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- INSS autoriza avaliação social por videoconferência
#PortalEstaEmTudo A avaliação social de pessoas com deficiência, realizada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), poderá ser feita de forma remota em todo o país, por meio de videoconferência, caso seja do interesse do beneficiário. A medida, visando à modalidade remota para o procedimento de avaliação social exigido para a concessão do benefício assistencial de prestação continuada à pessoa com deficiência (BPC), está prevista na Portaria nº 978, publicada no Diário Oficial da União de hoje (8). Segundo a portaria, o serviço será disponibilizado nos canais remotos Meu INSS e Central de Atendimento 135, “permitindo ao cidadão escolher a forma do atendimento, presencial ou remota”. A publicação da portaria segue decisão manifestada em junho de 2021 pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na qual autoriza pedido de medida cautelar que determinou, inicialmente em caráter piloto, a modalidade remota para procedimento de avaliação social exigido para a concessão do benefício assistencial de prestação continuada à pessoa com deficiência. A medida foi adotada em meio a suspeitas de irregularidades cometidas na interrupção de perícias médicas sob responsabilidade do INSS em meio às restrições impostas pela pandemia da covid-19. A avaliação social remota será feita nas dependências do INSS ou de entidades parceiras, “cabendo ao cidadão comparecer ao endereço indicado, no dia e hora do seu agendamento para o atendimento”. Os agendamentos indevidos, que não possuam relação com o Benefício Assistencial da Pessoa com Deficiência e que não tenham número de protocolo válido, poderão ser cancelados previamente pelas unidades. A portaria diz que cabe às superintendências regionais a escolha das unidades que farão o atendimento de Avaliação Social da Pessoa com Deficiência - Remota, “observada a capacidade de cada unidade para a realização do atendimento”. Caso haja necessidade de juntada de relatórios, pareceres ou outros documentos institucionais ou multiprofissionais para subsidiar a avaliação social, será necessário, ao beneficiário, apresentar um termo de consentimento, conforme apresentado em anexo da portaria. Documentos e formulários necessários ao processo deverão ser digitalizados e enviados ao profissional do serviço social, via e-mail institucional. Fonte: Agencia Brasil
- Pulverizadores Stara oferecem o melhor pacote tecnológico do mercado
#PortalEstaEmTudo Quem passar pelo stand da Stara no Show Rural Coopavel pode conferir as tecnologias da melhor eficiência em pulverização. Através de simuladores, é possível ver de perto as operações e sistemas dos pulverizadores autopropelidos da linha Imperador. Entre eles, o Sistema Dupla Linha que possui duas linhas de ponta de pulverização que permitem realizar aplicações com maior amplitude de velocidade de trabalho, aumentando o rendimento operacional. Outra tecnologia é o Sistema Bico a Bico que realiza o desligamento automático do bico de pulverização em áreas onde a calda já foi aplicada, evitando a sobreposição, eliminando o desperdício e sobredose na cultura. Os simuladores permitem visualizar o ótimo padrão de gotas e de vazão, a amplitude de velocidade, que resultam em alto rendimento operacional e excelência nas aplicações. Barras centrais Além disso, a linha Imperador é a única no mundo com barras centrais, com distribuição de peso 50% na parte dianteira e 50% na traseira, o que permite uma maior capacidade de rampa, de tração e maior estabilidade das barras durante as aplicações. Visite o nosso stand no Show Rural Coopavel, até 11 de fevereiro, e confira essas e tantas outras tecnologias que a Stara oferece para você ter os melhores resultados no campo.
- Sicredi está no Top 5 anual de projeções econômicas do Banco Central pelo quinto ano consecutivo
#PortalEstaEmTudo Pelo quinto ano consecutivo, o Sicredi é destaque no ranking anual de projeções econômicas divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira, dia 31 de janeiro. Entre mais de cem organizações, incluindo as maiores instituições financeiras e consultorias de economia do país, o Sicredi figurou em duas categorias relevantes, sendo representado pelo Banco Cooperativo Sicredi e pela Sicredi Asset, gestora de recursos da instituição financeira cooperativa. Com base nas projeções econômicas mais consistentes ao longo do ano e que leva em consideração um Sistema de Expectativas de Mercado, o Banco Cooperativo conquistou o segundo lugar na categoria IPCA para o indicador de Médio Prazo Anual (nota 8,3). Já na Taxa de Câmbio, a Sicredi Asset ocupou a quinta posição na categoria Curto Prazo Anual (nota 9,6). Para Pedro Ramos, economista-chefe do Banco Cooperativo Sicredi, a presença entre as melhores projeções do “Top 5” do Banco Central mostra que a instituição oferece uma análise precisa e se consolida como referência nas projeções do mercado, acumulando também 15 aparições nos rankings mensais do BC. “Ficamos felizes com mais essa conquista. Esses destaques são fruto do trabalho do nosso time de especialistas, que busca sempre estar atento a mudança no mercado, considerando que a acurácia nas previsões pode contribuir com a tomada de decisão necessária para organização da vida financeira dos nossos mais de 5,5 milhões de associados”. O economista-chefe da Sicredi Asset, Luiz Furlani, também comemora a presença no ranking anual e as nove aparições nos rankings mensais: “A presença nos rankings do Banco Central reconhece o excelente e consistente trabalho realizado pelo time da Sicredi Asset, contribuindo para disponibilizarmos as melhores oportunidades nos fundos de investimento para os nossos associados.” As classificações anuais do BC são feitas a partir dos rankings mensais de curto e médio prazos divulgados ao longo do último ano. Atribui-se, a cada mês, notas que variam de zero (para o maior desvio em relação ao resultado mensal efetivo) a dez (para o menor desvio em relação ao resultado mensal efetivo) para, então, ser calculada a média final das notas mensais. As medianas das variáveis projetadas pelas cinco instituições que mais acertam (as Top 5) são divulgadas no Focus - Relatório de Mercado elaborado pelo órgão. Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.200 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. *Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
- Novidade: Magalski Cuias e Acessórios inaugura no sábado
#PortalEstaEmTudo A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania promoverá a 4ª edição do Casamento Civil Comunitário. Os 16 casais aptos para o casamento receberão também uma bênção ecumênica. O evento acontecerá em 23 de fevereiro, no Centro de Eventos, às 19h30. As inscrições para o Casamento Civil foram realizadas no ano passado, durante o Tapera Mais Cidadã. De acordo com a secretária Miriam Saggin Visoto, o intuito é promover o casamento civil comunitário a cada dois anos: “no Tapera Mais Cidadã, 23 casais se inscreveram, porém apenas 16 poderão oficializar a união. O objetivo do Casamento Civil Comunitário é regularizar a situação de união estável desses casais”, comentou. A solenidade faz parte das comemorações alusivas aos 67 anos do município de Tapera.
