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  • Covid-19: primeiros testes de vacina brasileira terão 400 voluntários

    Os testes clínicos da vacina SpiN-TEC contra covid-19, desenvolvida por pesquisadores do CT Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vão começar com um grupo de 432 voluntários, segundo detalhes divulgados hoje (3), após a aprovação dos experimentos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo a Fiocruz, os ensaios clínicos começam assim que a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) revalidar a aprovação concedida anteriormente, o que é necessário para contemplar as recomendações apresentadas no parecer da Anvisa. Os testes clínicos, ou seja, os testes de uma vacina em humanos, incluem três fases antes de os desenvolvedores solicitarem o registro dos resultados às agências reguladoras. Na fase 1, é avaliada a segurança da vacina em um grupo pequeno de voluntários. Na fase 2, os pesquisadores aumentam o número de voluntários e testam também a resposta imunológica da vacina proposta. Por último, na fase 3, o número de voluntários é ainda maior, para que seja testada a eficácia da vacina na comparação com um grupo controle. No caso dos testes da SpiN-TEC, os pesquisadores realizarão a fase 1 em 72 voluntários, para verificar possíveis efeitos colaterais da vacina, como dor de cabeça, dor local, febre, náusea, entre outros. Os voluntários serão observados durante um ano, mas a fase 2 poderá começar caso não haja problemas dentro de quatro a seis meses após o início da fase 1. Na fase 2, o estudo contará com 360 voluntários. Além da segurança, os pesquisadores vão observar nessa etapa o nível de anticorpos gerados e a resposta dos linfócitos, estruturas que, juntas, poderão garantir a proteção do organismo contra o vírus SARS-CoV-2. Segundo a Fiocruz, nas duas etapas, os voluntários serão divididos em dois grupos: um com participantes com idade entre 18 e 54 anos, que passará pelos testes primeiro; e outro, com pessoas com idade entre 55 e 85 anos. Os cientistas querem entender se a faixa etária pode interferir na resposta imunológica e também na segurança da vacina. O lote clínico de vacinas que serão aplicadas nos 432 voluntários durante as fases 1 e 2 já está pronto. Segundo o pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do projeto, depois do desenvolvimento do processo de produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) no CT-Vacinas (Fiocruz/UFMG), o insumo foi transferido para a Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, onde ocorreu a fabricação do lote. O envase, por sua vez, foi realizado no Complexo Industrial Farmacêutico Cristália, em São Paulo. Além de se provar eficaz, a SpiN-TEC precisará igualar ou superar a eficácia das vacinas já existentes no mercado, para que sua aprovação seja concedida, uma vez que a maioria da população já está imunizada e a vacina será usada como dose de reforço. Caso seja aprovada nas primeiras duas fases, o imunizante ainda passará pela fase 3 de testes que deve envolver cerca de 4 mil voluntários, e a produção das vacinas que serão utilizadas contará com uma parceria que já foi firmada com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), laboratório central do estado de Minas Gerais, para a fabricação do IFA. O envase deve ser feito por uma empresa brasileira do setor privado que já manifestou interesse na comercialização da SpiN-TEC em caso de confirmação de sua segurança e eficácia, segundo a Fiocruz. Os testes laboratoriais realizados, até o momento, mostram que a vacina confere proteção contra o agravamento de casos de covid-19 sem causar efeitos colaterais relevantes em camundongos e primatas não humanos. Nova tecnologia A vacina SpiN-TEC tem tecnologia diferente das quatro vacinas contra covid-19 usadas até agora no Brasil: CoronaVac, AstraZeneca/Fiocruz, Pfizer e Janssen. Ela usa a fusão de duas proteínas do SARS-CoV-2, S e N, para formar uma proteína “quimera”. Segundo os desenvolvedores, essa associação confere à SpiN-TEC um diferencial em relação aos demais imunizantes, que miram apenas a proteína S, por ser aquela que o vírus utiliza para invadir as células humanas. O problema de atacar apenas a proteína S é que ela também é a que mais acumulou mutações ao longo da evolução do novo coronavírus, o que deu às novas variantes mais eficiência contra os anticorpos neutralizantes. A proteína N, por outro lado, é menos sujeita às mutações que geraram novas variantes. Além da segurança da vacina, o estudo em humanos quer provar que, por conter a quimera com as duas proteínas, a SpiN-TEC poderá oferecer proteção contra o coronavírus e suas variantes, sem dar a elas maior chance de escape. *AGÊNCIA BRASIL

  • Solano conquista etapa regional dos JERGS no Handebol Masculino

    Jogando no Ginásio Pedro de Marco em Sarandi, os alunos do IEE São Francisco Solano, comandados pelo Professor Odair Bach, venceram a etapa regional dos JERGS de Handebol na categoria Juvenil Masculino. Ao todo, 7 municípios participaram da etapa, que teve a fase final disputada entre o Solano, EEPROCAR de Carazinho e a EMEF Santa Júlia Billiart de Constantina. Com o título, a equipe Juvenil do Solano disputará a próxima etapa contra os campeões das regiões de Três Passos, Ijuí, Erechim, Santa Rosa e Palmeira das Missões.

  • Bloco conservador com 66 das 81 cadeiras do Senado poderá ser liderado pelo PL de Bolsonaro em 2023

    Passada a disputa por um terço das vagas no Senado, no domingo (2), os partidos de centro-direita contarão, a partir de 2023, com 66 das 81 cadeiras disponíveis na Casa. Depois de abocanhar oito dos 27 assentos em aberto nas eleições de 2022, o PL de Jair Bolsonaro terá a maior bancada, com 15 parlamentares, seguido por partidos do mesmo espectro ideológico, caso do PSD e do União Brasil, com 11 e 10 senadores, respectivamente, em exercício do mandato na próxima legislatura. Somam-se a eles parlamentares do PP (seis), Podemos (seis), Republicanos (três), PSC (um) e PROS (um). Mais ao centro, MDB (nove) e PSDB (quatro) engrossam a conta, mas exibem diferenças programáticas e de palanque com o atual presidente. Ambos começam o ano seguinte menores: emedebistas com quatro cadeiras a menos e tucanos duas vagas abaixo do que possuíam até o momento. Na centro-esquerda, são 15 senadores. O PT terá a maior bancada, com nove (quatro a mais), seguido por PDT (três), PSB (um), Cidadania (um) e Rede (um). São 12 os nomes diretamente ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre à Presidência no segundo turno com Bolsonaro. Entre eles: Beto Faro (PT), na Paraíba; Camilo Santana (PT), no Ceará; Wellington Dias (PT), no Piauí; Flávio Dino (PSB), no Maranhão; e Teresa Leitão (PT), em Pernambuco. Em contraste com o campo ideológico, Renan Filho (MDB), em Alagoas, e Omar Aziz (PSD), no Amazonas, entre outros, também seriam aliados do petista no Senado. Do outro lado, a nova composição tem 24 vagas expressamente vinculadas a Bolsonaro, a exemplo do vice-presidente, Hamilton Mourão (Republicanos), eleito pelo Rio Grande do Sul; do ex-ministro da Ciência e Tecnologia Marcos Pontes (PL), em São Paulo; da ex-ministra da Mulher e Direitos Humanos Damares Alves (Republicanos), no Distrito Federal; do ex-ministro da Integração Nacional Rogério Marinho (PL), no Rio Grande do Norte; e do secretário da Pesca Jorge Seif (PL), em Santa Catarina. Os números ainda podem ser alterados com a definição do segundo turno nos governos estaduais, em razão de eventual eleição de senadores que estão no páreo. É o caso do PL, com Jorginho Melo (Santa Catarina) e Marcos Rogério (Rondônia); do União Brasil, com Rodrigo Cunha (Alagoas); e do PT, com Rogério Carvalho (Sergipe). Todos contam com suplentes de diferentes partidos. Cenário conservador Para o professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Políticas da Universidade Federal do RS (UFRGS), Rodrigo Stumpf González, o pleito de domingo não provocou mudanças radicais na divisão da Casa. Segundo ele, “já existia e continuará existindo” uma maioria conservadora no Senado. — O que muda é uma parcela de centro-direita, que envolve o MDB e o PSDB, perdendo vagas, e houve um crescimento exponencial do PL. Mas, no fundo, grande parte do Senado é formada por parlamentares dispostos a negociar recursos por apoio — considera. No fundo, grande parte do Senado é formada por parlamentares dispostos a negociar recursos por apoio RODRIGO STUMPF GONZÁLEZ Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Políticas da UFRGS Ele cita o União Brasil (originado da fusão do DEM com o PSL, partido criado por Bolsonaro para a disputa de 2018), que contam com quadros propensos às negociações de governabilidade no Congresso. Ainda assim, González antecipa que o fortalecimento do PL deverá criar nova dinâmica para a escolha da próxima presidência do Senado, cargo sempre visado pelo MDB, agora enfraquecido. De acordo com o cientista político, os resultados obtidos pela senadora emedebista Simone Tebet nas eleições presidenciais (4,16% dos votos) a credenciam, de antemão, a entrar na disputa. No entanto, antevê dificuldades, na medida em que acredita que o partido, “dentro de um bloco de direita, estaria perdido”, e que o caminho natural da sigla seja o de “moderar os debates, cravando uma posição bem ao centro”: — A questão não é o tamanho da bancada, mas ter o controle de um espaço que define a agenda do Congresso. Resta saber se os rumos do Senado vão estar nas mãos de um bloco conservador pragmático, como é o PSD, por exemplo, ou com o PL, que é muito mais radical. Presidencialismo de coalizão Enquanto o segundo turno presidencial continua no foco das atenções, o cientista político Carlos Borenstein afirma que, apesar de a contagem das urnas indicar “claramente” uma inclinação de votos à direita para o Senado e uma correlação de forças que deixaria Bolsonaro em melhores condições de governabilidade na Casa em 2023, no caso de uma vitória de Lula, o cenário não seria de terra arrasada. Segundo ele, em que pese o quadro da esquerda mais enfraquecida, com a eventual eleição do PT, seria preciso ganhar o apoio do MDB e buscar partidos como o União Brasil e outros que abririam precedentes no campo ideológico. Dentro das bancadas de centro-direita há espaços. Com mandatos de oito anos, os senadores têm mais tranquilidade para enfrentar suas bancadas, o que, muitas vezes, os deputados não têm CARLOS BORENSTEIN Cientista político É o caso do PSD, cujo presidente e maior liderança em São Paulo, Gilberto Kassab, já manifestou disposição para uma aproximação com Lula. Na mesma sigla, Omar Aziz, do Amazonas, teve destaque como figura de oposição ao governo Bolsonaro durante a CPI da Covid. — Dentro das bancadas de centro-direita há espaços. Com mandatos de oito anos, os senadores têm mais tranquilidade para enfrentar suas bancadas, o que, muitas vezes, os deputados não têm — comenta. Borenstein lembra que, historicamente, o Congresso Nacional “tem uma vocação governista”. As exceções, comenta, foram os governos de Fernado Collor e Dilma Rousseff, que enfrentaram processos de impeachment em 1992 e 2016, respectivamente. Nesse contexto, o cientista político identifica uma fragmentação partidária no Senado e prevê dificuldades para que o próximo eleito, Lula ou Bolsonaro, gerencie uma base que envolverá muitas siglas e correntes ideológicas. E a movimentação, argumenta, já começou: parte da negociação de ministérios dentro do chamado "presidencialismo de coalizão", aplicado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Lula, Dilma, Michel Temer (MDB) e, em menor escala, por Bolsonaro, que tentou romper com as indicações partidárias no início do governo, mas acabou cedendo às pressões no decorrer do mandato. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/bloco-conservador-com-66-das-81-cadeiras-do-senado-podera-ser-liderado-pelo-pl-de-bolsonaro-em-2023-cl8t8ogkg004x018ww37r2y51.html

