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  • Estacionamento e alimentação têm novidades na Expodireto Cotrijal 2026

    O público visitante da Expodireto Cotrijal 2026 encontrará uma nova forma de acesso aos estacionamentos do parque. Entre os dias 9 e 13 de março, a chegada já será feita pelo novo traçado da ERS-142. O reposicionamento do trecho de cerca de 2 quilômetros da rodovia, que passa em frente ao parque, foi acordado em 2024 entre o governo do Estado e a Prefeitura de Não-Me-Toque/RS. A mudança possibilitará a ampliação da área de exposição da feira em 42 mil metros quadrados. A expectativa é de que a nova área esteja disponível para expositores na edição de 2027. Durante a edição deste ano, haverá três estacionamentos abertos ao público. Para quem se desloca de Victor Graeff/RS a Não-Me-Toque/RS, o estacionamento é na lateral do parque, próximo à área de máquinas e equipamentos. Para os demais visitantes, a orientação é utilizar o estacionamento principal, na frente do parque. Neste ano, foram acrescentados três guichês para facilitar o atendimento. Agora são seis guichês em cada estacionamento. Além disso, a feira também conta com um estacionamento próximo à área da produção, logo após o trevo de acesso ao parque, com um guichê de atendimento. Ao todo, são cerca de 12,5 mil vagas para veículos. Compra antecipada A compra dos tickets de estacionamento pode ser feita antecipadamente pelo site: https://www.expodireto.cotrijal.com.br/visitantes/informacoes-e-dicas . Outra opção é fazer o pagamento diretamente nos guichês no momento de saída do parque. O valor por dia é R$ 50,00. O valor do passe livre para os cinco dias de feira é R$ 220,00. O acesso aos estacionamentos estará liberado diariamente a partir das 7h. Já a entrada no parque, que é gratuita, pode ser feita das 8h às 18h. Alimentação A feira oferece diversas opções para almoço e lanches. Para almoço, são três pontos. Na área central, há uma praça de alimentação e um restaurante. Na área de produção animal, há também uma praça de alimentação. Neste ano, a compra pode ser feita antecipadamente no site da Expodireto ( https://www.vendasexpodireto.cotrijal.com.br ), facilitando especialmente o atendimento aos expositores. Outras opções são os totens espalhados em quatro pontos do parque e a bilheteria da área central. Os totens estão localizados próximo ao auditório central, à bilheteria, na entrada do portão 8 e também ao lado da praça de alimentação da produção animal. Nos totens, o pagamento pode ser feito com cartões de débito e de crédito e através de pix. Na bilheteria, também em dinheiro. Para adultos, o valor é R$ 55,00, incluindo água ou refrigerante. Para crianças de 8 a 12 anos, é R$ 35,00, também incluindo água ou refrigerante. Menores de 8 anos não pagam. O uso do ticket pode ser feito em todos os locais onde é servido almoço, entre 10h e 14h. O parque também dispõe de três locais com venda de lanches: próximo à bilheteria, na área central; próximo ao portão 8, na área de máquinas e equipamentos; e na avenida D, na área da produção vegetal, que conta com mais opções de lanches neste ano. Outra opção de alimentação é o Pavilhão da Agricultura Familiar, onde os expositores vendem produtos diversos, como cucas, salames, queijos, pães, sucos, dentre outros, que podem ser consumidos na praça de alimentação do espaço. Outro serviço disponibilizado durante a feira é a venda de picolés. Serão oito pontos em todo o parque. Por Mariliane Cassel | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Empresas apresentam novidades do agronegócio na Arena Agrodigital