- Tapera promoverá 4ª edição do Casamento Civil Comunitário
A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania promoverá a 4ª edição do Casamento Civil Comunitário. Os 16 casais aptos para o casamento receberão também uma bênção ecumênica. O evento acontecerá em 23 de fevereiro, no Centro de Eventos, às 19h30. As inscrições para o Casamento Civil foram realizadas no ano passado, durante o Tapera Mais Cidadã. De acordo com a secretária Miriam Saggin Visoto, o intuito é promover o casamento civil comunitário a cada dois anos: “no Tapera Mais Cidadã, 23 casais se inscreveram, porém apenas 16 poderão oficializar a união. O objetivo do Casamento Civil Comunitário é regularizar a situação de união estável desses casais”, comentou. A solenidade faz parte das comemorações alusivas aos 67 anos do município de Tapera. FONTE: ASCOM TAPERA
- Espumosenses dizem ter avistado grande cobra no Rio Jacuí
A lenda do minhocão do Rio Jacuí voltou a tona em Espumoso. Isso tudo depois que dois espumosenses avistaram na tarde do último domingo, 05, uma cobra de grande porte no rio Jacuí. De acordo com as informações das testemunhas, Patrick Silveira, sua esposa e seus filhos estavam na ponte em que o arroio Tigreiro deságua no Jacuí e avistaram uma cobra de grande porte. Patrick com ânsia de confirmar a veracidade do animal, pediu ajuda ao senhor João Luis Cavali, vulgo Paleta, que de imediato confirmou que se tratava de uma grande cobra. “Eu não sabia se era um pato, uma lontra ou uma cobra, então chamei o Paleta e confirmamos que se tratava de uma cobra que tinha uma cabeça de mais ou menos um palmo e meio. Ela submergia e voltava para fora da água.” detalhou o professor Patrick. Segundo Paleta, a cobra tinha cor escura com detalhes amarelos. “Ela era preta com uns detalhes amarelos. Uma cobra grande e que estava muito perto de nós. Já sabemos muitas vezes que esse bicho foi avistado e agora mais que nunca eu acredito que ela existe mesmo.” comentou. Os avistamentos de grandes cobras no Rio Jacuí já sê arrastam por dezenas de anos, a suposta lenda do Minhocão do Jacuí já rendeu livros e documentários em televisão. Apesar de nunca ter nenhum registro palpável sobre a existência, os relatos de avistamentos são variados ao longo dos anos. FONTE: CLIC ESPUMOSO VIA https://clicespumoso.com.br/espumosenses-dizem-ter-avistado-grande-cobra-no-rio-jacui/?fbclid=IwAR0JbfY6g3kQLubbtsmE3sBucJJYPWi5ilaVpVQCypT4aUuXY7JmHq10aU0
- Sites do governo do RS ficam fora do ar após ataque cibernético
Os sites do governo do Rio Grande do Sul estão fora do ar, na manhã desta terça-feira (8), após um ataque cibernético. Os painéis de controle de mortes e casos por Covid-19 e da vacinação contra a doença seguem no ar. O g1 entrou em contato com o Palácio Piratini, que informou que "há um problema e informações oficiais serão distribuídas assim que possível". A Delegacia de Crimes Cibernéticos ainda não notificada oficialmente do caso, segundo o titular, André Anicet. Tanto o site principal do governo estadual, quanto os sites individuais de cada secretária não estão funcionando. Pesquisando os endereços no Google, a seguinte mensagem aparece: "Você caiu na hackeada [...] Como penalidade, todos os serviços online do Rio Grande do Sul vão pro saco." Esta reportagem está em atualização. FONT G1 VIA https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2022/02/08/sites-do-governo-do-rs-ficam-fora-do-ar-apos-ataque-cibernetico.ghtml
- Prorrogadas as inscrições para o Concurso Público da SUSEPE/RS
Foram prorrogadas até 16 de fevereiro as inscrições para o Concurso Público da Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul - SUSEPE/RS, realizado pela Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências – Fundatec. São 80 vagas para diversas áreas, destinadas a candidatos com o Nível Superior e Médio Completos. A carga horária semanal é de 40h e os salários variam de R$ 4.500,00 a R$ 8.500,00. As inscrições custam de R$ 92,64 a R$ 211,15 e devem ser realizadas pelo site concursos.fundatec.org.br. A data provável da aplicação da prova é dia 27 de março. O edital retificado está disponível no mesmo site. As dúvidas podem ser esclarecidas pelo atendimento online Cybis (WhatsApp 51 99847-4972), pelo formulário no link contato.fundatec.org.br, ou pelos telefones (51) 3320.1000, para Porto Alegre e DDD 51, e 0800 035 2000, para interior e outros Estados. NÍVEL SUPERIOR COMPLETO Cargos (vagas): Agente Penitenciário (04), Técnico Superior Penitenciário – Arquitetura (02), Técnico Superior Penitenciário – Ciências Contábeis (01), Técnico Superior Penitenciário – Ciência da Computação (03), Técnico Superior Penitenciário – Direito (20), Técnico Superior Penitenciário – Educação Física (01), Técnico Superior Penitenciário – Enfermagem (02), Técnico Superior Penitenciário – Engenharia Agronômica (01), Técnico Superior Penitenciário – Engenharia Ambiental (02), Técnico Superior Penitenciário – Engenharia Civil (08), Técnico Superior Penitenciário – Engenharia Elétrica (02), Técnico Superior Penitenciário – Estatística (02), Técnico Superior Penitenciário – Farmácia (01), Técnico Superior Penitenciário – Nutrição (03), Técnico Superior Penitenciário – Odontologia (01), Técnico Superior Penitenciário – Pedagogia (01), Técnico Superior Penitenciário – Psicologia (10), Técnico Superior Penitenciário – Serviço Social (11) e Técnico Superior Penitenciário – Terapia Ocupacional (01). NÍVEL MÉDIO COMPLETO Cargos (vagas): Agente Penitenciário Administrativo (04). INFORMAÇÕES GERAIS Total de Vagas: 80. Carga Horária Semanal: 40 horas. Salário: de R$ 4.500,00 a 8.500,00 Inscrições: até 16/02/2022 pelo site www.fundatec.org.br. Valor das Inscrições: de R$ 92,64 até R$ 211,15. Data provável de realização da prova: 27/03/2022. fonte: Adriana Kuhn
- CMDL de Lagoa dos Três Cantos anuncia o retorno das atividades esportivas
O Conselho Municipal de Desporto e Lazer de Lagoa dos Três Cantos informou na manhã de terça-feira (8) o reinício das atividades esportivas agendadas para este ano de 2022. O Campeonato Municipal de Futebol Sete que estava suspenso devido ao aumento das contaminações por Covid-19 terá a 4ª rodada com jogos entre as equipes do Atlético FC B X Supremo, Stúdio Vitta X Oriental A, King’s Beer B X King’s Beer A. Estará de folga o Atletico FC A. Os jogos ocorrerão no estádio do G.E. Lagoense com início previsto para as 14h30min. O início do Campeonato Municipal de Bocha será nesta quarta-feira (9) com 5 equipes: Força Quatro, Turma do Trago A, Turma do Trago B, Cristal Vidros e Fundo da Grota. A primeira rodada será na cancha da Associação dos Funcionários da Cotrijal a partir das 19h com jogos entre Cristal Vidros X Turma do Trago A, Fundo da Grota X Força Quatro. A equipe da Turma do Trago B estará de Folga. As rodadas serão alternadas entre a cancha da Associação dos Funcionários da Cotrijal e da Sociedade Recreativa Sempre Unidos. FONTE: ASCOM LTC
- Stara apresenta seus lançamentos no 34º Show Rural Coopavel