  • Com mais deputados reeleitos e menos novatos, renovação da Câmara será de 39%

    O índice de renovação na Câmara dos Deputados na eleição de 2022 é de 39,38%, segundo cálculos da própria Casa. Trata-se de uma queda em relação à renovação recorde de 47,37%, registrada em 2018. O índice de renovação corresponde aos 202 deputados novos, que nunca exerceram mandato na Câmara Federal. A quantidade de deputados de legislaturas anteriores que foram eleitos agora é de 17 (3,31%). Já o número de deputados reeleitos é de 294 (57,31%) — considerando os 596 parlamentares que assumiram o cargo em algum momento da atual legislatura, não apenas os 513 que estão no exercício do mandato. O Acre foi o Estado que registrou a maior renovação, com a reeleição de apenas uma parlamentar. As outras sete cadeiras são ocupadas por deputados novos. O Amapá também registrou um alto índice de renovação: dois deputados foram reeleitos e seis são novatos. No Rio Grande do Sul, dentre as 31 vagas, apenas sete cadeiras, ou 22,5% das vagas, serão ocupadas por novatos. Mais reeleitos A queda na renovação na Câmara dos Deputados acompanha a projeção de analistas políticos, que anteciparam a tendência. O cientista político Antônio Augusto de Queiroz avalia que, além do índice elevado de recandidaturas, a queda na renovação é explicada pelas vantagens de quem disputa a reeleição (recursos de campanha e emendas parlamentares); pela mudança na regra das sobras; e pelo ambiente político atual. Desde a eleição de 1994, o percentual de renovação na Câmara ficou abaixo de 40%, de acordo com os dados da Casa. A média de 1994 até 2014 foi de 37%. Três eleições tiveram o menor índice de renovação: 1994, 1998 e 2002 (36% em cada um desses anos). Novatos mais votados Os dois candidatos que tiveram o maior número de votos para deputado nesta eleição vão assumir o primeiro mandato na Câmara dos Deputado em 2023. São eles: o atual vereador Nikolas Ferreira (PL-MG), que teve 1,4 milhão de votos, e Guilherme Boulos (Psol-SP), com 1 milhão de votos. Deputadas trans A nova Câmara também terá as duas primeiras deputadas trans da história: Erika Hilton (Psol-SP) e Duda Salabert (PDT-MG), que já exerceram cargos nos legislativos locais. Diferentes idades A deputada Luiza Erundina (Psol-SP), reeleita para o sétimo mandato, é a parlamentar mais idosa da Câmara, com 87 anos. O deputado mais novo tem 21 anos e vai assumir seu primeiro mandato na Câmara em 2023: o atual vereador Amom Mandel (Cidadania-AM), candidato mais votado no seu Estado. O deputado mais longevo — o mais idoso com o maior número de mandatos — é o deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), que em 2023 vai assumir o nono mandato aos 76 anos. Ele será o presidente da sessão que vai eleger o presidente da Câmara na próxima legislatura. O deputado Átila Lins (PSD-AM) também vai assumir o nono mandato no próximo ano, com 72 anos. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/com-mais-deputados-reeleitos-e-menos-novatos-renovacao-da-camara-sera-de-39-cl8tzyxau0006018wi8hfcxz1.html

  • Campanha de Lula não divulga agenda, e Bolsonaro tem encontro com vice Hamilton Mourão nesta terça

    Depois de se encontrarem com aliados e coordenadores de campanha no dia seguinte ao primeiro turno das eleições presidenciais, ocorrido no domingo (2), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) não divulgaram agendas de campanha oficial para esta terça-feira (4). Confira abaixo os detalhes da terça-feira dos candidatos, na ordem de preferência dos eleitores no primeiro turno. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) De acordo com a assessoria da campanha do petista, apesar de ainda não haver agenda pública para esta terça-feira, é possível que aconteça uma atualização pela manhã. Jair Bolsonaro (PL) Até o fechamento desta matéria, a assessoria da campanha do candidato à reeleição não havia divulgado nenhum compromisso. Porém, como presidente da República, Bolsonaro receberá, no Palácio do Planalto, o seu vice, Hamilton Mourão (Republicanos), que agora é senador eleito pelo Rio Grande do Sul. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/campanha-de-lula-nao-divulga-agenda-e-bolsonaro-tem-encontro-com-vice-hamilton-mourao-nesta-terca-cl8tgprqg0095014zb44022l3.html

  • Onyx e Leite definem estratégias na largada do segundo turno ao governo do RS

    A campanha para o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Sul começou imediatamente após o término da votação do dia 2. Sem desperdiçar tempo, Onyx Lorenzoni (PL), classificado em primeiro lugar para a segunda etapa da disputa, retomou as agendas de campanha na tarde desta segunda-feira (3). Eduardo Leite (PSDB), depois do susto levado nas urnas, passou o dia rediscutindo a estratégia para conseguir vencer o pleito. Pela manhã, Onyx descansou e aproveitou para celebrar o aniversário de 68 anos, completos nesta segunda-feira, junto de familiares. O candidato do PL ainda se reuniu em uma sala de convenções de um hotel na zona norte de Porto Alegre, com deputados, ex-candidatos, assessores e dirigentes dos partidos de sua coligação. No encontro a portas fechadas, foram avaliados os resultados da eleição de ontem e repassadas orientações para a sequência da campanha. Dali, o candidato do PL partiu para uma entrevista na TV Pampa, no final da tarde. Após conduzir toda a campanha tentando se sobrepor à polarização entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Leite agora discute as conveniências, o momento e, sobretudo, a forma de se posicionar diante da eleição nacional. Durante a manhã desta segunda, o tucano e seu candidato a vice-governador, Gabriel Souza (MDB), concederam uma entrevista coletiva. Por GZH via https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/onyx-e-leite-definem-estrategias-na-largada-do-segundo-turno-ao-governo-do-rs-cl8tipz5500ar018wyyfiimzw.html

