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- Victor Graeff abre processo Seletivo para professor de Língua Portuguesa
O município de Victor Graeff, visando à eventual contratação de pessoal, no atendimento da necessidade temporária excepcional, torna pública a realização de Processo Seletivo Simplificado, para a contratação de professor anos finais do Ensino Fundamental na disciplina de Língua Portuguesa. As inscrições serão recebidas no Setor de Recursos Humanos junto ao Centro Administrativo Municipal, sita na Avenida João Amann, nº 690, centro, Victor Graeff/RS, das 07h30 às 11h30 e das 13h às 17horas, ou por meio eletrônico através do e-mail rh.prefeituravg@gmail.com no período de 01 de fevereiro a 04 de fevereiro de 2022.Não será cobrada taxa de inscrição. O edital completo do Processo Seletivo está disponível no site do município de Victor Graeff. Maiores informações pelo fone 3338-1242. FONTE: ASCOM VG
- Cotrijal participa das assembleias regionais da Coagrisol
A participação efetiva do associado nas decisões é um dos diferenciais do cooperativismo. É neste contexto que as cooperativas Cotrijal e Coagrisol realizam de forma conjunta um ciclo de reuniões neste início de 2022. Os encontros, denominados de Assembleia Regionais, acontecem na área de ação da Coagrisol e na pauta está a apresentação e avaliação do balanço do exercício de 2021 da cooperativa que tem sede em Soledade. Ao todo, serão realizadas dez reuniões, que também contam com a participação da diretoria da Cotrijal. No final de 2021, em assembleias extraordinárias, os associados das duas cooperativas aprovaram a incorporação da Coagrisol pela Cotrijal. Nas reuniões que acontecem até 11 de fevereiro, os presentes terão oportunidade de ficar a par sobre o processo de incorporação, além de conhecerem mais sobre a Cotrijal, sua forma de trabalho e portfólio de produtos e serviços. “Essa é uma ótima oportunidade de apresentar a Cotrijal para os produtores dessa nova região, que poderão contar com os nossos serviços após a Assembleia de ratificação da incorporação, agendada para o dia 28 de fevereiro”, explica o presidente Nei César Manica, que participará de todos os encontros, junto com o vice-presidente e os superintendentes da Cotrijal. “Será importante para que alguma eventual dúvida seja esclarecida e também um momento de aproximação com a equipe da Cotrijal. Temos convicção de que serão encontros de acolhimento mútuo e estamos na expectativa de uma grande participação de associados nestas assembleias”, comenta o presidente da Coagrisol, José Luiz Leite dos Santos. “Esse primeiro contato diretamente com os produtores será fundamental para estabelecermos uma relação de confiança e para que esses produtores entendam como está o processo de incorporação e nos auxiliem a fazer um trabalho sério e personalizado”, ressalta o vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder. Confira o cronograma das assembleias regionais que terão início às 19h: – 31/01/22 (segunda-feira) – Região 1 – Municípios de Barros Cassal, Lagoão, Boqueirão do Leão, Progresso – no CTG Filastro Brum – 01/02/22 (terça-feira) – Região 2 – Municípios de Arvorezinha e Itapuca – no restaurante Fornari localizado na Linha Gramado, interior de Arvorezinha/RS – 02/02/22 (quarta-feira) – Região 5 – Município de Nova Alvorada – no CTG Rancho da Amizade, em Nova Alvorada/RS – 03/02/22 (quinta-feira) – Região 10 – Municípios de Camargo, Casca, Gentil, Marau, Santo Antônio do Palma, Vila Maria – no CTG Laço da Amizade, em Casca/RS – 04/02/22 (sexta-feira) – Região 4 – Municípios de Tunas e Jacuizinho; no Salão da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Tunas/RS – 07/02/22 (segunda-feira) – Região 8 – Municípios de Fontoura Xavier, São José do Herval – na sede do Grupo de Artes Nativas Carreteiros da Liberdade, em Fontoura Xavier/RS – 08/02/22 (terça-feira) – Região 6 – Municípios de Ibirapuitã e Nicolau Vergueiro – no CTG Seiva Pampeana, em Ibirapuitã/RS – 09/02/22 (quarta-feira) – Região 7 – Município de Mormaço – no CTG Teófilo Schoroeder, em Mormaço/RS – 10/02/22 (quinta-feira) – Região 3 – Município de Soledade – no Auditório Egydio Pederiva, no em Soledade/RS – 11/02/22 (sexta-feira) – Região 9 – Municípios de Vera Cruz, Rio Pardo, Candelária, Cachoeira do Sul, no CTG Candeeiro da Amizade, em Vera Cruz/RS Fonte: Assessoria de Imprensa da Cotrijal
- Escolas do RS devem retomar ensino 100% presencial a partir da próxima semana
Com a chegada de fevereiro, as escolas do Rio Grande do Sul se preparam para receber os alunos neste que é o terceiro ano de ensino em meio à pandemia de covid-19. O retorno após as férias deve ser presencial tanto na rede pública estadual e municipal quanto na privada. Até o momento, não há discussão sobre um possível adiamento da volta às aulas. Em uma nota informativa divulgada na segunda-feira (31), o governo do Estado ofereceu orientações para as escolas em caso de infecções por covid-19 entre alunos e professores. As regras variam conforme a idade dos alunos (confira abaixo). Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe) pretende contestar parte destas regras em reunião com o governo do Estado ainda antes do início das aulas. O retorno das atividades presenciais da rede estadual está marcado para o dia 21 de fevereiro para todos os estudantes. Mesma data prevista para a volta dos alunos do Ensino Fundamental e Médio da rede municipal de Porto Alegre. Já os pequenos da Educação Infantil, na Capital, retornam para sala de aula no dia 9 de fevereiro. Com protocolos que podem ser semelhantes aos dos já publicados pela Secretaria Estadual da Educação (veja detalhes abaixo), a prefeitura divulgará ainda esta semana as novas regras para as escolas municipais. A rede privada de ensino não tem um calendário único, e as escolas têm autonomia para definir em que dia retomam as aulas, de modo que as famílias devem ficar atentas às datas divulgadas pelas escolas dos filhos. No entanto, conforme o calendário de orientação elaborado pelo Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe), a retomada deve ocorrer em 21 de fevereiro. Já há relatos, principalmente de instituições no Interior do RS, de retomada no dia 14 de fevereiro, uma semana antes. — O retorno é 100% presencial, não tem mais híbrido ou remoto. Sabemos que a Ômicron está aí, mas temos professores e funcionários vacinados com três doses. E os menores não sofrem tanto com a covid, o risco é pequeno perto do prejuízo que as crianças sofrem por não estarem em sala de aula. As escolas têm se preparado e mostraram nos últimos dois anos que são ambientes seguros. Vamos continuar com os cuidados de álcool gel, com uso de máscara, ventilação cruzada — afirma o presidente do Sinepe, Bruno Eizerik. Normas para o retorno presencial no RS O governo do Rio Grande do Sul publicou na segunda-feira (31) uma nota informativa acerca do retorno presencial. Entre outras normas, o documento orienta que: Na Educação Infantil, um caso confirmado de coronavírus na turma resultará na suspensão das aulas presenciais nesta turma por 10 dias, a contar do último dia de comparecimento do caso positivo, sem necessidade de testagem dos demais colegas. No caso de um estudante assintomático ter tido contato com alguém em sua casa que positivou para covid-19, apenas este aluno é afastado por 10 dias, sem necessidade de ser testado. No Ensino Fundamental e o Ensino Médio, caso haja confirmação de um caso de covid-19 na turma, este deve ser afastado e a ocorrência de sintomas nos demais alunos da turma deve ser monitorada, afastando por 10 dias aqueles considerados contato próximo (sem uso de máscara) por até 10 dias. É possível encerrar o isolamento mais cedo, no sétimo dia, se o aluno estiver assintomático e testar negativo para a doença. Estudantes assintomáticos que tiveram contato em casa com alguém que positivou para a doença devem ficar afastados da escola por 10 dias, sem a necessidade de testagem. Quanto ao uso de máscara na escola, o governo do Estado reforça que crianças com menos de três anos de idade não devem usar máscara e crianças entre três e cinco anos de idade devem usar o apetrecho com supervisão direta de um adulto. Quem tem entre cinco e 12 anos deve usar máscara, recebendo orientações em relação ao uso correto da máscara e sendo supervisionado se necessário. Jovens acima e 12 anos devem usar máscara, seguindo as mesmas normas de obrigatoriedade do uso que os adultos. O presidente do Sinepe contesta parte das orientações e afirma que, na próxima reunião com o governo do Estado antes das aulas, o sindicato demandará que algumas definições sejam alteradas. — Vamos ter uma reunião do COE e nela precisamos deixar as regras bem claras. Será que, se só um aluno for contaminado, é preciso suspender a turma toda? Aí não vai mais ter aula. Temos que sentar e adequar essa norma a uma nova realidade, a de uma variante mais contagiosa, mas que ao mesmo tempo não é tão agressiva. E professores e funcionários já estão vacinados com as três doses — afirma Bruno. Duas visões de especialistas sobre o retorno às aulas No Rio Grande do Sul, a circulação da variante Ômicron tem sido relacionada ao aumento em hospitalizações e casos de infecção entre crianças. No entanto, a vacinação das crianças está em curso desde o dia 19 de janeiro e tem abrangido gradualmente as faixas etárias de cinco a nove anos. Diante desse cenário, especialistas ouvidos no programa Gaúcha Atualidade da Rádio Gaúcha nesta terça-feira (1) debateram se esse é o momento ideal para a retomada das atividades presencias do ensino. O infectologista Bruno Ishigami defende que é prudente aguardar mais um pouco. — A gente está vivendo um aumento de casos entre as crianças e um aumento das hospitalizações. Isso ainda não se refletiu no aumento de óbito entre as crianças, mas acho que já é motivo suficiente para a gente ficar alerta. Por onde a Ômicron passou, o comportamento tem sido esse, de aumentar casos e internações entre crianças. Soma-se a isso o fato da grande parte das crianças ainda não estar vacinada. Tivemos um atraso da vacinação