Search Results
Search this site
19868 resultados encontrados com uma busca vazia
- Professora Ana lança Vakinha para poder levar alunos para o cinema
#PortalEstaEmTudo A professora Ana Carina da Costa iniciou uma campanha de arrecadação de valores com um objetivo especial, levar os alunos do 3º ano do ensino fundamental da Escola Santo Antônio para o cinema, a grande maioria para conhecer este lugar mágico. São duas turmas que somam 45 alunos com um valor total necessário estimado em R$ 2.900,00. Neste valor está incluso o transporte de Não-Me-Toque a Passo Fundo, tickets de entrada e combos de pipoca e refrigerante. A viagem está agendada para o dia 9 de julho e até agora apenas R$ 830,00 foram arrecadados. Interessados em colaborar podem doar pelo link https://www.vakinha.com.br/2917183
- Alistamento no Serviço Militar para quem completa 18 anos em 2022 encerra nesta quinta
Os jovens do sexo masculino que completam 18 anos em 2022 devem realizar o Alistamento Militar Obrigatório até 30 de junho. A inscrição é feita no site www.alistamento.eb.mil.br. Ao acessar a página, é necessário informar o número do CPF para validação dos dados pessoais. Após realizar a inscrição, o candidato pode acompanhar, no mesmo site, o dia, o horário e o local para comparecer na Comissão de Seleção. Quem não tiver facilidade de acesso à internet, pode procurar a Junta de Serviço Militar (JSM) localizada junto a Secretaria Municipal de Desenvolvimento, na Avenida Waldomiro Graeff –1704. O horário de atendimento é de segunda à sexta, das 08h15min às 11h33min e das 13h às 17h. *PrefeituraNMT
- Não-Me-Toque inicia instalação da grama sintética na quadra de esportes do Colorado
Na segunda (27), foi iniciada a instalação da grama sintética na quadra de esportes do Estádio Dr. Waldomiro Graeff. A empresa responsável pela obra de instalação dos mais de 940m² de grama sintética é a Construtora Arquimax. Serão investidos na obra R$167.250,00, sendo R$50.175,00 de mão de obra e R$117.075,00 de materiais. Destes, R$78.400,00 são do Programa Avançar no Esporte viabilizados por intermédio do Deputado Clair Kuhn e R$ 88.850,00 de contrapartida do município. *PrefeituraNMT
- Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira
Começam hoje (28) as inscrições para o segundo processo seletivo de 2022 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os candidatos às vagas que serão oferecidas pelas instituições públicas de ensino superior deverão ficar atentos porque o prazo é curto, e terminará no dia 1º de julho. A consulta para as vagas neste segundo processo seletivo teve início no dia 15, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Para acessá-lo, clique aqui. Por meio da consulta, é possível visualizar as vagas ofertadas por modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos. Também é possível acessar a íntegra do documento de adesão de cada uma das instituições que aderiram ao Sisu. O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) no qual as instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada edição da seleção. Exigência Para participar do Sisu será exigido do candidato que tenha realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2021, obtido nota superior a zero na prova de redação e não tenha participado do Enem na condição de treineiro. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 6 de julho. A matrícula ou registro acadêmico devem ser feitos de 13 a 18 de julho. Já o prazo para os interessados manifestarem interesse em participar da lista de espera será de 6 a 18 de julho. Os candidatos são selecionados para as opções de cursos indicados no ato de inscrição, de acordo com a melhor classificação de nota obtida na edição mais recente do Enem, que, nesta edição, será a de 2021. Por Agência Brasil via https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2022-06/inscricoes-para-o-sisu-comecam-nesta-terca-feira
- Beneficiários com NIS final 8 recebem hoje Auxílio Brasil
A Caixa Econômica Federal paga hoje (28) a parcela de junho do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas no Auxílio Brasil. Veja o calendário: Auxílio Gás O Auxílio Gás também é pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 8. Com valor de R$ 53 em junho, o benefício segue o calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil. Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026, com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, conforme valor calculado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) nos últimos seis meses. Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano. Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. Benefícios básicos O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas. Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza. A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social e o detalhamento dos nove tipos diferentes de benefícios. * O Auxílio Brasil é coordenado pelo Ministério da Cidadania, responsável por gerenciar os benefícios do programa e pelo envio dos recursos para pagamento da Caixa. Por Agência Brasil via https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/caixa-paga-auxilio-brasil-beneficiarios-com-nis-final-8
- Sicredi chega à marca de 6 milhões de associados
Expansão retrata o avanço da instituição financeira cooperativa em todo o território brasileiro. O Sicredi ultrapassou, em junho, a marca de 6 milhões de associados. A instituição cresceu 13% nos últimos 12 meses em número de associados, o que representou uma marca de mais de 750 mil novos entrantes. O crescimento da rede de atendimento físico do Sicredi está alinhado ao objetivo de estar próximo para atender as necessidades das pessoas. Desde abril, a instituição está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Atualmente, são mais de 2,2 mil agências, em mais de 1,6 mil municípios, sendo em mais de 200 destes a única instituição financeira presente fisicamente, o que reforça a importância do cooperativismo na bancarização e no acesso ao crédito para as pessoas. Aliado a isso, o Sicredi investe continuamente na ampliação de suas ferramentas e meios digitais que se somam para manter a proximidade com seus associados e comunidades em que está inserida. “O novo marco em número de associados reforça o ciclo virtuoso do cooperativismo, que leva serviços financeiros e crédito para todas as regiões do país, apoiando o desenvolvimento local sem fronteiras. Como fazemos há 120 anos, nosso propósito é construir juntos uma sociedade mais próspera e quanto mais gente caminhando conosco nessa mesma direção, melhor”, diz Fernando Dall ‘Agnese, presidente do Conselho de Administração da SicrediPar. Alicerces da expansão O crescimento do Sicredi ao longo da sua trajetória se deve principalmente à atuação das cooperativas, que expandiram a presença para diversos estados nos últimos cinco anos, especialmente nas regiões norte e nordeste do Brasil. Além disso, há constantes investimentos em melhorias organizacionais e na implementação de estratégias inovadoras para aperfeiçoar os canais de atendimento e o olhar atento sobre governança. A instituição apresentou um total de mais de R$ 136 bilhões em depósitos no final do primeiro trimestre deste ano, recursos que permanecem nas regiões onde são captados, fortalecendo a economia local. O histórico de confiança dos associados se reflete também nos números relacionados ao crédito, no primeiro trimestre de 2022, o Sicredi alcançou R$ 138 bilhões na carteira de crédito, atendendo pessoas físicas, jurídicas e associados ligados ao agronegócio, com apoio principalmente a pequenos e médios empreendedores e agricultores. O atendimento também envolve projetos e iniciativas sustentáveis, empreendedorismo feminino, capacitação profissional e geração de energia limpa, o que diversifica a participação da instituição e garante opções variadas de financiamento a cada necessidade.
