: de 42 para 45 .  A maioria dos casos ocorreu com mulheres entre 18 a 39 anos. Parceiros e ex-parceiros cometeram 56 das violências. O estado também registrou um caso de transfeminicídio. Maranhão  O Maranhão cresceu quase 90% na violência de gênero. O estado passou de 195 para 365 eventos violentos, sendo 151 cometidos por parceiros e ex-parceiros. Foram 54 assassinatos, sendo que 31 delas tinham entre 18 e 39 anos .  Quase 100% dos crimes não tiveram identificadas raça e cor (93,7% das ocorrências). Pará O Pará também registrou um crescimento alarmante sobre os eventos de violência: alta de 73,2% (de 224 para 388). A motivação dos casos majoritariamente não teve registro (81,3%), mas 63,4% dos crimes foram cometidos por parceiros ou ex-parceiros.  As agressões registradas com uso de arma de fogo somaram 96 e com facas e objetos cortantes foram 95.  Pernambuco  O estado teve uma redução de 2,2% (de 319 para 312) nos casos de violência contra as mulheres. No entanto, Pernambuco ficou atrás apenas de São Paulo nas mortes de mulheres (feminicídio, transfeminicídio e homicídio), com 167 eventos.  Foi o segundo estado, entre os nove, com mais casos de feminicídio: 69 casos.  Piauí  O estado registrou crescimento de 17,8% nos crimes ligados a gênero (de 202 casos para 237). Teresina teve, disparadamente, o maior número de casos (101), seguida por Parnaíba (14). Foram 57 tentativas de feminicídios e 36 feminicídios.  A exemplo de outras regiões, o Piauí também teve problemas de transparência dos dados:  52,7% dos casos ficaram sem registro de motivações e 97,2% sem os marcadores social e étnico-racial, informações necessárias à compreensão do fenômeno e para o direcionamento de políticas públicas. Rio de Janeiro No Rio, os casos de violência de gênero cresceram de 621 para 633 em um ano – aumento de 1,9%. Do total, 197 crimes foram cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Feminicídios e tentativas também registraram altos números: 63 e 261, respectivamente.  Foram registrados 103 casos de violência sexual/estupro. Do total de 64 eventos violentos, 13 foram cometidos por agentes da segurança pública. São Paulo São Paulo é a única região monitorada com mais de 1 mil eventos violentos contra mulheres em 2024. Foram 1.177 casos, um aumento de 12,4% em relação ao ano anterior.  A capital do estado teve os maiores números de casos: foram 149, seguida de São José do Rio Preto, com 66, e Sorocaba, com 42. Entre as vítimas de violência com registro etário, 378 mulheres tinham de 18 a 39 anos – 422 não tiveram essa informação disponibilizada.  Foram registrados 144 feminicídios no estado, sendo 125 cometidos por parceiros ou ex-parceiros .

  • Banrisul: edital de concurso público é publicado oferecendo 100 vagas em TI

    O Banrisul lançou um edital de concurso público com 100 vagas para o cargo de Técnico em Tecnologia da Informação II. O salário inicial é de R$ 5.012,25, acrescido de gratificação no valor de R$ 835,37, cesta-alimentação de R$ 1.284,24, auxílio-refeição de R$ 1.110,12, participação nos lucros e resultados, possibilidade de ascensão na carreira, plano de saúde e odontológico, previdência privada, além de outros benefícios. As provas, objetivas e discursiva, serão executadas pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). O período de inscrição ocorre de 20 de março a 22 de abril, por meio do site cebraspe.org.br , mediante o pagamento de taxa de R$ 132,00. As vagas são para trabalhar em Porto Alegre/RS em jornada de 30 horas semanais, com possibilidade de trabalho parcialmente remoto para algumas áreas. É exigida graduação em Tecnologia da Informação (TI). Entretanto, também serão aceitas inscrições de candidatos de outras formações, desde que pós-graduados na área de TI, em curso reconhecido pelo Ministério da Educação, com carga horária de, no mínimo, 360 horas. As vagas são divididas em quatro áreas: Administração de Banco de Dados; Desenvolvimento de Software; Tecnologia: Segurança, Infra e Operação; e Transformação Digital e Gestão de TI. As provas avaliarão conhecimentos básicos e específicos de cada área, com aplicação prevista para o dia 15 de junho. O edital completo pode ser verificado no Diário Oficial do Estado do RS .