A tecnologia está no DNA da Stara que segue inovando para auxiliar o produtor a obter os melhores resultados. Por isso, apresenta seus lançamentos da Agricultura 4.0 no 34º Show Rural Coopavel, de 7 a 11 de fevereiro de 2022, em Cascavel/PR. Os últimos lançamentos da Stara são: Conecta para linha de plantio, Syncro para pulverização, Nova Telemetria Stara e Zero Amassamento, com grande destaque por ser uma tecnologia exclusiva da Stara. Saiba mais: Conecta para linha de plantio Já disponível para linha de distribuidores e pulverizadores autopropelidos, o Conecta, um serviço de excelência e reconhecido pelo mercado, agora também pode ser usado na linha de plantio. O serviço de acesso remoto exclusivo da Stara que garante um suporte rápido e assertivo. Através do Topper 5500, um técnico direto da fábrica consegue acessar a máquina à distância em tempo real. Syncro para pulverização Mais uma novidade é o Syncro para pulverização que permite sincronizar até 4 pulverizadores autopropelidos para trabalharem no mesmo talhão. Também disponível para linha de plantio e distribuição, o Syncro não necessita conexão com a internet, a comunicação é via rádio. O Syncro proporciona melhor planejamento do trabalho, agilidade e precisão, além de evitar excessos e transpasse, o que ainda se potencializa nas aplicações noturnas. Telemetria Stara A Telemetria Stara recebeu uma atualização e agora oferece mais ferramentas para o monitoramento das lavouras. Entre as novidades está a possibilidade de registrar os motivos de parada da máquina e o envio de mapas de taxa variável direto para o Topper, sem a necessidade de pendrive. Além disso, a Telemetria Stara conta também com as integrações com sistemas ERP para melhorar a gestão da propriedade. Outra novidade é o Aplicativo da Telemetria Stara, que possibilita o acesso a todas as informações de maneira fácil e rápida no celular e conta com relatórios e alertas. Zero Amassamento O Zero Amassamento é uma tecnologia exclusiva da Stara, que realiza o plantio com desligamento automático das linhas no lugar que acontecerá o tráfego de pulverizadores e distribuidores. Isso gera uma economia de sementes ao agricultor, de até 4%, dependendo do tamanho das barras e da largura dos pneus do autopropelido. O Zero Amassamento está disponível para todas as plantadeiras Stara com Desligamento Linha a Linha e todo o processo de funcionamento é através de software. FONTE; STARA
- Incêndio de grandes proporções atinge fábrica de maçãs em Vacaria
Um incêndio de grandes proporções atingiu uma empresa de exportações de maçãs às margens da BR-285, na segunda-feira (7), em Vacaria, na Serra do Rio Grande do Sul. Ninguém ficou ferido com gravidade. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo se estendeu por pelo menos três pavilhões da fábrica. Dentro de um deles, havia grande concentração de amônia, um gás altamente inflamável e, por isso, as chamas se propagaram com facilidade. Dois bombeiros precisaram de atendimento médico, mas passam bem. Um deles tem asma e acabou se intoxicando com a fumaça. O outro ficou ferido após uma estrutura cair na perna dele. Equipes de Vacaria e Antônio Prado atuaram no combate às chamas e seguem realizando o rescaldo do incêndio. fonte: g1 via https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2022/02/08/incendio-de-grandes-proporcoes-atinge-fabrica-de-macas-em-vacaria.ghtml
- O que muda na prática se Covid virar endemia?
Ao longo das últimas semanas, países como Reino Unido, França, Espanha e Dinamarca decidiram que a Covid-19 não será mais encarada com uma pandemia e começará a ser tratada como uma endemia em seus territórios. Com isso, a doença provocada pelo coronavírus deixará de ser vista como uma emergência de saúde e muitas das restrições — uso de máscaras, proibição de aglomerações e exigência do passaporte vacinal — cairão por terra. Embora anúncios do tipo fossem esperados, eles causaram muita confusão: em alguns casos, a endemia foi interpretada como o fim da Covid — quando, na verdade, estamos muito longe disso (e é bem possível que essa doença nunca desapareça). Mas, afinal, o que uma endemia significa na prática? Os países europeus acertaram na decisão? E será que o Brasil também vai chegar nessa mesma etapa logo mais? Uma palavra, múltiplas interpretações Para começo de conversa, vale esclarecer que uma endemia não é necessariamente uma boa notícia. Ela apenas significa que há uma quantidade esperada de casos e mortes relacionadas a uma determinada doença, de acordo com um local e uma época do ano específicas. E esses números nem aumentam, nem diminuem. A infecção pelo herpes simples, que provoca feridas na boca e na região genital, é uma endemia. Estima-se que pelo menos dois terços da população mundial com mais de 50 anos já tiveram contato com esse vírus. Apesar de incômodo, esse quadro não está relacionado a grandes complicações ou risco de óbito. Por outro lado, outras doenças bem mais sérias e mortais, como tuberculose, Aids e malária, também são endêmicas. Só na malária, estima-se que cerca de 240 milhões de casos e 640 mil mortes aconteçam todos os anos, segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). A questão, portanto, tem a ver com a estabilidade nas estatísticas relacionadas com aquela enfermidade. Quando esses números fogem do controle, a situação evolui para uma epidemia (se o problema for localizado numa região) ou para uma pandemia (caso a crise se alastre por vários continentes). Num evento do Fórum Econômico Mundial realizado no final de janeiro, representantes de várias instituições discutiram todos esses conceitos e debateram quando a Covid-19 poderia ser realmente classificada como uma endemia. Na visão do imunologista Anthony Fauci, líder da resposta à pandemia dos Estados Unidos, endemia significa "uma presença não disruptiva sem a possibilidade de eliminação [de uma doença]". De acordo com a avaliação do especialista, o coronavírus não será extinto e passará, aos poucos, a afetar os seres humanos de forma similar a outros agentes causadores do resfriado comum. Na mesma ocasião, o médico Mike Ryan, diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da OMS, também bateu nessa tecla. "Nós provavelmente nunca vamos eliminar esse vírus. Depois da pandemia, ele se tornará parte de nosso ecossistema. Mas é possível acabar com a emergência de saúde pública." Ele também reforçou que endemia não é sinônimo de coisa boa. "Ela só significa que a doença ficará entre nós para sempre. O que precisamos é diminuir a incidência, aumentando o número de pessoas vacinadas, para que ninguém mais precise morrer [de Covid]", completou. A hora e a vez da Covid? De um lado, os cientistas se mostram reticentes em já encarar a Covid-19 como uma endemia, pela falta de parâmetros e de uma estabilidade nas notificações por um período mais prolongado. "Isso ainda não foi bem estabelecido. Quais são os números de casos, hospitalizações e mortes pela doença aceitáveis, ou esperados, todos os anos?", questiona a epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo. Por outro, é inegável que