    A Arena Agrodigital é um ambiente de imersão digital, inovação e tecnologia na Expodireto Cotrijal. Com cerca de 1,6 mil metros quadrados de área construída, arena de drones e mais de 30 empresas participantes, o espaço é dedicado principalmente para apresentar, discutir e moldar o futuro do agronegócio. O superintendente Administrativo-financeiro da Cotrijal e coordenador da Arena Agrodigital, Marcelo Ivan Schwalbert, participa desde a 1ª edição da Arena Agrodigital e reforça que o espaço nasceu com o propósito de apresentar as novidades do agronegócio, desde os produtos que estão sendo usados até ideias que ainda estão sendo prospectadas para o setor. Para Schwalbert, a Arena Agrodigital tem cumprido seu papel de surpreender o público, mas também mantém ativa a presença de produtos que já estão inseridos no contexto do agronegócio. “Nesta 6ª edição, vamos contar, por exemplo, com a arena de drones, que já é uma realidade para os produtores, mas que a partir de agora passa a ser aperfeiçoada”, explicou. Durante a Expodireto Cotrijal, de 9 a 13 de março, as empresas e startups têm a oportunidade de apresentar neste espaço seus produtos e soluções. “Empresas que já são referência em tecnologia dividem espaço com empresas menores do mesmo segmento e têm a oportunidade de networking”, salienta o superintendente. Ele destacou ainda que o espaço circular da Arena Agrodigital facilita a dinâmica de visitação, bem como, a importância da participação de universidades e hubs de inovação para que o ambiente possa proporcionar diversas experiências para o público. Schwalbert revelou que para este ano estão sendo programadas novas parcerias. “O programa Supernova, voltado aos jovens ligados ao quadro social da nossa cooperativa estará presente nesta edição no espaço da Arena e também vamos anunciar na terça-feira, 10, um acordo de cooperação entre a Arena Agrodigital e o South Summit Brazil”, o que o coordenador considera um avanço importante na conexão com outros públicos. Segundo o superintendente, a expectativa para 2026 está mais uma vez alinhada com a da Expodireto Cotrijal: surpreender o público com novidades para o agronegócio. Programação: A programação da Arena Agrodigital valoriza o tema central do espaço: “Quem acredita no campo faz o futuro”. Palestras e painéis abordarão a inovação, automação, sustentabilidade e novas tendências do agronegócio. As empresas apresentam suas soluções por meio de palestras técnicas sobre inteligência artificial, agricultura de precisão, aplicativos e ferramentas inovadoras. Segunda (9) Na segunda-feira, 9 de março, às 14h30, no Palco Cotrijal, será abordado o tema “Invest RS - Hub de Investimentos: Apoiando projetos inovadores no agro”, com o presidente da Invest/RS, Rafael Prikladnicki, o diretor de Planejamento do BRDE, Leonardo Maranhão Busatto, e o diretor-presidente do Badesul, Robson Ferreira. Na sequência, às 15h, ocorrerá a palestra “Revolução Silenciosa: Abelhas, tecnologia e segurança alimentar”, com o engenheiro agrônomo Fernando Machado Pfeifer e o biólogo Jefferson Nunes Radaeski. Terça (10) O gerente Regional Noroeste do Sebrae RS, Armando Pettinelli, abre a programação da terça-feira, 10, às 9h, com a palestra “O Futuro do Trabalho no Agro”, seguida, às 10h30, do painel “Oportunidades no Agronegócio: um olhar sobre negócios inovadores do setor”, mediado pelo analista de Articulação de Projetos do Sebrae/RS, Cássio Eduardo Fridriczewski. O Programa Campo Inovador - Leite e Derivados será lançado ainda na manhã de terça-feira, 10, às 11h30, com a apresentação do analista de Articulação de Projetos do Sebrae/RS, Cássio Eduardo Fridriczewski. Já no turno da tarde, às 13h30, Bruno Souto Lopes, CEO da CTA Smart, conduz a fala “Eficiência Operacional na Gestão de Abastecimento Interno de Combustíveis". Luiz Carlos Zancanella, presidente do Conselho do Grupo Safeweb e sócio-administrador da Safe Carbon, abordará, às 14h30, o “Crédito de Carbono - Necessidades e resultados”. Com a abordagem sobre “Drones de Pulverização XAG e seus resultados no campo”, a palestra das 15h será ministrada pelos engenheiros agrônomos Márcio Andrei Fusiger e Bruno Schneider. A temática “Do campo à inteligência que gera valor: como o produtor gera valor com o uso da I.A. no ecossistema”, será apresentada às 16h30 por Darlan Eduardo Schwade, gerente da Plataforma SmartCoop, e Leonardo Kerber, coordenador de Validação Agrodigital, fechando as apresentações do dia. Quarta (11) Na quarta-feira, 11 de março, a programação inicia às 10h, com a fala “Atitus - Além da Tecnologia: preparando mentes para o Agro Digital”, de Deniz Anziliero, doutor em Medicina Veterinária e diretor da Escola de Agronegócio da Atitus; Samuel Guedes, executivo e Head de Estratégia e Ofertas para o segmento Agro na TOTVS; e Fernanda Damiani Toledo, engenheira agrônoma e coordenadora de Difusão da SmartCoop. “Avanços para um agro mais resiliente”, com Gustavo Paim, secretário de Desenvolvimento Rural do RS; Joel Maraschin, diretor geral da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do RS; e Andréia Dullius, diretora de Ambientes de Inovação da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS é a palestra que vem a seguir, às 10h30. Às 11h, Rodrigo Krüger, diretor de Dados & IA na NTT DATA Business Solutions Brasil, apresentará a palestra “NTT: Do Grão ao Dado: Dados e IA como Ativos Estratégicos no Agro”. Na sequência, às 14h, acontece o painel “Biocombustíveis: A nova fronteira de oportunidades e a inserção estratégica do Agro Gaúcho", com a participação de Guillermo Dawson Jr, vice-presidente da Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL); Geomar Mateus Corassa, gerente de Pesquisa & Tecnologia na CCGL; Diego Piotto, gerente Executivo de Engenharia da Soli3; e Flávio Mingorance, head de Biorrefino na Refinaria Riograndense. As duas últimas abordagens do dia serão “TOTVS: Gestão, pessoas e sistemas: A tríade do agro de alta performance”, às 16h, apresentada por Samuel Guedes, executivo e Head de Estratégia e Ofertas para o segmento Agro na TOTVS, e “AgroAcademy: Do Investimento ao Lucro: Como Operar Drones Agrícolas Dentro da Lei”, às 17h, com Tamara Maciel, coordenadora Geral da AgroAcademy. Quinta (12) Na quinta-feira, 12, às 9h30, Enio Schroeder, vice-presidente da Cotrijal; Gerson Luis da Silva, conselheiro consultivo e consultor Estratégico de Marca e Reputação; Cezar Freitas, sócio-diretor de Planejamento e estratégia na Critério - Resultados de Opinião Pública; Ricardo Nicodemos, presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural - (ABMRA); e Benísio Rodrigues, gerente de Marketing da Cotrijal e da Expodireto, apresentam “Imagem e reputação de marca no Cooperativismo”. A seguir, às 11h, ocorrerá o painel: “Plano ABC e Cadeias Produtivas: Sustentabilidade que Gera Negócios”, com Jackson Brilhante, coordenador do comitê gestor do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC RS) na Secretaria de Agricultura do RS; Lineu Trindade Leal, auditor fiscal Federal Agropecuário, responsável MAPA RS pelo programa ABC; Vanderlise Giongo, pesquisadora da Embrapa Trigo; Geomar Corassa, gerente de Pesquisa & Tecnologia na Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL); e Alexandre Doneda, gerente de Produção Vegetal na Cotrijal. A produtora rural, co-founder da FarmConnection e sócia-fundadora da Hortaria, Camila Telles, apresenta, às 14h, a palestra: “Transição Geracional no Agronegócio: Aprendendo com quem chegou até aqui”. O momento “Instituto Manager: Escola Jovem do Agro com ferramentas Google”, será às 16h, com apresentação de Lucas Bilhar, diretor executivo do Instituto Manager Brasil, e Aline Peixoto, diretora regional do Instituto Manager Santa Maria - RS. A quinta-feira será finalizada com o tema “Loopworks - Conectando o Agro ao Futuro", às 16h30, com José Henrique Alves de Azevedo, coordenador de T.I na ADS Drones e analista de Tecnologia na Loopworks. Sexta (13) Na sexta-feira, 13, às 9h30, o Palco da Cotrijal sedia o evento “Ciber Engano: como transformar seu ambiente em terreno hostil ao invasor”, com Rodrigo Rocha, cofundador e head de Cibersegurança da Gruppen IT Security; e finaliza com “SUCESU - Tecnologia que Transforma o Campo: Mulheres Construindo o Agro do Amanhã”, às 13h30, com Mirtes Sonntag, coordenadora do Programa Mulheres na TI da SUCESU RS, Sandra Pedroso, gerente Corporativa de TI Alibem, Adilce Keller, gerente de TI Kepler Weber, Fabiana Venzon, produtora rural, e Márcia Rodrigues Capellari, presidente executiva do Instituto Aliança Empresarial. Por Crystian Carniel | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Sucessão rural, liderança e desafios da gestão no campo são destaques em programação voltada ao fortalecimento do cooperativismo

    A valorização de pessoas e do cooperativismo ganha destaque na programação da 26ª Expodireto Cotrijal. Durante os dias de feira, de 9 a 13 de março, o Departamento de Cooperativismo da Cotrijal (Decoop), realiza uma série de atividades voltadas a diferentes públicos ligados ao agronegócio, como empresárias rurais, jovens cooperativistas e crianças. Entre os principais eventos, está o 11° Encontro de Empresárias Rurais Cotrijal, que ocorre na quarta-feira, dia 11 de março, das 13h às 14h45, no Auditório Central. O encontro contará com palestra da especialista Rejane Novello, reunindo mulheres que atuam no meio rural para debater liderança, empreendedorismo e os desafios da gestão no campo. Na quinta-feira, 12 de março, a programação segue com o Summit do Jovem Cooperativista, que será realizado às 14h, na Arena Agrodigital. O destaque do evento será a palestra sobre transição geracional no Agronegócio, ministrada por Camila Telles, especialista em comunicação no agro. O encontro tem como objetivo incentivar a juventude rural e também discutir a importância da sucessão familiar no agronegócio. Além disso, durante toda a semana, representantes do Programa Supernova, voltado a jovens associados da Cotrijal, estarão na Arena Agrodigital, apresentando as ações e objetivos da iniciativa para os visitantes. Já na sexta-feira, dia 13 de março, a programação será voltada às crianças, com realização do Brotinho Day, a partir das 9h30, na Casa da Família. A atividade reúne filhos e netos de associados em um momento de integração com os valores do cooperativismo desde cedo. Para o vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, atividades como essas reforçam o compromisso da cooperativa com seu associado. “É necessário manter sempre acesa a chama do cooperativismo. É para fortalecer esse movimento que desenvolvemos um trabalho com todos os associados, em especial com iniciativas voltadas para mulheres, jovens e crianças, buscando ampliar cada vez mais a participação desses públicos na cooperativa. Acreditamos que a educação cooperativista é fundamental para a sustentabilidade do nosso negócio, assim como do setor agro ”, destaca o vice-presidente. A Casa da Família Cotrijal também é um dos espaços de destaque durante a feira. Localizada próximo ao acesso principal do parque e às bandeiras, a estrutura foi pensada para oferecer conforto e acolhimento aos associados e suas famílias durante a visita à Expodireto Cotrijal. Por Jéssica Gomes | Assessoria de Imprensa Expodireto Cotrijal

  • Vivenciando a Prática leva 670 estudantes à Expodireto Cotrijal para aproximar educação e setor produtivo