- Lideranças da Sicredi Cooperação RS/SC e de Santa Cecília/SC realizam reunião
Na última sexta-feira, 24, a Diretoria da Sicredi Cooperação RS/SC realizou uma reunião para apresentar a Cooperativa para autoridades, lideranças e empresários do município de Santa Cecília/SC, onde sua nova agência de atendimento está sendo construída. Foram abordados o formato de atuação, os diferenciais e o relacionamento da Instituição Financeira Cooperativa com a Comunidade, além do caráter cooperativista do Sicredi, princípios, indicadores, programas sociais e a valorização dos Associados e Colaboradores. O encontro foi realizado em formato virtual e a Sicredi Cooperação RS/SC esteve representada pelo Presidente, Gervásio Jorge Diel; Vice-presidente, José Celeste De Negri; Diretor Executivo, Nélio Heller; Diretor de Operações, Airton Martin Schuster; Gerente Regional de Desenvolvimento, Fabio Antônio Pedroso; Gerente de Operações Administrativas, Aline Grunitzki, Gerente de Comunicação e Marketing, Leandro Luciano Roehe e pelo Gerente da futura agência, Davi Valentin da Silva. O município de Santa Cecília/SC contou com a participação das seguintes lideranças: Prefeita Alessandra Aparecida Garcia; Presidente da Câmara de Vereadores, Lucimar Leodoro do Nascimento; Presidente da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL), Eva Aparecida Salami Ferrari; Secretária Executiva do CDL Leci Rosa; Secretaria de Administração e Gabinete, Eliani Pedon Duffeck; Secretária de Educação Marcia Zanella e Secretário de Agricultura, Ronie Salami; Presidente do Sindicato Rural, Floresnal Granemann e Secretário do Sindicato Rural, Pedro Granemann de Andrade; Representante da Epagri, Jorge Schumacher e investidor Paulo Cesar Scariot. Ao apresentar a Sicredi Cooperação RS/SC, o Presidente Gervásio Jorge Diel destacou que o trabalho do Sistema Sicredi é pautado pelo propósito de ajudar a desenvolver as regiões onde atua. “Estamos chegando em Santa Cecília com um trabalho sustentado pelos pilares econômico, social e ambiental, onde nossa Cooperativa se preocupa com o Associado, criando uma parceria que gera bons resultados e desenvolvimento para todos “, explicou o Presidente. Os principais indicadores da Cooperativa, bem como a ampla gama de soluções financeiras e reconhecimentos do Sistema Sicredi foram apresentados pelo Diretor Executivo, Nélio Heller. “Nossos indicadores mostram que temos feito negócios conscientes e sustentáveis, oferecendo produtos e serviços alinhados com as necessidades dos nossos Associados, sejam eles Pessoa Física, Pessoa Jurídica e Agricultores.”, reforçou Heller. A Prefeita Alessandra Aparecida Garcia desejou as boas-vindas à Cooperativa. “Recebemos a Sicredi Cooperação RS/SC com muita alegria e agradecemos a Cooperativa por acreditar em nosso município. Todos ganham com a chegada de um novo empreendimento e desejamos muito sucesso aqui em Santa Cecília”, destacou a Prefeita. A Presidente da Câmara de Vereadores, Lucimar Leodoro do Nascimento agradeceu a Cooperativa por acreditar no município. “Parabenizamos a Sicredi Cooperação RS/SC e agradecemos por confiarem na nossa cidade. Quando acreditam e trazem desenvolvimento para nosso município, já sinal de prosperidade e sucesso para todos”, evidenciou Lucimar. As demais lideranças presentes também manifestaram seu desejo de boas-vindas à Cooperativa e destacaram que a cidade está de braços abertos para trabalho desenvolvido pelo Sicredi seja por meio de convênios, programas sociais, parcerias, projetos ou soluções financeiras.
