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- Micro e pequenas empresas se destacam nos empregos gerados em 2022
#PortalEstaEmTudo Na data em que se celebra o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, neste 5 de outubro, o secretário especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Alexandre Ywata, destacou que esse tipo de negócio é responsável por 72% dos quase 1,9 milhão de empregos gerados em 2022. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil desta quarta-feira (5), o secretário disse que o setor de serviços é o mais forte entre os micro e pequenos empresários, correspondendo a cerca de 50% deles, enquanto o comércio é o segundo,com cerca de 30%. No Brasil, 99% de todas as empresas são micro e pequenas, incluindo os microempreendedores individuais (MEI). Ao todo, são cerca de 20 milhões de empresas, sendo 14 milhões de MEI. Gargalo De acordo com Ywata, um dos maiores gargalos do país com relação ao empreendedorismo, era o tempo para a criação de uma empresa, o que tem sido melhorado. “Hoje em dia, você cria uma empresa em média em 23 horas, sendo que tem uma distribuição regional desses números. Hoje em dia, o estado mais rápido para se criar uma empresa é o Sergipe, e se olhamos para as capitais, a capital com maior velocidade de criação de uma empresa é Recife, em média 3 horas”. O secretário também lembrou da Lei de Liberdade Econômica, que identificou 300 atividades consideradas de baixo risco. Ele explica que, com isso, não há necessidade de alvarás, como da vigilância sanitária ou de bombeiros, para a abertura de negócios nessas áreas. Outra melhoria para o empreendedorismo citada pelo secretário foi a abertura de crédito com o Programa Nacional de Apoio às Micros e Pequenas Empresas de Pequeno Porte (Pronamp), que beneficiou cerca de 350 mil empresas com R$ 36 bilhões em crédito.
- Simone Tebet declara apoio a Lula no segundo turno das eleições
#PortalEstaEmTudo A senadora Simone Tebet (MDB-MS), que ficou em terceiro lugar nas eleições para presidente da República no primeiro turno, com 4,2% dos votos válidos, declarou apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Ela fez uma declaração pública à imprensa na tarde desta quarta-feira (5), em São Paulo. O apoio da senadora é individual, já que a executiva nacional do MDB decidiu pela neutralidade na fase final das eleições presidenciais. "Depositarei nele o meu voto, porque reconheço, no candidato Lula, o seu compromisso com a democracia e a Constituição, o que desconheço no atual presidente", destacou. A senadora, que obteve quase 5 milhões de votos, afirmou que o momento do país não permite omissão. "Não anularei meu voto, não votarei em branco, não cabe a omissão da neutralidade. Há um Brasil a ser imediatamente construído, a ser imediatamente reunido". Tebet fez questão de dizer que mantém as críticas feitas a Lula e a Bolsonaro nas eleições. O ex-presidente Lula não participou do anúncio de Tebet porque ele tinha uma reunião com governadores e senadores. Pela manhã, a senadora se encontrou com o candidato à vice na chapa, Geraldo Alckmin, e depois almoçou com Lula, na casa da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que é do MDB. Durante pronunciamento de apoio a Lula, Simone Tebet elencou um rol de cinco projetos que pretende que sejam incorporados à campanha petista. Eles incluem apoio do governo federal para municípios zerarem filas na educação infantil para crianças de 3 a 5 anos e para que os estados implantem ensino médio técnico em tempo integral, premiando com uma poupança os jovens que concluírem o ensino médio, no valor de R$ 5 mil por aluno. Também propôs que o governo federal zere a fila de consultas e cirurgias eletivas, atrasada durante a pandemia, e resolva o problema do endividamento das famílias que ganham até três salários mínimos. A senadora ainda propôs que, se eleito, Lula sancione lei para igualar salários entre homens e mulheres que desempenham, com currículo semelhante, as mesmas funções e nomeie um ministério plural formado por homens, mulheres, pessoas com deficiência e negros e negras. FHC Outro apoio recebido pelo ex-presidente Lula nesta quarta foi a declaração de voto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), adversário histórico do PT nos anos 1990. "Neste segundo turno voto por uma história de luta pela democracia e inclusão social. Voto em Luiz Inácio Lula da Silva", anunciou FHC nas redes sociais. Lula agradeceu a mensagem do ex-adversário político. "Pela democracia e pela inclusão social. Obrigado pelo seu voto e confiança. O Brasil precisa de diálogo e de paz". PDT O candidato do PT à Presidência também se reuniu hoje com o presidente do PDT, Carlos Lupi. Na terça-feira (4), o partido, que havia lançado Ciro Gomes para concorrer ao Palácio do Planalto, anunciou apoio à candidatura de Lula. Ao lembrar de momentos ao lado de Leonel Brizola, um dos fundadores do PDT, Lula destacou a história conjunta dos dois partidos. “O PDT e o Ciro valem muito mais do que os votos que tiveram. Valem pela história, pelo compromisso com essa luta, por coisas que já fizeram pelo Brasil”, disse durante o encontro. Lupi ressaltou a importância da candidatura de Lula. “Queria dizer que o senhor representa hoje a esperança do povo brasileiro. Esperança de melhores dias". Ciro obteve cerca de 3% do total de votos no primeiro turno das eleições. Governadores Ainda nesta tarde, Lula recebeu em São Paulo diversos governadores aliados, que declararam apoio ao ex-presidente na disputa de segundo turno. Estiveram presentes nomes como as governadoras Regina Sousa (Piauí), Izolda Cela (Ceará) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), os governadores Rui Costa (Bahia), Carlos Brandão (Maranhão), Clécio Luís (Amapá), Paulo Câmara (Pernambuco), Helder Barbalho (Pará), Paulo Dantas (Alagoas) e João Azevedo (Paraíba). Também estiveram presentes governadores que foram eleitos no primeiro turno, como Rafael Fonteles (PT), no Piauí e Elmano de Freitas (PT), no Ceará. Matéria atualizada às 18h49 para acréscimo do apoio de FHC à candidatura de Lula. Edição: Aline Leal - Agência Brasil
- PDT anuncia apoio a Lula no segundo turno das eleições