  • Balanço da segurança pública mostra que domingo de votação foi tranquilo no RS

    #PortalEstaEmTudo O Gabinete de Crise da Secretaria da Segurança Pública (SSP) estruturado para monitorar o andamento das Eleições 2022 no RS concluiu o domingo de votação com o registro de 41 ocorrências de boca de urna, dois casos de uso de celular em cabine, um crime por lesão corporal, três registros de desordem, um menor apreendido e 52 prisões de eleitores. O levantamento foi apresentado em entrevista coletiva de imprensa do titular da SSP, Vanius Cesar Santarosa, realizada no fim da tarde deste domingo (2/10). "Foi um dia tranquilo", disse o secretário. Conforme Santarosa, não houve ocorrência envolvendo armas. O plano de atuação integrada envolveu 8.338 profissionais e 2.400 viaturas para garantir segurança e tranquilidade durante o primeiro turno da eleição. “Há quase dois meses, a SSP vem trabalhando com órgãos estaduais, federais e municipais", acrescentou. Participam do Gabinete de Crise Brigada Militar (BM), Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS), Instituto-Geral de Perícias (IGP), Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Guarda Municipal e Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Ainda no balanço, foi apontado que no Estado houve oito ocorrências de mal súbito em locais de votação, que tiveram a assistência dos bombeiros. Durante a apuração dos votos, pontos de concentração de eleitores na capital, como área central, Cidade Baixa, Orla do Guaíba, Parque Moinhos de Vento (Parcão) e avenida Goethe tiveram a segurança reforçada com efetivos e batalhões de choque. Texto: Anelize Sampaio/Ascom SSP Edição: Secom

  • Agência Brasil explica: posso votar no 2º turno se faltei ao primeiro?

    #PortalEstaEmTudo O primeiro turno das eleições foi realizado ontem (2) em todo Brasil. Já o segundo turno está marcado para o próximo dia 30. E mesmo aqueles que não votaram no primeiro turno têm direito de votar no segundo. Ou seja, o eleitor que deixou de votar ontem poderá votar no dia 30, desde que o título de eleitor esteja regularizado. Isso ocorre porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trata cada turno como uma eleição independente. Dessa forma, o eleitor poderá votar se estiver em situação regular com a Justiça Eleitoral, ou seja, o título eleitoral não pode estar cancelado ou suspenso. O título é cancelado quando o eleitor falta às urnas por três eleições seguidas e não justifica a ausência nem paga a multa. Já a suspensão ocorre quando não há cumprimento do serviço militar obrigatório, condenação criminal transitada em julgado ou condenação por improbidade administrativa. Justificativa Caso o eleitor não tenha votado no primeiro turno, deverá apresentar justificativa à Justiça Eleitoral em até 60 dias. Ou seja, como o segundo turno é ainda este mês, a menos de 30 dias do primeiro turno, será possível votar antes mesmo de justificar a ausência na zona eleitoral no último domingo. O prazo para justificar ausência no primeiro turno é 1º de dezembro de 2022. Já a ausência no segundo turno deve ser justificada até 9 de janeiro de 2023. Mesmo passada a eleição, é importante apresentar a justificativa de ausência. Existem algumas formas de fazê-lo: pelo aplicativo e-Título; pelo Sistema Justifica, nos portais da Justiça Eleitoral; ou preenchendo um formulário de justificativa eleitoral. Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos requisitos e prazos de cada turno. O acesso ao aplicativo e-Título está disponível somente para quem está com o título eleitoral regular ou suspenso. Para justificar a ausência no Sistema Justifica, o eleitor deverá informar os dados pessoais exatamente como registrados no cadastro eleitoral. Em seguida, deve declarar o motivo da ausência às urnas e anexar a documentação comprobatória digitalizada. Em seguida será gerado um código de protocolo para acompanhamento e o requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título do eleitor ou da eleitora para análise. Após a decisão, a pessoa será notificada. Se a opção for pela entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral. O formulário deve ser impresso e preenchido com os dados pessoais e a justificativa da ausência, anexando os documentos comprobatórios. O requerimento deverá ser entregue em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Caso não justifique dentro do prazo, além de pagar uma multa de R$ 3,51, a pessoa fica impedida de retirar documentos como passaporte e RG; receber salário ou proventos de função em emprego público; prestar concurso público; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; entre outras consequências. O site do TSE traz a lista completa dos efeitos ao eleitor da ausência e da não justificativa. Edição: Maria Claudia - Agência Brasil -

  • Pfizer pede autorização de uso emergencial de nova vacina contra COVID-19

    A farmacêutica Pfizer apresentou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na sexta-feira (30), o segundo pedido de autorização temporária de uso emergencial para uma nova versão de sua vacina bivalente para a Covid-19. A vacina bivalente contém uma mistura de cepas do vírus SARS-CoV-2 com o objetivo de oferecer uma maior proteção frente à Ômicron, considerada variante de preocupação, quando comparada à sua versão monovalente, a vacina Comirnaty. A Pfizer já havia apresentado pedido semelhante, em agosto, para uma versão bivalente que contém a subvariante Ômicron BA.1. De acordo com a Anvisa, o pedido encontra-se em análise. O novo pedido considera a versão do imunizante que contém as subvariantes BA.4/BA.5, em adição à cepa original da vacina Comirnaty, com indicação para aplicação como dose de reforço na população acima de 12 anos de idade. A vacina monovalente Comirnaty foi registrada pela Anvisa em fevereiro de 2021. Atualmente, o imunizante está autorizado para uso a partir de 6 meses de idade. A autorização de uso emergencial é regulamentada por resoluções internas da Anvisa e o prazo para avaliação é de 30 dias Fonte: O Sul

  • Aposta realizada pela internet em Caxias do Sul leva quase 159 milhões de reais na Mega-Sena

    Uma aposta de Caxias do Sul (Serra Gaúcha) e um bolão de seis cotas em Fernandópolis (SP) acertaram as seis dezenas do concurso nº 2.525 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (1º) e que teve um dos maiores prêmios da história das loterias no Brasil: R$ 317,8 milhões. Cada uma levará quase R$ 158,9 milhões. Os números contemplados foram 04, 13, 21, 26, 47, 51. A Mega-Sena estava acumulada por 14 sorteios consecutivos. Ainda não se sabe quem é o ganhador gaúcho da bolada, até porque o volante – com um jogo simples de seis dezenas – foi efetuado pela internet. Outras 26 apostas gaúchas acertaram cinco das seis dezenas (quina), fazendo jus a um prêmio de aproximadamente R$ 33,9 mil. São jogos efetuados na Capital e também nas cidades de Camaquã, Canela, Canoas, Carazinho, Caxias do Sul, Dom Pedrito, Encantado, Farroupilha, Lajeado, Rio Grande, Rio Pardo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Terra de Areia e Uruguaiana. Fonte: O Sul

  • Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 5,88% para 5,74%

    A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 5,88% para 5,74% para este ano. É a 14ª redução consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (3), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2023, a estimativa de inflação ficou em 5%. Para 2024 e 2025, as previsões são de inflação em 3,5% e 3%, respectivamente. A previsão para 2022 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior 5%. Em agosto, houve deflação de 0,36%, após queda de 0,68% em julho. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,39% no ano e 8,73% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Para setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que é a prévia da inflação, também teve recuo, de 0,37%. Taxa de juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano nesse patamar. Para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Já para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 8% ao ano e 7,75% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio As instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano de 2,67% para 2,70%. Para 2023, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 0,53%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar manteve-se em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2023, a previsão é de que a moeda americana se mantenha nesse mesmo patamar. *AGÊNCIA BRASIL