o avanço da vacinação e os recordes de novas infecções impulsionadas pela ômicron nos últimos dois meses garantiram um alto nível de proteção, especialmente contra as formas mais graves da doença. Até o momento, 53% da população mundial já recebeu ao menos duas doses da vacina. E as projeções publicadas no periódico The Lancet pelo Instituto de Métricas em Saúde da Universidade de Washington, nos EUA, indicam que, dado o alto grau de transmissibilidade da nova variante, metade das pessoas do planeta terão sido infectadas entre novembro de 2021 e março de 2022. "É muita gente com imunidade", avalia o infectologista Julio Croda, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esse aprimoramento das defesas do organismo garante uma proteção contra as complicações da Covid, relacionadas à hospitalização e morte, ao menos por alguns meses. "Graças à imunidade obtida pela vacinação e, em menor grau, pelo alto número de infecções, a doença se tornou menos letal", diz Croda, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. A Covid chegou a ter uma taxa de letalidade de 1 a 2%. Atualmente, esse número está em 0,25%, segundo alguns registros nacionais e internacionais. Croda explica que essa taxa de 0,25% ainda é o dobro do que ocorre na gripe (que fica em 0,1%). Mesmo assim, houve uma diminuição de praticamente dez vezes na mortalidade por covid que era observada há poucos meses. E isso, mais uma vez, tem a ver com a imunidade adquirida ao longo desse tempo. Os vírus e nosso sistema de defesa fazem um verdadeiro cabo de guerra. Quando surge uma doença infecciosa nova, a corda pende com mais frequência para o patógeno, já que nossas células imunes não fazem a menor ideia de como combater a ameaça. Com o passar do tempo — e a disponibilidade de vacinas seguras e efetivas — o jogo começa a virar, e o sistema imunológico "aprende" a lidar com o inimigo. Nessa situação, mesmo que o agente infeccioso consiga invadir o organismo, suas consequências tendem a ser menos preocupantes. É justamente isso que parece estar acontecendo com a Covid: dois anos e poucos meses depois dos primeiros casos, o número de indivíduos com algum nível de proteção é suficientemente alto para que não ocorra mais um aumento na demanda por leitos no mesmo patamar das outras ondas, em que o sistema de saúde chegou a entrar em colapso. Resumindo, pelo observado até agora, a Covid ainda não pode ser comparada com a gripe e está longe de ser um resfriado comum, mas parece caminhar para chegar mais próximo disso algum dia no futuro. O que muda na prática? Os países europeus que já classificam a Covid-19 como uma endemia em seus territórios acabaram (ou acabarão em breve) com a maioria das restrições que marcaram os últimos 24 meses. De forma geral, não haverá mais necessidade de uso de máscaras em locais fechados, não será preciso mostrar o comprovante de vacinação e as aglomerações estarão completamente liberadas. Num discurso recente no Parlamento do Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson disse que, "conforme a Covid se tornar endêmica, nós precisaremos substituir as requisições da lei pela orientação, de modo que as pessoas infectadas com o vírus sejam cuidadosas umas com as outras". Maciel entende que alguns cuidados devem permanecer mesmo assim, ainda que a situação fique menos grave. "O vírus vai continuar circulando. Mesmo que as medidas não sejam mais obrigatórias, é importante que todos tomem alguns cuidados quando necessário", orienta. A epidemiologista avalia que é preciso empoderar e ensinar as pessoas, para que elas avaliem o risco de cada situação e tomem as medidas para proteger a si e a todos ao redor. Um sujeito com sintomas de gripe ou Covid, por exemplo, deve trabalhar de casa, se possível, para não colocar em risco os demais colegas. E, caso tenha que sair, ele pode usar máscara para, assim, evitar a transmissão do vírus para os contatos próximos. "É a mesma coisa que acontece com a infecção pelo HIV. Ter uma relação sexual sem preservativo te coloca numa situação de risco, mesmo que essa doença seja considerada hoje uma endemia", compara. Que fique claro: o alívio nas políticas restritivas não significa que elas foram inúteis ou não deveriam ter sido adotadas no passado. É consenso entre os especialistas que todas essas medidas salvaram muitas vidas num momento em que não existiam outros meios para barrar a infecção e suas complicações. Hoje em dia, possuímos ferramentas testadas e aprovadas — vacinas e remédios — para lidar com a Covid e torná-la menos ameaçadora para a grande maioria da população. E, claro, caso surja uma nova variante agressiva e com capacidade de escapar da imunidade, será preciso instaurar novamente muitos desses cuidados preventivos que começam a ser abandonados em certas partes do mundo. Além das questões relacionadas à prevenção, outra mudança significativa da endemia envolve a vigilância: a forma como os casos são detectados e notificados é bem diferente. Durante os últimos dois anos, muitos países fizeram uma busca ativa de infectados, mesmo aqueles que nem apresentavam sintomas típicos da Covid. Foram montadas tendas de testagem em diversos locais e kits de diagnóstico eram distribuídos gratuitamente (ou vendidos por um preço baixo) para os cidadãos — no Brasil, foram poucas as cidades ou os estados que lançaram uma política nesses moldes. Aqueles indivíduos que testavam positivo eram então monitorados e orientados a ficar em quarentena. Na sequência, as pessoas com quem eles tiveram contato próximo nos dias anteriores eram comunicadas a também buscar os exames. Durante uma pandemia ou uma epidemia, essa estratégia permite cortar as cadeias de transmissão do vírus na comunidade e evita que a situação cresça e gere uma bola de neve, que desemboca em um aumento massivo de hospitalizações e mortes. Com a endemia, todo esse amplo programa de testagem, isolamento e rastreamento de contatos deixa de fazer sentido. "Passa-se então para um modelo de vigilância sentinela, em que não é necessário testar todo mundo que apresenta sintomas de infecção respiratória", explica Croda. "Um sistema que concentre os testes nos hospitais ou nos ambulatórios de atenção primária é custo-efetivo e ajuda a identificar padrões no número de casos." "Se a vigilância notar um novo crescimento em determinada região, é possível intervir cedo, antecipando campanhas de vacinação ou disponibilizando mais testes para aquele local", completa o especialista. Ainda nesse contexto endêmico, a ciência ainda não sabe ao certo como será o futuro da vacinação contra a Covid. Será que todos deverão tomar uma quarta dose? Ou haverá a necessidade de reforços anuais, a exemplo do que ocorre com a gripe? "É possível que precisemos de vacinas adaptadas de acordo com o surgimento de novas variantes, para proteger principalmente os grupos mais vulneráveis, como idosos, pacientes imunossuprimidos e crianças", antevê Croda. É cedo para decretar uma endemia? As decisões tomadas por alguns países europeus geraram algumas controvérsias no meio