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  • Os limites do crédito de carbono ao agro

    O Rio Grande do Sul naufragou em chuvas em maio de 2024, enquanto a Amazônia vive uma crise hídrica que se estende para 2025. Um cenário de extremos climáticos que vem caracterizando o Brasil. Na direção de uma relação mais equilibrada entre o desenvolvimento econômico e os compromissos ambientais globais, o país deu um passo a mais com a Lei 15.042/24. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 11 de dezembro, a nova legislação regulamenta o mercado de carbono, transformando emissões e retenções de gases poluentes em ativos financeiros. Mas não contempla completamente toda a cadeia produtiva, deixando de fora a atividade primária. A Lei 15.042/24 instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). Na prática, estabelece as diretrizes de como a economia começa a interagir com a natureza, regulando os seus impactos ambientais. Sua formulação é uma repercussão inicial do Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, que apresentou ao mundo o conceito de comércio de crédito de carbono, e do Acordo de Paris, de 2015. O professor da Escola de Economia de São Paulo, vinculada à Fundação Getulio Vargas (FGV), Daniel Vargas, explica que o mercado de carbono mundial “nasceu” para cumprir um propósito de acelerar e tornar mais efetiva uma política climática para o planeta. Segundo ele, a lei nacional tem um escopo abrangente de todos os tipos de gases e instalações industriais em todos os setores. A exceção é a atividade primária do uso da terra. Isso significa que a agroindústria está obrigada a cumprir as regras das emissões de carbono, mas o produtor que está na fazenda não. Daniel Vargas exemplifica que em torno de 50% das emissões nacionais de gases de efeito estufa estão associadas ao desmatamento, outros 25% devem-se ao uso produtivo da terra – agricultura e pecuária dentro das metodologias e métricas que prevalecem atualmente – e os demais 25% estão distribuídos entre os demais setores da economia produtiva brasileira. Por conta desse cenário, o professor complementa que a expectativa é que a legislação sancionada não alcance mais do que 10% a 15% das emissões brasileiras associadas ao setor industrial. O regramento inclui as instalações que emitem acima de 10 mil toneladas de CO2 por ano ou equivalente; ou 25 mil toneladas de CO2 por ano ou equivalente. Conforme Daniel Vargas, que também é doutor em Direito pela universidade de Harvard, acima de 10 mil toneladas começa um conjunto de obrigações de prestação contínuas de informações ao órgão regulador. Superior a 25 mil toneladas poderão ser estabelecidas metas ou obrigações de redução de emissão. Ele ainda compara o texto da lei nacional com os de outros países, como o praticado na Califórnia, nos Estados Unidos. Lá, a legislação cobre entre 3 e 4/5 das emissões. Na Europa, cobre quase 50%.Apesar do contraste com o Brasil, Daniel Vargas afirma que a regulamentação nacional é um ponto de partida importante para se estabelecer e representar o compromisso e esforço na redução das emissões do setor industrial e que a atividade primária é parte central da descarbonização da economia brasileira. “Deve dar sua contribuição, contudo, não exatamente como um dos setores regulados e sim como um setor incentivado”, defende. Daniel Vargas explica que o debate na indústria é se vai emitir mais ou menos gases efeito estufa. “Na agricultura ou pecuária é o quanto ela será capaz de converter, via fotossíntese, ‘fumaça’ do ar em alimento, energia e fibras para nosso uso. Para isso, o setor primário tem de ser estimulado, em vez de restringido”, argumenta. “Não há hoje um único mercado de carbono regulado no planeta que inclua a agropecuária como setor obrigatório. Em parte, a justificativa é a limitação das metodologias científicas. Dez consultores visitam dez fazendas e chegam a dez resultados diferentes sobre as emissões da produção”, observa. Em parte, diz o professor, tal comportamento se deve ao fato de nenhum país querer fragilizar seu produtor local na competição internacional. Por fim, Vargas aponta a própria natureza da atividade primária. Para ele, deve prevalecer a percepção no mundo de que ela funciona melhor em regime de mercado, com preços definidos pela competição, sem o controle da burocracia estatal. “É diferente no setor de energia, onde os mercados de carbono tipicamente operam. Energia é serviço público. Neste campo, não se costuma dar um passo sem a mediação do estado, a começar pelas tarifas. Agricultura e pecuária, por sua vez, são livres para empreender, tomar risco e se proteger. Tudo isso significa que a melhor forma de contribuir com a descarbonização do país e com o mercado de carbono é pela via do ‘crédito’ e não da ‘dívida’ que a regulação impõe”, conclui. Cinco fases do SBCE Fase 1: 12 a 24 meses: Criação do órgão gestor e definição dos setores que serão regulados, os detalhes operacionais e as bases jurídicas; Fase 2 : 12 meses: Operacionalização do sistema de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV). As empresas terão de reportar suas emissões de forma padronizada, criando uma base de dados para fiscalização; Fase 3: 24 meses: Início da obrigação de apresentar relatórios de emissões e planos de monitoramento, o que fornecerá os dados necessários para o primeiro Plano Nacional de Alocação (PNA); Fase 4: Início do primeiro ciclo de alocação de Cota Brasileira de Emissões (CBEs) e operacionalização dos primeiros leilões. Publicação do PNA, que definirá as regras de distribuição de cotas e o volume inicial disponível para o mercado; Fase 5: Implementação plena do mercado, com o primeiro leilão de CBEs e o início do mercado secundário, que permitirá negociações entre empresas. Fonte: Agência Gov Campo está fora mas não está excluído Rio Grande do Sul, 03 de abril de 2019. No 3º dia a comitiva do AgroBrazil visita o processo de empacotamento de arroz no Engenho Coradini e a vinícola Guatambu em Dom Pedrito. Foto: | Foto: Wenderson Araujo / Trilux / CNA / CP Especialista em Direito Ambiental afirma que Lei 15.042 autoriza a geração de créditos de carbono a partir da conservação de áreas de APP e Reserva Legal pelo agricultor, permitindo um “mercado voluntário” A advogada sênior da área de direito ambiental do escritório Mello Torres, Victoria Elimelek de Weber, analisa a Lei 15.042, sancionada em dezembro passado, e destaca que a legislação permite e incentiva a existência do mercado de carbono voluntário (onde atuaria o agro) paralelamente ao sistema regulado. Para isso, diz Victoria, é preciso cumprir com as metodologias estabelecidas pela regulamentação. “O artigo 46 da lei estabelece que créditos de carbono podem ser gerados a partir da conservação e preservação de Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal. Tal regulação é extraordinária, considerando que a preservação dessas áreas protegidas já constitui obrigação imposta pelo Código Florestal Brasileiro. Entretanto, é comum que essas áreas ocupem uma parcela significativa das propriedades rurais, o que pode gerar desafios econômicos aos proprietários”, pontua. De acordo com a especialista, os créditos