    Iniciativa reúne alunos de seis municípios do Rio Grande do Sul e amplia programação com visita ao setor da construção civil A De Olho no Material Escolar realiza, nos dias 9, 10 e 11 de março, mais uma edição do projeto Vivenciando a Prática durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS). Ao todo, 670 alunos de escolas públicas e particulares das cidades de Não-Me-Toque, Victor Graeff, Carazinho, Passo Fundo, Sertão e Sananduva participarão da iniciativa, que tem como objetivo aproximar os estudantes da realidade do setor produtivo e ampliar a compreensão sobre as oportunidades profissionais ligadas a diversos setores da economia brasileira. Durante a visita à feira, os alunos terão contato direto com inovação, tecnologia e práticas do agronegócio, em uma experiência educativa que conecta teoria e prática. A ação conta com o apoio da Cotrijal, da Prefeitura Municipal de Não-Me-Toque, da Stara, do Senar, do Sindicato Rural de Não-Me-Toque e da Sementes Van Ass, parceiros que contribuem para fortalecer a formação de jovens e o diálogo entre educação e produção. Nesta edição, o projeto também amplia sua atuação para além do agro e inclui uma visita ao setor da construção civil, com recepção da Construtora Mânica, que apresentará aos estudantes as oportunidades, desafios e a importância desse segmento para o desenvolvimento regional. A iniciativa reforça o propósito da De Olho de promover experiências educativas que conectem conhecimento, mercado de trabalho e futuro profissional. Contatos para imprensa (Panakeia Comunicação) Bianca Roesner Lima – bianca.roesnerlima@gmail.com / +55 61 98167-8966

  • Cortejo do Agro marca abertura da Expodireto Cotrijal em Não-Me-Toque

    A abertura da Expodireto Cotrijal, nesta segunda-feira, em Não-Me-Toque, foi acompanhada por uma manifestação organizada por produtores rurais que buscaram chamar atenção para os desafios enfrentados pelo setor. Desde as primeiras horas da manhã, por volta das 6h, agricultores participaram de um cortejo denominado “Luto pelo Agro” . A mobilização teve como objetivo dar visibilidade às dificuldades vividas no campo e reforçar a necessidade de medidas que ajudem a garantir maior sustentabilidade para a atividade agrícola. O movimento ocorre em meio às preocupações com o endividamento no setor rural , situação que se intensificou após sucessivas frustrações de safra. Nos últimos anos, períodos de estiagem registrados no Rio Grande do Sul impactaram a produtividade em diversas regiões, refletindo diretamente na renda dos produtores. Além das dívidas, os agricultores também destacaram a preocupação com o valor dos royalties da soja , cobrados sobre as sementes utilizadas no plantio. Segundo produtores, os custos têm aumentado e acabam pressionando ainda mais a situação financeira das propriedades rurais. A manifestação ocorreu de forma pacífica e marcou simbolicamente o início das atividades da feira, considerada uma das principais vitrines do agronegócio brasileiro. Durante a Expodireto, produtores, empresas e lideranças do setor devem debater alternativas e caminhos para fortalecer a produção agrícola no país.

  • Iniciada a demolição do antigo prédio do Instituto São Francisco Solano

    Teve início nesta quarta-feira, 5 de março, o processo de demolição do antigo prédio que abrigou por décadas o atual Instituto Estadual de Educação São Francisco Solano , em Não-Me-Toque. A medida foi adotada pela administração municipal após avaliações técnicas apontarem que a estrutura apresentava desgaste avançado e riscos para quem circula nas proximidades. A história da instituição começou em 1977 , quando o local funcionava como Escola Estadual de 1º Grau Piratini . Em 1981 , passou a se chamar Escola Estadual de 2º Grau São Francisco Solano , até receber, em 2000 , a denominação atual de Instituto Estadual de Educação São Francisco Solano. Em 2017 , uma nova sede da escola foi construída ao lado do prédio antigo, oferecendo melhores condições para estudantes, professores e funcionários. Desde então, a estrutura original passou a ser utilizada principalmente como depósito. Com o passar dos anos, no entanto, o prédio deixou de ter uso regular e passou a sofrer com ações de vandalismo, como invasões e utilização inadequada do espaço. Além disso, estudos técnicos indicaram que os custos para uma eventual reforma seriam elevados e inviáveis para o poder público, considerando o estado atual da construção. Outro fator considerado foi a segurança. A condição da estrutura apresentava riscos tanto para pessoas que transitam nas proximidades quanto para aqueles que eventualmente acessavam o local de forma irregular. A área onde o prédio estava localizado ainda terá seu destino definido. Segundo a administração municipal, estão sendo avaliadas possibilidades para o espaço, buscando atender às necessidades da comunidade. Mesmo com a demolição, a importância do antigo prédio permanece viva na memória de muitos moradores. Ao longo de décadas, o local fez parte da trajetória educacional de gerações de estudantes de Não-Me-Toque, marcando uma etapa significativa na história da educação do município. POR PORTALNMT

