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RS confirma dois casos de hantavírus em áreas rurais em 2026 — um deles fatal

Os casos não têm relação com o surto identificado em navio vindo da Argentina.

O Rio Grande do Sul registrou duas contaminações por hantavírus em 2026, ambas em zonas rurais do estado, segundo a Secretaria de Saúde do RS (SES). Um dos casos evoluiu para óbito.


As ocorrências foram registradas em Antônio Prado, na Serra — confirmada por exame laboratorial — e em Paulo Bento, no Norte do estado — diagnosticada por critério clínico-epidemiológico e com desfecho fatal.


A SES reforça que os casos não têm nenhuma relação com o surto identificado em um navio que partiu da Argentina com destino a Cabo Verde.


Como ocorre a transmissão

A hantavirose é transmitida pelo contato com urina, fezes, saliva ou mordidas de roedores silvestres. As situações de maior risco incluem trabalhos agrícolas, limpeza de galpões, colheitas, trilhas e pescarias — qualquer atividade que favoreça o contato com ambientes contaminados por roedores.


Vale destacar: ratos urbanos como ratazanas e camundongos não são reservatórios das variantes do vírus encontradas no Brasil.


Fique atento aos sintomas

Os primeiros sinais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, dor lombar e náusea. Com a progressão, o quadro pode evoluir para falta de ar, tosse seca, queda de pressão e choque circulatório — configurando a síndrome cardiopulmonar por hantavírus, considerada grave.


Histórico no RS:

📊 2025: 8 casos

📊 2024: 7 casos

📊 2023: 6 casos

📊 2022: 9 casos

📊 2021: 3 casos

📊 2020: 1 caso

O Ministério da Saúde considera a doença endêmica no Brasil — o vírus circula de forma contínua em regiões rurais do país.




 
 
 
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