- Preconceito afeta produção de dados sobre LGBTI+
Reivindicação histórica do movimento de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e intersexuais (LGBTI+), a produção de dados oficiais sobre essa população deu um passo inédito neste ano, com a divulgação da primeira contagem populacional de homossexuais e bissexuais na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Dia do Orgulho LGBTI+, comemorado hoje (28), ativistas e pesquisadores explicam que, apesar desse avanço, a subnotificação mostra o longo caminho de luta contra os temores e estigmas que levam essas pessoas, muitas vezes, a esconderem sua identidade. Divulgada em maio, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) contabilizou 2,9 milhões de homossexuais e bissexuais no Brasil. Na própria apresentação dos dados, o IBGE pediu cautela ao interpretar a informação. “A gente não está afirmando que existem 2,9 milhões de homossexuais ou bissexuais no Brasil. A gente está afirmando que 2,9 milhões de homossexuais e bissexuais se sentiram confortáveis para se autoidentificar ao IBGE como tal”, disse a analista Nayara Gomes, em entrevista coletiva. O instituto apontou principalmente o estigma e o preconceito por parte da sociedade como fatores que podem fazer com que as pessoas não se sintam seguras em declarar a própria orientação sexual. O IBGE também ponderou que a falta de familiaridade da população com os termos usados na pesquisa pode ter contribuído para a subnotificação. Professor do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e representante do Conselho Regional de Psicologia no Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT, Pedro Paulo Bicalho considera que qualquer dado produzido sobre a população LGBTI+ sempre estará sujeito à subnotificação, enquanto o contexto social incluir violências e estigmas contra a diversidade de identidades de gênero e de orientações sexuais. "Para conseguir fazer uma pesquisa em que não haja subnotificação e em que a gente consiga entender quem são, como são e como vivem todas as pessoas LGBTI+, teríamos que fazer isso em uma sociedade livre de LGBTIfobia, que não é a nossa. Acredito que não será a nossa geração, em que pesem todos os esforços e lutas sociais para que isso possa diminuir", afirma Bicalho. "O máximo que a gente consegue é uma pesquisa sobre pessoas que se reconhecem LGBTI+". O pesquisador explica que esse obstáculo deve ser encarado como contexto para interpretar os dados, e não como motivo para que não sejam coletados. "Não quer dizer que não devemos continuar insistindo, só que precisa ser muito bem construído". O psicólogo defende que um ponto importante é estabelecer relação de confiança da pesquisa com a população LGBTI+, para que ela acredite na finalidade do estudo e no aproveitamento dos dados para produzir uma vida melhor. "Mesmo entre as pessoas que se reconhecem LGBTI+, passa por uma relação de confiança falar sobre isso, então, um tipo de pesquisa como essa precisa ser muito bem preparada. Esse Estado que chega à casa das pessoas e pergunta quem elas são precisa fazer isso de forma que essa pessoa confie e entenda para que está dando a informação. Passa também, acrescenta o pesquisador, por uma relação de confiança que não é só entre entrevistador e entrevistado, mas também em relação ao país em que se vive. Se o LGBTI+ não consegue entender que esse país tem vontade política de produzir políticas públicas sobre nós, será muito complicado". Visibilidade A presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, Keila Simpson, também acredita que um trabalho de treinamento das pessoas envolvidas em pesquisas como a PNS e o Censo poderia criar um clima mais acolhedor para que os entrevistados respondam sobre questões como a identidade de gênero e a sexualidade. "O próprio IBGE pode procurar consultores e consultorias de pessoas que trabalham com o assunto, têm essa experiência e que vão ajudar a achar o melhor caminho para fazer essas perguntas", avalia. "Um elemento importante é fazer formação, contratar pessoas com traquejo nesse universo e que possam tratar com humanidade os que vão responder à pesquisa". Apesar dos estigmas e violências, Keila defende que há, mesmo assim, grande número de LGBTI+ disposto a responder pesquisas de órgãos oficiais para ajudar na produção de dados. "Quando a gente vê uma parada LGBTI+, as pessoas que estão ali querem visibilidade. Elas não iriam se ocultar de responder a um Censo do IBGE". Enquanto deu o primeiro passo para produzir dados oficiais sobre homossexuais e bissexuais, a PNS ainda deixou de fora a população transexual, já que nenhuma pergunta sobre identidade de gênero foi incluída no estudo. Sem dispor de informações oficiais em temas como trabalho, saúde e segurança pública, a Antra - Associação Nacional de Travestis e Transexuais - é uma das organizações não governamentais que se engajou na produção dos próprios dados e divulga anualmente o Dossiê de Assassinatos e Violências Contra Travestis e Transexuais Brasileiras. O trabalho é parecido com o realizado pelo Grupo Gay da Bahia, que produz relatórios anuais sobre casos de assassinatos de LGBTI+ noticiados pela imprensa. "O que a Antra faz é mexer em uma temática que, se a gente não jogar luz, ela não vai existir", afirma Keila,. Ela conta que a associação não tem recursos para contratar pesquisadores e depende de voluntários e ativistas para que o estudo possa ser lançado todo dia 29 de janeiro, quando é comemorado o Dia Nacional da Visibilidade Trans. Censo A falta de mais dados faz com que as demandas dessa população não sejam contempladas como poderiam, argumenta o diretor de políticas públicas da Aliança Nacional LGBTI+, Cláudio Nascimento, que esteve à frente do programa estadual Rio Sem Homofobia. "É necessário ter política focalizada para a população LGBTI+? Sabemos que sim, mas não temos dados para confirmar essa informação e garantir, nos próximos anos, um conjunto de políticas públicas que possam mudar essa realidade. É muito grave que hoje exista um apagão de dados oficiais no Brasil que interfira de maneira estratégica na produção de políticas para a comunidade LGBTI+". Cláudio Nascimento considera que um passo importante nesse sentido teria sido a inclusão de perguntas no próximo Censo que pudessem gerar mais dados, ainda que possivelmente subnotificados. "A inclusão da população LGBTI+ no Censo vai além de saber quantos somos. É preciso qualificar a análise da