de carbono poderão ser comercializados como ativos financeiros, impactando diretamente nos contratos de venda de produtos ou mesmo arrendamentos de terras. “Os contratos poderão incluir disposições específicas sobre a titularidade dos créditos de carbono, compartilhamento de receitas e responsabilidades por práticas sustentáveis. Práticas como Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF), plantio direto e reflorestamento poderão ser monetizadas através do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE)”, observa. Entretanto, Victoria alerta que há uma necessidade significativa de atos infralegais – normas que estão em posição inferior à lei na hierarquia jurídica – para que as disposições da nova legislação sejam plenamente aplicáveis e possam ser utilizadas pelos produtores. “Esses atos são essenciais para detalhar e operacionalizar as regras gerais previstas na lei, incluindo aspectos como metodologias de cálculo de emissões, critérios para geração de créditos de carbono, mecanismos de monitoramento e reporte”, detalha. A advogada complementa lembrando que a lei não prevê mudanças diretas e imediatas nos processos de exportação de commodities agrícolas. Contudo, os impactos indiretos podem ser expressivos, especialmente diante das tendências globais e das crescentes exigências dos mercados internacionais por maior sustentabilidade. “Um exemplo relevante é a publicação do Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento, que entrará em vigor no final de 2025. Esse regulamento proíbe a importação, por companhias europeias, de produtos associados ao desmatamento, exigindo a realização de rigorosas diligências prévias nas propriedades agrícolas de origem”, destacou. Projeto inovador para a erva-mate em 2026 Em parceria com outras instituições, a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação fará um diagnóstico do cultivo no Estado ao longo deste ano para analisar o potencial da planta de gerar créditos de carbono Pesquisa, Seapi, da cultura da erva-mate no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul | Foto: Fernando Dias / Seapi / Especial / CP No Rio Grande do Sul, a erva-mate , que já é protagonista na cultura gaúcha pelo hábito do chimarrão, pode ampliar seu escopo econômico. De acordo com o coordenador do Plano ABC+RS na Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Jackson Brilhante, a planta nativa tem potencial para gerar créditos de carbono. “A ideia é fazer um diagnóstico em 2025 para efetivamente conseguir ter o projeto em 2026”, adianta. Brilhante esclarece que a iniciativa envolve, além dos produtores da folha no Estado, parceria com a Fundação Solidaridad e a Livelihoods Funds, instituição sediada na França. Conforme o coordenador, a proposta é atuar, por exemplo, em áreas degradadas que seriam convertidas para a produção de erva-mate. Os terrenos escolhidos seriam cultivados com a adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono, gerando créditos para o mercado regulado e voluntário. “Os produtores serão incentivados a aplicar essas boas práticas, que vão desde o uso de bioinsumos, inclusão de árvores nativas e alguns ervais para que gere essa adicionalidade e efeito benéfico”, detalhou. A iniciativa foi discutida inicialmente em uma reunião realizada em meados de dezembro do ano passado, quando os planos foram apresentados para a Câmara Setorial da Erva-mate. A Fundação Solidaridad conta com dois polos ervateiros gaúchos com unidades de estudo da Carbon Matte, ferramenta desenvolvida pela entidade e pela Embrapa Florestas, localizada no município de Colombo, no Paraná. O sistema tem por objetivo medir os estoques de carbono e as emissões de gases do efeito estufa nesta cultura. Com a nova proposta, a fundação divulgou que tem a meta de ampliar mais 10 mil hectares de cultivo de erva-mate. De acordo com Brilhante, trata-se de um projeto muito importante do ponto de vista de mitigação dos efeitos dos gases estufa no Rio Grande do Sul. “Vai auxiliar no atingimento das metas de uma tecnologia chamada sistemas agroflorestais, tem um efeito positivo na cadeia do setor com produtos de baixa emissão ou negativa de carbono, agregando mais valor comercial e para o produtor”, evidenciou. Os três polos prioritários para a iniciativa no Rio Grande do Sul previstos para as regiões do Alto Uruguai, Missões Celeiro e Nordeste. Brilhante ressalta ainda que a Fundação Solidaridad soma experiência também na cadeia da erva-mate no Paraná, com conhecimentos em relação às medições de emissão de gases efeito estufa. “A erva-mate é uma cultura exportada para diversos países do continente europeu e temos alguns projetos pioneiros na quantificação do carbono de solo para o setor ervateiro em diferentes sistemas de produção”, completou o coordenador. Sistema é estudado nos ervais do Alto Taquari O pesquisador do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Luciano Kayser Vargas, garante que há resultados científicos mostrando que a erva-mate é uma cultura que pode gerar créditos de carbono. “Há resultados que mostram esse potencial. Em um artigo recente, foi avaliada a pegada de carbono de toda a cadeia da erva-mate produzida na província argentina Misiones e transportada até a capital, Buenos Aires. Os autores concluíram que a maior parte das emissões são nas fases de secagem e de transporte. A cultura não tem impacto negativo em termos de emissões”, explica. Conforme Kayser Vargas, o Rio Grande do Sul ainda não tem dados para definir a magnitude desses processos em seus ervais. “Temos que usar dados de outros locais, com clima e solo diversos. Hoje, se usa uma calculadora de carbono da Embrapa, com dados gerados no estado do Paraná. Nossos dados devem dar uma ideia mais exata do que acontece no Rio Grande do Sul”, complementa.O pesquisador estuda a erva-mate desde 2019. “É uma cadeia carente de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Em anos anteriores, fizemos um diagnóstico das condições de fertilidade dos solos em que a erva-mate é produzida e avaliamos as condições nutricionais das plantas”, recorda. Segundo ele, a partir da avaliação nutricional, são definidas as chamadas faixas de suficiência para a cultura, informação que até então não existia. Atualmente, revela Luciano, está em andamento uma pesquisa sobre o estoque de carbono e dos fluxos de gases de efeito estufa em sistemas de cultivo de erva-mate no polo ervateiro do Alto Taquari. “Estamos fazendo avaliações mensais, que foram interrompidas no período da enchente e retomadas em agosto. As análises devem seguir até agosto de 2025”, prevê. Os pesquisadores estão avaliando uma área com sistema de cultivo pleno sol (monocultivo) e outra com sistema sombreado (erva-mate cultivada em meio a araucárias), usando a mata nativa como área de referência. Kayser Vargas antecipa que o próximo passo da pesquisa será a determinação do estoque de carbono nos solos. “As amostras já foram coletadas, falta a análise química. Depois devemos avaliar o carbono em outros componentes dos sistemas, incluindo os seus estoques na madeira e na serapilheira, para podermos fazer um balanço completo envolvendo solo, plantas, resíduos vegetais e atmosfera”, finaliza.