#PortalEstaEmTudo O PDT anunciou hoje (4) apoio ao candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o presidente do partido, Carlos Lupi, a decisão da direção nacional e de parlamentares do partido foi unânime. De acordo com Lupi, o programa de Lula tem mais afinidade com as ideias do PDT do que o do oponente, Jair Bolsonaro, do PL. “Apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que eu chamo de candidatura do 12 mais 1”, disse ao brincar com os números das duas siglas, o 12 pedetista e o 13, do PT. O PDT solicitou que a candidatura de Lula inclua no programa de governo três propostas: a renda mínima, a renegociação das dívidas de pequenas empresas e a revogação de leis trabalhistas que prejudiquem o trabalhador brasileiro. O candidato do partido à Presidência, Ciro Gomes, que ficou em quarto lugar no primeiro turno das eleições, também gravou um vídeo endossando o apoio a Lula, apesar de manter postura crítica ao candidato. “Lamento que a trilha democrática tenha se afunilado a tal ponto que reste para os brasileiros duas opções, a meu ver, insatisfatórias”, disse. Ele também afirmou que não aceitará cargos em um eventual governo do PT. Ciro teve pouco mais de 3% dos votos entre os eleitores que compareceram às urnas no último domingo (2), totalizando o apoio de 3,6 milhões de pessoas. O partido Cidadania também decidiu, em reunião da Executiva Nacional, nesta terça-feira, declarar apoio à candidatura de Lula no segundo turno. A legenda, está unida em federação partidária com o PSDB. A federação PSDB-Cidadania fez parte da coligação de apoio à candidata Simone Tebet (MDB), de quem também se aguarda uma declaração de apoio à Lula na segunda fase das eleições nos próximos dias. A senadora ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais, com 4,16% dos votos válidos. "O Cidadania jamais deixou de se posicionar, ainda que respeitando, como respeitará neste caso, posições individuais de seus militantes e dirigentes. E não seria agora, nesse grave momento da vida nacional, que o partido assumiria a condição de mero espectador da realidade. É preciso derrotar Bolsonaro democraticamente", informou o partido em postagem nas redes sociais. Agenda de Lula À tarde, o ex-presidente Lula se reuniu com freis franciscanos na capital paulista. Na ocasião, indagado por jornalistas, ele comentou sobre a decisão do atual governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), que ficou fora do 2º turno, de apoiar a reeleição de Jair Bolsonaro. "A decisão é uma coisa totalmente livre para cada partido político. Estamos em processo de conversação com outras forças políticas. Hoje, o PDT declarou apoio à nossa candidatura. O PSD do [Gilberto] Kassab, quinta-feira, eu vou receber um grupo de senadores que vêm comunicar o apoio", comentou. Lula disse ainda vai procurar personalidades fora da política, sociedade civil, e que começa a viajar o país na próxima sexta-feira (7). "Eu pretendo passar em todos os estados que têm 2º turno [para governador], nessa campanha, e vamos tentar conquistar o máximo de apoio possível", pontuou. O ex-presidente, que buscar seu terceiro mandato, voltou a exaltar o seu desempenho no último domingo, quando liderou o 1º turno com 48,4% dos votos válidos, e demonstrou confiança e vencer o tira-teima eleitoral deste ano. "Ficou provado que 60% da sociedade brasileira recusou o presidente Bolsonaro". *Matéria atualizada às 19h27 para inserção da agenda vespertina do candidato e do apoio do Cidadania a Lula. *Colaborou Pedro Rafael Vilela. - Agência Brasil
- Cotrijal lança novo programa para as mulheres
#PortalEstaEmTudo Depois de quase três décadas desenvolvendo ações para estimular a participação das mulheres na cooperativa e na propriedade, a Cotrijal dá início a um novo programa, o Mais Elas. O objetivo é avançar no trabalho com esse público, levando capacitações e incentivos para o pleno exercício dos seus talentos e força no contexto do cooperativismo. Um dos primeiros passos é a reestruturação do Comitê de Mulheres, visando dar representatividade a todas as regiões em que a cooperativa está inserida atualmente com unidades. “Quando criamos o comitê, em 2015, estávamos em 15 municípios e hoje são 53. A partir do novo programa, organizaremos nossas associadas e produtoras em oito núcleos, coordenados por 11 associadas que formarão um comitê central e que será o porta-voz desses núcleos. Esse comitê central será eleito nos núcleos”, explicou o presidente da Cotrijal, Nei César Manica, em reunião com o Comitê de Mulheres. O vice-presidente, Enio Schroeder, reforçou que a reestruturação segue o modelo adotado com o Conselho de Administração e a liderança dos núcleos. “É um segundo passo que estamos dando para avançar em programas de capacitação e representatividade do quadro social na cooperativa. A participação das mulheres é fundamental e agora teremos ações anuais dentro dos núcleos femininos”, disse, otimista com o novo programa. As atuais integrantes do comitê também elogiaram a iniciativa. “Tivemos até aqui um grande crescimento enquanto comitê e conseguimos passar muitas informações para as mulheres da nossa comunidade, mas esse novo modelo vai fortalecer o vínculo entre cooperativa e o público feminino”, disse Sueli Dessoy, de Almirante Tamandaré do Sul. A ampliação do trabalho e criação de novos programas de capacitação para os diversos públicos que compõem o quadro social da Cotrijal foi iniciada em 2021, com a reestruturação da área de Desenvolvimento Cooperativista, coordenada por Patrícia Mota Rosin e ligada à Unidade de Marketing e à vice-presidência. “Em 2021, iniciamos um programa inédito com os jovens, o Supernova; reestruturamos o Conselho de Administração e a liderança dos núcleos; retomamos programas de formação; e agora estamos avançando no trabalho com as mulheres e estudando outras ações para fortalecer o cooperativismo e vínculo com o associado, dono da cooperativa”, relatou Benisio Roque Rodrigues, gerente de Marketing. Fonte: Assessoria de Imprensa e Marketing da Cotrijal
- Queda brusca de valor pago pelo leite assusta produtores gaúchos
#PortalEstaEmTudo A Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) está manifestando a preocupação com a redução repentina no valor do litro do leite pago ao produtor nos dois últimos meses, que chegou a cair até R$ 0,70 centavos o litro. Segundo o presidente da entidade, Marcos Tang, é normal que esta baixa ocorra mais para o final do ano e que neste momento é um fato anormal. O dirigente destaca que a remuneração ao produtor de leite quando há alta é em uma velocidade pequena, mas, na hora de baixar, a queda é vertiginosa. Com isso, a subtração do valor pago ao produtor faz com que ele não feche a conta no fim do mês. “Em junho e julho o nosso produtor teve a oportunidade de fazer um pequeno caixa, depois de três anos de prejuízos com estiagens. Porém, com a baixa registrada em agosto ele, neste momento, não tem mais caixa para pagar as contas que precisou fazer acima do orçamento anual planejado para comprar alimento para o gado. Portanto, agora que poderia ter uma remuneração, isso não aconteceu, o que não tem cabimento”, observa. Para Tang, o ônus do mercado acabou recaindo apenas ao produtor, quando deveria ser decidido entre todos os elos da cadeia produtiva. “O consumidor pagou alto por esse leite há muito tempo e para o produtor demorou para reagir este preço. Agora o preço nos mercados caiu, mas de imediato foi repassada esta baixa para o produtor. Em um momento que a cadeia está fragilizada e que as perspectivas não são tão melhores, o produtor está sendo massacrado”, ressalta, lembrando também que as indústrias determinam os preços pagos pela matéria-prima e apenas informam o valor, tendo que o produtor, obrigatoriamente, entregar o produto por um preço menor. Outro alerta do presidente da Gadolando é a importação desenfreada de leite de outros países, em especial da Argentina e do Uruguai, o que desestimula também a produção nacional. “Pode resolver o problema momentâneo do mercado, mas a que custo? De nós criarmos um grande problema de abandono da atividade e de êxodo rural. Por isso que falo que é uma questão de soberania nacional manter o nosso produtor na atividade e por isso alertamos as autoridades sobre essa importação desenfreada de leite da Argentina e do Uruguai”, questiona. Foto: JM Alvarenga/Divulgação Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