  • Telemetria em máquinas agrícolas: o papel do operador no uso dos dados

    A telemetria de máquinas agrícolas é parte essencial da gestão da frota e do acompanhamento das operações no campo. Além da tecnologia embarcada, o valor das informações gerais se concentra, também, na forma como os dados refletem a rotina da operação. Nesse contexto, o operador de máquinas agrícolas exerce um papel decisivo. Estudos recentes, como Telemetria: análises sobre potencialidades e desafios na região central do Brasil , da Universidade Federal de Viçosa, reforçam que a tecnologia entrega resultados ainda mais consistentes quando está integrada à prática operacional diária. A seguir, confira como a participação ativa do operador no uso desse tipo de monitoramento de máquinas agrícolas contribui para leituras mais precisas dos dados, ajustes mais assertivos na operação e decisões mais eficientes na gestão da frota ao longo da safra. O que é telemetria de máquinas agrícolas na operação? No contexto da operação, a telemetria de máquinas agrícolas é o sistema que registra e transmite dados gerados pela máquina durante o trabalho no campo. O foco não está apenas no acompanhamento remoto, mas na leitura do que acontece na prática operacional.  Essa tecnologia traduz a rotina da máquina agrícola em indicadores objetivos, permitindo avaliar eficiência, uso do tempo e padrão de condução durante a operação. Quais dados a telemetria coleta durante a operação? A telemetria coleta dados diretamente relacionados ao desempenho da máquina agrícola e à forma como ela é conduzida. Entre os principais, estão: mapas de aplicação; informações detalhadas sobre o trabalhos; velocidade de aplicação; consumo de combustível;  horas de funcionamento do motor; tempo efetivo de trabalho; períodos de parada; deslocamentos improdutivos; alertas operacionais.  Esses dados permitem identificar padrões, desvios e oportunidades de ajuste ao longo da jornada de trabalho no campo. Diferenças entre telemetria, rastreamento e automação O rastreamento informa basicamente a localização da máquina agrícola . A automação executa comandos e ajustes de forma automática, com pouca intervenção humana.  A telemetria, por sua vez, vai além dos dois, pois registra, organiza e disponibiliza dados operacionais completos sobre o funcionamento da máquina. Enquanto o rastreamento mostra onde a máquina está e a automação executa ações, a telemetria explica como a operação está acontecendo e fornece base para decisões técnicas e gerenciais. Por que o operador é peça-chave no uso da telemetria? Essa tecnologia reflete, na prática, o que acontece durante a operação no campo. Por isso, o operador é peça central no uso dessa tecnologia. É a forma como a máquina agrícola é conduzida que define a consistência dos dados registrados. Sem o envolvimento do operador, a tecnologia se limita a números desconectados da realidade operacional e perde valor como ferramenta de apoio à decisão. O operador como origem da qualidade dos dados A qualidade dos dados nesse contexto começa no manuseio de equipamentos agrícolas . Ajustes corretos, atenção aos parâmetros de operação e uso adequado dos recursos embarcados influenciam diretamente a confiabilidade das informações coletadas.  Quando o operador entende o impacto de suas ações, os dados gerados passam a representar com mais precisão o desempenho da máquina e da operação como um todo. Como o comportamento operacional impacta os indicadores? O comportamento operacional se reflete diretamente nos indicadores acompanhados pela telemetria.  Variações excessivas de velocidade, sobreposição de passadas, uso inadequado da máquina agrícola e paradas desnecessárias alteram métricas como consumo, tempo produtivo e eficiência operacional .  A leitura desses indicadores permite identificar padrões de condução e orientar ajustes que tornam a operação mais previsível e eficiente. Telemetria no dia a dia do operador de máquinas agrícolas No cotidiano da operação, a tecnologia se conecta diretamente às decisões tomadas pelo operador no campo. Quando bem utilizada, ela deixa de ser apenas um sistema de monitoramento e passa a apoiar ajustes práticos ao longo da jornada de trabalho. Veja como ela surge no dia a dia da operação: acompanhamento da velocidade de operação para manter padrão constante e reduzir variações que impactam o rendimento; leitura do consumo de combustível para identificar excessos e corrigir hábitos de condução; monitoramento das horas de funcionamento para organizar pausas, turnos e trocas de operador; identificação de paradas improdutivas e deslocamentos desnecessários durante a jornada; uso de alertas operacionais para antecipar ajustes e reduzir falhas na operação. Telemetria como base da agricultura de precisão Quando a telemetria passa a fazer parte da rotina operacional, ela deixa de apoiar apenas decisões pontuais e, integrada à agricultura de precisão , potencializa os ganhos produtivos no campo. Ao transformar a operação em dados consistentes, a telemetria permite reduzir variabilidade, aumentar a repetibilidade e melhorar o controle das atividades ao longo da safra. Para o operador, a agricultura de precisão se manifesta na padronização da condução da máquina agrícola, no ajuste fino da velocidade e no uso mais eficiente do tempo de trabalho. Esses fatores garantem que os dados gerados representem fielmente a realidade da operação e sirvam de base para análises técnicas e decisões mais precisas na gestão da frota. Veja mais: 5 Motivos para adotar a Telemetria na Agricultura de Precisão Benefícios da telemetria para o operador no campo A telemetria de máquinas agrícolas não se limita a controle ou monitoramento. Ela funciona como apoio à condução da operação, oferecendo informações que ajudam a organizar o trabalho, reduzir incertezas e melhorar o desempenho no dia a dia. Veja, a seguir, os principais benefícios. Mais previsibilidade e menos improviso na operação Com dados claros sobre funcionamento, deslocamento e paradas, o operador passa a trabalhar com maior previsibilidade. Isso reduz a necessidade de decisões improvisadas, diminui erros operacionais e evita retrabalho, especialmente em operações longas ou com janelas reduzidas. Apoio à produtividade sem aumento de pressão operacional Ela permite identificar ajustes que melhoram a produtividade sem exigir esforço adicional do operador. Ao tornar visíveis padrões de velocidade, consumo e tempo produtivo, a tecnologia contribui para uma operação mais eficiente, com maior controle e menor desgaste ao longo da jornada. Contribuição direta para a gestão da frota agrícola Os dados gerados durante a operação conectam o operador à gestão da frota agrícola. Informações consistentes facilitam o diálogo com gestores, apoiam decisões sobre uso das máquinas e contribuem para um planejamento mais alinhado entre quem opera no campo e quem gerencia a frota. Telemetria Stara aplicada à rotina do operador de máquinas agrícolas A Telemetria Stara evoluiu para uma nova versão, com layout remodelado, navegação mais intuitiva e foco em organização, segurança e análise operacional. A plataforma passou a trabalhar por organizações e fazendas, permitindo que o produtor e o operador visualizem as informações de forma estruturada, separando áreas, máquinas e equipes. O acesso agora é realizado por e-mail, com possibilidade de dupla autenticação, reforçando a segurança dos dados. Cada usuário pode ter permissões específicas, com níveis de acesso personalizados, além da opção de compartilhamento de máquinas com outros usuários de forma controlada. Na prática, a solução funciona com máquinas agrícolas Stara que possuem tecnologia embarcada e conectividade ativa à internet, como pulverizadores autopropelidos , plantadeiras e distribuidores compatíveis com o sistema. Após a criação da organização na plataforma, o Centro de Serviços da Stara realiza a vinculação das máquinas ao ambiente digital. A partir disso, o operador e o gestor passam a visualizar: monitoramento em tempo real no mapa, com status da máquina (trabalhando, em movimento ou parada); visualização completa dos talhões da fazenda; criação de talhões virtuais diretamente na plataforma ou importação dos talhões do Topper; acompanhamento do caminho percorrido e das últimas operações realizadas; alertas integrados do Monitoramento de Máquinas Stara; análises e estatísticas detalhadas por tanque, sessão e usuário. A visualização das áreas permite identificar rapidamente qual foi a última operação realizada em cada talhão, facilitando a leitura do histórico operacional. Além disso, a plataforma possibilita importar ou desenhar bordaduras, organizar talhões duplicados e manter a área produtiva digitalmente estruturada. Para o operador, isso significa acesso mais claro às informações da própria operação, tanto dentro da cabine quanto por meio da plataforma on-line. Para a gestão da frota, representa controle estruturado por fazenda, melhor rastreabilidade das atividades e maior integração entre campo e administração. Com a Telemetria Stara, os dados deixam de ser apenas relatórios isolados e passam a compor um ambiente digital organizado, seguro e orientado à tomada de decisão ao longo da safra. Diferenciais para o operador Além da presença da tecnologia embarcada, a Stara destaca-se por oferecer suporte e capacitação ao operador por meio do Portal do Operador , uma frente educacional com cursos, conteúdos técnicos e certificações que ajudam a interpretar e aplicar os dados gerados pela tecnologia no campo.  O apoio não termina após a compra: o serviço Conecta integra assistência técnica, orientação remota e acompanhamento que fortalecem o uso efetivo do sistema ao longo das operações. Essa conexão entre tecnologia, formação do operador e suporte contínuo simplifica o uso diário da solução, aproxima operador e gestão e contribui para decisões mais consistentes e resultado operacional mais eficiente ao longo da safra. Telemetria de máquinas agrícolas: o operador como protagonista no uso dos dados A telemetria de máquinas agrícolas se torna eficiente quando está integrada à rotina de quem opera no campo. Os dados gerados refletem diretamente a condução da máquina agrícola e ganham valor quando o operador entende seu papel na qualidade das informações e no uso prático desses indicadores. Ao longo da safra, ela apoia ajustes contínuos, reduz improvisos e contribui para uma atuação mais previsível e organizada. Esse processo fortalece a conexão entre operador e gestão de frota, criando uma base consistente para decisões técnicas e operacionais. Quando tecnologia, operação e pessoas atuam de forma integrada, essa tecnologia deixa de ser apenas monitoramento e passa a ser uma ferramenta estratégica para eficiência no campo. Perguntas frequentes sobre telemetria e operador O operador consegue usar a telemetria no dia a dia? Sim. A telemetria de máquinas agrícolas é pensada para apoiar a rotina operacional. Os dados apresentados ajudam o operador a acompanhar velocidade, consumo, paradas e alertas, facilitando ajustes durante a operação sem necessidade de análises complexas. A telemetria substitui a experiência do operador? Não. Essa tecnologia complementa a experiência do operador. Os dados mostram o que acontece na operação, enquanto a experiência é essencial para interpretar essas informações e aplicar ajustes conforme as condições do campo. Telemetria aumenta o controle ou ajuda a operação? Ela ajuda a operação. Quando bem utilizada, oferece visibilidade sobre o desempenho da máquina agrícola e orienta decisões mais consistentes, sem atuar como ferramenta de vigilância. É possível usar a Telemetria Stara em qualquer máquina agrícola? Não. A Telemetria Stara é compatível com máquinas agrícolas da própria marca que possuem tecnologia embarcada e conectividade ativa. As funcionalidades e os dados disponíveis podem variar conforme o modelo e a configuração da máquina Stara, mas o princípio de apoio à operação e à gestão da frota permanece o mesmo.