  • Alistamento militar feminino tem mais de 7 mil inscritas no País, diz governo

    O Ministério da Defesa informou nesta sexta-feira (3), em balanço parcial, que mais de 7 mil mulheres se inscreveram desde a última quarta (1º) para o alistamento militar feminino. Esta é a primeira vez que as mulheres podem se alistar nas Forças Armadas, e o prazo para a inscrição vai até 30 de junho. O recrutamento é exclusivo para as mulheres nascidas em 2007 – que completam 18 anos neste ano. Ao todo, segundo o governo federal, serão destinadas 1.465 vagas em 13 Estados e no Distrito Federal (veja lista completa mais abaixo). De acordo com o ministério, as vagas serão distribuídas da seguinte maneira: – Exército: 1.010;– Aeronáutica: 300;– Marinha: 155. Atualmente, de acordo com o Ministério da Defesa, as Forças Armadas contam com 37 mil mulheres, o que corresponde a cerca de 10% de todo o efetivo. A pasta afirma que as mulheres atuam, principalmente, nas áreas de saúde, ensino e logística. Pelas regras divulgadas pelo Ministério da Defesa, as mulheres interessadas poderão escolher se desejam entrar para o Exército, a Marinha ou Aeronáutica. Mas serão levados em conta alguns critérios, por exemplo, a disponibilidade de vagas, a aptidão da candidata e a especificidade exigida pela força escolhida por ela. Além disso, segundo o ministério, o processo de recrutamento será feito nas seguintes etapas: – alistamento;– seleção geral;– seleção complementar;– designação/distribuição;– incorporação. Por se tratar de alistamento voluntário, e não obrigatório, as mulheres podem desistir de integrar as Forças Armadas. Entretanto, a partir da etapa de incorporação, segundo o governo, o serviço militar passa a ser obrigatório para a mulher selecionada. Veja os municípios que participam do alistamento militar feminino: – Águas Lindas de Goiás (GO)– Belém (PA)– Belo Horizonte (MG)– Brasília (DF)– Campo Grande (MS)– Canoas (RS)– Cidade Ocidental (GO)– Corumbá (MS)– Curitiba (PR)– Florianópolis (SC)– Formosa (GO)– Fortaleza (CE)– Guaratinguetá (SP)– Juiz de Fora (MG)– Ladário (MS)– Lagoa Santa (MG)– Luziânia (GO)– Manaus (AM)– Novo Gama (GO)– Pirassununga (SP)– Planaltina (GO)– Porto Alegre (RS)– Recife (PE)– Rio de Janeiro (RJ)– Salvador (BA)– Santa Maria (RS)– Santo Antônio do Descoberto (GO)– São Paulo (SP)– Valparaíso de Goiás (GO). Segundo o Exército, a expectativa é aumentar progressivamente o número de vagas, conforme adesão de mais organizações militares. Atualmente, o ingresso pode ser feito como oficiais ou sargentos de carreira por meio de concurso público. Outra possibilidade é a seleção de mulheres como oficiais e sargentos temporárias (servindo por até oito anos), por meio de seleção conduzida pelas regiões militares. Para homens, o alistamento é obrigatório, imposto a todos que atingem 18 anos, e está previsto na Constituição.

  • Receita Federal passa a receber dados de cartões de crédito e Pix de instituições financeiras

    Com a virada do ano, a Receita Federal passou a contar com novos instrumentos de fiscalização sobre as transações financeiras realizadas pelos contribuintes. A partir de 2025, o órgão vai passar a receber também dados das operadoras de cartão de crédito e das chamadas “instituições de pagamento”. De menor porte, as instituições de pagamento (IP) são empresas que viabilizam compra, venda e movimentação de recursos, mas não oferecem empréstimos e financiamentos a seus clientes. Varejistas de grande porte, bancos virtuais, carteiras digitais são alguns exemplos. Atualmente, a Receita já recebe esse tipo de informação dos bancos tradicionais, públicos e privados, em operações como Pix, aplicações financeiras, seguros, planos de previdência e investimentos em ações. A ampliação da fiscalização foi anunciada em setembro do ano passado e entrou em vigor esta semana. O envio dos dados será semestral. As transações feitas entre janeiro e julho deste ano, por exemplo, serão enviadas à Receita em agosto. Essas informações serão repassadas por meio de uma declaração semestral, chamada de “e-Financeira”. Os dados só serão enviados quando o montante total movimentado, por cada tipo de operação financeira (Pix, pagamento ou investimento, por exemplo), for: – superior a R$ 5 mil, para pessoas físicas;– superior a R$ 15 mil, para empresas. Esses dados serão incorporados à base de dados da Receita Federal com objetivo de “identificar irregularidades e dar efetividade ao cumprimento das leis tributárias”. “As medidas visam aprimorar o controle e fiscalização das operações financeiras, garantindo uma maior coleta de dados. Além disso, reforçam os compromissos internacionais do Brasil no âmbito do Padrão de Declaração Comum (CRS), contribuindo para o combate à evasão fiscal e promovendo a transparência nas operações financeiras globais”, informou o Fisco, por meio de nota. A Receita Federal lembrou que, com o fim da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) em 2007, foi instituída no ano seguinte a Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira (Dimof) — pela qual os bancos informavam dados sobre a movimentação financeira dos contribuintes ao órgão. Em 2015, porém, “dentro de um processo de evolução tecnológica contínua”, o Fisco informou que foi instituída a chamada “e-Financeira”, que faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). De acordo com informações da Receita, “esse instrumento incorporou informações prestadas na antiga Dimof e além dos dados sobre aplicações financeiras, seguros, planos de previdência privada e investimentos em ações. Portanto a Dimof deixou de ser exigível a partir do ano-calendário de 2016”. Na “e-Financeira”, segundo o órgão, as instituições não informam as transferências bancárias específicas, mas “apenas os valores globais a débito e crédito consolidados mensalmente por conta e por contribuinte”.Na avaliação da Receita Federal, os dados da e-Financeira “são uma base importante de dados para a Receita Federal e têm ganhado uma importância crescente no mundo todo em razão da necessidade de transparência, conformidade e combate a ilícitos”. As informações são do portal de notícias g1.

  • 2024 foi o ano mais quente já registrado no Brasil, informa o Instituto Nacional de Meteorologia

    O ano de 2024 entrou para a história como o mais quente já registrado no Brasil desde o início das medições em 1961. A constatação é de um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com dados também da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgado nesta sexta-feira (3) Segundo o Inmet, a média das temperaturas no País durante 2024 atingiu 25,02°C, superando em 0,79°C a média histórica de 1991-2020, que é de 24,23°C. O aumento coloca 2024 no topo do ranking dos anos mais quentes, ultrapassando até mesmo 2023, que registrou uma média anual de 24,92°C, 0,69°C acima da média histórica. Os anos mais quentes no Brasil coincidem com períodos de forte influência do fenômeno El Niño. E no último ano, assim como em 2023, o El Niño apresentou intensidade de forte a muito forte, contribuindo significativamente para as temperaturas elevadas. Ainda segundo o Inmet, por 16 meses consecutivos, de junho de 2023 a setembro de 2024, a temperatura média global provavelmente excedeu qualquer registro anterior. De forma geral, desde junho de 2023, o mundo vem registrando também um mês mais quente a cada novo período, um dado preocupante que ilustra o especialistas chamam de emergência climática. O boletim indica que o último novembro foi o segundo mês de novembro mais quente da história, atrás apenas de novembro de 2023. Ainda em novembro, a temperatura média do ar mundial foi de 14,1°C, temperatura 0,73°C acima da média mensal para o mesmo período entre 1991 e 2020. Entre janeiro e novembro de 2024, a anomalia da temperatura média global ficou em 0,72°C acima da média registrada entre 1991 e 2020. Essa é a maior marca já registrada para o período, que também foi 0,14°C mais quente que o mesmo tempo estudado de 2023. No Brasil, as mudanças climáticas aumentaram, por exemplo, em duas vezes a probabilidade de ocorrência das chuvas históricas que causaram enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul entre o final de abril e início de maio de 2024. Aliado a isso, dias quentes, secos e com fogo mais que triplicaram na Amazônia e no Pantanal. Como mostrou o g1 com exclusividade, em 2024 o Brasil enfrentou também a maior seca da sua história, com aproximadamente um terço do território em situação de seca intensa. No Pantanal, as alterações climáticas aumentaram em cerca de 40% o número de incêndios florestais observados em junho. Além disso, a crise climática elevou em até 20 vezes a chance de condições meteorológicas que contribuíram para a intensificação dos incêndios na Amazônia Ocidental entre março de 2023 e fevereiro de 2024.