das crianças em um mês aqui no Brasil. Poderia ter sido iniciada em dezembro, quando foi liberada, mas houve um imbróglio com o Ministério da Saúde. Eu defendo que a gente segure um pouco mais. Eu entendo a importância da volta às aulas para as crianças, mas estamos tendo tantos casos agora que acredito que não custa esperar um mês para vermos como a Ômicron vai se comportar — afirma Ishigami. Já o infectologista Alexandre Schwarzbold, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), defende que as crianças já podem voltar à escola agora. — Eu acredito que, mesmo nesse momento pandêmico da Ômicron, não há um determinante tão importante que nos dê evidências de que a criança deve ficar afastada da escola e temos uma comunidade escolar que em tese está protegida, do ponto de vista da vacina. Esse é o momento em que a gente deve pesar os impactos que tem o afastamento das crianças da escolas do ponto de vista social e mental com o risco eventual que algumas crianças possam ter. (...) Nada indica que esta variante tem uma preferência por crianças. A nova variante, mostram estudos experimentais, tem capacidade de se ligar aos seres humanos mais do que as anteriores, mas a capacidade das crianças serem afetadas vai ser maior que a dos adultos não por serem crianças, mas por serem, talvez, a única população que ainda não está completamente imunizada — afirma Alexandre. A sugestão do especialista é que crianças em boas condições de saúde retornem à escola e crianças ainda não imunizadas e que têm fatores que as colocam mais em risco para a covid-19 possam fazer uso do ensino híbrido. FONTE: GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao-e-emprego/noticia/2022/02/escolas-do-rs-devem-retomar-ensino-100-presencial-a-partir-da-proxima-semana-ckz4ghwz6005x015pfs5b7zl9.html
- Mega-Sena pode pagar R$ 20 milhões nesta quarta-feira
O concurso 2.450 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 20 milhõespara quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h desta quarta-feira (2) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada também pela internet até 19h. Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. fonte: G1 via https://g1.globo.com/loterias/noticia/2022/02/02/mega-sena-pode-pagar-r-20-milhoes-nesta-quarta-feira.ghtml
- Veja a lista das ocupações com os 100 maiores e menores salários de contratação no país em 2021
Os cargos de direção executiva e atividades ligadas a áreas como finanças, engenharia, tecnologia da informação e saúde tiveram os maiores salários médios de contratação com carteira assinada no país em 2021, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência. Diretor de crédito (exceto crédito imobiliário), diretor de riscos de mercado, diretor de produtos bancários e dramaturgo de dança foram as ocupações com maior salário médio de admissão em 2021, passando dos R$ 30 mil. Enquanto isso, o salário médio de contratação no país ficou em R$ 1.921,19 no ano passado, contra R$ 2.000,26 em 2020. Foi a primeira queda em 5 anos. Os salários iniciais médios mais altos de 2021 foram os pagos para serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (R$ 2.175), enquanto que os mais baixos foram os de serviços domésticos (R$ 1.410) e de alojamento e alimentação (R$ 1.445,21) – segmento que foi um dos mais afetados pela pandemia e que ainda não conseguiu retomar o patamar de atividade pré-Covid. Os salários médios se referem especificamente ao valor de remuneração dos profissionais contratados no ano e não podem ser usados como média salarial da ocupação, ressalta o governo. O Brasil criou 2.730.597 postos com carteira assinada em 2021, segundo dados do Caged divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Veja os 100 cargos com maiores salários de contratação: Diretor de Crédito (Exceto Crédito Imobiliário): R$ 37.134,38 Diretor de Riscos de Mercado: R$ 34.718,47 Diretor de Produtos Bancários: R$ 34.385,11 Dramaturgo de Dança: R$ 30.219,01 Diretor de Serviços de Informática: R$ 28.050,65 Diretor de Recuperação de Créditos em Operações de Intermediação Financeira: R$ 26.117,49 Diretor de Recursos Humanos: R$ 25.790,85 Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): R$ 24.399,44 Diretor Comercial: R$ 21.600,47 Diretor de Produção e Operações da Indústria de Transformação, Extração Mineral e Utilidades: R$ 21.188,14 Diretor de Suprimentos: R$ 21.159,74 Gerente de Empresa Aérea em Aeroportos: R$ 21.068,59 Diretor de Marketing: R$ 20.444,27 Diretor Comercial em Operações de Intermediação Financeira: R$ 20.356,63 Diretor de Relações de Trabalho: R$ 20.114,00 Médico Legista: R$ 19.090,93 Diretor de Mercado de Capitais: R$ 18.891,89 Diretor de Câmbio e Comércio Exterior: R$ 17.502,88 Gerente de Segurança de Tecnologia da Informação: R$ 16.655,05 Diretor de Programas de Televisão: R$ 16.334,24 Gerente de Administração em Aeroportos: R$ 16.167,37 Médico em Medicina Intensiva: R$ 15.327,76 Diretor Financeiro: R$ 14.935,53 Gerente de Desenvolvimento de Sistemas: R$ 14.626,86 Diretor de Compliance: R$ 14.394,72 Diretor de Planejamento Estratégico: R$ 13.769,15 Médico da Estratégia de Saúde da Família: R$ 13.764,32 Diretor de Serviços de Saúde: R$ 13.245,10 Médico Nutrologista: R$ 13.222,67 Diretor de Produção e Operações em Empresa Agropecuária: R$ 13.201,19 Diretor de Crédito Imobiliário: R$ 13.193,88 Engenheiro de Minas (Lavra a Céu Aberto): R$ 13.042,17 Diretor de Operações de Servicos de Armazenamento: R$ 12.899,62 Engenheiro Químico (Utilidades e Meio Ambiente): R$ 12.813,18 Engenheiro de Minas (Lavra Subterrânea): R$ 12.629,69 Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): R$ 12.386,55 Gerente de Produção de Tecnologia da Informação: R$ 12.386,36 Engenheiro Civil (Pontes e Viadutos): R$ 12.347,38 Engenheiro de Minas (Projeto): R$ 11.988,39 Professor de Literatura Francesa: R$ 11.927,02 Engenheiro de Minas (Planejamento): R$ 11.865,09 Pesquisador em Economia: R$ 11.862,61 Médico de Família e Comunidade: R$ 11.853,40 Diretor de Produção e Operações em Empresa Pesqueira: R$ 11.826,12 Gerente de Produtos Bancários: R$ 11.797,14 Ator: R$ 11.739,64 Engenheiro Naval: R$ 11.578,88 Arquiteto de Soluções de Tecnologia da Informação: R$ 11.335,63 Engenheiro Químico (Petróleo e Borracha): R$ 11.321,21 Gerente de Grandes Contas (Corporate): R$ 11.298,44 Gerente de Segurança Operacional (Aviação Civil): R$ 11.273,93 Engenheiro de Minas: R$ 11.239,42 Médico em Medicina Nuclear: R$ 11.214,97 Tecnólogo em Petróleo e Gás: R$ 11.211,35 Gerente de Projetos de Tecnologia da Informação: R$ 11.178,89 Engenheiro de Telecomunicações: R$ 11.140,45 Engenheiro Aeronáutico: R$ 11.129,85 Diretor Geral de Empresa e Organizações (Exceto de Interesse Público): R$ 11.127,62 Engenheiros de Sistemas Operacionais em Computação: R$ 11.085,82 Médico Patologista Clínico / Medicina Laboratorial: R$ 11.069,22 Engenheiro de Minas (Processo): R$ 11.017,57 Astrônomo: R$ 10.986,35 Engenheiro Mecânico (Energia Nuclear): R$ 10.985,19 Diretor Administrativo e Financeiro: R$ 10.978,37 Engenheiro Civil (Túneis): R$ 10.905,77 Diretor de Operações Comerciais (Comércio Atacadista e Varejista): R$ 10.761,85 Engenheiro de Minas (Beneficiamento): R$ 10.748,65 Diretor de Programação: R$ 10.712,56 Engenheiro Civil (Geotecnia): R$ 10.681,13 Diretor Administrativo: R$ 10.596,49 Médico em Medicina de Tráfego: R$ 10.590,21 Diretor de Produção e Operações em Empresa Florestal: R$ 10.551,99 Gerente de Rede: R$ 10.502,58 Engenheiro de Materiais: R$ 10.489,06 Procurador Autárquico: R$ 10.474,79 Diretor de Redação: R$ 10.453,04 Diretor de Operações de Obras Pública e Civil: R$ 10.427,95 Físico (Óptica): R$ 10.398,75 Diretor de Criação: R$ 10.330,89 Matemático Aplicado: R$ 10.309,62 Pesquisador de Medicina Básica: R$ 10.300,93 Engenheiro de Aplicativos em Computação: R$ 10.280,48 Diretor de Contas (Publicidade): R$ 10.186,52 Médico Generalista: R$ 10.043,18 Médico Radiologista Intervencionista: R$ 9.993,15 Engenheiro de Minas (Pesquisa Mineral): R$ 9.953,91 Oficial Superior de Máquinas da Marinha Mercante: R$ 9.903,71 Engenheiro Civil (Ferrovias e Metrovias): R$ 9.817,99 Físico (Nuclear e Reatores): R$ 9.777,36 Comandante da Marinha Mercante: R$ 9.760,38 Engenheiro de Logística: R$ 9.745,20 Diretor Teatral: R$ 9.645,26 Engenheiro Metalurgista: R$ 9.603,63 Profissional de Relações com Investidores: R$ 9.531,18 Geólogo de Engenharia: R$ 9.466,24 Engenheiro Civil (Hidrologia): R$ 9.361,64 Diretor de Operações de Serviços de Transporte: R$ 9.355,00 Matemático: R$ 9.290,66 Médico Geneticista: R$ 9.286,36 Gerente de Comunicação: R$ 9.268,13 Menores salários Entre as ocupações com menores salários médios de admissão, sete registraram valores abaixo do salário mínimo em vigor no ano passado (R$ 1.100). Veja os 100 cargos com menores salários: Apresentador de Festas Populares: R$ 773,44 Gandula: R$ 914,56 Professor de Literatura Espanhola: R$ 918,42 Classificador de Fumo: R$ 1.003,27 Carregador (Aeronaves): R$ 1.016,21 Doula: R$ 1.069,33 Técnico em Carcinicultura: R$ 1.094,68 Esotérico: R$ 1.119,16 Artesão Crocheteiro: R$ 1.148,77 Trabalhador na Cultura de Dendê: R$ 1.149,44 Charuteiro à mão: R$ 1.157,87 Trabalhador da Exploração de Bacaba: R$ 1.162,77 Trabalhador da Exploração de Castanha: R$ 1.165,12 Trabalhador na Cultura de Canola: R$ 1.165,70 Trabalhador da Cultura de Fumo: R$ 1.167,07 Trabalhador no Cultivo de Espécies Frutíferas Rasteiras: R$ 1.168,47 Criador de Camarões: R$ 1.174,73 Produtor de Forrações: R$ 1.175,81 Criador de Bubalinos (Leite): R$ 1.176,18 Oficial do Registro de Títulos e Documentos: R$ 1.179,08 Produtor de Cana de açúcar: R$ 1.179,66 Produtor de Cacau: R$ 1.180,60 Sacristão: R$ 1.182,88 Produtor da Cultura de Linho: R$ 1.183,95 Baiana de Acarajé: R$ 1.185,79 Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo: R$ 1.188,67 Cirurgião Dentista - Reabilitador Oral: R$ 1.194,28 Trabalhador da Extração de Substâncias Aromáticas, Medicinais e Tóxicas, em Geral: R$ 1.195,40 Cesteiro: R$ 1.195,93 Trabalhador no Cultivo de Trepadeiras Frutíferas: R$ 1.196,86 Ferrador de Animais: R$ 1.198,67 Artesão com Material