acadêmico. Num artigo publicado na revista especializada Nature, o pesquisador Aris Katzourakis, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, criticou o que ele considera um "otimismo preguiçoso". "Como virologista evolutivo, fico frustrado quando gestores públicos invocam a palavra 'endemia' como uma desculpa para fazer pouco, ou não fazer nada. Existem mais coisas que podem ser feitas do que aprender a conviver com rotavírus, hepatite C ou sarampo endêmicos", escreveu. Katzourakis também diz que é um erro pensar que a evolução dos vírus sempre os tornam mais "bonzinhos". "Lembre-se que as variantes alfa e delta são mais virulentas que a versão original detectada em Wuhan, na China. E a segunda onda da pandemia de gripe espanhola em 1918 foi muito mais mortal que a primeira", argumenta. "Pensar que a endemia é leve e inevitável não é apenas errado, mas perigoso: deixa a humanidade à mercê de muitos anos da doença, incluindo ondas imprevisíveis e novos surtos. É mais produtivo considerar o quão ruim as coisas podem ficar se continuarmos a dar ao vírus oportunidades de nos enganar. E daí então podemos fazer mais para garantir que isso não aconteça", finaliza. Para Croda, só o tempo dirá se a decisão dos países europeus foi certa ou errada. "Isso depende muito de fatores que não controlamos. Nesse meio tempo, pode surgir uma nova variante extremamente contagiosa, com escape imunológico e maior risco de hospitalização e óbito", especula. "É justamente para evitar que isso aconteça que precisamos ofertar vacinas para todos, especialmente para aqueles que ainda não tomaram nenhuma dose. Essa deveria ser a prioridade número um do mundo inteiro", acrescenta. Maciel concorda. "Quando a transmissão está muito alta, tudo pode acontecer, inclusive o surgimento de novas variantes.", alerta. "E o Brasil, além de seguir com a vacinação, precisa ampliar o acesso aos tratamentos contra a Covid, como os anticorpos monoclonais e os antivirais, que já são usados em outros países", complementa. Onde o Brasil se encaixa nesse debate? Por ora, ainda é muito cedo para falar de endemia no nosso país, explicam os especialistas. Estamos na crista da onda da ômicron, com recordes no número de casos e um aumento expressivo nas hospitalizações e nas mortes por Covid durante os últimos dias. O Instituto de Métricas em Saúde da Universidade de Washington, nos EUA, projeta que o Brasil deve atingir o pico de óbitos relacionados a essa nova variante no meio de fevereiro. A partir daí, os números devem cair novamente e se estabilizar durante o mês de março. Portanto, estamos alguns passos atrás do que é observado em outras partes do mundo, onde os números já estão se estabilizando. Para garantir uma situação mais tranquila por aqui, também é preciso ampliar a cobertura vacinal com a terceira dose. No momento, 23% dos brasileiros tomaram o reforço, número muito aquém do ideal. Vários estudos já mostraram que essa aplicação do imunizante é essencial para proteger contra a ômicron e seus efeitos mais graves no organismo. Croda entende que, com o passar do tempo, vários países devem seguir os passos dos europeus e começarão a encarar a Covid sob uma nova ótica. "E a América do Sul pode até ter uma vantagem nisso, já que é o continente com a maior cobertura vacinal contra a Covid do mundo", compara. "Assim que a onda da ômicron passar, podemos ficar numa condição muito melhor para diminuir as restrições", diz. Para entender como os gestores públicos enxergam essa discussão e se já há algum planejamento para que o país entre nessa fase de transição, a BBC News Brasil entrou em contato com o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e com o Ministério da Saúde. Por meio de uma nota de esclarecimentos, o Conass declarou que "o avanço da vacinação no Brasil, que hoje já alcança mais de 75% do público-alvo vacinado com as duas doses, é o primeiro passo para que o país caminhe para superar a pandemia da covid-19, porém, a introdução da variante ômicron mostrou a complexidade do enfrentamento do vírus e sua alta capacidade de mutações." "A rápida transmissão desta variante criou uma nova pressão na rede assistencial e o aumento de óbitos. Não é possível considerar de caráter endêmico uma doença que traz esse peso na assistência e que tenha essa alta morbimortalidade. Superar a pandemia não quer dizer que não teremos mais casos e óbitos pela covid-19, mas não temos parâmetros ainda para saber o quanto de casos e óbitos serão considerados esperados e, dessa forma, tratados como endêmicos", continua o texto. "As atenções e os esforços atuais devem estar voltados para garantir a ampliação e manutenção dos leitos clínicos e UTI covid, além da intensificação das campanhas de incentivo para que todos os brasileiros completem o esquema vacinal, incluindo a dose de reforço. Ainda não é o momento para baixar a guarda e decretar o controle da pandemia no Brasil", conclui o Conass. O Ministério da Saúde não enviou resposta até a publicação desta reportagem. FONTE: G1 VIA https://g1.globo.com/saude/coronavirus/noticia/2022/02/08/o-que-muda-na-pratica-se-covid-virar-endemia.ghtml
- Número de crianças que não sabem ler e escrever chega a 2,4milhões e aumenta mais de 65% na pandemia
Um levantamento divulgado nesta terça-feira (8) pela ONG Todos pela Educação aponta que 40,8% das crianças brasileiras entre 6 e 7 anos não sabiam ler ou escrever em 2021. É como se, em uma sala de aula com 25 crianças, 10 delas não houvessem sido alfabetizadas. Para chegar a essa conclusão, a ONG analisou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. O questionário do IBGE é respondido pelos responsáveis pelas crianças. O número de crianças entre 6 e 7 anos que não sabia ler ou escrever saltou de 1,429 milhão em 2019 (o equivalente a 25,1% das crianças brasileiras nessa faixa etária) para 2,367 milhões (40,8% das crianças) em 2021. O aumento é de 65,6% em comparação com os números de 2019. O levantamento não leva em consideração amarelos, indígenas e não declarantes. Se considerasse esses públicos, o aumento seria de 66,3% entre 2019 e 2021. O número é ainda mais alarmante entre crianças pretas entre 6 e 7 anos: em 2021, 47,4% delas não estavam alfabetizadas. Entre crianças pardas, 44,5%; entre as crianças brancas, 35,1%. Em 2019, nenhum dos índices chegava a 30%. No entanto, a taxa de crescimento do analfabetismo nessa faixa etária entre 2019 e 2021 foi maior entre crianças brancas: 88,5%, contra 69% entre crianças pretas e 52,7% entre crianças pardas. Segundo a ONG Todos Pela Educação, a explicação para a queda na alfabetização foi a pandemia de Covid-19, que causou a suspensão de aulas presenciais e obrigou as redes de ensino a se adaptar nos últimos dois anos. Vanusa Alves, mãe de Marcelly, de 7 anos, Desireé, de 10, e Matheus, de 13, diz que viveu isso na pele ao ver a diferença na alfabetização da mais nova. Marcelly fez o primeiro ano do ensino fundamental em 2021, já durante a pandemia, em uma escola municipal de Malhada, cidade do interior da Bahia. "Ela fazia as