inclusão ou não da população LGBTI+ em diversas políticas, como acesso à educação, saúde, nível de emprego, formação profissional, condições de moradia", afirma. "Quando foi incluído o quesito cor/raça, observou-se, no primeiro momento, grande subnotificação, porque não existiam campanhas e havia pouca capacitação das equipes do IBGE. Com o tempo, campanhas e capacitação, houve uma mudança enorme e mais de 50% se declaram pretos e pardos hoje. A mesma coisa é com os LGBTI+. Num primeiro momento, pode ser que ocorra subnotificação, mas é um passo importante". Após ação civil pública do Ministério Público Federal, a inclusão de perguntas sobre orientação sexual e identidade de gênero no Censo chegou a ser determinada pela Justiça Federal do Acre no início deste mês, mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região derrubou a liminar ao atender a um recurso da Advocacia Geral da União (AGU). O IBGE havia argumentado que não é mais possível incluir as questões a menos de dois meses do início das operações do Censo e que, para cumprir a decisão, teria que adiar novamente a realização da pesquisa, que já foi postergada em 2020 e 2021. Apesar de acatar o pedido, o desembargador federal José Amilcar Machado afirmou na decisão que se baseou em aspectos gerenciais e temporais, considerando que faltam menos de dois meses para a realização da pesquisa, e que não se questiona a necessidade de buscar tais informações. “O cuidado e o esforço dos governantes devem ser amplos e considerar todo cidadão, buscando o atendimento dos seus direitos e a proteção das suas garantias, o que demanda política pública própria devida a essa minoria, sem discriminação alguma.” De fora do Censo, as questões relacionadas a identidade de gênero e orientação sexual estão previstas pelo IBGE entre os tópicos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), no primeiro trimestre de 2023; da Pesquisa Nacional de Demografia em Saúde (PNDS), prevista para o segundo trimestre de 2023; da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), que deverá ser realizada em 2024; e da próxima edição da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF). Dados contra o preconceito Para o antropólogo e professor do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Sérgio Carrara, a discussão do tema e a produção de dados, ainda que subnotificados, são um avanço. Ele lembra que há menos de 20 anos, institutos de pesquisas classificavam como dado inconsistente a presença de dois adultos do mesmo sexo que declarassem cônjuges. "O próprio sistema descartava o dado, porque não poderia haver uma relação de tipo conjugal entre pessoas do mesmo sexo. Então, você não só não tinha a informação como, quando ela era fornecida, era eliminada. A gente parte desse momento em que não se tem informação nenhuma, quando se discute a possibilidade de coleta da informação e ela começa a ser feita". Carrara também considera que a subnotificação está ligada ao preconceito, mas vê a própria realização das pesquisas como forma de combatê-lo. "Apenas o fato de colocar a questão já contribui para diminuir o estigma e a discriminação. A pessoa que ouve a pergunta, independentemente da resposta, vai perceber que aquilo pode ser perguntado. Então, o fato de a questão estar no Censo contribui para combater o preconceito, que faz com que as respostas sejam subnotificadas em um primeiro momento". Para ele, silenciar a questão é colaborar com o preconceito. "Colocar a questão, mesmo sabendo que vai haver subnotificação inicialmente, é importante para que se chegue a um ponto em que a subnotificação não seja tão significativa". Por Agência Brasil via https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-06/preconceito-afeta-producao-de-dados-sobre-lgbti
- RS teve sete casos de estupro de crianças e adolescentes por dia em um intervalo de 12 meses
Em um período de 12 meses, entre maio de 2021 e maio de 2022, o Rio Grande do Sul teve o total de 2.725 casos de estupro de vulnerável, segundo dados fornecidos pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) a GZH. São sete crianças ou adolescentes até 13 anos violentadas sexualmente por dia no Estado. Deste total, 2.276 foram meninas, o que corresponde a 83% dos casos. Outros 443 casos (17%) foram registrados com meninos. Só nos primeiros cinco meses de 2022, mil ocorrências de estupros de crianças nesta faixa etária foram registradas. Janeiro foi o mês com o maior número de registros, com 286 ocorrências. Conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mais recente, com dados de 2020, menores de idade de até 13 anos são 60,6% (cerca de 36,6 mil) das vítimas de estupros. Do total, 28,9% têm de 10 a 13 anos, 20,5% de cinco a nove anos e 11,3% de zero a quatro anos. Na maioria dos casos, 86,9%, a vítima é do gênero feminino. Violência em casa A delegada Eliana Parahyba Lopes, diretora da Divisão Especial da Criança e do Adolescente da Polícia Civil (Deca), destaca que 84% dos casos são registrados dentro de casa por alguém em quem a criança confia. Segundo ela, há um aumento das ocorrências envolvendo, além do pai, a mãe da criança. — Ou é o pai, o padrasto, ou o avô. Estamos tendo, também, muitos casos da mãe, a genitora em que, em muitos casos, ela tem uma conduta ativa ou ela se omite sobre a situação que ocorre dentro do seio familiar — comenta a delegada. A delegada destaca a importância de efetuar a denúncia aos órgãos competentes. Ela ressalta que é possível denunciar de forma anônima e sem sair de casa. Como denunciar Brigada Militar - pode ser acionada pelo 190 em qualquer cidade do RS Polícia Civil - Basta ir à delegacia mais próxima ou repassar a informação pelo telefone. É possível utilizar o Disque Denúncia pelo 181. A Divisão Especial da Criança e do Adolescente (Deca) em Porto Alegre atende pelo telefone 0800-642-6400 Disque 100 - recebe denúncias sobre violência contra criança e adolescente em todo o país Conselho Tutelar - as denúncias continuam sendo verificadas. Em Porto Alegre, das 18h às 8h o atendimento é realizado no plantão centralizado, na Rua Fernando Machado, 657, Centro Histórico. Aos sábados e domingos o serviço funciona das 8h às 20h e das 20h às 8h, também no plantão centralizado. Em casos de emergência é possível ligar para os telefones (51) 3289-8485 ou 3289-2020. É possível consultar o endereço e telefone de cada uma nesse link. Por GZH via https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2022/06/rio-grande-do-sul-teve-sete-casos-de-estupro-de-criancas-e-adolescentes-por-dia-em-um-intervalo-de-12-meses-cl4x6lt0m004a019ig28txdw5.html