  • Clovis Tramontina encanta o público, na Arena Agrodigital, ao mostrar sua trajetória

    O diretor do Conselho de Administração da Tramontina, Clovis Tramontina, realizou uma palestra na Arena Agrodigital, da 25ª Expodireto Cotrijal, na manhã desta quarta-feira (12). O empresário encantou o público presente ao relatar tanto a sua trajetória pessoal quanto em seus empreendimentos. A abertura do evento foi realizada pelo presidente da Cotrijal, Nei César Manica, que destacou o trabalho realizado por Clovis e seu legado em diversas áreas. "Uma saudação muito carinhosa, muito especial a esse grande amigo, esse empresário, visionário, um homem de sucesso, um homem exemplar que nos dá um legado muito bacana para que a gente possa trabalhar dentro da cadeia produtiva do agronegócio, da inovação, da produção, da exportação, enfim, tudo o que um homem pode ter de qualidade está aqui no nosso convívio", disse Manica. Clovis ministrou a palestra magna "Empreender não é um ato. É uma jornada". O empresário comparou a sua jornada a de um piloto de corridas que sonha em chegar à Fórmula 1, mas que primeiro precisa iniciar no kart para depois ir subindo de categoria. Nisso, ele afirmou que o primeiro passo para ter sucesso é ter clareza dos seus objetivos e, o segundo, é saber escutar as pessoas. "O sucesso leva tempo, exige esforço. É um passo de cada vez", destacou. O empresário afirmou que todos precisam ser como um vendedor, com paciência e habilidade de transformar um "não" em um "sim". Ao mesmo tempo, ele relatou as dificuldades enfrentadas ao assumir a gerência da Tramontina em São Paulo até chegar à presidência da empresa. Também contou como aprendeu com erros do passado e a importância de, às vezes, dar um passo para trás. "Mantenha o foco no sonho maior, lembre-se da Fórmula 1", apontou Clóvis. Em 1986, o empresário foi diagnosticado com esclerose múltipla. Porém, nunca deixou que a doença interrompesse sua jornada e seguiu trabalhando. Além de ressaltar o sucesso da Tramontina, hoje presente em mais de 120 países, Clovis também falou sobre a Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF), que é tricampeã do mundo de futsal. "Por último, eu quero dizer para vocês o seguinte, eu sou um sujeito que acredito muito no Brasil. Sou otimista por natureza. Acredito na nossa população, nos nossos jovens que têm um potencial fantástico. Acreditem no potencial de vocês e se preparem cada vez mais que nós precisamos de gente qualificada para levar o Brasil para frente", disse Clóvis. Ao final do evento, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, e o vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, subiram ao palco da Arena Agrodigital. "Eu tenho um orgulho muito grande do Clovis, que é meu vice-presidente na Fiergs. Imagina, o vice-presidente é muito maior que o presidente", brincou Bier. Schroeder disse que a história do empresário enche os olhos e inspira os jovens. "Realmente é uma honra, é um orgulho estar aqui e poder assistir a sua palestra. Dificilmente conseguimos tirar um tempo na feira, mas fizemos questão de ficar aqui esta manhã. Um case de sucesso com simplicidade, mostrando que não precisamos inventar muita coisa. Temos que seguir nosso curso com retidão e esforço para que as coisas possam acontecer", disse o vice-presidente da Cotrijal. Após a palestra, Clóvis concedeu autógrafos em seu livro "Paixão, Força e Coragem", na sala da Cotrijal instalada na Arena Agrodigital. Por Maiquel Rosauro | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Experimento na Casa da Produção Animal mostra como tornar o milho mais produtivo com um ciclo menor