Reciclável: R$ 1.201,61 Agente Indígena de Saúde: R$ 1.201,99 Trabalhador da Exploração de Malva (Paina): R$ 1.206,35 Profissional do Sexo: R$ 1.208,50 Trabalhador da Exploração de Andiroba: R$ 1.211,10 Moedor de Sal: R$ 1.212,62 Trabalhador da Cultura de Guaraná: R$ 1.213,14 Pescador Artesanal de Lagostas: R$ 1.215,77 Agente Indígena de Saneamento: R$ 1.226,23 Bilheteiro (Estações de Metrô, Ferroviárias e Assemelhadas): R$ 1.228,27 Chapeleiro (Chapéus de Palha): R$ 1.228,27 Pedicure: R$ 1.244,06 Trabalhador da Cultura de Cacau: R$ 1.248,85 Operador de Reator de Coque de Petróleo: R$ 1.251,10 Operador de Telemarketing Ativo: R$ 1.252,04 Trabalhador da Exploração de Coco Da Praia: R$ 1.255,56 Bilheteiro no Serviço de Diversões: R$ 1.255,87 Trabalhador da Exploração de Raízes Produtoras de Substâncias Aromáticas, Medicinais e Tóxicas: R$ 1.256,02 Refinador de Sal: R$ 1.256,98 Relojoeiro (Fabricação): R$ 1.257,68 Gelador Profissional: R$ 1.258,87 Trabalhador Polivalente da Confecção de Calçados: R$ 1.259,38 Policial Rodoviário Federal: R$ 1.259,86 Produtor na Olericultura de Raízes, Bulbos e Tubérculos: R$ 1.260,18 Trabalhador na Apicultura: R$ 1.261,96 Jornaleiro (Em Banca de Jornal): R$ 1.263,44 Confeccionador de Artefatos de Couro (Exceto Sapatos): R$ 1.266,33 Recebedor de Apostas (Loteria): R$ 1.269,76 Ajudante de Carvoaria: R$ 1.271,56 Boneleiro: R$ 1.272,67 Diretor de Crédito Rural: R$ 1.276,90 Poeta: R$ 1.278,35 Operador de Extração de Café Solúvel: R$ 1.280,69 Artesão do Couro: R$ 1.280,90 Degustador de Derivados de Cacau: R$ 1.285,34 Guarda Portuário: R$ 1.285,37 Produtor de Erva-Mate: R$ 1.286,51 Trabalhador no Cultivo de Flores e Folhagens de Corte: R$ 1.286,70 Modelo Publicitário: R$ 1.290,28 Cirurgião Dentista - Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial: R$ 1.290,47 Trabalhador da Exploração de Açaí: R$ 1.292,81 Palecionador de Couros e Peles: R$ 1.296,67 Produtor de Flores de Corte: R$ 1.298,11 Confeccionador de Velas por Imersão: R$ 1.300,41 Agenciador de Propaganda: R$ 1.304,89 Operador de Externa (Rádio): R$ 1.305,85 Recepcionista de Casas de Espetáculos: R$ 1.306,25 Estirador de Couros e Peles (Preparação): R$ 1.306,89 Artesão Confeccionador de Biojoias e Ecojoias: R$ 1.307,33 Camareiro de Embarcações: R$ 1.307,73 Carvoeiro: R$ 1.308,26 Operador de Preservação e Controle Térmico: R$ 1.309,21 Faxineiro: R$ 1.309,46 Classificador de Toras: R$ 1.309,88 Preparador de Fumo na Fabricação de Charutos: R$ 1.312,81 Frentista: R$ 1.313,22 Trabalhador de Serviços de Limpeza e Conservação de Áreas Públicas: R$ 1.314,15 Preparador de Couros Curtidos: R$ 1.315,83 Misturador de Café: R$ 1.317,76 Trabalhador de Extração Florestal, em Geral: R$ 1.318,31 Trabalhador da Cultura do Rami: R$ 1.319,32 Ciclista Mensageiro: R$ 1.319,64 Oleiro (Fabricação de Telhas): R$ 1.320,23 Instalador-Reparador de Equipamentos de Energia em Telefonia: R$ 1.320,69 Trabalhador da Exploração de Piacava: R$ 1.320,85 Lavador de Garrafas, Vidros e Outros Utensílios: R$ 1.321,97 Trabalhador da Cunicultura: R$ 1.321,98 Professor de Astronomia (Ensino Superior): R$ 1.322,52 Manicure: R$ 1.322,56 FONTE: G1 VIA https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2022/02/02/veja-lista-das-ocupacoes-com-os-100-maiores-e-menores-salarios-de-contratacao-no-pais-em-2021.ghtml
- Guedes convence Bolsonaro a enterrar PEC para baixar luz e gasolina
A ideia do governo de encontrar uma solução para o problema da alta dos preços de combustíveis e da energia por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não deve mais prosperar. Criada dentro do Palácio do Planalto, sem a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, a iniciativa contou com o empenho do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), e da ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF). Alçado ao posto de futuro líder do governo no Senado, Alexandre Silveira (PSD-MG), se colocou como formulador da medida e ganhou a confiança do presidente. Guedes, inicialmente, evitou novos embates com a ala política e sinalizou que poderia apoiar a medida. O ministro começou o ano sendo alvo de fritura no próprio governo, mas apostando que ainda contava com o apoio de Bolsonaro. A equipe econômica começou a acompanhar o andamento dos trabalhos em reuniões do grupo, que incluíam também a presença do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que cuida do tema combustíveis e energia. Conforme as ideias eram discutidas, Guedes chegou à conclusão de que a medida não seria positiva para o presidente. Segundo auxiliares do ministro, a PEC apresentava muitos riscos, para uma redução no preço que seria uma "merreca". "Nossa argumentação foi sólida", disse um integrante da equipe econômica. Fontes do Planalto admitiram as dificuldades de avançar com a proposta e afirmaram que as últimas reuniões para tratar o tema, que contaram com a participação de Guedes, "não foram boas". Na segunda-feira (31), o próprio presidente Bolsonaro admitiu que a orientação para seus ministros havia mudado e a tese de Guedes, pelo menos por enquanto, havia prosperado. Depois de afirmar que enviaria a PEC ao Congresso, o presidente disse que caberia aos Legislativo apresentar uma proposta que permitisse "os governos federal e estaduais a diminuir ou até zerar impostos sobre o Diesel e o gás de cozinha". Se o Congresso der essa opção, completou, o governo zera o PIS/Cofins sobre o Diesel. Alternativa de Guedes Guedes também deu declarações públicas que evidenciaram a sua postura contra a PEC nos termos que ela vinha sendo discutida e disse que era mais fácil erradicar a pobreza do que subsidiar a gasolina. Apesar de rejeitar a ideia de subsidiar os preços da gasolina, o ministro concordou em reduzir "um pouco" os tributos sobre o Diesel. A ideia da equipe econômica agora é mexer na questão do Diesel por Lei Complementar, o que não exigiria um desgaste político para buscar votos como no caso de uma PEC, que precisa de quórum qualificado no Congresso. Outra alternativa que foi apresentada por Guedes é fazer com que o Congresso aprecie o Projeto de Lei Complementar 11 (PLP 11/2020), que trata da base do cálculo do ICMS da gasolina, etanol hidratado e Diesel. A argumentação de Guedes é que a solução para baixar os preços deve vir também dos estados, que teriam que abrir mão da arrecadação. O ICMS virou um imposto central da disputa do presidente Jair Bolsonaro com governadores, que trocam acusações sobre a culpa para a alta dos preços dos combustíveis. Guedes convenceu Lira O trabalho de articulação da equipe de Guedes também se preocupou em buscar aliança com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A PEC que estava em gestação começaria a tramitar pelo Senado, nas expectativas do governo já em fevereiro. O governo sabia, porém, que precisaria articular com Lira para que o aliado não perdesse o protagonismo na discussão, já que a Câmara aprovou no fim do ano proposta para tentar reduzir os preços dos combustíveis e Lira vinha defendendo novas ações. Assim que retornou a Brasília, Lira foi até o Ministério da Economia para uma reunião na noite de segunda-feira (31) com o ministro Paulo Guedes. Na saída, o presidente da Câmara confirmou que a pretensão de uma PEC ampla estava descartada. A PEC morreu também no Congresso? Parlamentares ouvidos pela coluna afirmaram que ainda não há uma agenda definida para a retomada dos trabalhos no Congresso, mas admitem que o tema combustível ainda atrairá a atenção e os esforços. Um parlamentar ligado ao governo salientou que é preciso aguardar a decisão do Congresso e que podem querer desenterrar a PEC. "Acho que Congresso não matou completamente essa hipótese não", disse. O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que a prioridade do governo neste início de ano deve ser apreciar as MPs (Medidas Provisórias) que estão perto de vencer. Os trabalhos no Congresso serão retomados nesta quarta-feira (2), em uma sessão solene que contará com a presença de Bolsonaro. Na terça-feira, o presidente faltou na abertura dos trabalhos do STF (Supremo Tribunal Federal) e foi a São Paulo sobrevoar áreas atingidas pelas chuvas. FONTE: UOL VIA https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2022/02/02/guedes-convence-bolsonaro-a-enterrar-pec-para-baixar-luz-e-gasolina.htm
- Pela segunda semana consecutiva, Gabinete de Crise emite Alerta para todas as regiões Covid
O Gabinete de Crise decidiu, em reunião realizada nesta terça-feira (1º/2), emitir Alerta, pela segunda semana consecutiva, para as 21 regiões Covid do Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul. O Estado apresenta o nível mais elevado de contaminação desde o início da pandemia. Todas as regiões alcançaram o maior nível de incidência semanal, o que indica o risco de contágio generalizado em todo o RS. “Mesmo que a ocupação de leitos não acompanhe o número de casos, como observado em ondas anteriores, há aumento da pressão sobre a capacidade de atendimento hospitalar, indicando a necessidade de agir localmente para reduzir o risco de contágio. Estamos trabalhando com as regiões para que a fiscalização do cumprimento de protocolos seja intensificada, para que adotem medidas que possam frear o alto contágio”, afirmou o governador Eduardo Leite. Durante férias e veraneio, a circulação de pessoas entre diferentes cidades é intensificada, fazendo com que o vírus circule com mais facilidade por longas distâncias. Apenas em janeiro, já foram confirmados 315 mil casos no Rio Grande do Sul, número que supera em 35% o pico ocorrido em março do ano passado e equivale a 2,8% da população gaúcha. Assim como se observa a elevação do contágio ao longo do mês, o número de óbitos também apresentou aumento, passando de 35 óbitos semanais ao fim de 2021 para 232 óbitos registrados na última semana de janeiro. Com isso, a taxa de mortalidade semanal se equipara aos níveis de agosto de 2021. Na ocupação de leitos clínicos, em 30 dias, o número de internados no Estado passou de 269, entre confirmados e suspeitos, para 1.748. Esse ciclo de elevação só não supera a variação e a velocidade de crescimento do ciclo de março de 2021. No entanto, o aumento já é superior aos demais três ciclos de aumento (junho e julho de 2020, novembro e dezembro de 2020 e de maio de 2021). Em janeiro, houve média de 47,7 internados a mais em leitos clínicos por dia. Também foi registrada elevação no número de internados em UTIs em todo o Estado, passando de 243 para 639 pacientes, entre suspeitos e confirmados. Com isso, a ocupação das UTIs passou de 48,5% para 61% ao longo do mês, retornando aos níveis de agosto de 2021. A elevação de casos confirmados em 2022 repercutiu de forma moderada sobre os indicadores de internações em leitos clínicos, em UTIs e em óbitos, quando comparado a outros momentos da pandemia. Caso fosse aplicada a mesma letalidade aparente observada em março de 2021 sobre o número de casos observados em janeiro de 2022, o total de óbitos poderia superar 11 mil pessoas no Estado apenas neste último mês. Com o avanço da vacinação, o número de óbitos, apesar da elevação, alcançou 412 vítimas. A imunização sobre as faixas etárias a partir de cinco anos, incluindo especialmente a dose de reforço para garantir maior imunidade, se mostra importante para reduzir a proporção de casos graves ocasionados pelo altíssimo contágio corrente. Texto: Lizi Cordeiro Edição: Marcelo Flach/Secom