- Brasil tem três entregas voluntárias de crianças para adoção a cada dia
Três crianças são entregues voluntariamente para a adoção por dia no Brasil. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que de 2020 a maio deste ano foram registradas 2.734 entregas desse tipo, que são previstas pela lei. Para especialistas, o número poderia ser maior, se houvesse mais informação para as mães e menos estigma sobre as decisões. O tema entrou em evidência após a atriz Klara Castanho ter sua opção de entrega para adoção exposta, contra a sua vontade, na internet. Ela, de 21 anos, foi vítima de estupro, descobriu a gestação de forma tardia e procurou a Justiça para garantir que a criança fosse adotada por outra família. Sigilo A entrega voluntária é um procedimento legal, não configura crime nem abandono. Já a divulgação dessa informação, como ocorreu com Klara, é proibida. Apesar de legalizado e apoiado pelos Tribunais de Justiça, mulheres que optam pela entrega voluntária sofrem constrangimentos e pressões para desistir da ideia. Desde 2017, uma lei federal deixa clara a possibilidade de que uma grávida manifeste interesse em entregar o filho para adoção. Esse direito deve ser garantido em qualquer circunstância e não depende de ter sido vítima de violência ou não ter condições econômicas. Não há dados sobre o perfil das mulheres que realizaram entrega voluntária no Brasil, mas juízes e assistentes sociais afirmam que é comum receber mulheres que já têm algum tipo de informação sobre o procedimento. A comunicação sobre a intenção de entrega voluntária pode ser feita pela grávida na Vara da Infância e da Juventude ou a qualquer serviço público, como hospitais, escolas e conselhos tutelares. — Muitas chegam com informação porque procuraram, pesquisaram. Podem ter sido vítimas de abuso sexual e encaminham para a entrega porque quando chegam ao serviço já não conseguem o aborto — diz Angélica Gomes, assistente social do Tribunal de Justiça de Minas e assessora técnica de serviço social da Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção. — Às vezes universitárias, bebês de relacionamentos extraconjugais. Procedimento Se a Vara da Infância já foi informada sobre essa decisão, deve comunicar ao hospital provável de nascimento para que também se prepare para acolher a gestante. Ela tem o direito de não amamentar nem ver o recém-nascido. Caso a manifestação de interesse de entregar a criança ocorra apenas na hora do parto, a maternidade deve acionar a Justiça para garantir que a entrega aconteça de forma legal. O bebê é encaminhado para acolhimento, enquanto a genitora confirma em audiência a intenção de entregar a criança. Só então o bebê é levado à família adotiva. O processo visa a evitar situações chamadas de "adoção à brasileira", quando um recém-nascido é entregue de forma irregular a uma família que se passa pela biológica. Segundo Silvana do Monte Moreira, presidente da Comissão de Adoção do Instituto Brasileiro de Direito de Família (Ibdfam), ainda é comum que profissionais de saúde façam essa intermediação irregular, fora do olhar da Justiça. O problema disso é que nem sempre a família que recebe uma criança nessas condições está preparada ou tem boas intenções. Já as cadastradas na Justiça para adotar passam por cursos e avaliações psicológicas. A entrega voluntária também ajuda a evitar situações de abandono de bebês. Segundo a juíza Samyra Remzetti Bernardi, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e integrante do Fórum Nacional da Infância e da Juventude do CNJ, hoje no Brasil são oito crianças abandonadas por dia — número maior, portanto, do que a de entregues regularmente à adoção. Julgamento A entrega voluntária encontra resistências. Nem todos os profissionais que atendem a mulher tratam essa situação como um direito, diz Silvana. — Sempre que possível, as pessoas tentam insistir para que a mulher fique com o rebento indesejado. Para ela, há um "mito" do amor materno que impede de tratar esses casos sem julgamentos. O CNJ documentou em relatório deste ano tentativas de demover as genitoras da decisão de entregar a criança para adoção. Em um dos casos, um conselheiro tutelar argumentou a uma mulher que "onde come um, comem dois". Em outra situação, uma mulher havia tentado fazer um aborto, sem sucesso, e pediu sigilo sobre a decisão de entregar a criança para a adoção, mas o nascimento foi relatado à família por uma médica. Também ocorrem sugestões para que a mulher amamente contra a vontade. Mulheres de cidades pequenas buscam outros municípios para a entrega, a fim de garantir sigilo. — Elas têm medo do julgamento — diz Angélica. Falta de formação e de pessoal são gargalos Além dos julgamentos à mulher, a entrega voluntária para a adoção enfrenta gargalos técnicos. O atendimento à grávida ou à mulher que acabou de dar à luz deveria ser rápido e contar com equipe multidisciplinar, o que nem todas as localidades têm. Varas que não são exclusivas para Infância e Juventude vivem o desafio de priorizar esses casos em meio a processos de outras naturezas também urgentes, diz Hugo Zaher, juiz da Infância e Juventude de Campina Grande (PB) e presidente do Fórum Nacional da Justiça Protetiva. Há também a necessidade de formação para profissionais de saúde, conselheiros e demais envolvidos no atendimento à mulher para conhecerem essa possibilidade e encaminhar os casos. Maternidades, por exemplo, devem estar preparadas para atuar caso uma mulher manifeste a intenção de entregar a criança para a adoção no momento do parto. Juízes relatam alta rotatividade de equipes, o que dificulta a formação dos quadros para lidar com essas situações. TJs Tribunais de Justiça em todo o País têm feito palestras e cartilhas de orientação à sociedade. Uma resolução em debate no CNJ visa a dar uniformidade aos procedimentos de entrega voluntária e detalhar questões relacionadas à capacitação de profissionais e às formas de atendimento à mulher quando ela é encaminhada a uma Vara da Infância e Juventude. O texto recebeu quase 300 sugestões e ainda será votado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
- Bandido morava escondido no Hospital de Carazinho para roubar pacientes