    A Casa da Produção Animal, na 25ª Expodireto Cotrijal, traz uma importante novidade para os pecuaristas. No local, é possível observar o resultado de um experimento realizado na Área Experimental da Cotrijal que busca tornar o milho mais produtivo para a produção de forragem. O objetivo é transferir essa tecnologia para os produtores. O engenheiro agrônomo da Cotrijal, Marcelo da Silveira Pinto, relata que, neste ano, foi feito um experimento com milho comparando o desenvolvimento radicular das variedades em diferentes tipos de pH de solo. "Focamos principalmente no pH do solo. Pegamos um solo com um pH mais ácido, outro com metade de um pH mais ácido e um pH neutro, e por fim, um solo apenas com pH neutro. Plantamos esses materiais no final de janeiro e, depois, fomos verificar o desenvolvimento radicular. O foco é na raiz, que está abaixo da linha do solo e que o produtor não enxerga", explica Silveira. O resultado pode ser conferido em um tablado de isopor com a raiz dessecada, em um vasos hidropônico e em vasos propriamente dito onde estão expostas plantas cultivadas em um solo corrigido e outras em um solo não corrigido. O produtor consegue visualizar que um simples detalhe, como o pH, interfere no desenvolvimento radicular e, consequentemente, em toda a produção porque é através da raiz que a planta se alimenta. "A magia para tornar isso realidade é nada mais do que uma análise de solo e calcário para corrigir o pH, trazendo esse pH mais ácido para um pH entre seis e 6,5. Desta forma, conseguimos estimular o desenvolvimento radicular de forma fantástica", afirma o agrônomo. De acordo com Silveira, não basta os produtores analisarem apenas a camada arável, entre zero a 20 centímetros, mas construir fertilidade em perfil de solo e, por consequência, visualizar camadas que vão de zero a 40cm, ou até 60cm, a fim de estimular a raiz para crescer em profundidade. "Isso fica muito nítido nos nossos vasos, que possuem em torno de 50cm. Naquele vaso que possui o solo corrigido as raízes foram até o final e desenharam certinho o retângulo do vaso. Ou seja, a raiz cresceu tanto que se aprofundou no solo", relata Silveira. Estiagem O engenheiro agrônomo lembra que o solo seca de cima para baixo, o que significa que um solo seco em cima pode ter umidade embaixo. "Então se a planta consegue enraizar, ela penetra suas raízes em maior profundidade e vai conseguir `bombear` a água e manter a planta sem sentir tanto a estiagem mais em cima. Se as raízes não conseguem se aprofundar, as primeiras camadas são as primeiras a secar, logo ela vai sentir o estresse hídrico", explica Silveira. O ideal, segundo o profissional, é trabalhar com o calcário seis meses antes do plantio para ir neutralizando a acidez e inativar o alumínio presente no solo, que é tóxico para o desenvolvimento radicular. Mais detalhes sobre o manejo podem ser obtidos com os técnicos da Cotrijal que estão presentes na Casa da Produção Animal. Por Maiquel Rosauro | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • 20º Fórum Estadual do Leite destaca produção eficiente com menor pegada de carbono

    Produzir mais leite, com sustentabilidade e rentabilidade são os grandes objetivos da cadeia láctea e também o foco do 20º Fórum Estadual do Leite, realizado nesta quarta-feira (12), na 25ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS. A série de palestras reuniu representantes do setor, especialistas e produtores rurais para buscar caminhos para a produção sustentável no Sul do país, observando as lições do mercado internacional e a eficiência enquanto pilar fundamental da sustentabilidade. “O Fórum do Leite, a cada ano, nos dá uma motivação ainda maior. O leite pode ser uma atividade muito difícil e todos nós sabemos disso, mas estamos vendo uma evolução e Cotrijal está trabalhando para a profissionalização, sustentabilidade, eficiência e resiliência do nosso produtor”, ressaltou o presidente da Cotrijal, Nei César Manica, na abertura do evento. O Rio Grande do Sul observa nos últimos anos uma redução no número de produtores e perde cada vez mais espaço entre os principais estados produtores do país, ocupando atualmente a quarta posição no ranking. Por isso, espaços como o Fórum do Leite são fundamentais para qualificar a produção . “Com certeza temos potencial para retomar a importância do leite para o estado e temos a consciência de que a atividade depende da rentabilidade do produtor. Se o produtor não tiver a possibilidade de ter uma remuneração justa e correta, a atividade tem dificuldades para evoluir”, afirmou Caio Vianna, presidente da CCGL. O Fórum Estadual do Leite é uma realização de Cotrijal e CCGL, com patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) e Sicredi, além do apoio de FecoAgro/RS, Rede Técnica Cooperativa (RTC), Sistema Ocergs e SmartCoop. Sul do país O Rio Grande do Sul tem grande tradição na produção de leite, com um número expressivo de produtores de pequeno porte. No entanto, esse cenário está em transformação, com uma exigência cada vez maior pelo aumento da produção. “Nós temos um processo de consolidação no campo, uma redução no número de produtores e um volume de leite maior por produtor. Esse é um processo com o qual temos que saber lidar com ele, porque vamos ter menos produtores no futuro”, avalia Valter Galan, Diretor Técnico e de Novos Negócios da MilkPoint Ventures, palestrante do fórum. Para que a produção de leite do Sul do país alcance novos patamares, Valan aponta os seguintes caminhos: “pagar mais por sólidos, ter mais sólidos no leite, ter maior competitividade no campo e na indústria - a indústria brasileira também tem que crescer em termos de tamanho”, avalia. Já para alcançar maior competitividade no campo, dois pilares são fundamentais: a redução no custo de produção e a gestão das propriedades. Demanda A evolução da produção de leite não pode ignorar a demanda atual por sustentabilidade no sistema produtivo. “Nós que vendemos alimentos para o consumidor final temos que atender aquilo que consumidor busca. O ponto é como fazer isso de uma maneira que seja economicamente viável para todos que estão envolvidos. Então acho que esse é o grande desafio, o grande aprendizado, mas temos que entender que veio pra ficar”, afirma a gerente de Marketing na Cargill da Europa, Maria Reis. Nesse contexto, observar as exigências de outros mercados e as soluções encontradas podem ajudar a guiar o processo de adaptação. “O mercado brasileiro está num estágio diferente do que o europeu em termos de sustentabilidade porque lá a pressão é muito grande do governo, dos consumidores, de todos os lados, mas eu acho que entender o que está acontecendo com o outro nos ajuda a ter a mais consciência e ver como podemos adequar aquilo pra nossa realidade no futuro”, pontua Maria. Sustentabilidade Para alcançar a sustentabilidade na produção, primeiro é necessário avaliar o processo produtivo e mensurar diversas características, inclusive a pegada de carbono, medida de avaliação das emissões de gases do efeito estufa pela atividade. “Conhecendo qual é a pegada [de carbono] da fazenda, conseguimos ter uma base para escolher as melhores estratégias”, explica o professor adjunto Luiz Gustavo Pereira, da Universidade de Copenhague. Partindo desse ponto, as propriedades ainda podem contribuir para regeneração ambiental e para o aumento da biodiversidade, além de reduzir o impacto ambiental, diminuindo a pegada de carbono do leite. Propriedades rurais de diferentes portes podem adotar essas estratégias, independentemente do sistema de produção. No entanto, a eficiência é o princípio básico para desenvolver a pecuária leiteira sustentável. “Para ser eficiente, primeiro tem que ter estratégia, sustentabilidade envolve a economia, o social e o meio ambiente. Então é fazer uma boa gestão, fazer o feijão com arroz e mensurar essas novas variáveis que estão no mercado e que estão sendo demandadas pelo consumidor e pelo mercado lácteo no mundo”, conclui Pereira, pesquisador Embrapa Gado de Leite. Cotrijal Durante o evento, o pesquisador Luiz Gustavo Pereira divulgou dados do estudo que calculou a pegada de carbono de sete propriedades de associados da Cotrijal, com o total 727 animais, diferentes sistemas de produção e fontes de energia. Conforme os resultados do levantamento, a pegada de carbono dos sete produtores está em 0,84, o que é considerado uma média aceitável, levando em conta todos os fatores, incluindo ambientais, nutricionais e fertilidade do solo. Por Bruna Scheifler | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Receita divulga regras do Imposto de Renda 2025 nesta quarta-feira; veja perguntas e respostas