  • Prazo de inscrições para o concurso do INSS termina hoje

    As inscrições para o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com mil vagas para o cargo de técnico do seguro social, serão encerradas nesta segunda-feira (3). O prazo vai até as 18h (horário de Brasília), de acordo com edital publicado no Diário Oficial da União do dia 15 de setembro. A remuneração bruta inicial é até R$ 5.905,79. Segundo o INSS, o objetivo é reforçar o quadro de pessoal e melhorar os serviços prestados à população. Para participar do concurso, o candidato deverá ter ensino médio ou curso técnico equivalente, concluído até a data da posse e com diploma expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). O responsável pela realização do concurso será o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Das mil vagas oferecidas, 708 são para ampla concorrência, 90 para pessoas com deficiência e 202 destinadas a pessoas negras. O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e poderá ser pago até o dia 21 de outubro. Como será O concurso será realizado em duas etapas: provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, e curso de formação, de caráter eliminatório e classificatório. A aplicação das provas objetivas está prevista para o dia 27 de novembro. Além de conhecimentos específicos da legislação da seguridade social, a prova contará com as disciplinas de Língua Portuguesa, Ética no Serviço Público, noções de Direito Constitucional, noções de Direito Administrativo e noções de Informática e Raciocínio Lógico-Matemático. O curso de formação será realizado em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo. Os candidatos nomeados estarão subordinados ao Regime Jurídico Único dos Servidores Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/1990). As lotações serão feitas em qualquer Agência da Previdência Social pertencente à Gerência Executiva do INSS a qual o candidato optou por concorrer. Há vagas para gerências nos 26 estados e no Distrito Federal. Entre as atividades que serão executadas pelos novos servidores, estão o atendimento ao público; orientação, informação e conscientização previdenciária; e ações relacionadas ao reconhecimento de direitos previdenciários.