- STARA: 85 anos de exemplo, trabalho e determinação
#PortalEstaEmTudo Um senhor simpático, sábio, determinado e trabalhador, assim podemos descrever um pouco Antônio Girardi de 85 anos. Nascido no interior de Erechim/RS, foi onde ele aprendeu a amar a agricultura e transmite essa paixão para as próximas gerações de sua família. Mas a vida não foi fácil para Seu Antônio. Aos 11 anos ouviu de sua mãe “agora, tu é o homem da casa”, após ela ficar viúva pela segunda vez. Essa frase norteou a vida de Seu Antônio. “Uma responsabilidade que levo até hoje”, conta ele. O tempo foi passando, seguiu cuidando da propriedade da família, sempre planejando crescer: “lembro que ia pastorear as vacas e pensava ‘uma hora eu vou comprar aquela terra do vizinho’”. Seu Antônio mudou-se para cidade, construiu família, casando com a Sra. Alda M. Girardi, com quem teve quatro filhos, Marcos, Ricardo, Geovana e Silvana e quatro netos, Laura, Augusto, Marcelo, Maria Luiza e Heloisa. Também começou a investir mais alto na agricultura. “Quando começaram os financiamentos de máquinas, eu e um sócio resolvemos comprar equipamentos”, conta. “Ao longo da minha vida ouvi muitas críticas, mas segui sempre com muita esperança e persistência, brigando pelas coisas justas e esperando as oportunidades”, salienta. Os filhos foram crescendo e se ligando a agricultura, que se tornou cada vez mais mecanizada: “foi evoluindo, eles foram junto e se apegaram ao negócio”, conta Seu Antônio. Hoje, o filho Marcos e o neto Augusto, que cursa Agronomia, cuidam das lavouras da família. Marcos fala com orgulho do trabalho do pai, entre as lições que aprendeu foram a honestidade e muito trabalho. “Quando você percebe que tem uma estrada e que a maneira que você trabalha é correta, cumpre a palavra, você vai bem, não tem como ser diferente”, destaca Marcos. Agora, seu filho Augusto está dando sequência aos negócios da família também. “Desde criança eu gostei de vir aqui, foi meio natural”, conta. O pai lembra que desde criança o filho esteve ligado à agricultura. “Quando compramos um pulverizador tive que construir um para ele, com barra e tudo, que pulverizava a calçada”, conta e enfatiza: “o exemplo tá aí, basta segui-lo”. Já o outro filho de Seu Antônio, Ricardo, está ligado a parte administrativa dos negócios, principalmente ao mercado da família no centro de Erechim. “Com 8 anos, comecei a brincar de trabalhar no armazém da família, ajudava no mercado e na distribuidora de gás”, relembra. Para Seu Antônio, é muito gratificante ver os filhos cuidando os negócios que ele trabalhou duro para conquistar ao longo da vida. “A gente fica muito feliz vendo os filhos dando seguimento ao nosso trabalho. Todos juntos, cada um cuidando de um setor”. Apesar de dizer que está mais na “reserva” agora, Seu Antônio participa ativamente da parte administrativa dos negócios. Relação da Família com a Stara A Stara também está inserida na trajetória do Seu Antônio. A família apostou nos produtos da marca para auxiliar no trabalho no campo, entre eles um Imperador 4000, duas plantadeiras Princesa, uma plataforma de milho Brava + e um distribuidor Hércules. “A Stara traz soluções adequadas para a nossa região e a nossa realidade. Sentimos que ela tem uma preocupação muito grande em atender as necessidades reais do agricultor. O pós-venda trabalhando com a concessionária, oferecendo o serviço com pessoas capacitadas e solucionando os problemas”, afirma Marcos. “Fomos comprando pedacinho por pedacinho de terra e a Stara não ficou de fora nunca. Traz tecnologias a mão do agricultor e boa assistência”, ressalta Seu Antônio. A Stara fica feliz em fazer parte da história do Seu Antônio e de sua família. Acreditamos na força da sucessão familiar para o agro crescer cada vez mais.
- Prefeitura firma parceria com a Associação Amigos da Vida para fomentar ações de prevenção ao câncer
No dia 29 de setembro, a Prefeitura Municipal de Não-Me-Toque firmou mais uma parceria. Através do termo de colaboração nº 20/2022 a Prefeitura assinou a parceria com a Associação Amigos da Vida de Não-Me-Toque. A entidade vai receber R$ 20 mil de recursos oriundos da Secretaria Municipal de Saúde. O termo de colaboração visa fomentar ações de apoio e conscientização da prevenção precoce do câncer como a campanha do Outubro Rosa e Novembro Azul. *PrefeituraNMT
- Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio estimado em R$ 3 milhões
A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira um prêmio estimado em R$ 3 milhões. As seis dezenas do concurso 2.526 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 759, na cidade de São Paulo. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
- Senado aprova realocação de verba para piso da enfermagem
O Senado aprovou hoje (4) projeto de lei complementar que viabiliza a transferência de recursos de outras áreas para financiar o piso salarial dos profissionais de enfermagem. Os recursos virão dos valores remanescentes de fundos de saúde de estados e municípios, bem como de valores remanescentes do Fundo Nacional de Assistência Social. Agora, o projeto segue para votação na Câmara dos Deputados. A lei que estabeleceu piso salarial de R$ 4.750 para enfermeiros do setor público ou privado foi aprovada no Congresso Nacional em maio, mas, em setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu os efeitos da norma. Em decisão liminar, o ministro Luís Roberto Barroso argumentou que faltava previsão orçamentária. Barroso atendeu a pedido da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde). Segundo o ministro, há risco de insolvência pelos estados e municípios, que empregam a grande maioria dos enfermeiros do serviço público. O ministro também justificou a decisão com o risco de demissões em massa e de redução de leitos com o encolhimento do quadro de enfermeiros e técnicos. O projeto de lei complementar aprovado nesta terça-feira garante os recursos questionados pelo Judiciário. A proposta altera uma lei de 2020 que liberou para ações de enfrentamento à pandemia de covid-19 cerca de R$ 