- Refinaria privatizada vende gasolina mais cara que Petrobras, diz estudo
Privatizada em dezembro de 2021, a Refinaria de Mataripe, na Bahia — antiga Landulpho Alves (Rlam) –, já registra o recorde da gasolina mais cara do Brasil, diz a Federação Nacional dos Petroleiros. O litro do combustível na unidade, que historicamente custava 2 centavos a menos do que o preço médio cobrado nas outras refinarias da Petrobras, neste ano está sendo vendido, em média, por 14 centavo ou mais Hoje, segundo os petroleiros, a gasolina mais barata do país é comercializada pela Refinaria Potiguar Clara Camarão, do Rio Grande do Norte, que teve sua venda aprovada na última sexta pelo Conselho de Administração da estatal. O levantamento foi feito pelo Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais para o Observatório Social da Petrobrás, organização ligada à FNP. De acordo com o estudo, entre 1º e 31 de janeiro deste ano, a Petrobras comercializou a gasolina tipo A pelo preço médio de 3,18 reais, enquanto a Acelen, empresa gestora da Refinaria de Mataripe, cobrou, em média, 3,32 reais o litro. O estudo é baseado em dados disponibilizados nos sites da Petrobras e da Acelen sobre “preços de venda da gasolina A sem tributos, à vista, por vigência (R$/m³)”, no período de 1 de agosto de 2019 a 31 de janeiro deste ano. “A série histórica disponibilizada pela estatal mostra que, entre as refinarias da Petrobras, a gasolina da Rlam sempre foi mais barata do que a média, cenário que se inverteu após a privatização”, diz Eric Gil Dantas, economista do OSP e do Ibeps. FONTE: VEJA VIA https://veja.abril.com.br/coluna/radar/refinaria-privatizada-vende-gasolina-mais-cara-que-petrobras-diz-estudo/?fbclid=IwAR1ypzjTJku7uoMwY9TFkHG_Id2zAMbJeX74BrGOZ_bakytPWdVhOblnvys
- Temperatura pode chegar a 41ºC nesta quarta-feira no Rio Grande do Sul
Uma área de alta pressão atmosférica garante tempo firme e ensolarado em todo o Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (2). De acordo com a Climatempo, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30% — índice considerado de atenção por oferecer riscos à saúde — na Metade Oeste. Recomenda-se evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 15h, permanecer em locais protegidos do sol e consumir bastante água. A temperatura segue em gradual elevação na maior parte do Estado. Durante a tarde, Porto Xavier e Porto Lucena, ambas no Noroeste, alcançam 41°C, a máxima do RS. Os termômetros de Não-Me-Toque variam de 18°C a 35°C; em um dia que terá tempo firme, com sol entre poucas nuvens. A tendência, segundo os meteorologistas, é de que a chuva retorne ao território gaúcho na quinta-feira (3). Há previsão de precipitações isoladas em praticamente todo o Estado. O maior acumulado será registrado em cidades da Fronteira Oeste, como Uruguaiana, Itaqui e Quaraí: 16mm (cerca de 10% do volume de chuva esperado para fevereiro nos municípios). Apenas o Litoral Norte deve ter tempo firme, com sol entre nuvens. A temperatura não será muito diferente se comparada com a do dia anterior. Ao amanhecer, São José dos Ausentes, na Serra, registra 14°C, a mínima do RS. Já a máxima, de 41°C, está prevista para Quevedos e Pinhal Grande, as duas na Região Central. Em Espumoso, a variação térmica fica entre 22°C e 36°C. *Com informações de GZH.
- Polícia Civil desarticula organização criminosa que visava o monopólio do tráfico de drogas
Na manhã desta quarta-feira (02), a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas de Passo Fundo (Draco), da 6ª Delegacia de Polícia Regional do Interior (6ª DPRI), deflagrou a Operação Fim da Linha, com objetivo de combater os crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de armas de fogo e contrabando de cigarros. Foram cumpridos 35 mandados de prisão preventiva e 73 mandados de busca e apreensão nas cidades de Passo Fundo, Panambi, Ijuí, Vacaria, Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Alvorada, Soledade e Pelotas; além do bloqueio de 62 contas bancárias. Restaram apreendidos drogas, armas de fogo, veículos, dinheiro, celulares, balanças de precisão e outros objetos de interesse para investigação. A Investigação As investigações tiveram início no mês de abril de 2021 a partir de informações que apontavam que indivíduos, já conhecidos da Polícia no meio criminal de Passo Fundo/RS, como lideranças nos Bairros Petrópolis e José Alexandre Zachia haviam sido “batizados por facção criminosa” oriunda da região metropolitana de Porto Alegre e, à partir daí estabeleceram intensa relação comercial e territorial de ilícitos tanto em Passo Fundo, como região norte do estado. Em um primeiro momento foi constatado que nos bairros citados havia sido decretado pelos representantes da “facção” o monopólio das vendas de drogas e cigarros paraguaios. Posteriormente e de forma desenfreada tal imposição se alastrou por todos os bairros da cidade, com maior ênfase no tráfico de drogas. Foram identificados no curso do inquérito diversos traficantes locais que adquiriam drogas para revender e que prestavam contas semanalmente às lideranças passofundenses. Neste período de investigações foi apreendida pela Draco uma carga de cerca de 328.800 cigarros contrabandeados no Bairro José Alexandre Zachia. Esta carga foi avaliada em R$ 50.000,00. A venda de cigarros possui lucratividade muito atraente em comparação às drogas e, em contrapartida, menor punibilidade, levando esta prática a ser adotada como meio de fomento financeiro das organizações criminosas. Posteriormente foram abordados pela Draco em Passo Fundo dois indivíduos “faccionados” oriundos da região metropolitana que vinham semanalmente cobrar o percentual da lucratividade ilícita que era devido às lideranças da organização criminosa. Nesta ocasião foram aprendidos, além do veículo em que estavam, cerca de R$ 24.000,00 e espécie que estavam escondidos em um compartimento secreto no painel do carro. Através de provas técnicas a investigação conseguiu mapear toda uma organização criminosa com células nas cidades de Passo Fundo, Panambi, Ijuí, Campo Bom, Vacaria, Guaporé, Alvorada, Pelotas e Erechim. A Organização Criminosa O alto escalão da organização criminosa coordena as operações ilegais do interior de estabelecimentos penitenciários do nosso estado, como a Cadeia Pública de Porto Alegre, a Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro, a Penitenciária Modulada de Ijuí e o Presídio Regional de Passo Fundo. As lideranças, tanto as encarceradas, com as de atuação local como Passo Fundo e Panambi, deliberam sobre retaliações a ações policiais ou acerto de contas com “facções” concorrentes o que eleva sobremaneira a escalada da violência, já que chacinas e execuções são comuns nesse meio criminoso. Demais membros da organização criminosa hierarquicamente abaixo das lideranças são distribuídos em funções como distribuidores, gerentes, vendedores, coletores de dinheiros, contadores e funções operacionais. O líder da organização criminosa na célula de Passo Fundo possui antecedentes por tráfico de drogas (local) em duas ocasiões e uma por tráfico internacional de drogas. Foi alvo de investigação pela Draco em 2019 e, após cerca de dois anos seu crescimento patrimonial, mesmo em prisão domiciliar cresceu exponencialmente. Além disso, vêm transformando o dinheiro ilícito em negócios aparentemente lícitos, como restaurantes, lanchonetes, imóveis, quadra de futebol society, em uma clássica operação de lavagem de dinheiro, porém, com o detalhe de que a maiorias dos imóveis de sua propriedade sequer possuem matrículas e/ou escrituras pública, já que foram erigidos em área invadida da Rede Ferroviária Federal (RFFSA). Segundo as investigações, um dos métodos de crescimento territorial da organização criminosa é “tomar cidades” e eliminar a concorrência, captando os traficantes locais para integrarem a organização criminosa, ou, caso haja resistência, eliminando-os e colocando membros da facção para assumir os pontos de vendas de drogas. Ressalta-se, ainda, que as drogas adquiridas por esse líder local para a distribuição aos demais traficantes, por vezes era da “facção” e, por outras, era adquirida de outras fontes, outros estados da federação e, inclusive, através de contatos específicos no Paraguai, tudo obedecendo apenas a “lei de mercado da melhor oferta”, ou seja: embora seja membro com status de liderança da organização criminosa, o investigado atuava também às escondidas de seus superiores hierárquicos, contrariando as decisões da própria organização criminosa, adquirindo drogas de terceiros objetivando apenas aumentar seus lucros em um flagrante ato de desrespeito e traição contra sua própria facção. Este mesmo tipo de operação também ocorria no contrabando de cigarros. Por vezes, os cigarros eram da facção, mas a depender da margem de lucro