  • Por que esta pode ser a melhor safra de verão no RS desde 2021

    Foi coisa de 10 dias o que impediu o produtor Itamar Piccolo, de Jaguari, na Região Central, de colher uma safra cheia no último verão. A água da enchente tomou a propriedade na fase final da colheita , levando com ela grãos que, especialmente naquela temporada, tinham tudo para ser de alta qualidade. — Se tivéssemos tido mais 10 dias de tempo bom, teríamos escapado. Tudo pronto ( para colher ) e acontece isso. Mas a gente se criou assim, e faz parte. Os produtores vivem de altos e baixos, a vida é essa — relembra Piccolo. Nem mesmo a pior perda desde que está na atividade fez o agricultor de 55 anos mudar de planos. Amarrado na resiliência que é própria da produção, encerrou na metade de dezembro o plantio da nova safra e nutre boas expectativas pelo que poderá colher nos 600 hectares de soja e nos 300 hectares de arroz que foram semeados para o verão. Parte do otimismo vem já do plantio, feito este ano no calendário regular, ao contrário do ano passado, que teve atrasos. — Comecei e terminei de plantar no tempo certo e a “nascidas” até aqui estão muito boas — observa o produtor. Assistente de culturas da Emater, Alencar Rugeri diz que o primeiro indicativo para uma safra dentro dos conformes é a sua largada . Neste ciclo, apesar das dificuldades de crédito para implementar as lavouras ou do solo ainda prejudicado em algumas localidades , os produtores conseguiram manter o cronograma. Na soja, principal cultura da estação, a semeadura estava praticamente encerrada até a virada do ano. — O plantio está acontecendo dentro de uma normalidade maior que o ano passado, e isso é um alento. O que nos resta agora é saber qual a qualidade deste plantio em função das safras passadas, pela dificuldade que se acumula — diz Rugeri. Com as devidas ressalvas aos contratempos que ainda podem ocorrer durante o desenvolvimento das lavouras, as expectativas até aqui são de que a safra 2024/2025 seja satisfatória no Rio Grande do Sul . A projeção inicial da Emater, referência para o ciclo, é de que a colheita some 35 milhões de toneladas de grãos no Estado , alta de 16,9% em relação ao ano passado. Já a Conab espera 38,29 milhões de toneladas de grãos, aumento de 3,3% sobre a safra anterior, o que configuraria um recorde de produção.  Em termos de condições para tal, seria a melhor safra desde 2021, quando o Estado atingiu recorde de produção (20,4 milhões de toneladas). O momento, no entanto, é de cautela:  — Não se espera uma safra extraordinária, mas boa dentro do que se tem. Não temos grandes expectativas de supersafra, mas sim de que será uma boa safra — pondera o extensionista e diretor técnico em exercício da Emater, Luis Bohn. A Federação da Agricultura do RS (Farsul) também prefere ser prudente em relação às projeções e não arrisca uma estimativa própria . A federação entende que ainda não há condições de se calcular como será a safra em razão das quebras dos últimos anos, das incertezas climáticas e de como as lavouras estão sendo implementadas. — A safra deve vir maior. Se colhermos — ressaltou o economista chefe da Farsul, Antônio da Luz, no balanço da entidade . O economista traz ressalvas principalmente sobre as condições das áreas que estão sendo plantadas , seja pelo crédito disponível para investir em nível tecnológico ou pela condição da própria terra após a enchente . Além disso, há incerteza em relação às condições climáticas em janeiro e fevereiro , meses determinantes para as culturas. Os modelos indicam que pode haver chuva abaixo da média pela ocorrência de La Niña . Boletim divulgado pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado (Copaaergs), elaborado por especialistas em agrometeorologia e agricultura, lista uma série de cuidados para proteger os cultivos. Para os grãos de verão, as orientações incluem reserva de água para irrigação e controle de pragas . Já para a fruticultura e o cultivo de hortaliças e outras culturas, orienta-se o uso racional da água e o uso de estruturas que possam proteger as plantas das altas temperaturas . Papel na economia O peso que recai sobre a safra é também de ordem econômica. E vai muito além do campo. O desempenho da agropecuária, sobretudo da colheita de verão, é um balizador da atividade econômica no Rio Grande do Sul . Em 2024, mesmo não retomando o crescimento interrompido pela seca, o agro foi o setor que mais puxou o PIB gaúcho , conforme os dados divulgados na quinta-feira (2) . O tamanho da produção transborda na indústria , como no processamento de grãos e na fabricação de máquinas, e nos serviços, que giram a economia dos municípios. Na avaliação do economista chefe da Farsul, a combinação de resultados no agro e na indústria pode fazer PIB do RS crescer mais do que o do Brasil em 2025 , por exemplo. — O PIB de ambos cresce muito parecido, a diferença é justamente em anos de estiagem e de recuperações. Acreditamos que em 2025 possamos ter uma safra melhor do que a deste ano. A indústria, por outro lado, cresceu bem menos em 2024 do que a média do Brasil. Como é movida a grão, e vem de uma base fraca, que é 2024, acreditamos que também passe a ter um desempenho um pouco melhor em 2025 — disse Luz ao Campo e Lavoura da Rádio Gaúcha ( ouça aqui ).

  • Recanto Lanches: 45 anos de história e sabor em uma história de dedicação e amor ao trabalho

    Ontem, 2 de janeiro, foi um dia incrível para a Lancheria Recanto Lanches! Comemoramos 45 anos desde que João e Marilda abriram suas portas pela primeira vez em Não-Me-Toque, servindo o primeiro xis e iniciando uma história que marcou gerações. Em 1980, sem conhecer ninguém na cidade, João e Marilda confiaram no trabalho duro , no amor pelo que faziam e na certeza de que serviriam o melhor . Aos poucos, conquistaram clientes que se tornaram amigos , formaram laços e construíram uma trajetória de sabor e confiança que hoje atravessa fronteiras . São 45 anos de dedicação, melhorando receitas , criando momentos especiais e colecionando memórias inesquecíveis . Não são apenas lanches: são encontros , histórias e risos que unem famílias e amigos . Nosso agradecimento é infinito a cada cliente , amigo e parceiro que fez parte dessa caminhada. Vocês são o coração dessa história, que começou lá atrás e segue com o mesmo sabor , carinho e qualidade de sempre! Se ainda não comemorou conosco, passe na Lancheria Recanto Lanches e sinta a magia dessa tradição .