23,8 bilhões que restaram no fim de 2020 nas contas dos fundos de Saúde de estados, Distrito Federal e municípios. Com a redução no número de casos e mortes por covid-19, o entendimento dos senadores é que a verba será mais bem aplicada no reajuste salarial da enfermagem. “A realização de atos de transposição, transferência e reprogramação de saldos financeiros 'parados' nos fundos de Saúde e de Assistência Social ainda é desejada no momento atual, pois o enfrentamento da pandemia da covid19 não se limita à primeira linha de ação, fortemente atacada nos anos anteriores”, afirmou o relator do projeto de lei, Marcelo Castro (MDB-PI), em seu parecer. Segundo o senador, inicialmente, o mecanismo auxiliará os entes subnacionais a arcar com os custos diretos decorrentes da instituição do piso nacional dos profissionais da enfermagem. Calcula-se reunir R$ 27,7 bilhões para a área de saúde e R$ 402,2 milhões para a assistência social, setor incluído no projeto para, segundo o relator, “minimizar os efeitos das desproteções sociais ampliadas pela pandemia”. *Agência Brasil
- Corsan disponibiliza no WhatsApp 2ª via e código de barras da fatura
Agora os clientes da Corsan podem acessar a 2ª via e o código de barras das faturas direto no WhatsApp. O serviço já está disponível por meio do número 51 9704-6644, 24 horas, agregando mais facilidade e agilidade no atendimento ao cliente. Saiba como funciona: – O cliente deve enviar uma mensagem ao número 51 9704-6644 e escolher a opção 1 ou 2; – Para acessar o Extrato e 2ª via, é necessário informar o CPF/CNPJ do usuário cadastrado na Corsan e o código do imóvel. Depois de informar os dados, o sistema localiza as 10 últimas faturas do imóvel. O cliente digita o número da opção desejada e é gerado o PDF da fatura. – Para acessar a Fatura Simplificada – código de barras é preciso informar o CPF/CNPJ do usuário cadastrado, e o sistema localiza as faturas pendentes (de todos os imóveis cadastrados nesse CPF/CNPJ) e gera o código de barras da fatura selecionada. O cliente pode copiar o código de barras e efetuar o pagamento no aplicativo do seu banco. Além do WhatsApp, a 2ª via da fatura pode ser acessada nos seguintes canais digitais de relacionamento: – Unidade de Atendimento Virtual: www.corsan.com.br; – App Corsan; – Call center: 08006466444; – Atendimento Online (chat): www.corsan.com.br. – Totens de autoatendimento (Fatura Simplificada – Código de barras). O atendimento pelo WhatsApp é mais uma iniciativa para qualificar os canais de relacionamento da Companhia e oferecer soluções rápidas ao cliente, com mais inovação e eficiência no atendimento. FONTE A FOLHA DO SUL
- Festa de Dia das Crianças da Tia Dora será realizada neste domingo
A tradicional Festa da Tia Dora, acontecerá neste domingo (09) no Campo do Guarani em Não-Me-Toque. A promoção realizada anualmente, tem como principal objetivo tornar memorável o Dia das Crianças para inúmeras crianças, oferecendo brinquedos, presentes e lanches, tudo com a ajuda da comunidade. Interessados em ajudar com doações, podem procurar os lugares identificados com a placa da campanha na cidade.
- Censo 2022 é prorrogado até dezembro
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) decidiu prorrogar, até o início de dezembro, o prazo de coleta de informações para o Censo 2022. A previsão inicial era encerrar os trabalhos até 31 de outubro deste ano. O instituto manteve, no entanto, a previsão de divulgar os dados do censo até o fim de dezembro. Segundo o diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, apenas cerca de metade da população estimada do Brasil foi recenseada de 1º de agosto até agora, por isso decidiu-se prorrogar o prazo dos trabalhos. —A grande dificuldade que se encontrou foi de recrutamento de recenseadores, portanto o IBGE está tomando decisões importantes para aumentar a possibilidade de recrutamento e concluir, com isso, a operação do Censo Demográfico 2022—, disse Azeredo, em vídeo divulgado ontem (4) no site do IBGE.
- "Fizemos uma parceria republicana com o PT", diz prefeito de Herval
O prefeito de Herval, Ildo Salaberry (PP), associou os 66,22% alcançados pelo candidato a Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na cidade a melhora na qualidade de vida na região sul do Estado durante os governos petistas. O chefe do Executivo do município onde Lula obteve a maior porcentagem de votos no RS falou no programa Gaúcha Mais, da Rádio Gaúcha, nesta terça-feira (4). Salaberry afirmou que, na época em que o Partido dos Trabalhadores era presidente "os projetos eram atendidos, independente de partido". Ele afirmou que os municípios da Região Sul tiveram, na época, melhora na qualidade de vida. — Então a gente aqui em Herval sabe diferenciar, não quer dizer que é do PT, mas sabe diferenciar muito que o Lula foi um grande presidente para o município de Herval e para os arredores aqui como Jaguarão, como Rio Grande. Toda essa Região Sul que era muito esquecida — afirma Salaberry. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato à Presidência pelo PT fez 2.552 votos em Herval — o equivalente a 66,22% do total. Na cidade, Bolsonaro ficou em segundo lugar na disputa, com 960 votos (24,91%). — Nós fizemos uma parceria republicana com o PT, e fomos muito ajudados tanto pelo presidente Lula quanto pela presidente Dilma Rousseff — afirmou o político, que é do PP. Pela terceira vez como prefeito da cidade, Salaberry afirmou que durante os governos do PT os 23 municípios da Região Sul, independente dos partidos à frente das prefeituras, tinha parceria em torno de projetos. Para Salaberry, essa lógica mudou nos últimos tempos: — Hoje eu vejo alguma diferença nisso. Hoje quem está no comando em Brasília, são grupos de deputados que realmente partidarizam a questão. O prefeito reforça que os municípios menores não se importam com questões ideológicas, mas com que "as coisas aconteçam dentro do município". POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/fizemos-uma-parceria-republicana-com-o-pt-diz-prefeito-de-herval-cidade-onde-lula-fez-66-dos-votos-cl8unr9oc003e018w5m5cqqe3.html
- "O que sentimos na população é uma repulsa à corrupção", diz prefeito de Nova Pádua