esperada, o líder da organização criminosa em Passo Fundo fazia transações por conta própria usando contrabandistas próprios e desviando o lucro todo para si. Há relatos, inclusive, de cargas de cigarros que ele perdia em abordagens policiais e que não eram da facção, mas mesmo assim era obrigado a pagar uma espécie de “multa” ou “pedágio” aos seus superiores hierárquicos por estar desviando cargas de cigarros ou drogas que não eram oriundas da facção. Para exemplificar a magnitude dos negócios ilícitos da facção, podemos citar o exemplo da cocaína peruana, chamada comumente de “Peixe”, que é muito valorizada por sua pureza e qualidade. É adquirida em forma de “pedra prensada” pelos traficantes por cerca de R$ 50.000,00 o quilo e, segundo apurados nas investigações, as remessas semanais deste produto giravam entre 15kg e 20kg por semana. Não obstante ao comércio de cocaína mais “simples”, popularmente conhecida por “pó comercial”, cujo preço varia entre R$ 30.000,00 e R$ 35.000,00 o quilo, além das vendas de dezenas de quilos de maconha, haxixe e crack, outras centenas de cartelas e milhares de unidades semanais de drogas sintéticas e centenas de litros de loló. Um dos indivíduos investigados nessa Operação é um traficante que cumpre pena no Presídio Regional de Passo/RS. Através das provas oriundas do material apreendido em sua cela conseguimos apontar que a movimentação mensal do tráfico gerenciado pelo detento girava em torno de R$ 400.000,00; além de contatos com criminosos em liberdade envolvidos em diversos crimes como furto a estabelecimento bancário, roubo a residência, roubo de veículo e homicídio – com os boletins de ocorrência policiais correspondentes devidamente identificados. Este investigado também possuía uma banca de jogo do bicho que coordenava de dentro de sua cela. Tamanho era seu volume de negócios que sequer tinha tempo de tomar sol no pátio do presídio, pois passava o dia todo “trabalhando”, segundo ele mesmo referiu em um dos áudios enviados para outro traficante. A operação, que contou com apoio aéreo do helicóptero da Polícia Civil, teve participação da Brigada Militar, da Polícia Federal, da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), e das Delegacias de Polícia Regionais do Interior (DPRIs) de Passo Fundo, Palmeira das Missões, Ijuí, Vacaria, São Leopoldo, Gravataí, Soledade e Pelotas, totalizando aproximadamente 320 agentes de segurança, sendo 280 policiais civis. *Polícia Civil.
- Com altas no valor da luz e da gasolina, arrecadação do ICMS bate recorde
A arrecadação dos estados com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) bateu recorde e atingiu R$ 637 bilhões em 2021, com crescimento de 22,6% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) obtidos pelo Estadão/Broadcast. Os governos estaduais não haviam registrado um crescimento nesse nível desde 1999, início da série histórica. O aumento nos preços da energia elétrica e dos combustíveis turbinou a arrecadação dos governos estaduais no ano passado, além da retomada de atividades econômicas após o período de maior restrição da pandemia de covid-19. O tributo entrou na discussão sobre o preço dos combustíveis em ano eleitoral. O presidente Jair Bolsonaro (PL) pressiona os governadores a reduzirem a alíquota, após terem congelado a cobrança. Eles, porém, não querem abrir mão da arrecadação e dizem não contar com a "ajuda" da inflação para repetir o resultado neste ano. Bolsonaro negocia uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para eliminar a cobrança de impostos do governo federal e dos estados sobre o diesel. A medida deve ser debatida no início dos trabalhos do Congresso neste ano, que serão retomados hoje. Especialistas avaliam que o ano eleitoral pode até levar o poder público a desonerar os combustíveis, mas a medida pode não reduzir os preços para o consumidor e ainda causar um efeito fiscal negativo com a economia do país estagnada. Caixa Os estados que mais tiveram crescimento na arrecadação do imposto foram Mato Grosso, com incremento de 45,5%, e Goiás, com aumento de quase 32% em relação às receitas de 2020. Quase todos os outros tiveram aumento de arrecadação superior a 20%. O ICMS representa 86% da arrecadação direta dos estados. A maior parte da arrecadação é destinada ao pagamento de funcionários públicos. Além disso, um quarto das receitas é transferido para municípios. Por isso, mexer na arrecadação do tributo tem gerado polêmica. "O ICMS é um grão de areia no preço e tem um impacto grande nas contas apertadas em 2022 para estados e municípios. Não vamos contar, espero, com elevação da inflação que ajudou nas receitas em 2021. Deve ter, e desejamos, é queda da inflação", afirmou o governador do Piauí e coordenador do Fórum dos Governadores, Wellington Dias (PT). O que os estados argumentam é que a arrecadação recorde em 2021 não pode servir de parâmetro para uma redução do ICMS sobre os combustíveis neste ano. "Aqui em Minas, se formos absorver isso e voltar a pagar atrasado o salário dos servidores públicos e parcelar o décimo terceiro em dez meses, eu não aceitarei", disse o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Preço O ICMS é apenas parte da composição do preço da gasolina e do diesel, mas o aumento dos preços acaba turbinando a arrecadação dos governos estaduais. No ano passado, os derivados de petróleo foram responsáveis por 17% da arrecadação do ICMS nos estados. Além dos impostos, o preço do combustível é calculado com base no valor cobrado pela Petrobras nas refinarias, que vem sendo impactado pelo aumento do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar, moeda influenciada por turbulências políticas. Funcionalismo Há ainda o componente eleitoral. Como mostrou o Estadão, ao menos 14 governadores, que devem concorrer a cargos neste ano, projetam recomposições inflacionárias ou aumentos reais para 2022 aos servidores. Parte deles já aprovou projetos que miram determinadas categorias, com destaque para professores e policiais. Pelo lado das receitas, a PEC dos combustíveis pressiona os governadores a mexerem no ICMS, mas pode não surtir efeitos a um custo fiscal alto. "O impacto pode ser nenhum até. Os estados terão a faculdade de reduzir ou não o ICMS do combustível, e os governos estaduais são altamente dependentes do ICMS", disse o coordenador do curso de Tributação sobre Consumo do Ibet (Instituto Brasileiro de Estudos Tributários), André Félix Ricotta de Oliveira. Na avaliação do especialista, o aumento nos preços dos derivados de petróleo no mercado internacional e a pressão inflacionária ainda insistente apontam para um preço ainda alto dos combustíveis neste ano, o que deve manter os cofres estaduais abastecidos em 2022. "Se os preços não aumentam, o ICMS também não arrecada mais. No final das contas, o preço deve continuar aumentando para o contribuinte porque não há nenhuma política efetiva nem da União nem dos estados", disse Oliveira. Proposta do Senado autoriza isenção de tributo federal no diesel Em um pacote de projetos que tramita na Casa, o Senado decidiu incluir a proposta de uma autorização para o governo federal zerar os impostos federais, afirmou o relator, o senador Jean Paul Prates (PT-RN). A medida dispensaria o governo de enviar uma Proposta de Emenda à Constituição, possibilidade colocada em dúvida no momento. Ainda não há definição, porém, se o texto vai dispensar o Executivo de cumprir a LFR (Lei de Responsabilidade Fiscal) e compensar a desoneração. "Com a PEC, o governo poderia querer isentar para sempre a cobrança de impostos sobre combustíveis fósseis, o que eu sou contra, mas talvez consiga (incluir dispensa da LRF) algo momentâneo. Ainda vou analisar isso", disse Prates. Os projetos podem ir a votação em fevereiro. O pacote do Senado também envolve um programa de estabilização dos preços do combustível com recursos oriundos de um imposto sobre exportação do petróleo e dividendos da Petrobras devidos à União. A arrecadação poderia ser usada para reduzir os impactos da subida de preços do petróleo no mercado internacional. FONTE: UOL VIA https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2022/02/02/com-altas-no-valor-da-luz-e-da-gasolina-arrecadacao-do-icms-bate-recorde.htm
- Excesso de calor prejudica a produção de mel na região
As altas temperaturas são extremamente prejudiciais para a apicultura. Além de reduzir a oferta das floradas, que servem de alimento para as abelhas, com o excesso de calor é necessário redobrar os cuidados com o manejo do mel. Em Carazinho, a safra do mel está em andamento e a expectativa é de que o encerramento aconteça em meados de abril. Filho de apicultor, Alisson Paulineli da Rosa, trabalha há mais de 15 anos no ramo. Atualmente sua família possui 230 colmeias de abelhas. Apesar de já ter presenciado outras estiagens, a deste ano é mais severa. “Além da falta de chuva, a temperatura elevada compromete o convívio das abelhas. Na última semana, por volta das 10h da manhã, não encontrávamos abelhas no campo, estavam dentro da colmeia”, salienta o produtor. A falta de umidade e de chuvas acabam interferindo no nascimento de novas abelhas e das novas crias. “As flores secaram antes mesmo de desabrochar, estamos enfrentando este problema. A falta de umidade e chuva atrapalha nas culturas das flores. Estamos perdendo as flores, as árvores de mata”, coloca. Segundo o apicultor, o tempo seco favorece a produção, colheita e o manejo do mel. Por outro lado, as altas temperaturas se tornam um empecilho no armazenamento do produto. “Com o excesso de calor precisamos ter cuidados necessários para estocar. O mel precisa ser arejado e estar em um lugar mais fresco, evitando que o estoque esteja em um ambiente quente e que possa perder a qualidade”, salienta. A expectativa pela safra O início e término da safra do mel varia de acordo com a mudança climática. O inverno rigoroso e com geadas fortes pode prejudicar as floradas da primavera. “Se o inverno for dentro da normalidade a safra começa em agosto e/ou setembro. Neste ano tivemos a particularidade de começarmos a colher em novembro, em virtude das questões climáticas”, enfatiza Paulineli. A expectativa dos apicultores por uma safra promissora irá depender das chuvas dos próximos dias. Apesar disso, há relatos de que o prejuízo causado pela estiagem gire em torno de 50% na região e em outras áreas do Estado, a perda pode chegar até 70%. “Precisamos do retorno das chuvas para que as culturas possam florescer e atender a demanda das abelhas”, garante Paulineli. Para o presidente da União Carazinhense de Apicultores (Ucapi), Valdir Meurer, a estiagem deu uma quebra na produção. “O calor excessivo deu uma queda brusca na produção. A expectativa para a safra é média, estamos passando da metade e ainda temos a oportunidade de colher mais mel”, destaca. A procura por mel Além de ser rico em nutrientes, o mel é um dos alimentos naturais mais procurados. Seja no pão, nas bolachas ou em chás, o mel se adapta aos mais diversos tipos de alimentos. “A demanda sempre existe. Se fossemos atender o mercado nacional e exportar, iria faltar mel”, destaca Paulineli. FONTE: DIÁRIO DA MANHÃ VIA https://diariodamanha.com/noticias/excesso-de-calor-prejudica-a-producao-de-mel-na-regiao/