  • Seis pessoas acusadas de desvios de verbas do SUS no Hospital São Vicente de Paulo tornam-se réus pela Justiça

    O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu receber parcialmente uma denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) que apura supostos desvios de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)  no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), em Passo Fundo. Com a decisão, os apontados como participantes do esquema passam a responder como réus em ação penal . A investigação teve origem na Operação Efeito Colateral , que identificou indícios de um esquema envolvendo médicos, administradores e funcionários do hospital. Segundo o MPF, o grupo teria atuado em conjunto para desviar recursos públicos por meio de fraudes em Autorizações de Procedimento Ambulatorial (APACs)  — documentos usados pelo SUS para autorizar e faturar procedimentos de alta complexidade, como quimioterapia, radioterapia, hemodiálise e cirurgias de alto custo. De acordo com a denúncia, o esquema teria causado um prejuízo estimado em R$ 804,6 mil aos cofres públicos . A acusação aponta possíveis crimes de peculato, falsidade ideológica e organização criminosa . Inicialmente, a denúncia havia sido rejeitada pela Justiça Federal em primeira instância, na 5ª Vara Federal de Novo Hamburgo. No entanto, o MPF recorreu da decisão e o TRF4, em julgamento unânime, decidiu pelo recebimento parcial da acusação. Com isso, o processo deverá seguir para análise na própria 5ª Vara Federal. Relembre a operação A Operação Efeito Colateral foi deflagrada pela Polícia Federal em março de 2018 e investigou repasses de recursos do SUS para uma empresa de fachada sediada em Florianópolis (SC) . Segundo as investigações, essa empresa seria utilizada para receber valores provenientes de fornecedores e do próprio hospital. Os repasses suspeitos ultrapassariam R$ 400 mil em menos de um ano , e o titular da empresa seria um “laranja” ligado a um familiar de um diretor do hospital responsável pelo setor financeiro. O que diz o hospital Em nota, a direção jurídica do Hospital São Vicente de Paulo afirmou que a decisão do TRF4 apenas determinou a continuidade da análise de parte das alegações  apresentadas pelo MPF. O hospital também destacou que auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus)  teria constatado a regularidade dos tratamentos oncológicos e dos respectivos faturamentos. A instituição ainda ressaltou que outros processos ligados à mesma operação já foram julgados improcedentes pela Justiça , com confirmação pelo próprio TRF4.

  • Três vírus entram no radar da saúde mundial em 2026

    Especialistas alertam que três vírus devem exigir atenção especial dos sistemas de saúde ao longo de 2026: o vírus Oropouche, a gripe aviária H5N1 e a mpox. O alerta foi destacado pelo professor Patrick Jackson, da Universidade da Virgínia, em artigo publicado na revista The Conversation . Apesar de diferentes formas de transmissão, os três patógenos têm algo em comum: ampliaram sua área de circulação nos últimos anos , o que exige maior vigilância epidemiológica e preparação dos sistemas de saúde. O vírus Oropouche , transmitido por pequenos mosquitos, provoca sintomas semelhantes aos da gripe. Identificado na década de 1950, permaneceu por muito tempo restrito à Amazônia, mas passou a se espalhar por outras regiões da América do Sul e do Caribe. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, até agosto de 2025 o Brasil concentrava cerca de 90% dos casos nas Américas , com registros em 20 estados e cinco mortes confirmadas . Ainda não há vacina ou tratamento específico. Já a gripe aviária H5N1  preocupa pela alta capacidade de mutação. Em 2024, o vírus foi detectado pela primeira vez em vacas leiteiras nos Estados Unidos, indicando salto de espécie. Desde então, foram registrados 71 casos humanos e duas mortes , sem evidência de transmissão sustentada entre pessoas. Cientistas temem que o vírus evolua para uma forma capaz de se espalhar facilmente entre humanos. A mpox , conhecida como varíola dos macacos, também segue sob monitoramento. Desde 2022, a doença se espalhou por mais de cem países, principalmente por contato físico próximo. Atualmente, duas variantes seguem em circulação, sendo uma considerada mais grave. Especialistas destacam que o objetivo do alerta não é gerar pânico , mas reforçar a importância da vigilância sanitária e da preparação para possíveis surtos.

  • Brigada Militar prende homem e apreende carga de cigarros contrabandeados em Barros Cassal

    Uma ação da Brigada Militar resultou na prisão de um homem de 24 anos, por contrabando de cigarros na tarde desta quarta-feira (4), na RSC-153, no trevo de acesso sul do município de Barros Cassal. A ação foi realizada por uma guarnição do 38º Batalhão de Polícia Militar, que, com apoio de informações do Setor de Inteligência, passou a monitorar a rodovia após receber dados de que uma caminhonete Hyundai Santa Fé, de cor prata, estaria transportando uma carga ilícita de cigarros de origem estrangeira. Os policiais se posicionaram estrategicamente na rodovia e, ao avistar o veículo suspeito, realizaram a abordagem. Ao perceber o bloqueio policial, o condutor ainda tentou realizar uma manobra para fugir, porém não obteve êxito devido ao posicionamento da barreira policial. Durante a vistoria no veículo, os policiais constataram que o interior da caminhonete estava totalmente carregado com cigarros de origem estrangeira, sem documentação fiscal. Ao todo, foram apreendidos 2.848 maços de cigarros contrabandeados. O condutor, que já possuía passagem anterior pelo mesmo crime, recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de contrabando. Após os procedimentos iniciais, o homem foi apresentado na Delegacia da Polícia Federal em Passo Fundo, onde a ocorrência foi registrada e ele permaneceu preso à disposição da Justiça. A carga ilícita e o veículo também foram apreendidos. Imprensa 38º BPM

  • Sicredi reforça protagonismo no agro durante a 26ª Expodireto Cotrijal

    O Sicredi confirma presença na 26ª Expodireto Cotrijal, que ocorre de 9 a 13 de março, em Não-Me-Toque. Parceira da feira desde a primeira edição, há mais de 25 anos, a instituição financeira cooperativa levará ao Parque atendimento direto aos Associados e soluções voltadas ao fortalecimento do agronegócio. Com quase 3 milhões de Associados no Rio Grande do Sul, o Sicredi destaca a importância da Expodireto no calendário nacional do setor e reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável do campo. Liderança no Plano Safra 2024/2025 No último Plano Safra, a instituição consolidou posição de destaque no Estado. Foram 165 mil operações realizadas , totalizando R$ 19,4 bilhões em crédito rural , o que colocou o Sicredi no topo do ranking estadual como principal repassador de recursos. Do volume total liberado no RS, a cooperativa respondeu por cerca de 30% dos recursos  e 45% das operações . Aproximadamente 80% dos contratos  foram destinados a pequenos e médios produtores. Os financiamentos contemplaram públicos do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), tanto para custeio quanto para investimento. Somente no Pronaf, foram cerca de R$ 7 bilhões liberados em mais de 108 mil operações . A atuação reforça o papel do Sicredi como um dos principais parceiros do produtor rural gaúcho, ampliando o acesso ao crédito e impulsionando o crescimento econômico no campo.