Em entrevista na tarde desta terça-feira (4) para o programa Gaúcha Mais, da Rádio Gaúcha, o prefeito de Nova Pádua, Danrlei Pilatti (PP), buscou explicar os motivos de o município ter dado a Jair Bolsonaro (PL), candidato à releição, a maior votação percentual entre todos os municípios do país no primeiro turno das eleições de 2022. O feito já havia sido registrado no pleito de 2018. — O que sentimos na população é uma repulsa à corrupção. Não é possível que, alguns anos depois, voltamos para um cenário político com corrupção. Se a esquerda quer apresentar uma solução, que renovem seus quadros, e não apresentem um ex-presidente que estava preso — afirmou o jovem prefeito, de 25 anos, se referindo ao candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente e candidato à reeleição fez 1.672 votos em Nova Pádua — o equivalente a 83,98% do total. Na cidade, Luiz Inácio Lula da Silva(PT) ficou em segundo lugar na disputa, com 206 votos (10,35%). Pilatti relatou que 75% da população de Nova Pádua trabalha na agricultura e afirma que, ataques por parte da esquerda chamando quem atua no setor de, segundo ele, "fascistas", podem ter pesado na hora do voto. — Se fosse aceita a pauta ambientalista proposta pela esquerda, hoje não poderíamos nem plantar uma parreira em paz. Eu gostaria de superar esses assuntos, mas no momento não é possível — comentou o prefeito. Quando perguntado a respeito do motivo de seu colega de partido, Luis Carlos Heinze (PP), não ter conquistado votação expressiva para disputar o cargo de governador do Rio Grande do Sul, explica que um dos motivos pode ter sido problemas na coligação. — (A derrota) pode ter sido por questões de coligação, tempo de TV e até de linguagem ao falar com a população. Aqui em Nova Pádua, por exemplo, a população votou mais em Onyx Lorenzoni (PL). Mas no município também temos boas conversas com o governo do PSDB, partido de Eduardo Leite. Quem vencer no segundo turno, tenho certeza que servirá bem ao Rio Grande do Sul — pontuou. POR GZH POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/o-que-sentimos-na-populacao-e-uma-repulsa-a-corrupcao-diz-prefeito-de-nova-padua-cidade-onde-bolsonaro-fez-quase-84-dos-votos-cl8ukr6n5009f014zlo9etuet.html
- Lula ou Bolsonaro? Confira para quem irá o apoio de ex-candidatos no 2º turno
Depois das eleições de domingo (2), quando ficou decidido que haveria um segundo turno para escolher quem assumiria a Presidência da República, os dois candidatos mais votados, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), começaram a buscar alianças para alavancarem suas candidaturas junto a novos eleitores para a disputa final do pleito. Assim, ambos passaram a conversar com partidos que não avançaram na briga pelo Palácio do Planalto, com políticos eleitos nos Estados e, também, com personalidades importantes nacionalmente. Lula e Bolsonaro esperam, com uma rede de apoio mais ampla, conquistarem os votos que ainda faltam. Confira, abaixo, quem já declarou apoio aos candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais. PDT e Ciro Gomes No começo da tarde desta terça-feira (4), o PDT anunciou que irá apoiar Lula no segundo turno das eleições presidenciais. O anúncio foi feito pelo presidente nacional do partido, Carlos Lupi, após reunião da executiva da legenda. — Tomamos uma decisão unânime de apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula — disse, afirmando que Ciro Gomes, ex-candidato do partido, apoiaria "integralmente" a decisão. De fato, Ciro, que ficou em quarto lugar no primeiro turno das eleições no domingo, anunciou logo em seguida que "acompanha a decisão do seu partido" de apoiar Lula no segundo turno da disputa presidencial. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, sem citar o nome de Lula ou de seu partido, o pedetista afirmou que a decisão foi crítica: — Frente às circunstâncias, é a última saída. Lamento que a trilha democrática tenha se afunilado ao ponto que reste aos brasileiros duas opções, ao meu ver, insatisfatórias — disse. Sergio Moro Juiz da Lava Jato e, agora, senador eleito pelo Paraná, Sergio Moro (União Brasil) declarou, nesta terça-feira, apoio a Jair Bolsonaro, de quem foi ministro da Justiça entre 2019 e 2020 e, ao deixar o cargo, acusou o presidente de interferir na Polícia Federal (PF). Em sua conta no Twitter, Moro escreveu: "Lula não é uma opção eleitoral, com seu governo marcado pela corrupção da democracia. Contra o projeto de poder do PT, declaro, no segundo turno, o apoio para Bolsonaro". Bolsonaro, por sua vez, afirmou, após saber de apoio de Moro, que "está superado tudo" e que "daqui para a frente, é um novo relacionamento". — Apaga-se o passado e qualquer divergência que porventura tenha ocorrido. Sergio Moro foi uma pessoa que, realmente, mostrou o que era corrupção no Brasil, levando dezenas de pessoas a condenações, e deu uma nova dinâmica, muita esperança ao país naquele momento — declarou o candidato à reeleição. Romeu Zema Governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também formalizou, nesta terça-feira (4), em coletiva de imprensa, apoio a Bolsonaro no segundo turno das eleições. — Não poderia também deixar neste momento de estarmos aqui, colocando as nossas divergências de lado, eu sempre dialoguei com o presidente Bolsonaro. Sabemos que em muitas coisas convergirmos e em outras, não. Mas é o momento em que o Brasil precisa caminhar para frente, e eu acredito muito mais na proposta do presidente Bolsonaro do que na proposta do adversário (Lula) — afirmou Zema. Ele declarou ter herdado uma "tragédia" do governo petista de Fernando Pimentel em Minas Gerais e que esse foi um dos motivos que o levou a Brasília para declarar apoio ao candidato do PL. Bolsonaro agradeceu ao governador e destacou que, apesar de ter apoiado formalmente outro candidato em Minas Gerais, o senador Carlos Viana (PL), também sempre destacou a boa gestão de Zema. — Esse apoio é decisivo, e vamos ter, em Minas Gerais, uma boa diferenciação para o adversário (Lula) — avaliou. Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas é considerado estratégico na campanha e deverá ser visitado por Bolsonaro em pelo menos três ocasiões até o dia do pleito, em 30 de outubro. Armínio Fraga O economista Armínio Fraga, presidente do Banco Central (BC) durante o segundo governo de Fernando Henrique Cardoso e nome importante na gestão do tucano, declarou seu voto em Lula no segundo turno. — Vou declarar apoio a Lula. Pensei em anular para indicar pouca confiança nos dois finalistas, pensando nas oportunidades desperdiçadas pelo PT no poder. Não vejo uma margem suficiente e, como já disse, os riscos aumentaram — declarou ao Estadão. Cláudio Castro Reeleito governador no Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), assim como Romeu Zema, esteve em Brasília nesta terça-feira para reforçar apoio a Bolsonaro no segundo turno das eleições. — Como sou do partido (PL) e apoiador do presidente, não tinha como não vir aqui e me esforçar muito para o Rio ser a capital da reeleição de Bolsonaro — afirmou Castro, em coletiva de imprensa. O presidente Bolsonaro, que estava ao lado de Castro na coletiva, agradeceu o apoio e reafirmou os laços criados entre o governo federal, durante seu mandato, e o governo do Rio de Janeiro. — Sempre tivemos um bom relacionamento com o Rio de Janeiro, desde quando Cláudio Castro assumiu. Passamos pela pandemia e criamos juntos o Auxílio Emergencial, que fez com que a economia não colapsasse. Quem ganha é o Rio e o brasileiro — pontuou Bolsonaro. Cidadania O partido Cidadania anunciou, nesta terça-feira, apoio