- As sessões extraordinárias são remuneradas? A Câmara de Vereadores tira a sua dúvida
Sessões extraordinárias NÃO são remuneradas. Nosso Regimento Interno prevê, em seu art. 102 § 2º que: A Sessão extraordinária não será remunerada ou indenizada. Porque são solicitadas sessões extraordinárias? Toda vez que a Sessão Ordinária não for suficiente para deliberação de matéria considerada urgente, convoca-se os Vereadores para uma Extraordinária. Siga a Câmara de Não-Me-Toque no Instagram e participe das enquetes para ter acesso a mais curiosidades e informações. FONTE: ASCOM CAMARA NMT
- Tempo para doar sangue após testar positivo para a Covid-19 reduz para 10 dias
No final do mês de janeiro, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica com mudanças nos critérios de triagem clínica na doação de sangue, em casos de pessoas que testarem positivo para Covid-19. A principal mudança apresentada pela nota é o tempo que um individuo fica considerado inapto a doar. Até o momento o intervalo entre testar positivo para a doença e estar apto a doar, era de 30 dias e agora passou a ser de 10 dias. A Gestora e Responsável Técnica do Serviço de Hemoterapia do Hospital São Vicente de Paulo de Passo Fundo, Dra. Cristiane da Silva Rodrigues de Araújo, explica a mudança. “O que é importante ressaltar dessas modificações é que foi reduzido o intervalo entre o individuo estar contaminado e apto para fazer uma nova doação. A partir de agora, uma vez contaminado, ele pode doar 10 dias após a normalização do quadro clínico”, explica. Em casos que a pessoa não testou positivo, mas teve contato com alguém que positivou, ela fica inapta para doar por sete dias. Dra. Cristiane pontua que a mudança levou em consideração algumas descobertas sobre as formas de transmissão do vírus. “Se viu que é muito baixa a probabilidade de ter uma transmissão do vírus via transfusão sanguínea, até o momento não teve nenhum relato dessa forma de transmissão”, pontua. A Hemoterapia do HSVP de Passo Fundo, não exige que testes de Covid-19 sejam realizados antes da doação, por se tratar de normativas estabelecidas pelo Estado. Queda nas doações As doações na Hemoterapia registraram nos últimos meses uma queda de 40%. A baixa é relacionada ao período de férias e agora também, ao aumento dos casos positivos de Covid no município. “Historicamente os meses de férias é um período crítico, sempre ficamos em alerta. Também não tem como não dizer que o aumento dos casos não impacta. Apesar de não termos muitos pacientes graves internados com Covid-19, continuamos com tratamento de paciente oncológicos, cirurgias eletivas, situação de emergência e tratamentos eletivos que continuam”, afirmou. Para suprir a demanda diária de transfusão de sangue, é necessário que tenha 80 candidatos para doação, com 60 coletas por dia. Principais mudanças: Pessoas candidatas à doação de sangue com diagnóstico ou suspeita de covid-19 e que apresentaram doença sintomática, mesmo nos casos leves/moderados, deverão ser consideradas inaptas por um período de 10 dias após a completa recuperação. Pessoas candidatas à doação de sangue que apresentaram um teste diagnóstico para SARS-CoV-2 positivo, mas permanecem assintomáticas, deverão ser consideradas inaptas por um período de 10 dias da data da coleta do exames; Pessoas candidatas à doação de sangue que tiveram contato próximo a um caso confirmado de covid-19 durante o seu período de transmissibilidade, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de covid-19, deverão ser consideradas inaptas pelo período de 7 dias após o último contato com essas pessoas; Pessoas candidatas à doação de sangue que permaneceram em isolamento voluntário ou indicado por equipe médica devido a sintomas de possível infecção pelo SARS-CoV-2 deverão ser consideradas inaptas pelo período que durar o isolamento 2, conforme definição do Ministério da Saúde. FONTE: DIÁRIO DA MANHÃ VIA https://diariodamanha.com/noticias/tempo-para-doar-sangue-apos-testar-positivo-para-a-covid-19-reduz-para-10-dias/
- Com agendamentos, Não-Me-Toque segue com vacinação pediátrica contra a Covid-19
A Secretaria de Saúde de Não-Me-Toque segue vacinando a população contra a Covid-19. Nesta semana, na terça e quinta-feira haverá imunização de pessoas com 12 anos ou mais com a primeira, segunda e terceira dose. Já na quarta e sexta-feira, a Sala de Vacinas estará fechada para atender exclusivamente por agendamento. Nestes dias, a vacinação será de crianças de 7 a 11 anos sem comorbidades. Ainda há horários disponíveis nesta semana para sexta-feira. O agendamento deve ser feito pelo whatsapp (54) 98432-8596ou telefone (54) 3320-0300. FONTE: GRUPO CERES DE COMUNICAÇÃO
- Portaria atualiza medidas de prevenção da Covid-19 nos ambientes de trabalho; veja as mudanças
Com o aumento de casos de Covid-19 devido à disseminação da variante ômicron pelo país, os Ministérios do Trabalho e Previdência e da Saúde publicaram uma portaria com atualizações das medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão do coronavírus em ambientes de trabalho. A portaria interministerial nº 14, de 20 de janeiro de 2022, traz algumas mudanças no teor da portaria nº 20, de 18 de junho de 2020. As principais mudanças englobam o que são considerados casos confirmados e suspeitos de Covid-19 entre os trabalhadores e os períodos de afastamento previstos (leia mais abaixo). Casos confirmados e suspeitos De acordo com a portaria, são considerados casos confirmados de Covid-19 os trabalhadores que estiverem nas seguintes situações: Síndrome Gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave, associada à anosmia (disfunção olfativa) ou à ageusia aguda (disfunção gustatória) sem outra causa pregressa, e para o qual não foi possível confirmar Covid-19 por outro critério; Síndrome Gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave com histórico de contato próximo ou domiciliar de caso confirmado de Covid-19, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais e sintomas; Síndrome Gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave com resultado de exame laboratorial que confirme Covid-19; Indivíduo assintomático com resultado de exame laboratorial que confirme Covid-19; ou Síndrome Gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave ou óbito por Síndrome Respiratória Aguda Grave para o qual não foi possível confirmar Covid-19 por critério laboratorial, mas que apresente alterações nos exames de imagem de pulmão sugestivas de Covid-19. São considerados casos suspeitos de Covid-19 os trabalhadores que apresentarem quadro compatível com Síndrome Gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave. É considerado que o trabalhador tem quadro de Síndrome Gripal se tiver pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre; tosse; dificuldade respiratória; distúrbios olfativos e gustativos; calafrios; dor de garganta e de cabeça; coriza; ou diarreia É considerado que o trabalhador tem quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave se tiver, além da Síndrome Gripal: dispneia e/ou desconforto respiratório ou pressão ou dor persistente no tórax; ou saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada (cianose) dos lábios ou no rosto. Considera-se contatante próximo de caso confirmado o trabalhador assintomático que esteve próximo de caso confirmado de Covid-19 entre 2 dias antes e 10 dias após o início dos sinais ou sintomas ou a data da coleta do exame de confirmação laboratorial (caso confirmado assintomático) do caso, em uma das situações: teve contato durante mais de 15 minutos a menos de um metro de distância, com um caso confirmado, sem ambos utilizarem máscara facial ou a utilizarem de forma incorreta; teve um contato físico direto, como aperto de mãos, abraços ou outros tipos de contato com pessoa com caso confirmado; permaneceu a menos de um metro de distância durante transporte por mais de 15 minutos; ou compartilhou o mesmo ambiente domiciliar com um caso confirmado, incluídos dormitórios e alojamentos. Considera-se contatante próximo de caso suspeito o trabalhador assintomático que teve contato com caso suspeito de Covid-19, entre 2 dias antes e 10 dias após o início dos sintomas do caso, em uma das situações: teve contato durante mais de 15 minutos a menos de um metro de distância sem ambos utilizarem máscara facial ou utilizarem de forma incorreta; teve contato físico direto com pessoa com caso suspeito; ou compartilhou ambiente domiciliar com um caso suspeito, incluídos dormitórios e alojamentos. Período de afastamento O empregador deve afastar das atividades presenciais, por 10 dias, os trabalhadores considerados casos confirmados de Covid-19. A empresa pode reduzir o afastamento das atividades presenciais para 7 dias, desde que os trabalhadores estejam sem febre há 24 horas, sem o uso de medicamento antitérmicos, e com remissão dos sinais e sintomas respiratórios. A organização deve considerar como primeiro dia de isolamento de caso confirmado