  • PRF confirma presença na 26ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque

    Entre os dias 9 e 13 de março, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estará na 26ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com um espaço especial voltado à educação para o trânsito e à interação com o público. O grande destaque será a carreta cinema rodoviário , uma estrutura móvel equipada para palestras e exibição de vídeos educativos sobre segurança viária. A proposta é conscientizar motoristas e pedestres de forma dinâmica e acessível, reforçando atitudes que salvam vidas nas rodovias. Além da carreta, os visitantes poderão conferir de perto duas viaturas de alto desempenho que chamam a atenção por onde passam: um Chevrolet Camaro  e uma motocicleta BMW 1250 cilindradas , ambos caracterizados com a identidade visual da PRF. Durante a feira, a equipe também vai compartilhar experiências do patrulhamento nas estradas, orientar sobre comportamentos seguros no trânsito e promover atividades educativas para públicos de todas as idades. A presença na Expodireto reforça o compromisso da PRF com a prevenção de acidentes e a aproximação com a comunidade, aproveitando um dos maiores eventos do agronegócio para ampliar a conscientização e fortalecer a cultura de segurança no trânsito.

  • Ataque ao Irã deve pressionar preço de combustíveis, dizem especialistas

    Os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã devem pressionar os preços dos combustíveis no Brasil e no mundo, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. O conflito que se estende neste domingo (1º) levou à interrupção da navegação de petroleiras pelo Estreito de Ormuz. O banco Barclays afirmou neste sábado (28) que os mercados podem enfrentar “seus piores temores” caso haja ameaça efetiva à logística do petróleo no Oriente Médio. A instituição ainda eleveu sua previsão para o Brent para cerca de US$ 100 por barril, ante US$ 80, diante do risco de interrupções no fornecimento. Para o ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates, o impacto tende a chegar ao consumidor principalmente por meio do diesel. Segundo ele, a elevação do preço internacional aumenta o custo de reposição, o que pode gerar defasagens e pressionar reajustes internos. “Se o Brent subir e permanecer alto, o custo de reposição aumenta. Isso pode encarecer diesel, frete e alimentos, além de pressionar a inflação”, afirmou ao CNN Money. Especialistas avaliam que, no curto prazo, a tendência é de volatilidade e alta nas cotações, o que costuma ser rapidamente repassado aos mercados de combustíveis. Nesse cenário, o mercado passa a precificar não apenas oferta e demanda, mas a probabilidade de disrupção logística no Golfo. Mesmo sem falta física de petróleo, o aumento do chamado prêmio de risco geopolítico eleva custos de seguro, transporte e financiamento, pressionando o preço final. A gerente de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), Karine Fragoso, afirmou que o impacto dependerá da duração do conflito. “Quanto mais tempo o mercado permanecer restrito, mais oferta sai e maiores serão os impactos. Isso tende a se refletir diretamente nos preços dos combustíveis”, disse. Segundo ela, a interrupção do fluxo no Estreito de Ormuz já afeta o comércio global e pode provocar restrições de fornecimento não apenas de petróleo, mas também de derivados. O canal é a principal rota de exportação de países como Arábia Saudita, Kuwait e Iraque, além do próprio Irã e dos Emirados Árabes Unidos. O presidente do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás), Roberto Ardenghy, destacou que a região responde por mais de um quarto da produção global, o que aumenta o risco de impactos relevantes. Para ele, qualquer restrição no fluxo pode provocar alta rápida nas cotações e repercussões nos combustíveis. No Brasil, a avaliação é que o país pode ter algum benefício com exportações de petróleo mais caras, mas o efeito para consumidores tende a ser negativo. O diesel, essencial para transporte e logística, é considerado o principal canal de transmissão da crise para a economia, com potencial de elevar custos de frete, pressionar alimentos e aumentar a inflação. Por outro lado, segundo Ardenghy, a duração desse conflito será determinante para a intensidade dos impactos nacionais: "Caso não haja normalização em breve, poderá haver problemas de crescimento mundial e, portanto, menos demanda para os produtos exportados pelo Brasil, que são o café, o açúcar, o minério de ferro e a proteína animal". Autor/Veículo: CNN

  • Três cidades gaúchas estão entre as dez do País com maior percentual de pessoas com obesidade

    A prevalência da obesidade no Brasil saltou 118% no Brasil de 2006 a 2024, chegando a uma proporção de 1 a cada 4 adultos no País (25,7%), mostraram os novos dados da pesquisa Vigitel, levantamento anual conduzido pelo Ministério da Saúde. Considerando o sobrepeso, quando o índice de massa corporal (IMC) ultrapassa 25 kg/m², a alta foi de 46,9%, e o quadro agora acomete a maioria dos brasileiros (62,6%). Entre as 10 cidades com os piores índices de obesidade, três ficam no Rio Grande do Sul;  três em São Paulo; duas no Paraná; uma em Santa Catarina e uma na Paraíba, a única fora das regiões Sul e Sudeste. Veja o ranking: Lupércio (SP) – 66,67% de obesidade entre adultos; Herculândia (SP) – 64,71% de obesidade entre adultos;* São José do Bonfim (PB) – 61,63% de obesidade entre adultos;* Marquês de Souza (RS) – 60,53% de obesidade entre adultos;* Riversul (SP) – 60,41% de obesidade entre adultos;* Planalto Alegre (SC) – 60,27% de obesidade entre adultos;* Riozinho (RS) – 60% de obesidade entre adultos;* Rancho Alegre (PR) – 59,65% de obesidade entre adultos;* Quinta do Sol (PR) – 59,62% de obesidade entre adultos;* Jaboticaba (RS) – 59,34% de obesidade entre adultos. A Vigitel é um inquérito que ouve apenas as capitais brasileiras, mas dados de 2025 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), baseados nos atendimentos na atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), mostram um cenário ainda mais preocupante. De acordo com os números, 36,3% dos brasileiros adultos atendidos no ano passado tinham obesidade, e 70,9% estavam acima do peso. Especialistas explicam que a obesidade é uma doença multifatorial, crônica e recidivante. Isso quer dizer que ela tem diversas causas, não tem cura e costuma retornar. Entre os fatores que ajudam a explicar a alta no país, está o avanço dos ultraprocessados no cardápio dos brasileiros. “São mudanças no padrão alimentar da população, caracterizadas principalmente por uma redução do consumo de alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, legumes e verduras, e suas preparações culinárias, e um aumento do conjunto de ultraprocessados, como bolachas, salgadinhos e refeições prontas”, diz Maria Laura Louzada, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da universidade. Ela conta que os ultraprocessados, que passam por diversos processos industriais, com adição de químicos e aditivos, e têm baixíssimo valor nutricional, favorecem o consumo excessivo de calorias por características como a alta densidade energética e a hiperpalatabilidade, além de interferirem nos mecanismos biológicos de saciedade do corpo. A mesma pesquisa Vigitel mostra que o número de brasileiros que comem feijão pelo menos cinco vezes na semana caiu de 66,8%, em 2007, para 56,4% em 2024. Além disso, mais de 1 a cada 4 (25,5%) relatam ingerir cinco ou mais grupos de alimentos ultraprocessados por dia, e apenas 21% consomem o recomendado de frutas e hortaliças. Já um estudo do Nupens mostrou que o fator mais determinante para um maior consumo de ultraprocessados é a renda, com municípios mais ricos e com mais pessoas com remuneração acima de cinco salários mínimos tendo um consumo maior. Em Florianópolis, Santa Catarina, por exemplo, chega a 30,5%, enquanto em Aroeiras do Itaim, Piauí, é de 5,7%. Paralelamente, segundo a Vigitel, menos da metade (42,3%) faz atividade física na hora do lazer, e menos de 12% se exercitam no deslocamento para o trabalho ou para a escola. Para Neuton Dornelas, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a obesidade não é uma doença de fácil manejo justamente por suas múltiplas causas: “Consumo de ultraprocessados, inatividade física, tudo que comentamos sempre sobre o estilo de vida moderno tem se demonstrado os motores desse crescimento. Tivemos uma pequena melhora da atividade física no lazer na Vigitel, mas todo o restante mostra que as políticas públicas e a condução da prevenção da obesidade têm sido falhas e infelizmente não vão conseguir conter essa crise. Ao longo do tempo vemos apenas crescer o percentual da obesidade”, diz. Fábio Trujilho, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), lembra que outro fator que favorece o excesso de peso é um sono ruim porque eleva a resistência à insulina e desregula a produção dos hormônios ligados à fome e à saciedade. Pela primeira vez, a Vigitel avaliou esse aspecto e apontou que 20,2% dos brasileiros adultos dormem menos de seis horas por noite, e 31,7%, quase 1 em cada 3, relatam sintomas de insônia. (Com informações do jornal O Globo)