  • Calendário astronômico de 2025: confira quando haverá eclipses, chuvas de meteoro e superluas

    2025 estará repleto de eventos astronômicos. Os fenômenos incluem 12 chuvas de meteoros , conjunções planetárias , 2 eclipses lunares e 2 eclipses solares , além de superluas . E, para ajudar os curiosos pela astronomia, o g1 listou alguns dos principais fenômenos que ocorrerão este ano. Veja abaixo: Eclipses 🌗 13-14 de março - Eclipse lunar total (visível em todo o país) ☀️ 29 de março - Eclipse solar parcial (não visível no Brasil) 🌗 7-8 de setembro - Eclipse lunar total (não visível no Brasil) ☀️ 21 de setembro - Eclipse solar parcial (não visível no Brasil) Em 2025, teremos 2 eclipses solares: todos parciais (quando a Lua bloqueia apenas uma parte da luz do Sol), em 29 de março e 21 de setembro. Atenção: um eclipse solar só pode ser observado com um filtro especial ou olhando para o reflexo do Sol. Ambos não serão visíveis no Brasil. No de 29 de março , apenas alguns países da Europa, Ásia, África, América do Norte e América do Sul conseguirão observar o fenômeno. Além disso, ele também será visível em partes dos Oceanos Atlântico e Ártico. Já o 21 de setembro passará por partes da Austrália, do Pacífico e da Antártida. Já os eclipses lunares também serão 2: um total entre os 13 e 14 de março (visível em todo o país) e outro parcial entre os dias 7 e 8 de setembro (não visível no Brasil). O eclipse total também é conhecido como " Lua de Sangue" , e ocorre quando o Sol, a Terra e Lua se alinham e a Lua passa pela na sombra da Terra. Quando o evento chega em sua totalidade, e a sombra encobre completamente o disco lunar, fazendo com que a Lua fique avermelhada, isso porque não teremos a incidência direta da luz do Sol no nosso satélite natural. Para observar o eclipse, nenhum equipamento especial é necessário, podendo ser visto a olho nu. Contudo, o uso de binóculos ou de um telescópio pode melhorar a visão e a intensidade da cor vermelha, explica a Nasa, a agência espacial norte-americana. Além do território brasileiro, a Lua de Sangue poderá ser vista também em toda a América do Sul e Central e em partes da América do Norte, Europa Ocidental e África Ocidental. No dia 4 de janeiro, a Terra atingirá seu ponto mais próximo do Sol. O fenômeno ocorrerá às 10h28 no horário de Brasília. No periélio (que quer dizer literalmente "perto do Sol"), o planeta fica a 147 milhões de km da estrela central do Sistema Solar. Já o afélio (o oposto do periélio, quando o Sol apresenta seu menor diâmetro aparente, e a Terra alcança o ponto de sua órbita mais distante do astro) ocorrerá em 3 de julho, às 16h54 no horário de Brasília. Neste ponto, o nosso planeta estará a 152 milhões de km do Sol e atingirá a sua menor velocidade do ano .

  • Sobrevivente do Holocausto e medalhista olímpica mais velha do mundo, Agnes Keleti morre aos 103 anos

    A ginasta húngara Agnes Keleti, uma das figuras mais notáveis da história do esporte mundial, faleceu aos 103 anos nessa quinta-feira (2), conforme informado pelo Comitê Olímpico Húngaro (HOC). Ela foi uma das sobreviventes do Holocausto, e sua trajetória como atleta e sua extraordinária resiliência a tornaram um símbolo de superação e determinação. Keleti foi cinco vezes campeã olímpica e detinha o título de mais velha medalhista de ouro olímpica viva do mundo. De acordo com a agência estatal de notícias da Hungria, Agnes Keleti faleceu em um hospital de Budapeste, onde estava internada desde 25 de dezembro devido a complicações de pneumonia. Ela estava em estado crítico desde então, após lutar contra a doença durante o período festivo. Nascida como Agnes Klein em Budapeste no dia 9 de janeiro de 1921, a ginasta iniciou sua trajetória esportiva cedo. Ela ingressou na Associação Nacional de Ginástica da Hungria em 1938 e, em 1940, conquistou seu primeiro campeonato nacional. No entanto, sua carreira foi interrompida abruptamente devido à perseguição nazista. No mesmo ano de 1940, ela foi banida de todas as atividades esportivas por causa de sua origem judaica. O Comitê Olímpico Internacional (COI) ressaltou que a vida e a carreira de Keleti foram profundamente marcadas pela política de seu país e pela sua religião. O COI ainda destacou que, durante a Segunda Guerra Mundial, Keleti teve que escapar da deportação para os campos de extermínio nazistas. Ela se refugiou em uma vila ao sul de Budapeste, onde viveu com documentos falsos, conseguindo escapar da morte que vitimou tantos judeus húngaros. Infelizmente, seu pai e vários parentes foram mortos no campo de concentração de Auschwitz, um evento que marcou sua vida de forma indelével. Após a guerra, Keleti deu continuidade à sua carreira como ginasta, e sua grandeza esportiva foi consolidada de maneira ainda mais impressionante aos 31 anos, quando ela conquistou sua primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Helsinque, em 1952. Aos 31 anos, uma idade em que muitas ginastas já estavam aposentadas, Keleti se destacou ao alcançar o topo do pódio. Quatro anos depois, ela brilhou nos Jogos Olímpicos de Melbourne, em 1956, onde conquistou quatro medalhas de ouro, tornando-se a ginasta mais velha da história a ganhar uma medalha olímpica de ouro, um feito recorde para a época. Em 1957, Keleti se estabeleceu em Israel, onde construiu uma nova vida. Ela se casou e teve dois filhos, mas continuou sendo uma inspiração para a ginástica mundial, com uma carreira repleta de conquistas e reconhecimento. Com um total de 10 medalhas olímpicas, incluindo cinco de ouro, Keleti se consolidou como a segunda atleta húngara mais bem-sucedida de todos os tempos, ficando atrás apenas de uma lenda do esporte húngaro. Além de seu sucesso olímpico, Keleti recebeu múltiplas condecorações do Estado húngaro, reconhecendo sua contribuição inestimável ao esporte. Seu legado transcende as pistas de ginástica, representando a luta pela sobrevivência, a superação de adversidades inimagináveis e a excelência em sua modalidade.

  • Programa Minha Casa, Minha Vida supera em 25% a meta de contratos habitacionais em 2024

    O programa Minha Casa, Minha Vida superou em 25% a meta de contratação de unidades habitacionais em 2024 no País, afirmou o ministro das Cidades, Jader Filho. De acordo com ele, havia sido prevista a contratação de 1 milhão de novas unidades. A pasta, no entanto, conseguiu chegar à marca de 1,25 milhão. “Nós avançamos muito nesse programa que, além de realizar o sonho da casa própria, também gera emprego, gera renda e desenvolve o nosso País”, disse ele. De acordo com Jader Filho, o balanço do andamento da Minha Casa, Minha Vida em 2024 é bastante positivo. “Entregamos mais de 41 mil novas unidades habitacionais e encontramos solução para cerca de 45 mil unidades que estavam paralisadas, outras que estavam ocupadas. Avançamos nesse tema junto com as prefeituras, com os governos dos Estados. Havia muitas obras que estavam paralisadas quando nós chegamos ao Ministério das Cidades. Outras estavam com ritmo bem lento. A gente conseguiu retomar essas obras e entregá-las ao Brasil”, acrescentou. Criado pelo governo federal durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2009, o Minha Casa, Minha Vida é um programa habitacional voltado para atender famílias de baixa renda. Ele é conduzido pelo Ministério das Cidades e operacionalizado pela Caixa Econômica Federal. “Todos os novos empreendimentos, que iniciaram as construções agora no final de 2024, obrigatoriamente têm que ter biblioteca, têm que ter varanda. A gente precisa fortalecer toda essa parte social desses empreendimentos. O limite máximo agora é de 750 unidades habitacionais em cada um desses condomínios. Por que fizemos isso? Porque, historicamente, esses grandes condomínios eram gigantescos e, em muitos deles, os moradores não desenvolviam um sentimento de comunidade. São diversas alterações que fizemos para melhorar a vida das pessoas que vão morar nos novos empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida”, ressaltou Jader Filho.