atividades em uma plataforma digital, mas quase não teve aulas. Ela dividia o celular com a irmã e eu auxiliava na hora das atividades. Mas não é a mesma coisa que estar numa sala de aula, com um professor sanando as dúvidas e ajudando no dia a dia", diz ela. Umas das diretrizes do decreto de 2019 que instituiu a Política Nacional de Alfabetização foi a priorização da alfabetização no primeiro ano do ensino fundamental, o que não aconteceu com Marcelly. "Até hoje ela não sabe ler e escrever com a desenvoltura que se espera de uma criança de 7 anos, mas espero que ela consiga se recuperar esse ano, com a volta das aulas presenciais. Acho que ela vai absorver o que não aprendeu ainda e vai conseguir praticar a leitura e a escrita", explica. Patrícia conta que, em comparação com o filho Arthur, hoje com 13 anos, Alexandre demorou mais para aprender a ler e escrever, mas eventualmente, ainda no primeiro ano de pandemia, conseguiu desenvolver as habilidades. "No final do ano ele já lia e escrevia. Eu sei que é diferente do que aconteceu em escolas públicas, mas a escola dos meus filhos conseguiu se adaptar e oferecer um atendimento individualizados para as crianças menores, o que foi fundamental para que o Alexandre começasse a ler", explica. Reverter a situação Para o líder de políticas educacionais do Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa, a queda na taxa de alfabetização é só mais uma evidência de desigualdades que já existiam antes da pandemia. "Claro que todos foram afetados, mas neste cenário as mais prejudicadas foram as crianças negras, as mais pobres, que já tinham um desnível no acesso à educação em relação às crianças brancas e às ricas", diz. Mais do que representar um número do presente, ele acredita que a diferença nas taxas de alfabetização pode virar um problema do futuro se não for devidamente enfrentada. "A evasão escolar já é maior entre pretos e pardos. Se não houver políticas públicas para reparar as aprendizagens dessas crianças, em alguns anos esse pode ser mais um dos motivos que vai levá-las a abandonar a escola", diz Correa. O problema, no entanto, não é irreversível. "É preciso priorizar a educação, fazer muito mais do que tem que sido feito. Estabelecer ações desde já pra minimizar esses efeitos. E atender essas populações que estão em situação de vulnerabilidade, com ações de recuperação, de recomposição de alfabetização que essas crianças tanto precisam", completa. A experiência da família baiana é diferente da vivida pela gaúcha Patrícia Landi, mãe de Alexandre, de 8 anos, e Arthur, de 13. O caçula teve apenas duas semanas de aulas presenciais em uma escola particular em Porto Alegre quando precisou passar a frequentar atividades remotas no início da pandemia, em março de 2020. "Foi muito rápido, nem deu tempo de ele se adaptar. Ele estava começando a aprender a escrever e veio esse esse sufoco que foi ficar em casa. Ele não ficou muito tempo sem aula, porque a escola logo organizou as aulas online, mas aqui em casa só tinha um notebook, e o Alexandre tinha que dividir com meu filho mais velho. Então, demandou uma adaptação para organizar as coisas", afirma. FONTE: G1 VIA https://g1.globo.com/educacao/noticia/2022/02/08/numero-de-criancas-que-nao-aprenderam-a-ler-e-escrever-aumenta-na-pandemia-aponta-levantamento.ghtml
- Lançamento da Expodireto Cotrijal apresenta uma feira renovada para 2022
O agronegócio já está em contagem regressiva para o início da ExpodiretoCotrijal 2022, que acontecerá de 7 a 11 de março, em Não-Me-Toque. Uma pequena prova do que a feira está preparando foi apresentada na nesta segunda-feira (7), em Porto Alegre, com a realização do lançamento oficial da exposição. Renovada e cada vez mais focada na tecnologia e inovação, a Expodireto Cotrijal trará novas experiências para os seus visitantes em 2022. Uma das grandes novidades é Expodireto Digital, que permitirá aos visitantes, de forma virtual, realizar uma visitação aos principais ambientes do parque. Será um ambiente totalmente tecnológico, onde o público poderá interagir com expositores, acompanhar eventos ao vivo e desfrutar de muito conteúdo e informação sobre as últimas novidades do agronegócio. “Teremos uma exposição que vai reviver os grandes momentos do agro. É nos tempos difíceis que o produtor mostra o seu brio e será na Expodireto que traremos oportunidades, alternativas e soluções para esse produtor. Juntos faremos uma grande feira”, comentou Nei César Manica, presidente da Cotrijal. O presidente ainda reforçou que a busca por soluções envolvendo o armazenamento de água, a criação de açudes e a melhoria na condição do solo, serão temas de muitos debates na Expodireto Cotrijal, sempre com o foco no meio ambiente e no bem-estar dos agricultores. Conhecida como um dos principais palcos de debates do agronegócio, a Expodireto já tem uma pauta definida para esta edição: a estiagem que atinge a região sul do Brasil nesta safra de verão. O tema já foi amplamente debatido durante o lançamento da feira, que contou com a presença de lideranças do setor, que entendem a situação. O governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, lembrou da sua participação na feira de 2020, com um cenário de desafios e boas perspectivas. Nesse contexto, ele fez uma avaliação do período e ainda apresentou dados sobre a recuperação financeira do estado. Referente a estiagem, ele reforçou a atenção do governo ao assunto e afirmou que ações já estão sendo estudadas para auxiliar o produtor. “O estado não poupará esforços e nem recursos para lidar com essa situação. A Expodireto vem para trazer o tema para o debate e também para mostrar que a união de esforços pode fazer a diferença também nessa situação”, declarou. O evento também contou com as falas do deputado Estadual, Ernani Polo; do deputado Federal, Pedro Westphalen e do Senador da República, Luis Carlos Heinze. SOMOS A FORÇA QUE MOVE O AGRO O tradicional lançamento oficial da Expodireto Cotrijal também marca o início da campanha de divulgação feria. Para 2022, as peças trarão um apelo focado na esperança e no conhecimento. Com o slogan “Somos a força que move o agro”, a campanha apresenta o homem do campo e os desafios superados a cada safra, junto com as novas gerações, com um novo momento para reforçar o propósito de recomeçar todos os dias. No evento foram apresentadas as peças gráficas e os vídeos promocionais da edição de 2022 da feira. Números de 2020 Expositores: 573 Negócios: R$ 2,6 bilhões Visitantes 256 mil Participação internacional: 71 países FONTE: DIÁRIO DA MANHÃ VIA https://diariodamanha.com/noticias/lancamento-da-expodireto-cotrijal-apresenta-uma-feira-renovada-para-2022/
- Criança com AME recebe dose do remédio mais caro do mundo pelo SUS em Porto Alegre