  • Juíza que reclamou de lanche recebeu R$ 709 mil em salários em 2025

    A presidente da ABMT (Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho) e juíza do Trabalho aposentada, Cláudia Márcia de Carvalho Soares, que ao defender os penduricalhos no Judiciário reclamou que desembargadores “mal têm um lanche”, recebeu R$ 709 mil em salário líquido no ano passado. Cláudia é juíza aposentada do TRT1 (Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região). Os dados são públicos e estão no Painel de Remuneração do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A lista mostra que ela é dispensada da cobrança de Imposto de Renda. Normalmente esse benefício é concedido a pessoas com diagnóstico de alguma doença grave. No mês de dezembro foi quando a juíza recebeu o vencimento mais alto, aproximadamente R$ 128 mil líquidos. Durante julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre os penduricalhos pagos a servidores públicos, ela fez duras críticas ao que chamou de “quase nada” os benefícios recebidos por desembargadores. “Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado, enfim. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café”, começou ela na primeira sessão de julgamento das liminares sobre a suspensão do pagamento de penduricalhos no serviço público. E completou: “Desembargador também tem quase nada, a não ser um carro, mal tem um lanche”. Entenda O STF decide se referenda as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, que suspenderam o pagamento de verbas indenizatórias não previstas em lei — os chamados “penduricalhos” — utilizadas para ultrapassar o teto constitucional do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46.366,19. O julgamento foi iniciado na quarta-feira (25), mas não houve apresentação de votos. A sessão foi dedicada às sustentações orais de associações e entidades interessadas no caso. A expectativa é que os ministros se manifestem na retomada da análise. Ao abrir os trabalhos, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, afirmou que o pagamento de valores acima do teto é uma questão “tormentosa” e que “impõe resposta célere” do tribunal. CNN

  • Lulinha admite a interlocutores que teve voo e hotel pagos pelo Careca do INSS em viagem a Portugal

    O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou a pessoas próximas que teve passagens aéreas e hospedagem em Portugal pagas pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Antunes está preso sob suspeita de participar de um esquema bilionário de fraudes contra aposentados. Segundo relatos atribuídos a Lulinha, a viagem ocorreu no fim de 2024 e teve como objetivo a visita a uma fábrica de cannabis medicinal em Portugal. Ele afirma que foi convidado por Antunes para conhecer o empreendimento e avaliar uma possível sociedade, mas nega ter fechado negócio ou recebido qualquer pagamento do lobista. A relação entre os dois passou a ser investigada após um ex-funcionário de Antunes afirmar à Polícia Federal que eles seriam sócios e que o lobista pagaria R$ 300 mil mensais ao filho do presidente. Em mensagens analisadas pelos investigadores, Antunes menciona repasses de R$ 300 mil ao “filho do rapaz”, sem citar nomes. A PF apura se a referência seria a Lulinha. Além da apuração policial, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no INSS determinou a quebra do sigilo bancário de Lulinha. Antunes é suspeito de intermediar pagamentos milionários a ex-dirigentes do instituto, representando entidades investigadas por descontos indevidos em benefícios. A polícia considera que transferências a familiares de agentes públicos podem indicar pagamento de propina. De acordo com pessoas próximas ao empresário, ele conheceu Antunes por intermédio da empresária Roberta Luchsinger, também investigada por ter recebido valores do lobista. Lulinha sustenta que não tinha conhecimento das suspeitas envolvendo Antunes quando aceitou o convite para a viagem. Ainda segundo esses interlocutores, Lulinha embarcou em voo de primeira classe para Lisboa e se hospedou com despesas custeadas por Antunes. Ele diz que a proposta de sociedade na área de cannabis medicinal não avançou e que não mantém qualquer vínculo com o esquema investigado no INSS. Antunes também é ligado à empresa World Cannabis, com sede em Brasília, e teria buscado informações sobre a regulamentação do setor no Brasil. Lulinha afirma que as conversas trataram de aspectos técnicos do cultivo e que nunca houve formalização de parceria. Ele nega ter recebido recursos do lobista e diz que isso poderá ser comprovado por meio de seus extratos bancários.

  • Nota Fiscal Gaúcha distribuirá R$ 950 mil em prêmios nos sorteios diários de março

    Em março, os sorteios diários do NFG (Nota Fiscal Gaúcha) poderão alcançar R$ 950 mil em premiações aos inscritos no programa. Os consumidores que incluírem CPF na nota fiscal nas compras do varejo e realizarem a leitura do QR Code no aplicativo do NFG concorrerão a 500 prêmios de R$ 50 e 10 de R$ 500 por dia. No início da semana de Páscoa, nos dias 30 e 31, as chances serão turbinadas por mais dez sorteios de R$ 1 mil. Como participar do Receita da Sorte A modalidade Receita da Sorte, criada em 2019, é um instrumento do governo do Estado para estimular o exercício da cidadania fiscal. Ao incentivar a inclusão do CPF na nota fiscal emitida pelo comércio, a iniciativa ajuda a combater a sonegação de ICMS e a garantir a arrecadação de recursos para o Estado, que se reverterão em melhorias e manutenção de serviços públicos como educação, saúde e segurança. A formalização da compra também é uma forma de fomentar a concorrência leal entre as empresas. Para concorrer aos prêmios diários, é necessário estar inscrito no NFG. Ao formalizar a compra em um estabelecimento comercial dentro do Estado, basta abrir o aplicativo (disponível para iOS e Android) e acessar o botão “Receita da Sorte”. Nessa área, há uma carteira digital com as notas fiscais emitidas no dia. Para ver o resultado, que sai na hora, basta selecionar o cupom correspondente ou realizar a leitura do QR Code da nota. Se for premiado, o resgate é realizado no mesmo app, na área Meus Prêmios, ou pelo site do NFG. Além de concorrer no Receita da Sorte, a nota fiscal é contabilizada como bilhete para concorrer a prêmios no sorteio mensal e para assegurar o desconto de Bom Cidadão no IPVA 2027 – a redução no tributo pode chegar a 5% com o benefício. Como é realizado o sorteio? Durante um ciclo, o sistema gera numerações aleatórias que disputam os prêmios. A cada compra formalizada, é feita soma que envolve dados da nota fiscal, do CPF do consumidor e do horário em que a nota foi emitida. O consumidor ganha a premiação quando os números finais do resultado dessa soma coincidem com o número gerado para o participante. No site do NFG, é possível conferir exemplos do sorteio.