A Brigada Militar de Carazinho confirmou uma denúncia que estava circulando em grupos de WhatsApp na noite desta segunda-feira (27). Circulava pelos grupos a informação de que um paciente do Hospital de Caridade de Carazinho se surpreendeu um estranho mexendo em seus pertences. A Brigada Militar foi acionada para ir até o local na noite desta segunda-feira (27), e foi realizada uma averiguação do local. “Realmente, a brigada militar recebeu essa informação agora à noite, foi despachada uma viatura até o HCC, realizadas buscas, mas não acharam ninguém”, respondeu a assessoria de imprensa do 38º BPM. Porém, a BM confirmou que teria, mesmo, alguém morando escondido em dependências do hospital, onde foi encontrado até um colchão. “A princípio ele fugiu mesmo, ele estaria morando lá, tinha até café, no sótão, acho que estava furtando do pessoal e escondia no sótão, mas não foi localizado, e não tem suspeito”. O Hospital de Caridade de Carazinho não se manifestou sobre o ocorrido. *Por Uirapuru via https://rduirapuru.com.br/bandido-morava-escondido-no-hospital-de-carazinho-para-roubar-pacientes/
- Sicredi emite a primeira Letra Financeira Pública Sustentável do Brasil
#PortalEstaEmTudo Com captação de R$ 780 milhões, recursos serão convertidos em crédito para projetos alinhados a boas práticas sociais e ambientais. O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5,5 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, emitiu em 22 de junho a primeira Letra Financeira Pública Sustentável do Brasil, com séries de dois e três anos. Com captação de R$ 780 milhões, os recursos serão convertidos em crédito para projetos alinhados à sustentabilidade. O Banco Bradesco BBI foi o coordenador da operação, que para ser considerada sustentável foi alicerçada em um Framework elaborado com a opinião de segunda parte da companhia Sustainalytics. Com os recursos gerados na operação, a instituição financeira cooperativa irá conceder financiamentos para finalidades alinhadas a benefícios ambientais e/ou sociais. Os critérios de elegibilidade verdes selecionados para a concessão de crédito foram: energia renovável, gestão ambientalmente sustentável dos recursos naturais vivos e uso da terra, construções verdes, eficiência energética e transporte limpo. Já os critérios de elegibilidade social foram levar serviços financeiros essenciais em comunidades com menor acesso, além de geração de empregos por meio do efeito potencial do financiamento de microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas. As empresas de médio porte também podem ser beneficiadas pelo recurso desde que se enquadrem em critérios específicos como serem lideradas por mulheres ou estarem em regiões de menor desenvolvimento, por exemplo. Os pequenos produtores rurais ligados à agricultura familiar também são elegíveis para o acesso aos financiamentos. “Notamos uma busca muito grande do mercado por esta Letra Financeira Pública, por sua temática sustentável. Assim, realizamos uma emissão alinhada com nossos valores e, ao mesmo tempo, atendemos a esta crescente demanda por estes tipos de instrumentos. Para nós, a sustentabilidade é a gestão do negócio com foco na expansão do impacto econômico, social e ambiental positivo que causamos, reduzindo adversidades e gerando valor para nossos associados, colaboradores e a toda sociedade”, afirma Alexandre Barbosa, superintendente de Tesouraria do Sicredi. A junção das elegibilidades dos critérios “social” e “verde” para linhas de crédito em um único instrumento é o que caracteriza esta Letra Financeira Pública como a primeira sustentável do Brasil. O Framework do instrumento financeiro foi chancelado pela empresa independente Sustainalytics, que atestou que a Letra Financeira está alinhada e atende aos princípios e guidelines internacionais das melhores práticas sustentáveis. Comprometimento com o desenvolvimento Sustentável O lançamento da primeira Letra Financeira Pública Sustentável do Brasil pelo Sicredi reforça o seu compromisso com o Pacto Global das Nações Unidas em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Essa nova emissão também está alinhada com a Política de Sustentabilidade do Sicredi, que estabelece princípios e diretrizes alinhadas às melhores práticas para apoiar o processo decisório em todos os escopos dos negócios, considerando os desafios e oportunidades econômicas, sociais e ambientais, com o objetivo de aumentar o impacto positivo da atuação do Sicredi. Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros. Site do Sicredi: www.sicredi.com.br
- Cotrijal, Sicredi e Grupo Pedala Não-Me-Toque promoverão o Pedal Solidário no sábado
#PortalEstaEmTudo A Cotrijal, Sicredi e o Grupo Pedala Não-Me-Toque irão promover em parceria no próximo sábado, 2 de julho, o Pedal Solidário. A saída irá ocorrer as 13 horas e 30 minutos de frente a sede da Cotrijal em Não-Me-Toque, com o trajeto até Carazinho. As inscrições tem o valor simbólico de dois quilos de alimento. "Então pega teu capacete, tua luva, calibra o pneu da bike e vem junto com a gente neste pedal em favor do próximo." Vamos exercitar nosso cooperativismo e solidariedade. Bora pedalar?
- Produtores de leite e familiares se aperfeiçoam em Produção de Derivados de Leite
#PortalEstaEmTudo O leite, alimento de excelente qualidade nutritiva que integra o agronegócio brasileiro, pode ser utilizado tanto "in natura" quanto processado em derivados, cuja forma agrega valores ao produto, aumenta a sua vida útil e diversifica os modos de consumi-lo. Pensando em fomentar a cadeia produtiva do leite, profissionalizar pessoas, gerar produtos de qualidade e possibilitar aprendizado para produção tanto de consumo próprio como comercial, foi que o Sindicato Rural de Não-Me-Toque ofereceu através do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-RS) o curso de Produção de Derivados do Leite, nos dias 22 a 24 de junho, no pavilhão da Comunidade de São João do Gramado - zona rural do município. Através dos ensinamentos do instrutor do Senar, Claudio Ribas Rocha - médico veterinário pós graduado em tecnologia de alimentos – os 10 alunos aprenderam em aulas práticas e teóricas as questões gerais de segurança alimentar e o processo de manipulação e fabricação dos derivados, como o queijo minas frescal, queijo ricota, requeijão cremoso, doce de leite, iogurte, rapadura, käs schimier, pasteurização da nata e fabricação de manteiga, entre outras receitas. O curso gratuito foi ofertado para a comunidade em geral, mas teve participação em sua maioria de produtores de leite e familiares, que irão receber certificado de conclusão. A turma que foi muito participativa e colaborativa, já manifestou interesse em realizar no próximo ano curso específico de fabricação de queijos. Participantes: Clarice Noeli Arnt Claudia Adriana Görgen Daniela Raquel Berwig Eduarda Cavalli de Oliveira Eduarda Loureiro Geisa Fagundes da Silva Geni Gomes Barboza João Felipe Vogel Sabini Josiane Petry Vergütz Mayara de Aragão Raposo Sindicato Rural NMT Redação: Ana Cláudia Stumm