a Lula no segundo turno da disputa pela Presidência da República, após uma reunião da Executiva da legenda. — O partido decidiu pelo apoio ao candidato do PT no segundo turno. Uma decisão que foi quase por unanimidade. Tivemos três votos defendendo neutralidade. E unanimidade contra Bolsonaro. Ele, nesses quatro anos, demonstrou o seu total desrespeito às instituições democráticas. Por causa de todo esse risco, vamos votar no número 13 — declarou Roberto Freire, presidente do partido. Ana Amélia Lemos Senadora que tentou a reeleição neste ano, Ana Amélia Lemos (PSD) confirmou que votará pela terceira vez em Bolsonaro no dia 30 de outubro. — Não vou sair por aí de bandeirinha, fazendo campanha, mas meu voto será dele, em respeito aos meus eleitores, que não querem o PT de volta ao poder — disse Ana Amélia à coluna de Rosane de Oliveira em GZH. Vale lembrar que Ana Amélia, em 2018, na disputa pelo Planalto, foi companheira de chapa de Geraldo Alckmin (PSB), que hoje é vice de Lula. Tasso Jereissati Ex-presidente do PSDB e senador pelo Ceará, Tasso Jereissati declarou nesta segunda-feira (3) apoio a Lula, depois de ter ficado ao lado de Simone Tebet (MDB) no primeiro turno. — Minha posição é Lula. Evidente que o partido tem que discutir alguns pontos com a equipe dele, mas o que está em jogo para nós é a democracia e a democracia acima disso tudo. E esperando que Lula se comprometa com um governo de pacificação — disse. Lucas Redecker Presidente licenciado do PSDB no Rio Grande do Sul, Lucas Redecker, usou as redes sociais nesta segunda-feira (3) para declarar apoio a Jair Bolsonaro. "Para à presidência, a maior preocupação é o não retorno do método de governo que o PT apresentou enquanto esteve à frente presidência da república. Com isso, o melhor caminho para o Brasil é o presidente Bolsonaro", escreveu no Twitter. À coluna de Rosane de Oliveira, Redecker, que foi reeleito como deputado federal, explicou que o apoio a Bolsonaro é um posicionamento pessoal, e não do partido. José Serra Senador pelo PSDB de São Paulo, José Serra oficializou na noite desta terça-feira (4) apoio ao ex-presidente Lula (PT) no 2º turno da eleição presidencial. Os dois foram rivais na eleição de 2002, quando o petista conquistou o primeiro mandato como presidente. Ao mesmo tempo, sem enxergar problema, Serra declarou apoio a Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa ao governo de São Paulo. Tarcísio é o candidato de Bolsonaro, e disputa o segundo turno contra Fernando Haddad (PT). As indefinições Soraya Thronicke Na manhã desta terça-feira (4), a senadora do Mato Grosso do Sul e presidenciável nas eleições de 2022, Soraya Thronicke (União Brasil), participou do programa Timeline, da Rádio Gaúcha, onde afirmou que não apoiará nenhum dos candidatos que concorrem no segundo turno. Com 600.955 votos, a senadora ficou em quinto lugar nas eleições presidenciais. — A ideia é deixar em aberto para cada um do partido decidir o voto. A nível de país, acredito que eu vá me calar — comentou. Simone Tebet Terceiro lugar no primeiro turno das eleições, Simone Tebet (MDB) ainda não declarou seu apoio a nenhum dos dois candidatos que disputam o segundo turno das eleições, apesar de ter afirmando, ainda no domingo, que já tem um lado e que não é para esperar dela omissão. Nesta terça-feira, Lula afirmou que já procurou Simone em busca de apoio na campanha do segundo turno e disse, no entanto, que a negociação de apoio deve ser feita por meio das instâncias partidárias. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/ciro-gomes-sergio-moro-tasso-jereissati-romeu-zema-e-mais-os-apoios-que-lula-e-bolsonaro-ja-receberam-no-segundo-turno-cl8uueoxj007l018wmk4rcdw8.html
- Eventual fuga de votos pesa na decisão de Leite sobre anunciar apoio a Lula ou Bolsonaro
Em duas décadas de atuação política, Eduardo Leite (PSDB) jamais esteve diante de situação tão desafiadora. O posicionamento do tucano frente à disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é considerado crucial para os rumos de sua campanha no segundo turno. Desde domingo à noite, quando esteve a 2,4 mil votos da derrota, Leite tem ponderado opiniões, análises e conjecturas sobre o que fazer. Há muitas dúvidas sobre o efeito de uma declaração de voto que tanto pode catapultá-lo à conquista inédita de uma reeleição ao governo do Rio Grande do Sul, como pode decretar uma derrota que ameace inclusive suas pretensões de disputar a Presidência em 2026. Se Leite anunciar apoio a Lula, há riscos de perder o voto de seus eleitores mais conservadores, cuja opção presidencial foi Bolsonaro no domingo. No Rio Grande do Sul, o presidente obteve 48,89% dos votos, enquanto os candidatos ao governo alinhados com ele — Onyx Lorenzoni (PL), Luis Carlos Heinze (PP), Roberto Argenta (PSC) e Ricardo Jobim (Novo) — tiveram 44,39%. Ou seja, 4,5 pontos percentuais dos eleitores que escolheram Bolsonaro provavelmente votaram em Leite. Por outro lado, se o ex-governador formalizar adesão à candidatura do presidente, pode afastar os simpatizantes de Lula. O petista fez 42,28% dos votos no Estado, fatia bem superior aos 28,8% que votaram em candidatos de esquerda ao governo do RS — Edegar Pretto (PT) e Vieira da Cunha (PDT). Pela mesma lógica, Leite pode ter atraído 13,48 pontos percentuais dos lulistas gaúchos. É a calibragem desse saldo eleitoral que tem tirado o sono de tucanos. Muitos prefeitos do PP que estão ansiosos para entrar na campanha de Leite, por exemplo, já fizeram chegar aos seus ouvidos que não aceitam declaração de voto em Lula. O candidato vai se reunir nesta quarta-feira com a bancada do PP na Assembleia — os sete deputados atuais, mais os três eleitos — na tentativa de conseguir adesão formal à candidatura. A empreitada é difícil, já que a maioria dos parlamentares é simpática a Bolsonaro. Em contrapartida, o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), disse que o PT poderia apoiar Leite em troca de iniciativas como o cancelamento do processo de privatização da Corsan e a garantia de manutenção do Banrisul sob controle do Estado. Ao encerrar uma série de visitas às bancadas na Assembleia, nas quais conversou com deputados do PSD, PSB, PDT, NOVO, MDB, PSDB e Cidadania, Leite disse que não está em busca de aliança oficial com o PT. — Não estamos procurando apoio formal. Não negociamos dessa forma — reagiu. No comitê, entendimento por neutralidade Há no comitê tucano um entendimento de que a manutenção da neutralidade pode ser o melhor caminho para Leite. Os adeptos dessa tese advogam que o voto do eleitor petista virá naturalmente diante de um adversário tão vinculado ao bolsonarismo como Onyx. Nessa projeção, pesa também a pressão que Leite tem recebido de inúmeros empresários e de parlamentares dos seis partidos da coligação, a maior parte deles com eleitores vinculados a Bolsonaro. O próprio presidente licenciado do PSDB