  • Na Arena, Grêmio vence o Inter por 3 a 0 no primeiro jogo das finais do Gauchão

    Jogando em casa na noite desse domingo (1º), o Grêmio venceu o Inter por 3 a 0 no clássico 450, conquistando grande vantagem para o duelo de volta das finais do Campeonato Gaúcho. Já o Colorado precisará ganhar por quatro gols diferença a partida no Estádio Beira-Rio, domingo que vem (8), para conquistar o título. Enamorado fez o primeiro gol do Grêmio aos 39 min do primeiro tempo, aos 45 Amuzu ampliou e Carlos Vinícius fechou o placar aos 24 min da segunda etapa. O jogo O Grenal começou estudado e ‘truncado’, com uma leve superioridade do Grêmio. A primeira boa chance aconteceu apenas aos 20, com Amuzu. O atacante belga recebeu em velocidade contra Gabriel Mercado e, no um contra um, chutou muito mal pela linha de fundo. lance apresentou perigo ao Inter, que se defendia e tentava acionar ataques principalmente pelo lado esquerdo, com Bernabei e Carbonero. O Grêmio teve um contra-ataque ‘mortal’ com Amuzu, que carregou a bola e passou por Bernabei. O lateral-esquerdo derrubou o atacante e, direto, levou cartão vermelho: Inter com um a menos. Logo depois da vantagem numérica em campo, o Grêmio abriu o placar na Arena, em Porto Alegre. Enamorado, de fora da área, fez o gol aos 39 minutos do primeiro tempo: 1 a 0 Grêmio. Com 45′ do primeiro tempo, Amuzu ampliou o placar para o Grêmio: 2 a 0. O belga ficou novamente na cara do gol e não desperdiçou. A jogada começou com uma roubada de bola de Viery. Os atletas do Inter reclamaram muito do gol, pois Ronaldo estava caído no chão no momento da bola na rede. Na etapa complementar, o técnico Paulo Pezzolano montou um time mais defensivo para tentar ‘estancar’ o buraco causado pela expulsão de Bernabei. Os comandados de Luís Castro seguirem melhores, e acumularam chegadas ofensivas, sem grande perigo. Alan Patrick perdeu a bola aos 24 minutos do segundo tempo para Arthur, que tocou para Carlos Vinicius, livre, encobrir o goleiro Rochet. Victor Gabriel tentou tirar, mas não conseguiu: 3 a 0. O melhor lance depois do terceiro gol do Grêmio foi de Gustavo Martins, de cabeça, aos 41′. O zagueiro parou no travessão de Rochet. Com o resultado no duelo de ida, o Tricolor pode perder por até dois gols de diferença na volta que, mesmo assim, será campeão gaúcho. Se o Inter ganhar por três de diferença, a decisão será definida para os pênaltis. Ficha técnica -Grêmio: Weverton; Pavon, Gustavo Martins, Viery e Marlon; Noriega, Arthur (Tiago), Enamorado (Tetê), Monsalve (Willian) e Amuzu (Gabriel Mec); Carlos Vinícius (André Vinicius). Técnico: Luís Castro. – Inter: Rochet; Bruno Gomes (Braian Aguirre), Mercado, Félix Torres e Bernabei; Ronaldo (Victor Gabriel), Paulinho, Vitinho, Alan Patrick (Bruno Tabata) e Carbonero (Alan Rodríguez); Rafael Borré (Alerrandro). Técnico: Paulo Pezzolano. -Arbitragem: Anderson Daronco foi auxiliado por Rafael da Silva Alves e Michel Stanislau. VAR: Daniel Nobre Bins.

  • Deputado apresenta PEC para limitar IPVA a 1% do valor do veículo

    O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) protocolou nesta terça-feira (24/2) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto de 1% para a cobrança do IPVA em todo o país. Segundo o parlamentar, a proposta já conta com 224 assinaturas — número superior ao mínimo de 171 apoios necessários para iniciar a tramitação na Câmara. Como a proposta deve avançar Em declaração a jornalistas, Kataguiri afirmou que pretende se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para solicitar o envio do texto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se admitida, a PEC seguirá para uma comissão especial e, posteriormente, ao plenário da Câmara, onde precisará de pelo menos 308 votos favoráveis em dois turnos para ser aprovada. Atualmente, o IPVA — imposto previsto na Constituição e de competência dos estados — varia entre 1% e 6%, dependendo da unidade da federação e do tipo de veículo. Impacto nas contas públicas De acordo com o deputado, a limitação da alíquota provocaria uma redução estimada de R$ 38 bilhões na arrecadação estadual. Para compensar essa perda, ele apresentou um pacote de medidas: Corte de 50% das emendas parlamentares:  economia estimada em R$ 30,5 bilhões; Revisão de incentivos fiscais da Sudam e Sudene:  R$ 22,51 bilhões; Fim do crédito presumido de IPI para montadoras:  R$ 7,77 bilhões; Limite para gastos com publicidade institucional:  R$ 6,5 bilhões; Combate aos supersalários no setor público:  R$ 5 bilhões. A proposta deve gerar debate entre estados, que dependem do IPVA como uma das principais fontes de receita, e defensores da redução da carga tributária sobre os proprietários de veículos.

  • CPI do INSS e STF: o que está em jogo na quebra de sigilo de Lulinha

    A decisão de quebrar os sigilos do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, avançou por dois caminhos distintos: um no Supremo Tribunal Federal e outro na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Instituto Nacional do Seguro Social, no Congresso Nacional. Embora ambas as frentes tenham o mesmo propósito — esclarecer a relação dele com investigados no esquema de descontos indevidos aplicados contra aposentados —, os efeitos jurídicos e políticos são bastante diferentes. O que decidiu o STF No Supremo, a quebra de sigilo foi autorizada pelo ministro André Mendonça, atendendo a pedido da Polícia Federal. A decisão, que corre sob sigilo, é anterior à deliberação da CPI, embora tenha se tornado pública depois. Nesse caso, trata-se de um desdobramento técnico de investigação criminal. A autorização é ampla: inclui sigilo bancário, fiscal e também telemático — permitindo acesso a comunicações e registros digitais. O objetivo é verificar eventual vínculo entre Lulinha e Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como um dos operadores do esquema de fraude. Até agora, Lulinha não figura formalmente como investigado. A apuração busca esclarecer se a relação entre ambos — que, em princípio, envolveria outros negócios — pode ter tido alguma conexão com o esquema ou eventual influência junto ao governo. No âmbito do STF, os dados ficam restritos à Polícia Federal e protegidos por segredo de Justiça. O que ocorreu na CPI do INSS Já na CPI do INSS, instalada no Congresso, a quebra de sigilo tem natureza política mais explícita — característica típica das comissões parlamentares de inquérito. A deliberação foi conduzida pelo senador Carlos Viana por aclamação, sem votação nominal no painel. Segundo ele, sete dos 21 titulares teriam votado contra o requerimento. Parlamentares da base governista contestaram o resultado, afirmando que 14 integrantes seriam contrários e que não haveria maioria suficiente para aprovar a medida. O impasse terminou em tumulto, com troca de agressões e suspensão da sessão. Diante da controvérsia, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, deve analisar as imagens para verificar eventual descumprimento do regimento. O deputado Paulo Pimenta também pediu a anulação da votação. Qual é a principal diferença? A distinção central está no controle das informações. No STF:  os dados permanecem sob guarda da Polícia Federal e protegidos por segredo de Justiça. Na CPI:  as informações podem ser compartilhadas com dezenas de parlamentares, aumentando o risco de vazamentos e uso político — especialmente em ano eleitoral. Embora investigações judiciais também estejam sujeitas a vazamentos, o ambiente institucional do Supremo tende a oferecer maior controle formal sobre o acesso aos dados. Já na CPI, por sua própria natureza política, há maior possibilidade de divulgação seletiva e exploração estratégica do conteúdo. É justamente essa diferença que explica a forte reação da base governista no Congresso e a tentativa de reverter ou limitar os efeitos da decisão parlamentar.

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