  • Primeiro homicídio do ano é registrado em Passo Fundo no bairro José Alexandre Zachia

    Na noite desta quinta-feira (2), foi registrado o primeiro homicídio do ano, em Passo Fundo. O caso ocorreu após um homem ser baleado no bairro Zachia. Segundo informações obtidas pelo repórter policial João Victor Lopes, a vítima, identificada como Nésio Ivo Soares, de 62 anos, foi atingida por quatro disparos de arma de fogo, sendo três no peito e um na cabeça. A Brigada Militar, por meio da Sala de Operações 190, foi informada e enviou equipes da Força Tática, Oficial de Serviço e do 3º BPChoque ao local. No local não foram encontradas testemunhas, nem câmeras de monitoramento. O SAMU de Passo Fundo foi acionado e prestou os primeiros socorros à vítima, que foi encaminhada em estado gravíssimo ao Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), onde não resistiu aos ferimentos e morreu. A ocorrência foi registrada pela equipe da Força Tática na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Este foi o primeiro homicidio do ano em Passo Fundo. por uirapuru

  • Mais de 1,3 mil raios são registrados em 13 minutos por observatório de Taquara

    Uma tempestade de raios foi registrada na noite desta quinta-feira (2) em diferentes cidades do Vale do Paranhana, da Região Metropolitana e do Vale do Sinos. O fenômeno foi captado por câmeras de monitoramento do Observatório Espacial Heller & Jung entre 20h28min e 20h41min .  Conforme o observatório, que monitora um raio de 40 quilômetros a partir da cidade de Taquara, 1.340 raios rasgaram o céu de municípios como Novo Hamburgo, São Leopoldo, Gravataí e Taquara em apenas 13 minutos.   Segundo Carlos Fernando Jung, proprietário do observatório, há mais de um ano não ocorria uma tempestade de raios desta intensidade na região . — Foram raios nuvem a nuvem. Algo similar aconteceu anteriormente somente no primeiro semestre de 2023 — conta.  O evento acontece na mesma noite que a Defesa Civil alerta para pancadas de chuva, acompanhadas de raios na Região Metropolitana. POR GZH

  • As profissões do agronegócio que estarão em alta em 2025

    Aquecido, o mercado de trabalho no agronegócio promete multiplicar vagas neste ano. De gerente agrícola a analista fiscal, a coluna elencou as principais profissões que estarão em alta no setor em 2025 , conforme especialistas. Confira. O levantamento Panorama Setorial de Agronegócio, divulgado pela PageGroup, consultoria de recrutamento especializado, por exemplo, indicou que o cargo que deve se destacar neste ano é o de gerente agrícola. Conforme o estudo, a profissão estará em alta por causa da competitividade do mercado e da busca por profissionais atualizados às novas tecnologias e formas de fazer gestão. Já o Panorama Setorial de Agronegócio da Robert Half, empresa de talentos, trouxe um ranking dos profissionais mais procurados para 2025. Na lista de cargos permanentes, a função de gerência também aparece , junto a de representante técnico de vendas. As áreas são diversas: do crédito à qualidade do produto. Com relação aos profissionais mais procurados em projetos, o estudo mostra o cargo de analista (fiscal, de suprimentos, de importação, exportação e de farturamento) e de assistente administrativo no topo da busca. À coluna, Eduardo Condorelli, superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado (Senar-RS), citou ainda o cargo de operadores de máquinas agrícolas. As profissões para 2025 Gerente agrícola Gerente de crédito, barter, de vendas, de operações e de qualidade Representante técnico de vendas  Analista fiscal Analista de suprimentos Analista de importação Analista de exportação Analista de farturamento Assistente administrativo Operador de máquina agrícola Fonte: PageGroup, Robert Half e Senar-RS por gzh

  • Eleitores que não votaram devem justificar ausência até 7 de janeiro

    O prazo para que o eleitor que não votou no segundo turno das eleições municipais de 2024 justifique a ausência terminará na próxima terça-feira (7). O segundo turno do pleito ocorreu em 27 de outubro, em 51 municípios do país, sendo 15 capitais. A justificativa vale para quem tem a obrigação de votar, porém não compareceu às urnas. No Brasil, o voto é obrigatório para maiores de 18 anos e é facultativo para pessoas com idade entre 16 e 18 anos, maiores de 70 anos e também para analfabetos. Cada turno eleitoral é considerado uma eleição independente pela justiça eleitoral, para efeito de comparecimento. Por isso, o eleitor deverá justificar separadamente o não-comparecimento em cada um dos turnos. Como justificar A justificativa pós-eleição pode ser feita presencialmente, no cartório eleitoral, ou online por meio do aplicativo para smartphones, o e-Título da Justiça Eleitoral ou pela internet. O eleitor que estiver com o título eleitoral regular ou o mesmo suspenso poderá justificar a falta pelo e-Título. No app, o eleitor faltoso deve acessar o link ‘Mais opções’, selecionar o local do pedido de justificativa de ausência e preencher o formulário com os dados solicitados. Então, será gerado um código de protocolo para que a pessoa possa acompanhar o andamento da solicitação. O requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título de eleitor para a devida análise. Após a decisão sobre a aceitação ou não da justificativa, o cidadão será notificado. Outro modo de justificar a ausência ao pleito é pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na página eletrônica de Autoatendimento Eleitoral. É preciso informar o número do título eleitoral, do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou o nome, a data de nascimento e o nome da mãe (caso conste). O internauta poderá acompanhar o andamento do pedido encaminhado à Justiça Eleitoral no mesmo endereço virtual. Os dados informados devem coincidir com os do cadastro eleitoral. Se o sistema não reconhecer os dados digitados, o eleitor deverá contatar a zona eleitoral responsável pelo título para esclarecimentos. E se o eleitor preferir justificar a ausência ao pleito presencialmente, deverá se dirigir ao cartório eleitoral mais próximo, preencher o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) e entregá-lo no ou enviá-lo via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Assim que for aceita, a justificativa será registrada no histórico do título de eleitor. Ausência ou negativa A ausência injustificada às urnas resulta em sanções ao eleitor que faltou às eleições municipais. Entre elas, está o pagamento da multa de R$ 35,13 imposta pela Justiça Eleitoral. De acordo com a resolução-TSE 23.659/2021, o cidadão que declarar estado de pobreza ficará isento do pagamento da multa por ausência às urnas. Após 7 de janeiro, na página Quitação de Multas, os eleitores podem consultar seus débitos e emitir a Guia de Recolhimento da União (GRU) para quitação de multas eleitorais decorrentes de ausência às urnas e/ou aos trabalhos eleitorais. Além da multa, quem não compareceu à seção eleitoral no segundo turno do pleito de 2024 e não justificou a ausência ficará impedido de tirar o passaporte e a carteira de identidade; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; inscrever-se em concurso público e tomar posse em cargo público; receber remuneração em função pública, entre outras restrições. No caso de o eleitor ter feito o pedido de justificativa de ausência a um dos turnos da eleição municipal de 2024 e a motivação não ser aceita pelo juízo eleitoral, será arbitrado o valor da multa pelo magistrado da justiça eleitoral. Se o título estiver na situação de “cancelado”, devido a três ausências consecutivas injustificadas às eleições, além de pagar as multas devidas, é necessário solicitar uma revisão ou uma transferência de domicílio para regularizar a situação. *Correio do Povo