  • Quem são os deputados estaduais eleitos no RS nas eleições de 2022

    Os 55 deputados estaduais que vão representar o Rio Grande do Sul foram escolhidos pelos gaúchos neste domingo (2) de eleições. A população votou entre, ao menos, 801 candidatos. O candidato mais votado do pleito foi o jornalista e advogado Gustavo Victorino (Republicanos), que angariou quase 113 mil votos em sua primeira tentativa à Assembleia Legislativa. Na sequência, veio Luciana Genro (PSOL), com mais de 111 mil votos, indo para o seu quarto mandato como deputada estadual. Lista de deputados estaduais eleitos no RS PODEMOS (2 vagas) Professor Claudio - 33.709 votos Claudio Branchieri tem 51 anos e é mestre em Economia pela UFRGS e professor universitário há mais de 20 anos. Natural de Caxias do Sul, é casado e pai de três filhos. Define-se como católico conservador e vai para o seu primeiro mandato na Assembleia. Ronaldo Santini - 28.294 votos Advogado, Ronaldo Santini é natural de Lagoa Vermelha e tem 48 anos. Volta à Assembleia Legislativa do RS, onde já atuou por dois mandatos. Também foi deputado federal, secretário de Turismo no governo Leite e assessor parlamentar do ex-senador Sérgio Zambiasi. REPUBLICANOS (5 vagas) Gustavo Victorino - 112.920 votos Apresentador da Rede Pampa, tem 66 anos e, além de jornalista, é músico e advogado. Natural de Porto Alegre, conquista seu primeiro mandato como deputado estadual. Foi eleito levantando as bandeiras de defesa da liberdade e da retomada econômica do Rio Grande do Sul. Sergio Peres - 74.685 votos Natural de Santo Antônio da Patrulha, é casado e ligado à Igreja Universal do Reino de Deus. Com 54 anos, conquista o seu quarto mandato na Assembleia, sendo que o primeiro foi entre 2002 e 2006. Retornou à Assembleia em 2014 e tem sido reeleito desde então. Em 2016, presidiu a subcomissão que debateu a situação dos municípios gaúchos sem acesso asfáltico. Delegado Zucco - 59.648 votos Formado em Direito pela UFRGS, Rodrigo Zucco é policial civil em São Leopoldo e vai cumprir o seu primeiro mandato na Assembleia. Tem 51 anos, é casado, natural de Alegrete e irmão do deputado federal tenente-coronel Luciano Zucco. Em 2020, disputou a prefeitura de Novo Hamburgo, ficando em segundo lugar. Eliana Bayer - 35.288 votos Cunhada das irmãs Francine, eleita deputada federal, e Liziane Bayer, primeira suplente na chapa de Hamilton Mourão ao Senado. As três do mesmo partido, o Republicanos. Natural de São Borja, é gestora pública, tem 38 anos, é mãe de duas filhas e ligada à Igreja Internacional da Graça de Deus. Capitão Martim - 29.040 votos Nascido em Porto Alegre, tem 35 anos e vai para o primeiro mandato na Assembleia. É oficial da Marinha do Brasil, paraquedista, formado em Administração e pós-graduado em Políticas e Gestão em Segurança Pública. Concorreu à prefeitura de Viamão em 2020, mas ficou na quarta posição. PL (5 vagas) Rodrigo Lorenzoni - 85.692 votos Filho de Onyx Lorenzoni, ficou na suplência da Assembleia em 2018 e assumiu a vaga em dois momentos: em 2019 e em 2022, em definitivo. Presidiu a Frente Parlamentar da Agropecuária Gaúcha e foi membro titular das comissões de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo e de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo. Ainda comandou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Porto Alegre. Médico veterinário, o porto-alegrense tem 43 anos, é casado e tem dois filhos. Kelly Moraes - 62.621 votos Natural de São Leopoldo, construiu trajetória política em Santa Cruz do Sul. No município do Vale do Rio Pardo foi prefeita e vereadora. Já foi deputada federal e esta é a terceira vez em que conquista vaga na Assembleia. Aos 59 anos, é casada com o ex-prefeito e ex-deputado federal Sérgio Moraes (PTB) e é madrasta do deputado federal Marcelo Moraes (PL). Paparico Bacchi - 59.646 votos Empresário e agricultor, tem 51 anos e vai cumprir seu segundo mandato. Foi prefeito de São João da Urtiga, sua cidade natal, eleito em 2008 e reeleito em 2012. Ficou de suplente de deputado estadual nas eleições de 2002 e 2006. Foi presidente da Associação dos Municípios do Nordeste Riograndense (Amunor) e vice-presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). É pai de quatro filhos. Adriana Lara - 28.309 votos Irmã do prefeito de Bagé, Divaldo Lara (PTB), e do ex-deputado Luís Augusto Lara (PTB), conquista o seu primeiro mandato na Assembleia aos 53 anos. Foi vereadora de Bagé, sua cidade natal, em dois mandatos e tentou a prefeitura do município em 2012, sem sucesso. Ainda foi secretária da Educação em Bagé e atuou na gestão do ex-prefeito José Fortunati, na Capital. Mãe de Augusto Lara, atual vereador de Bagé. Claudio Tatsch - 25.979 votos Ligado ao deputado Marlon Santos, tem 48 anos e atuou como secretário parlamentar no gabinete do parlamentar em Brasília. Natural de Rio Pardo, fez toda a campanha associada ao nome de Marlon Santos. Vai para o primeiro mandato na Assembleia. PDT (4 vagas) Eduardo Loureiro - 50.667 votos Aos 48 anos, o administrador natural de Santo Ângelo e filho do ex-deputado Adroaldo Loureiro foi reeleito para o terceiro mandato na Assembleia, onde presidiu a Comissão de Assuntos Municipais. Empresário do ramo da comunicação, foi prefeito de Santo Ângelo por dois mandatos, entre 2004 e 2012. Luiz Marenco - 27.624 votos Cantor nativista, nascido em Porto Alegre, mas morador de Santana da Boa Vista, tem 57 anos Conquista o seu segundo mandato na Assembleia Legislativa, onde é vice-presidente e, desde o seu primeiro ano como deputado, fez parte da Mesa Diretora. Tem como bandeira a valorização da música e cultura regional gaúcha. Gerson Burmann - 27.109 votos Engenheiro civil natural de Ijuí, aos 59 anos, vai para o sexto mandato como deputado estadual. De 2014 a 2017, foi secretário de Obras, Saneamento e Habitação do governo Sartori. Em 2000, foi eleito vice-prefeito de sua cidade natal. É herdeiro político de família trabalhista de Ijuí, onde seu pai, Wanderley Burmann, foi prefeito em dois mandatos e diversos familiares ocuparam cargos eletivos. Gilmar Sossella - 24.946 votos Natural de Tapejara, tem 61 anos e volta ao cargo de deputado estadual para o terceiro mandato. Bancário e advogado, foi vereador e prefeito de sua cidade natal. Também presidiu a Assembleia Legislativa e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). UNIÃO BRASIL (3 vagas) Dirceu Franciscon - 61.797 votos Também conhecido como Dirceu do Busato, tem 58 anos. Natural de Arvorezinha, é graduado em Gestão Pública, técnico em Contabilidade e Especialista em Orçamento da União. Foi secretário da Fazenda e Administração de Nova Alvorada e vereador da cidade, além de secretário de Projetos Especiais, Captação e Inovação em Canoas. Classmann - 29.671 votos Agricultor, 66 anos, natural de Campo Novo, Aloisio Classmann iniciou trajetória política em São Martinho, no Noroeste, onde foi vereador por 12 anos e prefeito. Entre suas bandeiras está o desenvolvimento do agronegócio. Este será seu oitavo mandato na Assembleia. Dr. Thiago - 27.814 votos É ginecologista e obstetra, além de perito médico legista e advogado. Aos 50 anos, Thiago Duarte foi vereador por três mandatos e presidente da Câmara de Porto Alegre e, agora, vai para o segundo na Assembleia. PSB (1 vaga) Elton Weber - 35.465 votos Natural de Nova Petrópolis, tem 54 anos, é casado e pai de dois filhos. É agricultor com forte atuação sindical e no cooperativismo. Ex-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag-RS) e vem para o seu terceiro mandato na Assembleia. MDB (6 vagas) Juvir Costella - 66.971 votos Natural de Guaporé, tem 63 anos, é casado e pai de dois filhos. Servidor público estadual aposentado, foi gerente da extinta Caixa Estadual. Foi vereador por dois mandatos em Esteio, além de secretário do Turismo, Esporte e Lazer no governo Sartori e de Logística e Transportes no governo Leite. Vai para o terceiro mandato na Assembleia. Beto Fantinel - 49.771 votos Cientista político e técnico agrícola, tem 35 anos e é filho de agricultores. Natural de Dona Francisca, ficou como suplente na última eleição, mas desta vez entra como titular para o segundo mandato na Assembleia. Antes, foi vereador, secretário municipal de saúde e assessor do ex-governador Sartori. Patricia Alba - 44.871 votos Suplente na eleição passada, assumiu a cadeira e conseguiu a reeleição para a Assembleia. Natural de Porto Alegre, é advogada, tem 47 anos, dois filhos e é casada com Marco Alba, ex-prefeito de Gravataí. Vilmar Zanchin - 44.367 votos Advogado nascido em Marau, tem 50 anos e é formado em Direito pela Universidade de Passo Fundo (UPF). Iniciou sua vida política como líder estudantil, foi vereador e prefeito duas vezes em Marau. Também presidiu a Famurs. Foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2014 e reeleito em 2018 e 2022. Luciano Silveira - 36.770 votos Natural de Osório, tem 44 anos e é graduado em Gestão Pública e assume uma cadeira na Assembleia pela primeira vez. Antes, foi vereador em sua cidade natal, presidiu a Fundação de Recursos Humanos (FDRH) no governo Sartori e trabalhou como chefe de gabinete do deputado Alceu Moreira. Edivilson Brum - 34.358 votos Prefeito de Rio Pardo por três vezes, tem 53 anos e é irmão do ex-deputado Edson Brum. É formado em Gestão Pública pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), casado e tem cinco filhos. Tem como principal bandeira a defesa da agricultura. PROGRESSISTAS (7 vagas) Silvana Covatti - 82.717 votos Eleita com maior número de votos em 2010, assume o quinto mandato como deputada estadual. Em 2016, tornou-se a primeira mulher a assumir a presidência da Assembleia Legislativa. Natural de Frederico Westphalen, tem 58 anos e é casada com o ex-deputado federal Vilson Covatti (PP). Em 2021, foi escolhida para suceder seu filho, o deputado federal Covatti Filho (PP) na Secretaria de Agricultura do Governo do Estado. Ernani Polo - 67.515 votos É natural de Ijuí, bacharel em Direito e tem 48 anos. Foi vereador em Santo Augusto. Suplente em 2010, assumiu vaga na Assembleia em 2011. Em 2015, no governo Sartori, assumiu a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação. Em 2018, reassumiu o mandato de deputado estadual, sendo reeleito no mesmo ano. Em 2020, tomou posse como presidente da Assembleia. Guilherme Pasin - 57.922 votos Eleito prefeito de Bento Gonçalves, sua cidade-natal, em 2012, aos 29 anos, foi reeleito no pleito seguinte. Bacharel em Direito e também graduado em Gestão Pública, é casado e pai de dois filhos. Conquista o seu primeiro mandato na Assembleia aos 39 anos. Joel de Igrejinha - 39.225 votos Natural de Igrejinha, município onde reside até hoje, é casado e tem um filho. Em 2007, passou a presidir a Juventude Progressista de Igrejinha e, no ano seguinte, participou de seu primeiro pleito como candidato a uma vaga no legislativo municipal, sendo o mais votado. Em 2012, venceu a disputa à prefeitura de Igrejinha e, quatro anos depois, reeleito. Ainda presidiu a Associação dos Municípios do Vale do Paranhana (Ampara) por quatro anos e foi secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico de Igrejinha. Vai para seu primeiro mandato na Assembleia. Frederico Antunes - 36.325 votos Natural de Uruguaiana, o agrônomo de 53 anos foi vereador em sua cidade natal. Ele conquistou seu primeiro mandato para a Assembleia em 1998 e, com esta eleição, irá para seu sétimo mandato. Em 2007, foi presidente do legislativo gaúcho. Também atuou como secretário de Obras do governo Rigotto e, em 2019, assumiu a liderança do governo Leite na Assembleia. É casado e pai de quatro filhos. Marcus Vinícius - 30.894 votos Ex-prefeito de Sentinela do Sul por dois mandatos e ex-presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e do IPE Saúde, ficou na segunda suplência na eleição de 2018 para a Assembleia. Assumiu como deputado pelo período de um ano, em 2021, com a ida da deputada Silvana Covatti para a Secretaria da Agricultura. Aos 39 anos, é casado e pai de dois filhos. Conquista o seu primeiro mandato como titular. Adolfo Brito - 28.115 votos Filho de pequenos produtores rurais, é natural de Sobradinho, tem 72 anos e é casado. Elegeu-se deputado estadual pela primeira vez em 1994 e vai para seu oitavo mandato consecutivo. Antes, foi vereador e prefeito de Sobradinho, onde também atuou como radialista. É presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo na Assembleia Legislativa. PSD (1 vaga) Gaúcho da Geral - 32.717 votos Juliano Franczak, 41 anos, é pecuarista e natural de Novo Hamburgo. Sócio do Grêmio e tradicionalista, ficou famoso por frequentar jogos pilchado e com a bandeira do Rio Grande do Sul. Vai para o segundo mandato como deputado estadual e defende o esporte como meio de transformação social. NOVO (1 vaga) Felipe Camozzato - 39.517 votos Natural de Nova Bassano, é vereador em Porto Alegre e vai para o primeiro mandato na Assembleia, aos 34 anos. Graduado em Administração e com especialização em Finanças pela UFRGS, foi um dos fundadores do Partido Novo no Estado e defende pautas como a redução de impostos e o empreendedorismo. PTB (1 vaga) Elizandro Sabino - 31.937 votos Carioca, natural de São Gonçalo, mudou-se para o Rio Grande do Sul com a família ainda criança. Filho do pastor e ex-vereador Eliseu Sabino, tem 45 anos. Foi vereador de Porto Alegre e vai para o segundo mandato como deputado estadual. Advogado e evangélico, foi conselheiro e corregedor do Conselho Tutelar. FEDERAÇÃO PSOL-REDE (2 vagas) Luciana Genro - 111.126 votos Aos 51 anos, a advogada é militante e fundadora do PSOL. Filha do ex-governador Tarso Genro (PT), foi deputada federal por dois mandatos e vai para o quarto mandato na Assembleia. Em 2008, disputou pela primeira vez a prefeitura de Porto Alegre. Em 2014 foi candidata à Presidência da República e em 2016 novamente à prefeitura da Capital. Matheus Gomes - 82.401 votos Vereador da Capital, tem 31 anos e vai para o primeiro mandato na Assembleia. Tem trajetória no movimento estudantil e já trabalhou como garçom e recenseador do IBGE. Natural de Porto Alegre, é músico, professor e mestre em História pela UFRGS. Tem como principal bandeira a luta pelo movimento negro. FEDERAÇÃO PT-PCdoB-PV (12 vagas) Valdeci Oliveira - 70.580 votos Ex-prefeito de Santa Maria, irá para o quarto mandato na Assembleia, aos 65 anos. Também foi vereador e deputado federal. Ex-metalúrgico, agricultor e comerciário, filiou-se ao PT em 1986. Foi líder do governo Tarso Genro na Assembleia (2011-2014) e assumiu a presidência da Casa neste ano. Pepe Vargas - 69.949 votos Nascido em Nova Petrópolis, tem 63 anos, é médico e foi prefeito de Caxias do Sul. Reeleito deputado estadual, também já foi vereador e deputado federal. Durante o governo Dilma, foi titular de três pastas, o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a Secretaria de Direitos Humanos e a Secretaria de Relações Institucionais. Adão Pretto - 66.457 votos Filho do ex-deputado Adão Pretto (morto em 2009) e irmão de Edegar Pretto, que concorreu ao governo do Estado, tem 35 anos e é formado em Gestão Pública. Foi vereador de Viamão e candidato à vice-prefeito na cidade. Jeferson Fernandes - 60.280 votos Advogado com especializações em Criminologia e Gestão Pública, é natural de Santo Ângelo e tem 51 anos. Iniciou na política no movimento estudantil. Concorreu à Assembleia em 2010 e ficou como suplente, assumindo a vaga no ano seguinte. Se elegeu de forma direta em 2014, 2018 e novamente neste ano. Mainardi - 56.859 votos Natural de Sobradinho, o advogado e empresário Luiz Fernando Mainardi, de 61 anos, foi secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do governo Tarso Genro, entre 2011 e 2014, e vai para o seu quarto mandato na Assembleia. Foi vereador e prefeito de Bagé e deputado federal por dois mandatos. Bruna Rodrigues - 51.865 votos Vereadora de Porto Alegre, tem 35 anos e é filha de garis. Apoiada por Manuela D'Ávila, vai para o primeiro mandato na Assembleia. É estudante do curso de Administração Pública e Social na UFRGS. Também é presidente do PCdoB na Capital, sendo a primeira mulher negra a dirigir um partido político na cidade. Leonel Radde - 44.300 votos Vereador de Porto Alegre e líder da bancada do PT na Capital, é graduado em Direito e História, com mestrado em Direitos Humanos. Tem 41 anos, é policial civil, faixa preta de Aikido e budista. Vai para o primeiro mandato na Assembleia. Zé Nunes - 44.035 votos Agrônomo, foi vereador por dois mandatos e prefeito por duas gestões de São Lourenço do Sul, sua terra natal. Aos 57 anos, foi reeleito para o terceiro mandato na Assembleia Legislativa. Sofia Cavedon - 33.039 votos Professora municipal em Porto Alegre e dirigente sindical na área de educação, tem 59 anos e é natural de Veranópolis. Foi secretária da Educação na Capital entre 2002 e 2003. Foi vereadora de Porto Alegre por cinco mandatos e presidiu a Câmara em 2011. Vai para o segundo mandato na Assembleia. Stela Farias - 37.957 votos Ex-prefeita de Alvorada, tem 57 anos e vai para o quinto mandato no parlamento gaúcho. Também foi vereadora, secretária da Administração no governo Tarso Genro e líder da bancada do PT na Assembleia. É professora de História e criou a Procuradoria Especial da Mulher, para acolher e proteger vítimas de violência. Miguel Rossetto - 37.790 votos Foi ministro do Desenvolvimento Agrário nos governos Lula e Dilma. Foi também vice-governador do Estado durante a gestão de Olívio Dutra. Tentou ser governador em 2018, mas não foi eleito. Em 2020, foi vice na chapa de Manuela D’Ávila à prefeitura de Porto Alegre. Natural de São Leopoldo, aos 62 anos, é a primeira vez que assume vaga na Assembleia. Laura Sito - 36.705 votos Jornalista e servidora municipal de Porto Alegre, tem 30 anos e vai para o primeiro mandato na Assembleia. Atualmente é vereadora na Capital e vice-presidente do PT na cidade. Foi a primeira mulher negra a compor a Mesa Diretora e a presidir uma sessão da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. FEDERAÇÃO PSDB-CIDADANIA (5 votos) Valdir Bonatto - 48.409 votos Nascido em Xanxerê, em 1961, Valdir Bonatto se mudou para Viamão e cursou Pedagogia. Logo em seguida, começou a dar aulas e, depois, assumiu como diretor de escola. Foi vereador de Viamão e diretor na Secretaria Municipal de Educação, assumindo, posteriormente a função de titular da pasta. Foi eleito como prefeito de Viamão em 2012 e, novamente, em 2020, renunciando para concorrer à Assembleia, onde assume cadeira pela primeira vez. Delegada Nadine - 40.937 votos Natural de Getúlio Vargas, Nadine Anflor é delegada e tem 46 anos. Foi a primeira mulher chefe de Polícia do Rio Grande do Sul. Concorreu pela primeira vez a um cargo eletivo e conquistou uma cadeira na Assembleia. Neri O Carteiro - 32.378 votos Foi vereador de Caxias do Sul por dois mandatos e, agora, se reelegeu para uma cadeira na Assembleia. Tem 44 anos e é natural de Bom Jesus. Mudou-se para Caxias aos 14 anos, para estudar. Depois, foi aprovado no concurso para os Correios. Licenciou-se da profissão para atuar no Legislativo. Pedro Pereira - 31.255 votos Médico de 69 anos, natural de Canguçu, ingressou na vida pública em 1992, elegendo-se vereador, reeleito em 1996. Foi candidato à prefeitura de sua cidade natal em 2004, mas não foi eleito. Vai para o seu quinto mandato consecutivo na Assembleia Legislativa. Kaká D'Ávila - 26.766 votos Porto-alegrense, tem 40 anos. Levantando a bandeira do emprego, criou diversas iniciativas para ajudar os desempregados, como a Geladeira do Desempregado. Elegeu-se vereador da Capital em 2020 e, agora, assume cadeira na Assembleia. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/quem-sao-os-deputados-estaduais-eleitos-no-rs-nas-eleicoes-de-2022-cl8s0oa200090018w2egyxnak.html