o dia seguinte ao dia do início dos sintomas ou da coleta do teste por método molecular (RT-PCR ou RT-LAMP) ou do teste de antígeno. Além disso, a empresa deve afastar das atividades laborais presenciais, por 10 dias, os trabalhadores considerados contatantes próximos de casos confirmados de Covid-19. O período de afastamento dos contatantes próximos de caso confirmado de Covid-19 deve ser considerado a partir do último dia de contato entre os contatantes próximos e o caso confirmado. A empresa pode reduzir o afastamento desses trabalhadores das atividades laborais presenciais para 7 dias, desde que tenha sido realizado teste por método molecular (RT-PCR ou RT-LAMP) ou teste de antígeno a partir do 5º dia após o contato, se o resultado do teste for negativo. Os contatantes próximos que residem com caso confirmado de Covid-19 devem apresentar documento comprobatório da doença do caso confirmado. Além disso, o empregador deve afastar das atividades laborais presenciais, por 10 dias, os trabalhadores considerados casos suspeitosde Covid-19. A organização pode reduzir o afastamento desses trabalhadores das atividades laborais presenciais para 7 dias desde que estejam sem febre há 24 horas, sem o uso de medicamento antitérmicos, e com remissão dos sinais e sintomas respiratórios. A organização deve considerar como primeiro dia de isolamento de caso suspeito o dia seguinte ao dia do início dos sintomas. Segundo a portaria, o empregador deve orientar seus funcionários afastados do trabalho em todas essas situações a permanecerem em suas residências e assegurar a manutenção da remuneração durante o afastamento. A portaria prevê ainda a obrigatoriedade de as empresas fornecerem máscaras PFF2 (N95) ou equivalentes para os trabalhadores do grupo de risco, quando não adotado o teletrabalho ou trabalho remoto. Outras medidas O documento publicado no último dia 25 de janeiro manteve boa parte do teor da portaria nº 20, de 2020. Entre os assuntos mantidos estão: medidas de prevenção nos ambientes de trabalho, nas áreas comuns da organização, como refeitórios, banheiros, vestiários, áreas de descanso e no transporte de trabalhadores; ações para identificação precoce e afastamento dos trabalhadores com sinais e sintomas compatíveis com a Covid-19; procedimentos para que os trabalhadores possam reportar à organização, inclusive de forma remota, sinais ou sintomas compatíveis com a Covid-19 ou contato com caso confirmado da doença; instruções sobre higiene das mãos, etiqueta respiratória, uso de máscaras e distanciamento; atenção especial a trabalhadores maiores de 60 anos ou que estejam no grupo de risco para a Covid-19. FONTE: G1 VIA https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2022/01/27/portaria-atualiza-medidas-de-prevencao-da-covid-19-nos-ambientes-de-trabalho-veja-as-mudancas.ghtml
- Juro Zero do Avançar no Desenvolvimento Econômico entra em operação nesta terça, dia 1º
Nesta terça-feira (1º/2), começa a operação do programa Juro Zero RS. Realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) em parceria com bancos de fomento e instituições parceiras, o Avançar no Desenvolvimento Econômico permite empréstimos para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte com juros subsidiados pelo Estado. Para viabilizar o programa, o governo do Estado aportou R$ 100 milhões para pagar os juros das operações no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Badesul Desenvolvimento S.A. – Agência de Fomento e cooperativas conveniadas, que deverão injetar até R$ 600 milhões na economia gaúcha por meio de 23 mil operações. Os limites de crédito serão de até R$ 10 mil para MEI; R$ 30 mil para microempresa, e R$ 100 mil para empresas de pequeno porte. Todos terão carência de três meses e o prazo para amortização do microempreendedor individual é de 12 meses, enquanto os outros dois terão 33 meses para quitar o financiamento. “Conseguimos uma grande negociação com as instituições financeiras e esses R$ 100 milhões para os juros com certeza ultrapassarão os R$ 600 milhões em empréstimos. Essa é mais uma ferramenta que governo do Estado planejou pensando no pequeno empreendedor, que utilizará esse dinheiro para fazer a economia do Rio Grande do Sul crescer”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Edson Brum. Para aderir ao programa de empréstimo com juros subsidiados pelo governo do Estado junto ao Badesul, as empresas deverão solicitar o financiamento pelo site www.badesul.com.br ou presencialmente nas agências do Sicredi. Pelo BRDE, os interessados poderão solicitar por meio das cooperativas vinculadas aos sistemas Cresol, Sicredi, Siboob e Unicred. Além da possibilidade de acesso ao crédito, os empreendedores que aderirem ao programa Juro Zero também terão a oportunidade de receber consultoria e treinamentos do Sebrae. A instituição oferecerá acompanhamento aos empreendimentos com conteúdo e informações estratégicas para a tomada de crédito consciente, com o objetivo de reduzir riscos de inadimplência e ampliar a sustentabilidade financeira dos negócios, além de aportar R$ 10 milhões para viabilizar garantias através da Associação Garantidora de Crédito, RS Garanti. Contatos dos bancos e cooperativas conveniadas: Badesul www.badesul.com.br Whatsapp - (51) 98410-5616 Sicredi Consulte o contato do Sicredi mais perto de você www.sicredi.com.br/site/localizar-agencia Unicred negócios.0999@unicred.com.br Whatsapp e Telefone - (51) 99668-6861 Sicoob financiamento.investimentos@sicoobsc.com.br Telefone - (48) 3261-9077 Sicoob/Unicoob creditoc.2009@sicoob.com.br Telefone - (44) 3033-4538 / 3032-7743 / 3032-7774 Cresol Brasil credito@cresolcentral.coop.br Telefone - (49) 3361-4912 Cresol Sicoper gerencia.negocios@cresolsicoper.com.br Whatsapp e telefone - (54) 3210-2300 Cresol Baser carteira@cresol.com.br Telefone - (46) 3520-1951 Texto: Ascom Sedec Edição: Secom
- Governo do RS fecha 2021 com superávit de R$ 2,55 bilhões e triplica investimentos
Divulgados no Diário Oficial do Estado, os números consolidados das finanças do Rio Grande do Sul em 2021 confirmam as previsões que já vinham apontando melhorias nas contas públicas. Mesmo contabilizando os valores não pagos da dívida com a União (registrados como despesa empenhada), o governo gaúcho voltou a fechar o ano no azul, com superávit de R$ 2,55 bilhões. É a primeira vez que isso ocorre desde 2009. O valor só não foi maior (inicialmente, havia a perspectiva de que passasse de R$ 4 bilhões), porque o governador Eduardo Leite decidiu antecipar os aportes previstos no programa Avançar. A ação envolve injeção de recursos em diferentes áreas, da pavimentação de estradas a melhorias em setores como cultura, inovação, saúde, segurança e sustentabilidade. Só em investimentos, foram registrados R$ 2,3 bilhões, além de outros R$ 3,2 bilhões em inversões financeiras (decorrentes, principalmente, da privatização da CEEE-D). Considerando apenas o valor destinado a obras e outras melhorias, o volume é quase três vezes maior do que em 2020, quando foram aplicados R$ 864,3 milhões em investimentos. Quando se analisa os dados no longo prazo, a soma é a mais alta dos últimos 20 anos em termos nominais. Considerando números atualizados pela inflação, trata-se do melhor resultado desde 2010, último ano do governo de Yeda Crusius, turbinado pelos recursos oriundos da abertura de capital do Banrisul. Aliás O salto no valor dos investimentos é importante, mas é bom ressaltar que, proporcionalmente, o aporte representou apenas 4,3% da receita corrente líquida. Ainda que o percentual tenha aumentado em relação a 2020, persiste o desafio de ampliar a marca. fonte: GZH via https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2022/02/governo-do-rs-fecha-2021-com-superavit-de-r-255-bilhoes-e-triplica-investimentos-ckz325ml70060015pvz460ed9.html
- Pressionado por vetos e MPs, Congresso retoma nesta quarta-feira os trabalhos de olho nas urnas
Uma sessão solene marcada para quarta-feira (2) dá início ao último ano desta legislatura no Congresso. Com um olho no retrovisor, pressionados por 36 vetos presidenciais e 12 medidas provisórias (MPs) pendentes, e o outro no para-brisa, sem perder de vista o calendário eleitoral, deputados e senadores retomam os trabalhos com diferentes expectativas. Entre as lideranças gaúchas, de diversas orientações ideológicas e partidárias, há quase um consenso: o período será de pouca produção legislativa e predomínio do fator político. Entre o que esses mesmos parlamentares defendem como prioridade e o que deverá estar em discussão, na ante-sala das eleições de outubro, existe um abismo a ser transpassado. No primeiro momento, constatam, acontecerá a análise de vetos presidenciais, em questões relativas ao orçamento. Também estará no debate a previsão de R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral, cujo mérito ainda pode sofrer intervenções do Supremo Tribunal Federal (STF). Caso esses pontos se prolonguem até março, a tendência, apontam, é de que os demais temas sejam atropelados. Isso na igual medida em que se intensificam as movimentações em torno de candidaturas e coligações. Para Afonso Motta (PDT), não sobrará muito espaço para uma pauta organizada e que considere a ordem de apreciação por suas prioridades. De acordo com o trabalhista, temas de menor significado vão compor a agenda, formada para atender formalidades, e não a essência do debate. — Isso é agravado para nós, no RS, pois existe situação emergencial que envolve a maioria dos municípios em razão da estiagem. Lideranças locais buscarão junto aos ministérios da Agricultura, da Economia e da Integração recursos para atenuar a calamidade, mas as emendas emergencias para os pequenos agricultores estarão prejudicadas. Vivemos uma polarização que só diminui o que é de interesse público — lamenta. Reformas Presidente do MDB no Rio Grande do Sul e líder da Bancada Ruralista na Câmara, Alceu Moreira, cita a reforma tributária, prometida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e alvo de um esforço declarado pelo presidente Câmara, Arthur Lira (PP-AL), como exemplo: — Se