  • O que muda no Benefício de Prestação Continuada, o BPC, em 2025?

    O reajuste do valor do salário mínimo e as novas regras sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no fim do ano dentro do pacote de cortes de gastos do Governo Federal trouxeram algumas mudanças para o Benefício de Prestação Continuada (BPC) em 2025. A primeira delas é o valor : Com a correção do salário mínimo, os beneficiários do programa passarão a receber um valor de R$ 1.518 por mês ; O novo valor passará a ser pago no início de fevereiro , já que o reajuste é válido para os salários ou benefícios referentes à janeiro. Atualmente, para ter direito ao benefício, é preciso que a renda per capita seja entre ¼ de salário mínimo e meio salário mínimo . Com o reajuste, os valores passarão a ficar entre R$ 353,00 e R$ 706. O que é e quem tem direito ao BPC? O BPC é um benefício pago, no valor de um salário mínimo por mês, a pessoas com deficiência e idosos com 65 anos ou mais que não têm condições de se sustentar ou serem sustentados pela família. Quais são as outras mudanças no BPC para 2025? Além do reajuste do valor, o BPC também tem novas regras agora, como parte dos cortes de gastos do governo, que visam eliminar despesas e equilibrar as contas públicas. As novas regras determinam: que o acesso ao BPC está condicionado ao cadastramento biométrico — exceto quando o poder público não conseguir implementar a tecnologia naquela localidade; que beneficiários do BPC devem realizar a atualização cadastral, no máximo, a cada dois anos ; para avaliar se a pessoa não tem condições de se sustentar ou ser sustentada e se entra nos critérios para receber o BPC, serão considerados todos os rendimentos brutos mensais de todos os membros da família que vivem na mesma casa , independentemente do parentesco ou da relação entre os membros; na avaliação de rendimentos dos moradores da mesma casa, porém, não entra na conta o BPC recebido por outra pessoa ; assim, pode haver dois BPCs pagos na mesma residência se houver dois idosos, ou mais alguém com deficiência, por exemplo. Um ponto importante das regras aprovadas pelo Congresso e sancionadas por Lula, porém, é que a renda do cônjuge ou do companheiro que não mora no mesmo imóvel não vai contar para o cálculo da renda familiar. Reajuste do mínimo As novas regras de reajuste para o salário mínimo também impactam o valor recebido pelos beneficiários do BPC, já que o valor pago no programa é justamente de um salário mínimo. A regra determina que, entre 2025 e 2030, o aumento real do salário mínimo ficará limitado a 2,5%; Aumento real é o quanto o salário sobe acima da variação da inflação; Se os rendimentos do trabalhador não acompanham, no mínimo, a variação da inflação, ele perde o poder de compra — ou seja, consegue consumir uma quantidade menor de produtos e serviços com o mesmo valor.

  •  Posse e Eleição da Mesa Diretora da XVIII Legislatura da Câmara Municipal de Não-Me-Toque!

    No dia 31 de dezembro de 2024, aconteceu a Sessão Solene de Posse dos vereadores eleitos para a legislatura 2025-2028, assim como a posse do Prefeito Gilson dos Santos e do Vice-Prefeito Gilson Trennepohl. Na mesma ocasião, também foi realizada a eleição da nova Mesa Diretora, que liderará os trabalhos legislativos durante o exercício de 2025.  Mesa Diretora eleita:  • Presidente: Cristiano Farias de Lima  • Vice-Presidente: Marina Trennepohl Crestani  • 1º Secretário: Diego Maurer  • 2º Secretário: Paulo Rodrigues Durante o recesso legislativo (janeiro e fevereiro), as atividades da Câmara serão conduzidas pela Comissão Representativa, presidida por Cristiano Lima e composta pelos vereadores:  • Maiquel Régis de Souza  • Paulo Lassig  • Antônio Sadi Ribas  • Karin Kümpel  Vereadores eleitos e empossados para o mandato 2025-2028:  • Cristiano Lima – 1.456 votos  • Maiquel Souza – 770 votos  • Marina Trennepohl – 723 votos  • Paulo Lassig – 651 votos  • Diego Maurer – 500 votos  • Emerson Moura – 492 votos  • Paulão – 474 votos  • Sadi Ribas – 421 votos  • Profe Karin – 301 votos  Parabenizamos todos os vereadores, o prefeito e o vice-prefeito empossados. Que este novo ciclo seja marcado por trabalho árduo, comprometimento e avanços para a comunidade de Não-Me-Toque. A Câmara Municipal segue firme no propósito de representar os interesses da população e fortalecer a democracia em nossa cidade! POR ASCOM CÂMARA DE VEREADORES

  • Ibirubá celebra marco histórico com posse da primeira Prefeita e novo Vice

    Na manhã desta quarta-feira, 1º de janeiro, Ibirubá celebrou um marco histórico com a posse da nossa primeira mulher Prefeita, @JaquelineBrignoniWinsch, e do vice-prefeito @SilvestreRebelato! O evento, realizado na Casa de Cultura Osvaldo Krames, marcou a instalação da 18ª Legislatura e Posse do Executivo, trazendo um novo capítulo para o nosso município. A prefeita Jaqueline, ao lado do vice Tuta, inicia uma jornada de trabalho voltada para o desenvolvimento sustentável, a inclusão e o bem-estar de todos os cidadãos ibirubenses. Em seu discurso de posse, a prefeita destacou: "Vamos trabalhar para garantir um futuro onde cada cidadão se sinta respeitado, ouvido e incluído. A voz de cada ibirubense será essencial para o nosso trabalho. Meu compromisso é com a verdade, com a educação de qualidade, com a saúde acessível e com a geração de empregos e oportunidades para todos." Já o vice-prefeito Silvestre Rebelato reforçou a importância de olhar para o futuro: "Hoje começa um governo para todos. Não vamos olhar para o retrovisor, vamos olhar para frente, em busca de soluções para o desenvolvimento de Ibirubá." A partir de agora, Ibirubá segue com uma gestão renovada, com foco no progresso, na transparência e na criação de uma cidade mais justa para todos. Vamos juntos construir um futuro melhor para nossa cidade! POR ASCOM PREFEITURA IBIRUBÁ