- Termina na próxima quinta-feira o prazo para licenciamento dos veículos com placas de final 1 a 5
#PortalEstaEmTudo O DetranRS alerta proprietários de veículos com placas terminadas em 1, 2, 3, 4 e 5 que o último dia para regularizar o licenciamento anual 2022 é na próxima quinta-feira, dia 30 de junho. Por isso, quem ainda possui débitos em aberto, como quem quitou apenas o IPVA, deve efetuar os pagamentos pendentes. Já os veículos com placas de finais 6, 7, 8, 9 e 0 têm até o dia 31/07 para quitar o licenciamento, estando o documento de 2021 válido até essa data. Sobre o licenciamento O licenciamento anual do veículo é composto de: IPVA, que tem calendário diferente (com vencimento em abril, ou junho para quem realizou o parcelamento); Seguro Obrigatório DPVAT (a tarifa para 2022 é ZERO para todos os veículos); taxa de licenciamento anual e eventuais multas vencidas. Será considerado devidamente licenciado o veículo cujo proprietário quitar todos os itens, desde que não haja nenhuma outra pendência bloqueante, como comunicação de venda sem transferência, ou chamado de recall em atraso, por exemplo. O DetranRS recomenda que o proprietário verifique se o veículo foi efetivamente licenciado para o ano de 2022, acessando o site oficial www.detran.rs.gov.br, clicando no link “consulta de veículo”. É importante confirmar se foram quitados todos os débitos exigíveis e se o veículo não possui nenhuma outra pendência ativa. Com isso, pode-se evitar transtornos futuros. Só digital O certificado de licenciamento CRLV em papel-moeda — aquele documento verdinho - não é mais emitido em todo o país. Hoje, o padrão é o documento digital, acessado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito. Caso queira, o proprietário tem ainda a opção de imprimir uma versão em papel A4 em qualquer impressora. Esse documento possui um código de verificação e é aceito pela fiscalização em todo o Brasil. Saiba como gerar o seu CRLV digital, ou imprimir o documento no site do DetranRS, menu "veículos", box "licenciamento". Pagamento por Pix e rede bancária conveniada Neste ano, o pagamento de débitos de veículos registrados no estado do Rio Grande do Sul pode ser feito por meio de: 1) bancos conveniados ao DetranRS: Banco do Brasil (só para clientes BB), Banrisul (incluindo sua rede de correspondentes bancários), Bradesco ou Sicredi. Clientes desses bancos podem utilizar os canais de atendimento facilitado disponíveis, tais como aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos, WhatsApp (Banco do Brasil), etc; 2) Pix, sendo necessário gerar o código no aplicativo IPVA RS, ou nos sites oficiais: portal rs.gov.br, do DetranRS ou da Fazenda Estadual; 3) uma instituição financeira autorizada pelo DetranRS, na modalidade da contratação de um empréstimo/financiamento, sobre o qual incidirão tarifas e juros. A lista dessas empresas está no site www.detran.rs.gov.br > Menu veículos > Financiamento de débitos do veículo com cartão.
- Mais de 1,2 milhão de consumidores ainda não solicitaram o resgate do Receita Certa
#PortalEstaEmTudo O Receita Certa, ação do governo do Estado lançada em agosto de 2021, que tem como objetivo distribuir parte do incremento real da arrecadação com o ICMS proveniente do comércio varejista, já pagou nesta segunda rodada mais de 590 mil consumidores, o que totaliza mais de R$ 26 milhões. Porém, mais de 1,2 milhão de premiados ainda não requisitaram o resgate do prêmio no site do programa. A segunda solicitação do Receita Certa, modalidade do Nota Fiscal Gaúcha (NFG), pode ser realizada no site ou app do Nota Fiscal Gaúcha (NFG) até 27 de julho. Pelas regras do Receita Certa, sempre que o varejo tem crescimento de arrecadação num trimestre, parte desse aumento é devolvido aos cidadãos que pediram CPF nas suas notas fiscais na hora da compra. Com o incremento verificado, os contribuintes podem solicitar a devolução do Receita Certa por meio de pix (CPF do cidadão) ou depósito em conta corrente ou poupança ativa do Banrisul indicada. O resgate só é possível para contas vinculadas ao CPF do cadastro no programa NFG. Segundo os cálculos apurados pela Receita Estadual, o crescimento do varejo no período de janeiro, fevereiro e março (comparado com o mesmo período do ano anterior) foi de 10,9% e R$ 73 milhões serão devolvidos aos cidadãos consumidores cadastrados. O resgate irá variar de R$ 5 a R$ 172, conforme o número de pontos. Clique aqui e saiba mais sobre o Receita Certa. Como solicitar o resgate de valores: O valor mínimo de resgate será de R$ 5 e deverá ser solicitado em “meus prêmios”. O segundo resgate da premiação já pode ser solicitado por meio do aplicativo e do site do Nota Fiscal Gaúcha. O consumidor terá até 90 dias para fazer o resgate dos valores. Caso não atinja o valor mínimo para resgaste no trimestre, o prêmio acumulará e ficará disponível nos trimestres seguintes, quando atingir o limite mínimo. Inicialmente, o pagamento será realizado por meio de pix (CPF do cidadão) ou depósito em conta corrente ou poupança ativa do Banrisul informada. O resgate só é possível para contas vinculadas ao CPF do cadastro no programa NFG. Texto: Ascom Sefaz Edição: Secom
- Em guerra, Rússia promete manter comércio de fertilizantes com Brasil