tivermos a reforma tributária, e o Pacheco diz que votará, mexe com a economia pois é uma das propostas mais qualificadas dos últimos 40 anos. O texto tem acordo de governadores e a tendência é dominar o pano de fundo no Congresso, caso passe no Senado. Na mesma linha, Lucas Redecker (PSDB) sustenta que o período deveria ser usado para avançar nas reformas estruturantes (além da tributária, a administrativa). A brecha para que isso ocorra, revela o tucano, pode estar, justamente, nas eleições, tendo em vista que a campanha de Jair Bolsonaro (PL), em 2018, passou por propostas deste teor. — Ele (Bolsonaro) foi eleito com muitos votos liberais e precisa chegar à disputa com algo para mostrar. Infelizmente, coisas importantes não serão apreciadas, principalmente, as mais polêmicas, pois dependem de uma construção junto a base do governo que é o maior entrave do momento — comenta Redecker. Jerônimo Goergen (PP), por sua vez, afasta a possibilidade de votação em temas considerados relevantes. Por essa razão, diz, alguns projetos não serão encaminhados, a exemplo da liberação de jogos de azar, que traz desconforto à ala evangélica do governo. Da mesma forma, aponta o progressista, as reformas, que não encontraram ambiente político nos três primeiros anos de governo, dificilmente acontecerão. Centrão Vice-líder do PSB na Câmara, Heitor Schuch resume o que considera o cenário para 2022. Segundo ele, o centrão (grupo de partidos desprovidos de ideologia que costumam trocar apoio político no Congresso por cargos e emendas) seguirá ditando os rumos do Congresso e da Presidência. — Tudo vai depender do que esse grupo precisar para se reeleger e manter a sua hegemonia. Por isso, só vai ser votado o que for do interesse do Executivo e que não trouxer desgaste para eles (do centrão) — define Schuch. Neste aspecto, o professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Políticas da UFRGS, Rodrigo Stumpf González, lembra que as alianças para as eleições podem não ser as mesmas que vigoram, hoje, no Congresso: — Vários dos partidos que estão com Bolsonaro, provavelmente, não apostarão em uma reeleição do presidente. Significa que, pouco a pouco, vão se distanciar para formarem novas alianças, numa fragmentação da base de apoio, que se mantém com a distribuição de benefícios, cargos e um certo sentido de identidade ideológica conservadora. Mas, logo, surgirão, desse núcleo, novas candidaturas em alternativa a Bolsonaro e isso mexerá com o Congresso. PT deve elevar o tom e costurar a criação de uma federação Na esteira das movimentações, a oposição petista recomeça os trabalhos legislativos com agenda bem definida. Líder do PT na Câmara, Elvino Bohn Gass (RS) afirma que o partido irá elevar o tom sobre a pauta econômica e ampliar as cobranças nos desdobramentos da CPI da Covid e no debate do orçamento secreto (emendas com pouca ou nenhuma transparência carimbadas pelo Executivo a pedido de congressistas). Para o parlamentar, do outro lado, a agenda encontrará maior apelo nas pautas comportamentais, o que, segundo ele, é um subterfúgio para fugir do debate. — Eles (centrão) usam temas comportamentais, de forma intencional e o que fazem em paralelo é uma apropriação privada de um orçamento que é público. O orçamento secreto é uma forma de parlamentarismo sobre o orçamento e retira a execução orçamentária do Executivo — critica o petista. Ao mesmo tempo, Bohn Gass tem a missão de trabalhar pela sustentação da pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, primeiro colocado nas pesquisas, via articulação de uma federação, nova modalidade aprovada pela Câmara no ano passado, em análise no STF, mas que já permite aos partidos atuarem de forma unificada em todo o país. A medida pode ser espécie de teste para eventuais fusões partidárias. Um dos alvos do assédio para a composição com o PT, que alteraria a repartição do fundo eleitoral e a soma dos votos entre as legendas é o PSB, que ainda avalia a proposta. De acordo com Heitor Schuch (PSB), uma das vozes contrárias à iniciativa dentro da agremiação, caso isso aconteça, as eleições municipais ficariam comprometidas. — Sou contra a federação, ainda mais com o PT que se passa por protagonista e ocupa todos os espaços. Daqui a três anos teremos eleições para prefeito em 5.570 municípios, onde em menos de 5% deles o PSB coliga com o PT. Se não quisermos inviabilizar as próximas eleições não podemos concordar com a federação agora — argumenta Schuch. Vice-líder do governo na Câmara, Giovani Cherini (PL) foi procurado, mas não respondeu questionamentos da reportagem. O que estará em pauta na retomada 36 vetos presidenciais Entre eles: Projeto que obrigava planos de saúde a cobrir tratamento domiciliar contra o câncer Dispositivos que determinam a quebra temporária de patentes de vacinas e insumos em períodos de emergência ou estado de calamidade pública Proibição da distribuição gratuita de absorventes na rede pública Permissão para que funcionários demitidos da Eletrobras até um ano após a privatização sejam realocados em outras empresas públicas Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos do Simples Nacional que concederia descontos sobre juros, multas e encargos proporcionalmente à queda de faturamento durante a pandemia Marco legal das startups, com benefícios tributários para investidor pessoa física e condições facilitadas para o acesso de companhias de menor porte 12 medidas provisórias (MP) Entre elas: Redução das alíquotas PIS/Pasep e Cofins na importação do milho Ampliação do acesso de estudantes às bolsas de estudo do Prouni Alteração em taxas de fiscalização do mercado de valores mobiliários Pautas que alguns dos parlamentares da bancada gaúcha ouvidos pela reportagem gostariam que fossem apreciadas Criação de auxílio ou socorro aos municípios atingidos pela estiagem ou alagamentos Reforma tributária Reforma administrativa Plano de recuperação econômica Alterações na legislação de agrotóxicos Regulação do mercado de carbono Debate sobre a tributação e a política de preços nos combustíveis Discussão sobre a legalização dos jogos de azar Debate sobre o orçamento secreto fonte: GZH via https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2022/02/pressionado-por-vetos-e-mps-congresso-retoma-nesta-quarta-feira-os-trabalhos-de-olho-nas-urnas-ckz3ff62600a3015pcc00a3im.html
- INSS começa a pagar nesta terça aposentadorias com reajuste para quem ganha acima de um salário míni
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar nesta terça-feira (1º) os benefícios com reajustes para aposentados e pensionistas que ganham acima de um salário mínimo. O calendário será seguido de acordo com o número do benefício do segurado. Para aqueles que recebem um salário mínimo, os depósitos referentes a janeiro vêm sendo feitos desde o dia 25 de janeiro. Veja abaixo o calendário: Atualmente, são mais de 36 milhões de pessoas com direitos a benefícios do INSS no país – mais de 60% recebem um salário mínimo. Para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Já os aposentados e pensionistas que recebem benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 10,16% na remuneração – o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.433,57 a R$ 7.087,22. Veja abaixo como ficam os valores reajustados de acordo com o novo salário mínimo e INPC – valores referentes a mais de um salário mínimo englobam quem já estava recebendo os pagamentos em 1º de janeiro de 2021. Reajuste para quem começou a receber em 2021 Os segurados que ganham acima de um salário mínimo e começaram a receber a partir de fevereiro de 2021 terão percentual menor de reajuste porque não receberam 12 meses cheios de pagamentos. Assim, o percentual de reajuste fica menor quanto mais recente for a data de início do benefício. Veja abaixo: Comparativo dos reajustes Com o reajuste de 10,16% para beneficiários do INSS que recebem valores acima de um salário mínimo, o aumento será pouco menor que o do salário mínimo, que teve alta de 10,18%, ou de R$ 112 em relação ao valor vigente (R$ 1.100) no ano passado, mas incorporou quase R$ 2 como compensação pelo reajuste do salário mínimo abaixo da inflação em 2021. Em 2021, o reajuste foi de 5,45% para beneficiários do INSS que recebem acima de 1 salário mínimo. Já para quem ganhava 1 salário mínimo, o percentual foi de 5,26%. Alíquotas de contribuição ao INSS O reajuste também se reflete na cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS. Para empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos, a tabela de recolhimento passa a ser: 7,5% para até um salário mínimo (R$ 1.212) 9% para quem ganha entre R$ 1.212,01 e R$ 2.427,35 12% para quem ganha entre R$ 2.427,36 e R$ 3.641,03 14% para quem ganha entre R$ 3.641,04 e R$ 7.087,22 Esses novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro, pois são relativos aos salários de janeiro. Os recolhimentos relativos aos salários de dezembro de 2021 e efetuados em janeiro deste ano ainda seguem a tabela anterior. Vale lembrar que, com a reforma da Previdência de 2019, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de um salário mínimo, ele paga 7,5% de alíquota de contribuição sobre R$ 1.212 e outros percentuais no que exceder esse valor, de acordo com a tabela abaixo: Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,80 de contribuição. Quem ganha R$ 2.000 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre R$ 788 (R$ 70,92), totalizando R$ 161,82. Já quem ganha R$ 4.500 terá a seguinte contribuição, seguindo as faixas de valores da tabela acima: Paga 7,5% sobre R$ 1.212: R$ 90,90 de contribuição Mais 9% sobre R$ 1.215,35, que é a diferença de R$ 2.427,35 de R$ 1.212: R$ 109,38 Mais 12% sobre R$ 1.213,68, que é a diferença de R$ 3.641,03 de R$ 2.427,35: R$ 145,64 Mais 14% sobre R$ 858,97, que é a diferença de R$ 4.500,00 de R$ 3.641,03: R$ 120,26 Total de contribuição: R$ 466,18 FONTE: G1 VIA https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/02/01/inss-comeca-a-pagar-nesta-terca-aposentadorias-com-reajuste-para-quem-ganha-acima-de-um-salario-minimo.ghtml



