no RS, Lucas Redecker, anunciou voto em Bolsonaro no segundo turno, à revelia da posição que o diretório venha a tomar. A decisão da direção nacional do PSDB, tomada nesta terça-feira, de liberar diretórios e filiados, também acaba dando ainda mais peso à postura pessoal de Leite. Se houvesse um direcionamento a Lula ou Bolsonaro, ele poderia repetir o discurso do "apoio crítico" de 2018 e atribuir sua escolha ao alinhamento com o próprio partido. No início da noite, Leite, o vice Gabriel Souza (MDB) e o conselho político da campanha se reuniram no comitê central para afunilar a discussão. Por enquanto, nem mesmo a informação de que Lula estaria disposto a fazer um aceno importante ao PSDB, declarando apoio a Leite e mantendo-se neutro em Pernambuco, onde a tucana Raquel Lyra enfrenta no segundo turno a ex-petista Marília Arraes (SD) parece ter convencido o grupo. Seja qual for a decisão de Leite, a certeza é de que ela não deve tardar, em função do começo da propaganda de rádio e TV, na sexta-feira (7), e dos debates do segundo turno. O tucano quer deflagrar a reta final da campanha com um anúncio formal, nem de que seja que não pretende apoiar Lula nem Bolsonaro. POR GZH VIA https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2022/10/eventual-fuga-de-votos-pesa-na-decisao-de-leite-sobre-anunciar-apoio-a-lula-ou-bolsonaro-cl8uuiy6s007p018wbyuvfdpk.html
- Recenseadores enfrentam dificuldades no processo de coleta de dados do Censo 2022
Contar mais de 215 milhões de pessoas, visitando cada domicílio nos 5.570 municípios do país, incluindo comunidades mais distantes e inclusive aldeias indígenas já é uma tarefa do tamanho de um continente. Mas, para os recenseadores a serviço do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a missão do Censo 2022 tem reservado muito mais dificuldades que o tamanho do país e o acesso a seus rincões mais remotos. Em visita a domicílios em Espumoso desde o início deste mês, os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm enfrentado dificuldades para realizar as entrevistas para o Censo 2022. Entre os principais problemas estão a insegurança e a falta de empatia dos entrevistados com os profissionais. A rotina dos recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está longe de ser fácil. Os agentes não possuem um horário definido de trabalho, visto isso escolhem os horários mais fáceis de encontrar as pessoas em casa, visto que recebem por produtividade. Caso algum entrevistado se nega a responder às questões, os profissionais devem insistir e comparecer outras três vezes naquele local. Em caso de não encontrar ninguém em casa, eles deixam um recado através de um bilhete e aguardam o retorno do responsável pelo imóvel pelo WhatsApp. Quando um domicílio parece estar vazio, precisam confirmar a informação com vizinhos. Além de todos esses problemas, os agentes ainda precisam lidar com a insegurança e falta de empática de algumas pessoas. Segundo a agente censitária, Bianca Batista, a desconfiança de moradores é o principal problema enfrentado, diariamente, pelos 12 recenseadores. “Alguns moradores acham que é golpe e acabam agindo com arrogância. Existem outras pessoas que não compreendem a proposta do Censo, e acham que é algo apenas político”, afirma. Em Espumoso, os recenseadores devem visitar, aproximadamente, 5 mil domicílios na área urbana. As visitas, que vão incluir, também, a zona rural, estão previstas para ocorrer até o dia 31 de outubro. O prazo pode ser prorrogado caso haja necessidade. A secretária geral de governo, Simonara Copini Pastório lembra da importância de a comunidade responder os Censo. “O levantamento do Censo realiza uma coleta de dados sobre a população e permite traçar um perfil socioeconômico do município, além de contar os habitantes do território, identificar suas características e revelar como vivem os brasileiros. Isso possibilita que possamos analisar áreas necessitadas e buscar recursos com o governo federal para sanar as necessidades apontadas no estudo.” Explicou Simonara. Como identificar um recenseador Os recenseadores estarão uniformizados com colete do IBGE, boné do Censo, crachá de identificação e o dispositivo DMC. Se o cidadão ainda estiver em dúvida é possível confirmar a identidade do agente no site Respondendo ao IBGE, informando o número da matrícula, CPF ou RG do entrevistador ou pelo número telefônico: 0800 721 8181. Resistência A Coordenadora operacional do Censo na cidade, Scheila Koehler, revelou que em toda a operação censitária se enfrenta resistência de parte da população, e que o mais importante é trabalhar na informação, para que as pessoas entendam para que serve aquilo. Muitos casos as pessoas recusam responder aos questionamentos de maneira esperta, marcando outro momento e não atendendo o recenseador no horário marcado. Quando a pessoa se recusa formalmente a responder ao Censo, o recenseador vai embora e, mesmo assim, retorna em outro momento. Se, na segunda abordagem, a recusa é mantida, o profissional comunica o fato ao seu supervisor, que vai presencialmente fazer a abordagem. Se, nessa terceira tentativa, a pessoa segue se recusando, o fato é registrado ou, em alguns casos, ainda são tentadas alternativas. A legislação do IBGE prevê multa para quem não responder ao Censo, mas, via de regra, o instituto não a aplica – o objetivo, mesmo, é trabalhar no convencimento da população, de que ela própria é a beneficiada pelo resultado do levantamento. Objetivo: O Censo Demográfico tem por objetivo contar os habitantes, identificar suas características e revelar como vivem os brasileiros, produzindo informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e a tomada de decisões de investimentos da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo. E também constituem a única fonte de referência sobre a situação de vida da população nos municípios e em seus recortes internos, como distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanas, cujas realidades dependem de seus resultados para serem conhecidas e terem seus dados atualizados. POR CLIC ESPUMOSO https://clicespumoso.com.br/recenseadores-enfrentam-dificuldades-no-processo-de-coleta-de-dados-do-censo-2022/
- Festival da Canção de Não-Me-Toque, inscrições nacionais abertas