#PortalEstaEmTudo O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta segunda-feira (27) que o país vai garantir o fornecimento ininterrupto de fertilizantes para o setor agrícola brasileiro. O compromisso foi reforçado durante conversa telefônica entre o líder russo e o presidente Jair Bolsonaro. Os fertilizantes, especialmente nitrogênio, fósforo e potássio, são largamente usados pelo setor agrícola no país, sendo considerados essenciais para o fornecimento de um ou mais nutrientes para as plantações. O Brasil consome 8% de toda a produção mundial de fertilizantes, avaliada em 55 milhões de toneladas, mas importa 85% do insumo usado pelo agronegócio, principalmente da Rússia, que sofre um forte embargo econômico promovido pelos Estados Unidos, países da Europa ocidental e Japão, por causa da invasão militar na Ucrânia. "Os problemas de segurança alimentar global foram longamente discutidos. O presidente russo fez uma avaliação detalhada das causas da difícil situação no mercado mundial de produtos agrícolas e fertilizantes. Enfatizou a importância de restaurar a arquitetura do livre comércio de produtos alimentícios e fertilizantes que foi destruída pelas sanções ocidentais. Neste contexto, Vladimir Putin salientou que a Rússia está empenhada em cumprir suas obrigações de garantir o fornecimento ininterrupto de fertilizantes russos aos agricultores brasileiros", informou o governo russo, em um comunicado oficial. Mais tarde, durante evento no Palácio do Planalto, o presidente brasileiro confirmou a conversa com Putin, ressaltando que a questão da produção de alimentos e da segurança energética foram os principais assuntos discutidos entre ambos. Petrobras Bolsonaro também comentou sobre a troca de comando na Petrobras. Segundo ele, a empresa terá “uma nova dinâmica” sob a gestão de Caio Mário Paes de Andrade, que tomou posse no Conselho de Administração e foi eleito presidente da companhia em reunião nesta segunda-feira. "Teremos uma nova dinâmica também na Petrobras na questão dos combustíveis no Brasil. E tudo vai ser analisado na conformidade, na base da lei, sem querermos mexer no canetaço na Lei das Estatais, sem querer interferir em nada, mas com muito respeito, muita responsabilidade", disse o presidente. Esta é a quarta troca de comando na estatal durante o mandato presidencial de Jair Bolsonaro. Formado em comunicação social pela Universidade Paulista, Paes de Andrade aprofundou seus estudos nos Estados Unidos, tem pós-graduação em administração e gestão pela Universidade de Harvard e mestrado em administração de empresas pela Duke University. Segundo currículo divulgado pela Petrobras, ele acumula experiências como empreendedor em tecnologia de informação, mercado imobiliário e agronegócio. Paes de Andrade foi indicado por Bolsonaro para substituir José Mauro Ferreira Coelho. O presidente da República vinha manifestando publicamente sua insatisfação com os reajustes dos combustíveis. Desde 2016, a Petrobras adota a chamada Política de Preços de Paridade de Importação (PPI), que vincula o preço do petróleo ao mercado internacional tendo como referência o preço do barril tipo brent, que é calculado em dólar. Essa diretriz foi defendida por todos os presidentes da estatal indicados nos últimos seis anos, durante os mandatos de Michel Temer e de Jair Bolsonaro. Edição: Aline Leal - Agência Brasil
- Stara: Como funciona uma plataforma de milho?
#PortalEstaEmTudo O milho vem alcançando cada vez mais altas produtividades. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a segunda safra de milho no Brasil deve atingir 86 milhões de toneladas de grãos. Mas você já parou para pensar como funciona a plataforma que realiza o trabalho de colheita do milho? No caso da plataforma Stara Brava +, ela possui divisores de linhas e entre eles conjuntos de dois rolos despigadores que induzem a entrada da planta do milho na plataforma. Os rolos fazem movimentos opostos, realizando o despigamento, ou seja, puxando a planta do milho para baixo e arrancando as espigas quando batem nas chapas despigadoras, localizadas acima dos rolos. As correntes transportadoras conduzem as espigas a plataforma e por meio de um caracol serão conduzidas até o centro da máquina. As chapas despigadoras da plataforma Brava+ possuem regulagem elétrica (ou mecânica), acionada através de controle remoto, com uma amplitude de 20 mm para 40 mm entre as chapas. As regulagens são feitas de acordo com a espessura da cana do milho e das espigas, de maneira fácil e rápida, proporcionando mais eficiência na colheita mesmo com diferentes variedades e minimizando perdas. Também possui o conjunto linha regulável composto por rolos com oito aletas que realizam o despigamento do milho, com mais de dez opções de rotação, além de corrente recolhedora com seis canecas, garantindo uma colheita com rapidez e qualidade. Esse sistema reduz a entrada de palha em 30%, aumentando o rendimento e reduzindo o consumo de combustível da colhedora. A plataforma Brava + também possui um sistema de acoplamento compatível com qualquer modelo de colhedora, necessita apenas a troca da estrutura de engate. Outro diferencial é o limitador de torque no caracol que proporciona maior segurança durante a colheita, evitando danos ao sistema no caso de travamento ou sobrecarga. Também possui limitadores de torque por linha com sistema radial de desarme que garante maior vida útil ao conjunto, evitando o desarme das linhas que não estão sofrendo interferência. Como opcional, possui o kit caracol lateral que realiza de forma eficiente a colheita do milho acamado nas laterais, conduzindo as espigas para dentro da plataforma, evitando perdas de produção. Outro opcional é o sensor de altura. Disponibilizado nos modelos acima de 13 linhas, permite trabalhar próximo ao solo, aumentando o rendimento da colheita. É oferecido em kits com 3, 4 ou 5 sensores. A plataforma Brava + é uma ótima opção para evitar perdas e garantir altas produtividades.
- Alunos do Solano doam litros de leite através da disputa do interseries
#PortalEstaEmTudo No último sábado a tarde, dia 25 de junho, o Instituto Estadual de Educação São Francisco Solano promoveu seus jogos escolares - interseries - no ginásio da escola. Uma ação social foi praticada junto a competição, modificando até mesmo o nome para "Copa Leite" e arrecadando entre todos os alunos participantes litros de leite em caixinha que serão doados para a APAE de Não-Me-Toque. A competição visa o incentivo a prática esportiva e a interação entre os alunos de diferentes anos do ensino médio.
- Paulo Massamann conquista 1º Lugar em sua categoria na "Rústica do Amor"
#PortalEstaEmTudo A ONG Amor esteve no último domingo promovendo a 3ª edição da Rústica do Amor em Passo Fundo. O evento será beneficente visa arrecadar alimentos para a manutenção das atividades da entidade. Não-Me-Toque esteve representada pelo atleta Paulo Massmann que conquistou o 1⁰ lugar na categoria 40/45 anos e 6⁰ lugar entre 220 atletas participantes. ONG Amor realiza ações que visam promover o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida de famílias que vivem em estado de vulnerabilidade social.



