Pela primeira vez no estado, uma criança recebeu o tratamento para atrofia muscular espinhal (AME) totalmente gratuito, pelo SUS, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A pequena Valentina realizou a transfusão do remédio considerado mais caro do mundo após decisão da Justiça. “A gente nunca esperou que esse dia fosse chegar, porque era um valor muito caro, R$ 9 milhões. A gente nunca pensou que fosse conseguir. Não tenho palavras pra expressar a alegria”, diz a mãe, Bruna Bonette Riboli Godoi. “Assim como a Valentina ganhou hoje a gente espera que outras crianças consigam o remédio, porque não tem preço que pague a vida do filho da gente”, declara a mãe. O tratamento com o remédio Zolgensma é aplicado uma única vez. Segundo especialistas, é capaz de reverter mais de 90% dos casos da AME, doença genética rara que impede a produção de uma proteína, fundamental para o desenvolvimento neurônios responsáveis pelos movimentos. O tratamento é aplicado na veia do paciente. “Corre por mais ou menos uma gora. Tem um vírus, que é modificado geneticamente, e ele não causa doença em humanos. Não tem nenhuma doença associada a ele. Essa modificação no caso da AME faz com que o vírus carregue um material genético necessário para produzir a proteína que tá faltando, e que causa a doença”, explica o professor do Serviço de Genética Médica e Neurologia do Clínicas e da UFRGS, Jonas Saute. Zolgensma remédio considerado o mais caro do mundo — Foto: Reprodução/O Globo Aplicação no SUS Para conseguir acesso ao Zolgensma, famílias de crianças com AME, como Valentina, acabam recorrendo à Justiça, que determina que o SUS pague o remédio. Até então, as aplicações eram feitas em hospitais privados ou até mesmo fora do Estado. Dessa vez, além do medicamento, toda a estrutura para atendimento da Valentina foi pelo SUS. “Esse medicamento tem uma eficácia grande, muda dramaticamente o curso da doença devastadora, porém tem custo elevado. E poder ser feito no hospital público traz um custo menor para a União, ou para o estado. Porque nesses outros casos, além do custo com o medicamento, tinha o custo com hospital privado”, complementa o médico. O Hospital de Clinicas já é referência em estudos envolvendo a chamada terapia gênica, como esse tipo de tratamento é chamado. O hospital coordena uma pesquisa que avalia a eficácia e a segurança do Zolgensma, para toda América Latina. Em dezembro, com o financiamento do laboratório fabricante, quatro crianças receberam a infusão do medicamento. Elas estão sendo acompanhadas por um ano. Fonte: G1.
- 96ª Festa de Nossa Senhora dos Navegantes de Mormaço contou com expressiva participação do público
Mesmo diante da pandemia da Covid-19 e da forte estiagem, adaptações foram feitas para que a data de Nossa Senhora dos Navegantes não passasse em branco em Mormaço. Em sua 96ª edição, a festividade passou mesmo por modificações, mas por meio dos sentimentos de fé, adoração e esperança fiéis advindos de diversos municípios fizeram-se presentes na manhã desse domingo, 06/02 para celebrar o dia da padroeira. Durante a manhã, o público presente acompanhou a chegada da santa, por meio da procissão fluvial por entre as águas do rio Jacuí. Oportunidade em que a imagem da santa foi trazida até o altar por alguns devotos que anualmente participam do momento sublime, como é o caso de Auri Bohrer, que há 50 anos partilha deste momento. Por tal feito, foi homenageado pelos membros da paróquia mormacense, destacando que a tradição é hereditária, passada de pai para filho e desde os 18 anos envolve-se na prática da ação. Posteriormente, após a recepção da imagem da padroeira, foi a vez da celebração da missa campal, coordenada pelo pároco Tiago Megier, simbolizando um momento de promessas e agradecimentos pela dádiva da vida. Logo após, foi realizada a benção dos veículos e a finalização do primeiro momento dedicado a Nossa Senhora dos Navegantes, protetora das tempestades e demais perigos que os mares e rios oferecem. *Tua Rádio Cristal.
- Após alta em 2021, dólar deve continuar pressionando gastos dos brasileiros este ano
A cotação do dólar no Brasil fechou 2021 em alta pelo quinto ano seguido. A valorização anual foi de 7,47%, tendo reflexos em diversos setores que são influenciados direta ou indiretamente pelo desempenho da moeda estrangeira frente ao real. Os impactos vão da alimentação à moradia. A taxa de câmbio depende de uma série de razões, como desdobramentos da economia doméstica e internacional, e também de movimentos especulativos, por exemplo. Ainda que qualquer previsão assertiva sobre o comportamento da moeda em 2022 seja exercício de futurologia, especialistas pontuam que os efeitos da cotação seguirão nas contas do dia a dia. Entre os fatores que colaboraram para a oscilação no ano passado, o economista-chefe da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre, Oscar Frank, cita a piora do quadro sanitário na pandemia de covid-19 no primeiro trimestre de 2021, que levou a uma desvalorização significativa da moeda brasileira por conta da incerteza em relação a possíveis novos fechamentos das atividades econômicas. Foi quando o dólar chegou a bater R$ 5,7919, a maior cotação registrada no ano. Depois, já adentrado o segundo trimestre, o avanço da vacinação levou a uma melhora na situação da pandemia, permitindo a retomada de alguns setores. Junto com a divulgação de indicadores ainda referentes ao primeiro trimestre do ano, apontando desempenho positivo da economia, o cenário embalou uma melhora na taxa de câmbio. O dólar interrompeu a sequência de alta e atingiu, em junho, a menor cotação do ano, de R$ 4,9034. O ciclo de queda, porém, não se manteve até o fim de 2021, e no segundo semestre, voltou a ser afetado por turbulências internas e externas. Na avaliação de Frank, houve uma degradação abrangente do cenário econômico nacional, com turbulência política e furo do teto de gastos, além de uma piora do cenário internacional, com China no radar e perspectivas de aceleração de preços e de aumento de juros nos Estados Unidos. O professor de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Maurício Weiss pontua ainda outros fatores para a desvalorização da moeda pelo quinto ano. Apesar da melhora dos preços das commodities e dos ajustes na taxa de juros, os investidores internacionais seguiram pessimistas em relação à dinâmica futura do real e do país. — Em termos de bolsa de valores, tivemos ainda mais capital saindo do país, em parte por questões políticas de instabilidade, como a questão ambiental, que faz o governo brasileiro ser malvisto por diversos fundos de investimentos. Teve ainda o caso da Evergrande, na China, gerando instabilidade econômica e queda em commodities ligadas a ferro, e isso afetou o real — explica Weiss. O que esperar em 2022 Por todas essas variáveis que afetam a taxa de câmbio, a resposta sobre como se comportará o dólar em 2022 “é a pergunta de um bilhão”, resume o economista da CDL. Na contramão do desempenho de alta que definiu o ano passado, o dólar abriu 2022 em baixa, fechando janeiro com queda de quase 5%. Os ajustes na taxa básica de juros pelo Banco Central, a Selic, estão entre os fatores que permitiram a elevação de investimento estrangeiro no país no primeiro mês do ano. A taxa voltou aos dois dígitos na semana passada, após quatro