  • Homem morre após troca de tiros com BM em Carazinho

    Um homem morreu em confronto com a Brigada Militar, na madrugada desta quarta-feira, em Carazinho, no Norte gaúcho. Ele teria agredido a companheira e depois trocado tiros com uma guarnição que foi atender a ocorrência. O morto foi identificado como Leonardo Morschheiter, de 51 anos. Homem morre após troca de tiros com BM em Carazinho Suspeito de violência doméstica teria recebido policiais com disparos de arma de fogo no bairro Santo Antônio. Homem morreu em confronto com BM em Carazinho | Foto: BM Um homem morreu em confronto com a Brigada Militar, na madrugada desta quarta-feira, em Carazinho, no Norte gaúcho. Ele teria agredido a companheira e depois trocado tiros com uma guarnição que foi atender a ocorrência. O morto foi identificado como Leonardo Morschheiter, de 51 anos. De acordo com com a instituição, o caso ocorreu por volta das 1h, na rua Treze de Maio, no bairro Santo Antônio. Foi a primeira morte registrada na cidade em 2025. Inicialmente, os policiais foram acionados devido a um caso de violência doméstica. A vítima, uma mulher de 41 anos, conseguiu fugir do agressor e buscou refúgio na casa de vizinhos. Ela sofreu um corte na cabeça devido a uma coronhada desferida pelo homem, que estava armado com um revólver. O suspeito teria efetuado disparos contra o efetivo no local. Houve ao menos duas trocas de tiros, e o agressor teria chegado a recarregar a arma entre os confrontos. Ele foi atingido e recebeu socorro, mas morreu em atendimento no Hospital de Clínicas de Carazinho. Nenhum policial militar ficou ferido. Foram apreendidos carregadores e uma pistola calibre 380. O agressor tinha antecedentes criminais por ameaça. A companheira dele será ouvida pela Delegacia de Proteção a Pessoas e Grupos Vulneráveis (DPPGV) da Polícia Civil, que investiga o caso. por correio do povo

  • Cinco das oito apostas vencedoras da Mega da Virada são bolões

    A Caixa Econômica Federal informou que cinco das oito apostas vencedoras da Mega da Virada foram feitas por bolões. Os ganhadores acertaram as seis dezenas e dividirão o prêmio de R$ 635.486.165,38, o maior valor da história da loteria. Cada aposta levou R$ 79.435.770,67. Os vencedores dos bolões são de Brasília (DF) – duas apostas –, Curitiba (PR), Pinhais (PR) e Osasco (SP). Já as apostas individuais são de Nova Lima (MG), Curitiba (PR) e Tupã (SP). Além dos vencedores do prêmio principal, 2.201 apostas acertaram a Quina e faturaram R$ 65.895,79 cada. Já os 190.779 ganhadores da Quadra ganharam R$ 1.086,04 cada. Os números sorteados na noite de terça-feira (31), em São Paulo, foram: 01, 17, 19, 29, 50 e 57.

  • Solenidade de Posse da Nova Gestão Municipal (2025-2028)

    Na manhã desta segunda-feira, 31 de dezembro de 2024, Não-Me-Toque celebrou a solenidade de posse do Prefeito Gilson dos Santos, do Vice-Prefeito Gilson Trennepohl e dos novos secretários municipais, para a gestão que se inicia em 2025 e se estende até 2028. O evento, começou na Câmara Municipal com a posse dos 9 vereadores eleitos.Após o ato de posse, aconteceu os pronunciamentos que darão início ao trabalho da gestão.O Prefeito Gilson dos Santos, em seu discurso, destacou os desafios que a nova gestão enfrentará, ressaltando a importância da união e da participação da comunidade para o sucesso do governo.Os secretários municipais, que também tomaram posse no evento, se comprometeram a exercer suas funções com zelo, eficiência e responsabilidade, sendo peças-chave no desenvolvimento dos projetos que guiarão a gestão ao longo dos próximos quatro anos.Presidem as secretarias:– Secretária Municipal de Administração e Planejamento, Nicole Daudt– Secretária Municipal de Educação, Joselaine Dillenburg– Secretária Municipal de Saúde, Liliane Kramer Erpen– Secretário Municipal de Obras, Edmilson Gudagnin– Secretário Municipal de Finanças, Fernando Alberton– Secretário Municipal de Assistência Social e Habitação, José Aloisio de Souza– Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico,Agropecuário e Lazer, Paulo Júnior Gomes da SilvaA solenidade encerrou com a apresentação artística de Jessieni Lamberty. Confira a transmissão: https://www.facebook.com/share/v/15RdxHo9Ak/

  • Saiba quais são os feriados e pontos facultativos de 2025

    Portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicada nesta segunda-feira (30) no Diário Oficial da União define o cronograma de feriados nacionais e de pontos facultativos do ano de 2025. Em nota, a pasta informou que as datas deverão ser cumpridas nos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sem comprometimento de atividades públicas consideradas serviços essenciais à população. A portaria estabelece ainda que feriados em comemoração à data magna de estados, fixadas em lei estadual, e os dias de início e término de ano de centenário de fundação de municípios, declarados em lei municipal, serão observados por repartições da administração pública federal direta, autárquica e fundacional nas respectivas localidades. “Dias de guarda dos credos e religiões não relacionados na portaria poderão ser compensados desde que previamente autorizados pelo responsável pela unidade administrativa de exercício do servidor”, destacou o ministério no comunicado. “Não será permitido aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal antecipar ponto facultativo em discordância com o que dispõe a portaria. Também está vedado adotar ponto facultativo estabelecido pela legislação estadual, municipal ou distrital, ressalvados os feriados em comemoração à data magna do estado.” Veja a lista com os 18 feriados nacionais e pontos facultativos de 2025: - 1º de janeiro (quarta-feira) -  Confraternização Universal (feriado nacional); - 3 de março (segunda-feira) - Carnaval (ponto facultativo); - 4 de março (terça-feira) - Carnaval (ponto facultativo); - 5 de março - Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h); - 18 de abril (sexta-feira) - Paixão de Cristo (feriado nacional); - 21 de abril (segunda-feira) - Tiradentes (feriado nacional); - 1º de maio (quinta-feira) - Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional); - 19 de junho (quinta-feira) - Corpus Christi (ponto facultativo); - 20 de junho (sexta-feira) - ponto facultativo; - 7 de setembro (domingo) - Independência do Brasil (feriado nacional); - 12 de outubro (domingo) - Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional); - 28 de outubro (terça-feira) - Dia do Servidor Público Federal (ponto facultativo), a ser comemorado dia 27; - 2 de novembro (domingo) - Finados (feriado nacional); - 15 de novembro (sábado) - Proclamação da República (feriado nacional); - 20 de novembro (quinta-feira) - Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional); - 24 de dezembro (quarta-feira), - véspera de Natal (ponto facultativo após as 13h); - 25 de dezembro (quinta-feira) - Natal (feriado nacional); - 31 de dezembro (quarta-feira) - Véspera de ano novo (ponto facultativo após as 13h).

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