  • Onyx Lorenzoni e Eduardo Leite disputarão 2º turno do Rio Grande do Sul

    Com 100% das urnas apuradas, o 2º turno no Rio Grande do Sul será definido entre Onyx Lorenzoni (PL) e Eduardo Leite (PSDB). Onyx fez 37,50% dos votos válidos, enquanto Leite, candidato à reeleição, fez 26,81%. A escolha do novo governador gaúcho será definida no dia 30 de outubro. O resultado inverte o que apontavam as pesquisas eleitorais, que mostraram Leite à frente da disputa em todos os cenários apresentados, seguido de Onyx. Em terceiro lugar, o candidato petista Edegar Pretto fez 26,77% dos votos válidos, em disputa apertada com Leite. Onyx Lorenzoni, 67 anos, concorre ao Piratini pelo Partido Liberal (PL). A chapa conta com Cláudia Jardim, também do PL, como candidata a vice-governadora. O partido está coligado no Estado com Republicanos, Patriota e PROS. Eduardo Leite, 37 anos, tenta a reeleição ao cargo nas eleições de 2022, após renunciar em março deste ano. O candidato faz parte do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que está coligado no Estado com Cidadania, MDB, PSD, Podemos e União Brasil. A chapa conta com Gabriel Souza, do MDB, como candidato a vice-governador. GZH

  • Com 61,82% contra 32,06%, Bolsonaro venceu em Não-Me-Toque no primeiro turno

    Com a vitória de Lula no primeiro turno das eleições, o segundo turno tende a a gerar uma tensão e expectativa nos próximos 28 dias. No primeiro turno, em Não-Me-Toque, Jair Bolsonaro (PL) venceu com 6.727 votos (61,82%) contra 3.489 votos (32,06%) de Lula. Veja abaixo o resultado do primeiro turno: Jair Bolsonaro (PL): 6.727 votos (61,82%) Lula (PT): 3.489 votos (32,06%) Simone Tebet (MDB): 392 votos (3,60%) Ciro Gomes (PDT): 175 votos (1,61%) Felipe D Avila (Novo): 58 votos (0,53%) Soraya Thronicke (UNIÃO): 30 votos (0,28%) Padre Kelmon (PTB): 5 votos (0,05%) Vera (PSTU): 3 votos (0,03%) Sofia Manzano (PCB): 2 votos (0,02%) Léo Péricles (UP): 1 votos (0,01%) Constituinte Eymael (DC): 0 votos (0,00%) Brancos – 1,46% Nulos – 1,14%

  • Com Lula e Bolsonaro no segundo turno, serão 28 dias de tensão em um Brasil partido ao meio