    A Receita Federal vai anunciar as regras do Imposto de Renda 2025 na tarde desta quarta-feira (12), com mais detalhes sobre o prazo para declaração, calendário de pagamento das restituições e eventuais novidades. A data inicial para a entrega das declarações ainda não foi confirmada oficialmente, mas a Receita Federal já indicou que o período deve ser próximo ao visto no ano passado. A expectativa é que a entrega da declaração comece em 17 de março. O prazo deve se estender até 30 de maio. Além disso, o programa de declaração do Imposto de Renda também ainda não foi anunciado, mas é comumente liberado para "download" alguns dias antes do início do prazo. Quando começa o prazo de declaração do Imposto de Renda 2025? A data inicial para entrega das declarações ainda não foi confirmada oficialmente, mas a Receita Federal já indicou que o período deve ser próximo ao visto no ano passado. A expectativa é que o prazo comece em 17 de março e se estenda até 30 de maio. A leve mudança em relação ao ano passado aconteceria porque as datas de início e fim do prazo — que, em 2024, eram de 15 de março a 31 de maio — caem em finais de semana neste ano. A confirmação da data pelo Fisco, no entanto, ainda deve acontecer na tarde desta quarta-feira (12). Como baixar o programa de declaração do Imposto de Renda 2025? O programa de declaração do Imposto de Renda ainda não foi anunciado e, portanto, ainda não está disponível para download. O observado em anos anteriores, no entanto, é que o software é normalmente liberado alguns dias antes do início do prazo de entrega. Para aqueles que quiserem se adiantar, basta ficar de olho no site da Receita Federal , onde o programa costuma ser disponibilizado. Quando vou receber a restituição? O calendário de pagamentos da restituição do Imposto de Renda 2025 deve ser informado pela Receita Federal ainda nesta quarta-feira. Caso os pagamentos repitam o padrão do ano passado, a expectativa é que o primeiro lote de restituições seja pago no último dia do prazo de entrega das declarações — o que, neste ano, caso as datas sejam confirmadas, seria em 30 de maio. A partir de então, o pagamento dos demais lotes — normalmente são cinco no total — serão feitos nos meses subsequentes, sempre no último dia útil de cada mês. Vale destacar que quem entrega a declaração no início do prazo, sem erros ou omissões, costuma figurar nos primeiros lotes de restituição. O calendário oficial, no entanto, ainda deve ser divulgado pelo Fisco nos próximos dias.

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