anos, e agora está em 10,75%. Em linhas gerais, a entrada de dólar no Brasil ajuda a valorizar o real. Não é possível dizer, porém, se o movimento se manterá. — É um caldeirão de fatores que atuam em conjunto. Precisamos analisar os vetores que acabam por influenciar a cotação e, analisando esses vetores, conseguimos entender quais são os movimentos. O que vai ajudar a evitar que tenhamos uma alta mais significativa, ou seja, que o dólar fique mais forte e o real fique mais fraco, é esse ciclo de aumento da taxa Selic. Isso ajuda a atrair capitais estrangeiros e acaba por evitar uma desvalorização maior da nossa moeda — explica Frank. Para o professor de Economia da UFRGS, há ainda outro fator a ser considerado nessa volta dos investidores, que é a percepção de maior segurança política por parte dos estrangeiros diante das sinalizações eleitorais de “aproximação ao centro”. — A gente tem um contexto agora muito inseguro de política, de ameaça, de golpe, isso deixa o investidor internacional avesso ao risco . E o Lula, alguns no mercado financeiro não gostam, mas já tem experiência de uma estabilidade política que acaba atraindo investidor a voltar para a bolsa. Não o investidor interno, mas especialmente o externo, que tem menor aversão ao Lula. Isso também é um cenário mais otimista para a questão do real — analisa Weiss. Na avaliação do sócio-diretor da Fundamenta Investimentos, Valter Bianchi Filho, o comportamento do câmbio ao longo do ano vai depender do tom do debate eleitoral que será travado até as urnas, tendo em vista as eleições em outubro. — A resposta dos juros veio com a alta do BC (ajuda na entrada de investidores estrangeiros), alta das commodities segue ainda em processo de alta (ajuda na balança das exportações), só precisa o governo dar uma demonstração de responsabilidade fiscal. Mas é ano eleitoral, o que costuma mexer as coisas. Se tivermos uma campanha focada nos problemas do Brasil, mostrando responsabilidade fiscal, tem tendência de o câmbio baixar. Se o debate for pobre, baseada em populismo, vai manter a moeda pressionada — diz o especialista. Reflexos do dia a dia Mais presente do que se pensa no dia a dia das pessoas, a influência da alta do dólar impacta desde a alimentação até a moradia dos brasileiros. Vários produtos fabricados aqui dependem da cotação do dólar por utilizarem insumos ou implementos que são importados. Assim, na ponta final, parte importante do preço dos produtos acaba refletindo a cotação cambial. Um dos exemplos mais sensíveis a essa variação é o preço dos combustíveis. O valor do barril do petróleo, fundamental para a fabricação da gasolina e do diesel, é cotado em dólar no mercado internacional. É o que influencia a política de preços adotada pela Petrobras para balizar o preço dos combustíveis no mercado interno, já que o petróleo usado nas refinarias vem de fora. — À medida que temos petróleo mais caro, naturalmente temos combustível mais caro. E o efeito não é só no combustível que fica na bomba, porque reverbera em toda a economia por conta dos transportes e dos fretes. É o que chamamos de efeito secundário. A tendência é que diversos outros produtos encareçam por conta disso — observa Frank. Outro impacto direto é nos alimentos que utilizam matérias-primas, produtos químicos ou até maquinários que são importados. No pão, por exemplo, o preço final do produto é fortemente afetado pela cotação do trigo, já que a maior parte do cereal utilizado no Brasil é importada de outros países. Com ainda mais peso no orçamento das famílias, o valor do aluguel também não escapa da variação do dólar. Isso porque o principal índice utilizado nos contratos de moradia é o IGP-M, cuja composição inclui indicador que captura os preços ainda no atacado, onde há influência do câmbio. — No IGP-M, 60% do indicador diz respeito ao atacado, ou seja, ao início da cadeia, ao produtor, e essa inflação é muito mais sensível à taxa de câmbio, às variações de preços de commodities, que, convertidas para o real, têm essa interferência — explica Frank. É por isso que se observou altas tão expressivas tanto em 2020 quanto em 2021, quando o IGP-M variou 23% e 17%, respectivamente, aumentando expressivamente o valor dos aluguéis. Há, ainda, reflexos nos investimentos, nos eletrônicos e até no material escolar. — O impacto na vida das pessoas é brutal. A roupa que a gente usa é feita ou de algodão ou de fibra sintética, que é um produto derivado do petróleo. Tanto petróleo quanto algodão são commodities dolarizadas. O câmbio subindo faz com o que custo dessas coisas fique mais caro. E isso vale para inúmeros produtos. Sempre que a nossa moeda deprecia, o acesso a essas mercadorias fica mais caro — acrescenta Bianchi. FONTE: GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2022/02/apos-alta-em-2021-dolar-deve-continuar-pressionando-gastos-dos-brasileiros-este-ano-ckzd14k5l005x015pkpi83ksf.html
- ACINT planeja campanha "Compra da Sorte"
#PortalEstaEmTudo A Associação Comercial de Não-Me-Toque segue buscando a realização de ações que valorizem e estimulem as compras no comércio local. No decorrer desta última semana os associados da entidade foram chamados a responder um breve questionário sobre a intenção de participação em uma ação que teria duração o ano todo com um baixo investimento por parte das empresas. A intenção da Associação Comercial é realizar sorteios em seis oportunidades no decorrer do ano: 1º SORTEIO PÁSCOA 2º SORTEIO DIA DAS MÃES 3º SORTEIO DOS NAMORADOS 4º SORTEIO DOS AVÔS 5º SORTEIO DOS PAIS 6º SORTEIO DO CLIENTE A realização da campanha depende da adesão dos associados da ACINT.
- Empréstimo pessoal rápido é Loja Quero-Quero
#PortalEstaEmTudo Vantagens do empréstimo pessoal Lojas Quero-Quero Saque na hora em mais de 350 lojas com horário estendido Até 70 dias para começar a pagar Parcelamento em até 18x Peça seu empréstimo pessoal direto pelo app Quero-Quero PAG Faça uma simulação sem compromisso na Loja Quero-Quero de Não-Me-Toque.
- TW Transportes especialista em planejar, controlar e avaliar todas as etapas do processo logístico
#PortalEstaEmTudo Planejar, controlar e avaliar todas as etapas do processo logístico é muito importante e conhecer o seu funcionamento, na prática, ajuda a prevenir a incidência de falhas e otimiza resultados. A tecnologia é uma das principais ferramentas para alcançar boas estratégias e planos logísticos. Ter visibilidade do fluxo logístico desde a pré-produção até o fechamento do pedido é um requisito para que a empresa possa ter sucesso. Integrar todos os processos compartilhando informações relevantes possibilita agilizar o processo de distribuição bem como reduzir o tempo de resposta em caso de imprevistos. A comunicação de forma ágil entre a equipe pode gerar soluções para eventuais problemas antes que a situação se agrave. Quer conhecer mais sobre nossas soluções e aproximar mercados!? Entre em contato pelo (19) 3113-4440 ou pelo nosso WhatsApp (51) 9 9294-9000 ou acesse o nosso site www.twtransportes.com.br.



