    As urnas deste domingo (2) mostraram que os institutos de pesquisas estavam errados ao apontar a possibilidade de vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno. Lula chegou à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas ficou distante de fazer metade mais um dos votos válidos. Excluídos brancos e nulos, Lula fez 48,2% dos votos e Bolsonaro 43,3%. Mesmo desidratados, Simone Tebet (MDB) com 4,18% e Ciro Gomes (PDT) com 3,05% impediram que a eleição se encerrasse neste domingo. Com o Brasil partido ao meio, serão mais 28 dias de tensão, se a campanha reproduzir o nível de ataques exibido nos momentos derradeiros do primeiro turno. A impossibilidade de um diálogo civilizado entre partidários de Lula e de Bolsonaro indica que as forças de segurança precisarão ficar atentas para o risco de uma escalada da violência, maior temor de quem defende a democracia como território da disputa de ideias. Como a maioria dos candidatos a presidente não saiu do chão, os dois que podem fazer a diferença são Ciro e Simone, que no primeiro turno atacaram os dois. O ex-governador do Ceará, que em 2018 foi para Paris e se recusou a fazer campanha para Fernando Haddad, retornou a tempo de votar e diz ter digitado 13 na urna eletrônica, mas o PT queria mais. Desta vez, atacado pelos petistas que clamaram por sua renúncia para evitar o segundo turno, Ciro entrará na campanha ou escolherá um destino turístico para descansar? Simone também deixou claro que tem sérias restrições a Lula e Bolsonaro, e se for ao palanque do petista, como esperam os líderes do MDB que já estão com ele, será mais por rejeição ao presidente do que por acreditar nas virtudes do ex. Nada garante que uma palavra dos dois candidatos derrotados tenha impacto sobre os eleitores, cidadãos maduros que votaram neles porque não queriam Lula nem Bolsonaro e farão suas escolhas pelo critério do “menos pior”. As pesquisas também erraram na projeção dos votos de Bolsonaro. Se é verdade que a votação de Lula ficou dentro da margem de erro do Ipec e do Datafolha, também é verdade que o percentual de Bolsonaro ficou bem abaixo do que os dois indicaram. Os institutos não conseguiram captar a força do bolsonarismo em São Paulo, onde erraram tanto na posição de Fernando Haddad (PT), que ficou em segundo lugar, atrás de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), e não em primeiro, quanto na eleição do senador Marcos Pontes, o astronauta. Os institutos indicavam que o senador eleito seria Márcio França (PSB). POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/rosane-de-oliveira/noticia/2022/10/com-lula-e-bolsonaro-no-segundo-turno-serao-28-dias-de-tensao-em-um-brasil-partido-ao-meio-cl8rza6dx008j018wb8iqkl3w.html

  • Eleições 2022 têm maior abstenção desde 1998; TSE aponta diminuição em brancos e nulos

    O primeiro turno das eleições 2022 teve abstenção de mais de 32 milhões de pessoas, o equivalente a 20,9% dos brasileiros aptos a votar. O percentual é o maior em pleitos presidenciais desde 1998, quando 21,5% dos eleitores não compareceram às urnas. Por outro lado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontou para a redução no número de brancos e nulos entre os votantes. Os dados publicados pelo TSE mostraram que houve registro de 4,20% de votos brancos e nulos. Em 2018, o índice foi 8,8%. De acordo com o presidente do Tribunal, o ministro Alexandre de Moraes, esse foi um motivo que contribuiu para o aumento de filas nos locais de votação. — Aproximadamente 7,5 milhões de pessoas compareceram a mais para votar em candidatos, deixando de votar nulo e em branco. Talvez porque é uma eleição acirrada, mais polarizada. Isso pode ter sido um dos motivos concorrentes para que tenham ocorrido filas. É diferente uma pessoa anular o voto, votar em branco do que escolher as cinco opções, leva um tempo a mais. É um dado interessantíssimo, porque representa uma maior participação efetiva na escolha dos dirigentes do país — declarou Moraes em entrevista coletiva. No Rio Grande do Sul, a abstenção foi de 19,78%, um aumento em relação aos 18,1% de 2018. Ainda assim, o TSE considerou positivo a margem de 20,9% nas abstenções. Nas eleições municipais de 2020, realizadas durante o auge da pandemia de convid-19, o percentual de ausentes foi de 23,15%. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/eleicoes-2022-tem-maior-abstencao-desde-1998-tse-aponta-diminuicao-em-brancos-e-nulos-cl8s674y3000k014z4ouf52ex.html

  • PL lidera eleições na Câmara dos Deputados, seguido por federação encabeçada pelo PT

    O partido do presidente Jair Bolsonaro (PL) consolidou nestas eleições a posição de maior bancada da Câmara dos Deputados, com crescimento dos 76 deputados atuais para mais de 95. Em segundo lugar está a federação PT-PCdoB-PV, com pelo menos 65 parlamentares eleitos. Neste momento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabiliza 99,99% dos votos apurados, mas ainda falta consolidar as bancadas de deputados federais de três Estados: Amazonas, Paraná e Piauí. Esse cenário repete a polarização política iniciada em 2018, quando o PT elegeu 54 deputados e o PSL, então partido de Bolsonaro, 52. O PL tem atualmente 76 deputados e, em segundo lugar, está a federação entre PT, PCdoB e PV, que tem 68. Já o PSL se uniu ao DEM e se tornou União Brasil, que hoje tem 51 deputados e tem a 4ª maior bancada. A fragmentação partidária continua sendo uma marca do sistema político-eleitoral brasileiro, embora novas regras venham diminuindo ao longo do tempo o número de partidos com representação. Em 2018, saíram das urnas deputados de 30 partidos diferentes, número que foi reduzido para 23 na composição atual da Câmara. Após as federações e as eleições de 2022, haverá 20 partidos com representação na Casa. Atuação parlamentar O tamanho das bancadas é fundamental na atuação parlamentar. As presidências das comissões e as vagas na Mesa Diretora são definidas a partir da proporcionalidade partidária, ou seja, as maiores legendas ou blocos ocupam os cargos mais importantes da Câmara. A composição da Casa também tem impacto direto na governabilidade do presidente eleito, já que ele terá de negociar a votação das pautas prioritárias com as legendas. O tamanho das bancadas também tem impacto direto no financiamento dos partidos, pois a maior fatia dos recursos do Fundo Partidário é repartida entre os partidos de acordo com a votação para deputado federal. Bancadas maiores também recebem mais recursos do fundo especial que financia as campanhas eleitorais e do tempo de televisão. Os resultados finais de domingo (2) poderão ser alterados em decorrência de eventuais recursos decididos pela Justiça Eleitoral. O Judiciário analisa ações sobre abuso do poder econômico e político nas eleições, ou se o candidato registrado de fato tem todos os requisitos para exercer o cargo. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/pl-lidera-eleicoes-na-camara-dos-deputados-seguido-por-federacao-encabecada-pelo-pt-cl8sn73ak000t018wbenny8x2.html

  • Brasil racha nas urnas e leva para o segundo turno embate entre Lula e Bolsonaro