A 3ª edição do Festival da Canção – Cantando Não-Me-Toque segue com as inscrições abertas. No período de 01 de outubro a 14 de outubro podem se inscrever os candidatos da CATEGORIA NACIONAL. O evento vai ocorrer nos dias 05 e 06 de novembro no Ginásio Reinoldo Kissmann, do Bairro Martini e vai contar com as categorias Infantil, Juvenil e Adulto Municipal e Nacional. [QUEM PODE PARTICIPAR?] Poderão participar intérpretes de todo território nacional distribuídos nas categorias: Categoria Infantil: Intérpretes de 06 a 12 anos. Categoria Juvenil : Intérpretes de 13 a 17 anos. Categoria Adulto: Intérpretes a partir de 18 anos. [PERÍODO DAS INSCRIÇÕES] As inscrições estarão abertas no período de 15 de setembro a 30 de setembro de 2022, para os candidatos da CATEGORIA MUNICIPAL e de 01 de outubro a 14 de outubro de 2022, para os candidatos da CATEGORIA NACIONAL. As fichas de inscrições seguem em anexo ao regulamento. [O SERÁ PERMITIDO E O QUE NÃO SERÁ PERMITIDO?] Não será permitido a troca de música, após efetuada a inscrição. Não serão aceitas inscrições fora do prazo previsto. As inscrições que vierem incompletas serão automaticamente indeferidas. As músicas inscritas no Festival serão divulgadas diariamente, no período da noite, na página oficial do evento no facebook. (Festival da Canção Cantando Não Me Toque) Cada candidato poderá inscrever-se somente uma vez não sendo permitido participação em outras apresentações e/ou categorias. Serão aceitas somente músicas brasileiras de todos os estilos. Todos deverão cantar com a Banda contratada para acompanhamento de todos, não podendo usar instrumento musical pessoal nem músicos acompanhantes. Somente poderão participar candidatos com formação individual, dupla ou trio. [TAXAS] Para os CANDIDATOS MUNICIPAIS não haverá cobrança de inscrição. Para os candidatos das Categorias Nacionais, o valor da inscrição será: R$ 50,00 para a Categoria Infantil Nacional R$ 70,00 para a Categoria Juvenil Nacional R$ 100,00 para a Categoria Adulto Nacional O pagamento da Taxa de Inscrição deverá ser feito através de depósito bancário identificado (nome completo do candidato e CPF) na conta abaixo: Banco do Brasil Prefeitura Municipal de Não-Me-Toque Agência: 0839-7 Conta: 7080-7 [INSCRIÇÕES POR EMAIL] As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pelo email: festivalcancaonmt@gmail.com. No ato da inscrição o candidato deverá encaminhar os documentos abaixo (todos no mesmo email): Ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada; Em caso de menor de idade, autorização preenchida e assinada pelo responsável; Comprovante de depósito identificado com o Nome e CPF do candidato. Cópia do documento de identidade do participante e do responsável no caso de menor de idade; Enviar o áudio original em mp3 da versão da música que será interpretada, a letra da música digitada letra tamanho 18 e o tom para que a banda tire a música corretamente. LINK DO REGULAMENTO E FICHA DE INSCRIÇÕES: https://naometoque.rs.gov.br/.../festival-da-cancao.../
- Trigo especial para etanol começa a ser produzido em Passo Fundo
A BSBIOS acelera seu projeto para instalar, em Passo Fundo, sua primeira usina de etanol, combustível veicular verde que a maioria dos veículos recentes brasileiros aceita, por serem flex. Conforme previamente noticiado pela Uirapuru, em um primeiro momento a companhia tinha planejado desenvolver o projeto em duas etapas: uma a ser concluída em 2024 e outra, uma expansão, em 2026. No entanto, atualmente a empresa analisa fazer a obra toda de uma vez só e chegar à capacidade já ampliada dentro de dois anos. Ainda em junho deste ano foi firmada uma parceria entre a BSBIOS e a Biotrigo Genética, empresa de Passo Fundo, para o desenvolvimento de um trigo especial para esta finalidade. Desenvolvida após sete anos de pesquisas, a genética deste novo trigo é ideal para a produção do biocombustível por possuir elevados níveis de amido e alta produtividade. Conforme a Biotrigo, este tipo de cultivar tem um ciclo menor e outro mais longo, podendo aumentar a produtividade em até 5%. O novo trigo, especialmente desenvolvido para produção de etanol, também é resistente a doença giberela, que diminui a produção drasticamente. Para este tipo de trigo é irrelevante a giberela, pois o combustível produzido através dele será queimado. Neste momento as sementes especiais aguardam a regularização no Registro Nacional de Cultivares (RNC), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As sementes estão sendo cultivadas no Paraná e em Passo Fundo, em um plantio em área separada do trigo usado para panificação. POR UIRAPURUA VIA https://rduirapuru.com.br/trigo-especial-para-etanol-comeca-a-ser-produzido-em-passo-fundo/
- Por unanimidade, STF mantém isenção de IR sobre pensão alimentícia
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a decisão que isenta de imposto de renda (IR) os valores recebidos a título de pensão alimentícia, dando fim a uma disputa entre União e pensionistas que durava cerca de sete anos. A isenção de IR das pensões alimentícias decorrentes do direito da família já havia sido decidida em junho pelo plenário, por 8 votos a 3. Desta vez, porém, todos os 11 ministros rejeitaram um recurso em que a União dizia haver obscuridades e buscava amenizar a decisão do Supremo. O caso foi julgado no plenário virtual, em sessão encerrada na última sexta-feira (30). Com a rejeição total deste último embargo de declaração, o governo deve agora deixar de arrecadar R$ 1,05 bilhão por ano, segundo estimativas da Receita Federal anexadas ao processo pela Advocacia-Geral da União (AGU). O impacto fiscal, contudo, pode ir além, pois os pensionistas que tiveram o dinheiro recolhido pelo governo podem agora pedir o dinheiro de volta na Justiça, até o prazo legal máximo de cinco anos. De acordo com as estimativas oficiais, o impacto nos cofres públicos com os chamados indébitos pode chegar a R$ 6,5 bilhões pelos próximos cinco anos. Prevaleceu ao final o entendimento do relator, ministro Dias Toffoli. Ele frisou, por exemplo, que “a tributação reconhecida como inconstitucional feria direitos fundamentais e, ainda, atingia interesses de pessoas vulneráveis”. Por esse motivo, não seria possível impedir as cobranças indevidas feitas no passado pela Receita Federal, pois fazer isso seria ferir a dignidade da pessoa humana, cláusula pétrea da Constituição e “um dos fundamentos da pensão alimentícia”, escreveu o ministro. Dessa maneira, Toffoli e os demais ministros que o seguiram rejeitaram qualquer modulação para que a decisão produzisse efeitos somente do julgamento em diante. O plenário rejeitou ainda outro pedido feito pela União, que queria esclarecimentos sobre a isenção de IR no caso das pensões pagas em decorrência de acordos extrajudiciais, que são registradas em escrituras públicas e não passam pelo crivo da Justiça. Na petição, a AGU argumentou que, nesses casos, o valor das pensões chega a ultrapassar a faixa mais alta de renda na tabela do IR. Segundo cálculos da Receita Federal, as 40 maiores pensões superam os R$ 2 milhões mensais. Com argumentos parecidos, a União pedia também que o Supremo limitasse a decisão às pensões com valor até o piso de isenção do IR (R$ 1903,98). Em seu voto, Toffoli destacou que a questão já havia sido enfrentada, e que atender ao pedido acarretaria na “conversão, ao menos em parte, da corrente vencida em corrente vencedora”, o que não seria possível por meio de embargos de declaração. *AGÊNCIA BRASIL



