    O Brasil rachou, mais uma vez. A população terá de segurar a ansiedade por quase um mês para saber quem conduzirá o país pelos próximos quatro anos. Direita e esquerda vão disputar voto a voto a cadeira presidencial, num universo de mais de 100 milhões de eleitores que retornarão às urnas em 30 de outubro. Já tinha ocorrido em 2018. O cenário se repetiu agora, só que com sinal invertido. No pleito deste domingo (2), após a campanha mais radicalizada das últimas décadas em termos ideológicos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu na frente na disputa, com 48,3% dos votos válidos, na luta contra seu rival, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que fez 43,2% (placar com 99,84% das urnas apuradas). A propaganda eleitoral no rádio e na TV para o segundo turno tem início na sexta-feira (7) e vai até 28 de outubro. Lula não ganhou no primeiro turno, como previam algumas pesquisas de intenção de voto. Nem Bolsonaro fez 60% dos votos, como ele próprio alardeava que faria — ou “algo muito errado” teria ocorrido nas urnas, cogitava o presidente, ao longo da campanha. A realidade é que os brasileiros mostram profunda divisão sobre qual modelo deve ditar os rumos da economia, dos costumes, das relações internacionais e do cotidiano político do país. Lula fez 57 milhões de votos, e Bolsonaro, 51 milhões. O racha mostra que vem pela frente uma disputa voto a voto, de fundo ideológico. De um lado, um candidato (Bolsonaro) com discurso antissistema, que considera que em 1964 ocorreu uma contrarrevolução e não um golpe, que defende o regime militar, a necessidade de uma nação galvanizada em torno da religião cristã, que é conservador em costumes e que prega o liberalismo econômico — mesmo que temperado com políticas de auxílio social. Na outra ponta, o político de esquerda (Lula) com boas relações com o sistema, que chama de ditadura o regime aberto a partir de 1964, que prega uma nação multifacetada do ponto de vista de costumes e religião e que defende intervenção do Estado em pontos-chave da economia — mesmo que com concessões ao mercado financeiro. Fosse em termos de divisão geográfica do país, Bolsonaro teria motivos para comemorar. Venceu em três das cinco regiões, perdendo para Lula apenas no Norte e Nordeste. Acontece que número de regiões não é percentual de voto. Os nordestinos representam o segundo maior colégio eleitoral do país e, lá, o candidato do PT continua soberano. Outro motivo de celebração dos bolsonaristas é que ex-ministros e apoiadores garantiram espaço eleitoral, país afora. As ex-ministras Tereza Cristina (Agricultura) e Damares Alves (Direitos Humanos) e o ex-ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) se elegeram senadores. O ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde) foi eleito deputado federal. E o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) saiu na frente na corrida para governador no Estado mais populoso do país, São Paulo. Foram eleitos também, no Paraná, outros dois ex-simpatizantes de Bolsonaro, os protagonistas da operação Lava-Jato: o ex-juiz Sérgio Moro (e ex-ministro do atual presidente) para senador, pelo União Brasil, e o ex-procurador da República Deltan Dalagnoll (Podemos), para deputado federal. A chamada terceira via da política não decolou e virou coadjuvante, com 4,17% dos votos para Simone Tebet (MDB) e 3,05% para Ciro Gomes (PDT). O decréscimo da intenção de voto nos dois coincide com o aumento na tendência de votos em Bolsonaro. Sinal de que o voto útil pode ter migrado mais para Bolsonaro do que para Lula, na reta final da campanha. No RS, o presidente Jair Bolsonaro pode celebrar alguns resultados. Elegeu o senador, o atual vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos). E conseguiu que seu candidato favorito ao governo do RS, Onyx Lorenzoni (PL), saísse na frente na disputa ao governo do Estado, com 37,5% dos votos no primeiro turno, contra 26,81% do atual governador, Eduardo Leite (PSDB), e 26,77% de Edegar Pretto (PT). Urnas destoaram das pesquisas Os resultados das majoritárias no RS são exemplo de como as pesquisas podem errar. Na última enquete feita pelo Ipec, dois dias antes da eleição, Leite estava na frente (40%), seguido de Onyx (30%) e Pretto (20%). Para senador, venceu Hamilton Mourão (Republicanos), que nas pesquisas perdia para Olívio Dutra (PT). A corrida pelo segundo lugar para governador foi eletrizante e decidida apenas nos últimos minutos. Tanto Eduardo Leite como Edegar Pretto fizeram quase o mesmo percentual de votos. A diferença entre os dois foi decimal e resumida a cerca de 2 mil votos, o equivalente a um município de porte pequeno. Os institutos de opinião também inverteram a tendência de voto em São Paulo: previam Fernando Haddad (PT) em primeiro lugar, com Tarcísio de Freitas em segundo. Deu o inverso no primeiro turno. A polarização que marcou a corrida presidencial se repetiu nos rincões. Exemplo disso é a votação para deputado estadual no RS. O mais votado é o comunicador Gustavo Vitorino (Republicanos), apoiador de Bolsonaro. Mas o segundo lugar fica com alguém do polo ideológico oposto, Luciana Genro (PSOL). Para deputado federal, o mais votado é o bolsonarista tenente-coronel Luciano Zucco (Republicanos), seguido do liberal Marcel Van Hattem (Novo). O terceiro colocado, porém, é o petista Paulo Pimenta, e a quarta colocação fica com Fernanda Melchionna (PSOL), ambos de esquerda. Governadores As chefias de campanha bolsonarista e lulista devem programar muitas viagens para o segundo turno, em busca de apoios de chefes políticos regionais. A fissura que separa o eleitorado brasileiro, aliás, repete-se nos cenários estaduais. Candidatos a governador que estão com Lula foram vitoriosos ou saíram na frente em 10 Estados: Piauí, Amapá, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Espírito Santo e Bahia. Em outros três (Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Sul) pode ganhar reforço de candidatos no segundo turno. Já os candidatos a governador que apoiam Bolsonaro ganharam ou saíram na frente em 11 Estados: São Paulo, Acre, Roraima, Rondônia, Distrito Federal, Amazonas, Tocantins, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. No segundo turno, Bolsonaro tende a ganhar apoio de eleitores de de Mauro Mendes, de Mato Grosso, e Ronaldo Caiado, de Goiás, ambos do União Brasil. Os dois flertaram com o bolsonarismo, mas se distanciaram nos últimos anos. Em Minas Gerais, o eleito Romeu Zema (Novo) também deve ajudar. Apoios e simpatias Lulistas: o provável apoio a Lula acontece no Pará, onde Helder Barbalho (MDB) se elegeu no primeiro turno; no Amapá, com Clécio Luís (Solidariedade), ex-PT e PSOL e apoiado pelo PDT; no Espírito Santo, com Renato Casagrande (PSB), apoiador declarado; no Rio Grande do Norte, com Fátima Bezerra (PT). Deve ganhar reforço também, no Maranhão, onde disputam Carlos Brandão (PSB) e Weverton Rocha (PDT), e em Pernambuco, com Marília Arraes (Solidariedade) e Raquel Lyra (PSDB). Em Sergipe, Rogério Carvalho (PT) sai na frente. E Lula pode ganhar amparo de Eduardo Leite (PSDB) no RS. Na Bahia, Jerônimo (PT) encara ACM Neto (União Brasil). Bolsonaristas: Bolsonaro tem apoio de Cláudio Castro (RJ), eleito no RJ; Ratinho Jr (PSD), no Paraná; Gladson Camelli (PP), no Acre; Wanderlei Barbosa (Republicanos), no Tocantins; Antônio Denarium (PP), em Roraima; e Ibaneis Rocha (MDB), no Distrito Federal. Também tem como cabo eleitoral em Santa Catarina Jorginho Mello (PL). O bolsonarismo também deve eleger o futuro governador de Rondônia, já que os dois favoritos apoiam o presidente: Marcos Rocha (União Brasil) e Marcos Rogério (PL). Outro palco quase certo para Bolsonaro fica no Amazonas, onde Wilson Lima (União Brasil) enfrenta Amazonino Mendes (Cidadania). POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/brasil-racha-nas-urnas-e-leva-para-o-segundo-turno-embate-entre-lula-e-bolsonaro-cl8s60zy8000j014z0dhfsk4z.html

  • Sicredi registra aumento superior a 20% na concessão de crédito paraenergia solar no primeiro seme

    O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 2 milhões de associados no Rio Grande do Sul, contabilizou aproximadamente R$ 450 milhões em crédito destinado a projetos de energia solar no Estado entre janeiro e junho deste ano. O valor representa aumento de 21% em relação ao mesmo período de 2021, quando os financiamentos para aquisição de equipamentos para geração de energia fotovoltaica atingiram mais de R$ 370 milhões. “Nos primeiros seis meses de 2022, mais de 10,3 mil novas instalações foram financiadas no Rio Grande do Sul pelo Sicredi, o que representa um interesse genuíno em oferecer alternativas sustentáveis às demandas de nossos associados. Este é um compromisso que temos, não só com o meio ambiente, mas com toda a sociedade, pois a economia na conta de luz é um importante elemento no planejamento financeiro de qualquer pessoa ou negócio”, explica o presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste, Márcio Port. Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) indicam que a energia solar produzida no País representa 8,5% do total da matriz elétrica nacional. No ranking brasileiro de potência instalada, o RS ocupa a terceira posição, atrás de Minas Gerais e São Paulo Seguro para placas solares Ciente do crescimento na procura por unidades de geração fotovoltaica e buscando oferecer ao associado a segurança desta tecnologia, o Sicredi, em parceria, com a Liberty Seguros, lançou o Seguro Liberty para Placas Solares, que oferece proteção contra danos de origem externa - como granizo, incêndio, vendaval e queda de raio, além do amparo da cobertura de danos elétricos, compreendendo também o valor de projeto (equipamento, componentes de instalação e mão de obra). Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados. Com presença nacional, o Sicredi conta com mais de 2.300 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. No Rio Grande do Sul, o Sicredi reúne mais de 2 milhões de associados. A cobertura no RS alcança 95% dos municípios, totalizando mais de 600 pontos de atendimento.

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