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  • Não-Me-Toque inicia vacinação de idosos com 75 anos ou mais

    #PortalEstáemTudo A Secretaria Municipal de Saúde de Não-Me-Toque realizou no inicio da tarde desta sexta-feira (27), a vacinação dos idosos com 80 anos ou mais, que ainda não haviam recebido a dose contra o Coronavírus. Com a finalização dessa etapa, a Secretaria realizou no inicio da manhã deste sábado (27), a vacinação dos idosos com 75 anos ou mais. Porém, sobraram apenas 80 doses da remessa enviada essa semana à Não-Me-Toque. Tamanha expectativa em receber a vacina, que logo cedo, por volta das 5 horas, uma fila enorme de carros se formou em frente ao Posto Central. A fila chegou até proximidades do Campo do Colorado. Conforme já divulgado pelo Portal, a Secretaria comunicou que não há mais vacinas e pede a compreensão de todos. Foto: Daniela Thums

  • Coronavírus: Não-Me-Toque registra 203 casos ativos da doença

    #PortalEstáemTudo A Prefeitura de Não-Me-Toque, através da Secretaria Municipal de Saúde divulgou durante a coletiva de imprensa, realizada no final da tarde desta sexta-feira (26), no auditório da Prefeitura, o boletim epidemiológico atualizado das últimas 24 horas. Foram registrados 42 novos casos, destes 21 homens, 24, 26, 26, 30, 32, 34, 35, 35, 37, 40, 41, 41, 46, 50, 52, 55, 58, 60, 60, 62 e 68 anos e 21 mulheres, de 10, 15, 15, 20, 21, 23, 26, 32, 34, 35, 36, 39, 41, 43, 43, 53, 58, 58, 58, 61 e 79 anos. Outras 19 pessoas foram consideradas curadas. Entre os novos confirmados, crianças, adolescentes e na grande maioria jovens e adultos de 20 a 40 anos. O número de ativos da doença chegou ao pico, 203 pessoas. A Secretaria também informou que 120 pessoas aguardam o resultado dos exames. 398 pessoas estão sendo monitoradas pela vigilância. Desde o inicio da pandemia, Não-Me-Toque registrou 1.472 casos, destes 1.249 estão recuperados. Também foram registrados 20 óbitos. Continuam hospitalizados 11 pacientes, sendo um na UTI em Passo Fundo, um em Espumoso, um em Santa Rosa, um em Pelotas, um em leito clínico de Carazinho e seis, sendo um morador de Victor Graeff, na ala Covid do Hospital Alto Jacuí.

  • Tratamento de sementes MTS 120 GRAZMEC

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  • Passo Fundo registra mais um óbito e bate recorde de infectados: 1.156 casos ativos

    #PortalEstáEmTudo A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, nesta sexta-feira (26), mais um óbito de morador de Passo Fundo em decorrência da Covid-19. A vítima é uma mulher de 48 anos. Novo boletim Os casos ativos somam 1.156 em Passo Fundo, é o maior número registrado até o momento. Com relação à taxa de ocupação de leitos, 55 pacientes estão hospitalizados em UTI enquanto 107 estão em leitos clínicos. O total de óbitos até o momento de moradores da cidade é de 285. Passo Fundo tem 19.228 casos confirmados e 17.787 pacientes recuperados. Deram negativo 45.710 testes. Estão em análise 647 casos.

  • Desemprego recua para 13,9% no 4º trimestre, segundo o IBGE

    #PortalEstáEmTudo O desemprego recuou para 13,9% no quarto trimestre de 2020, depois de atingir 14,6% no trimestre anterior. Mas a taxa média de desocupação para o ano passado foi de 13,5%, a maior desde 2012, o que corresponde a cerca de 13,4 milhões de pessoas buscando trabalho no país. O resultado para o ano interrompe a queda na desocupação iniciada em 2018, quando ficou em 12,3%. Em 2019, o desemprego foi de 11,9%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (26) pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, essa reação do mercado de trabalho no quarto trimestre já era esperada. “O recuo da taxa no fim do ano é um comportamento sazonal por conta do tradicional aumento das contratações temporárias e aumento das vendas do comércio. É interessante notar que mesmo num ano de pandemia, o mercado de trabalho mostrou essa reação”, afirmou, em nota. O resultado no quarto trimestre foi puxado pelo aumento na ocupação em quase todos os grupos de atividades: agricultura (3,4%), indústria (3,1%), construção (5,2%), comércio (5,2%), alojamento e alimentação (6,5%), informação e comunicação (5,8%) outros serviços (5,9%), serviços domésticos (6,7%) e administração pública (2,9%). Apenas transporte ficou estável. Pandemia A analista do IBGE destacou que, no ano passado, houve uma piora nas condições do mercado de trabalho por causa da pandemia de covid-19. “A necessidade de medidas de distanciamento social para o controle da propagação do vírus paralisaram temporariamente algumas atividades econômicas, o que também influenciou na decisão das pessoas de procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas ao longo do ano, um maior contingente de pessoas voltou a buscar uma ocupação, pressionando o mercado de trabalho”, disse. De acordo com o IBGE, no intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas, chegando ao menor número da série anual. “Saímos da maior população ocupada da série, em 2019, com 93,4 milhões de pessoas, para 86,1 milhões em 2020. Ou seja, foi uma queda bastante acentuada e em um período muito curto, o que trouxe impactos significativos nos indicadores da pesquisa. Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%”, acrescentou Adriana. Em um ano, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) teve redução recorde, menos 2,6 milhões, um recuo de 7,8%, ficando em 30,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores domésticos (5,1 milhões) diminuíram 19,2%, também a maior retração já registrada. Foi registrada redução de 1,5 milhão de pessoas entre os trabalhadores por conta própria, que somaram 22,7 milhões, retração de 6,2% em relação a 2019. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,7 milhões) caiu 16,5%, menos 1,9 milhão de pessoas. O total de empregadores recuou 8,5%, ficando em 4 milhões. Segundo a pesquisa, a taxa de informalidade passou de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, o que representa 33,3 milhões pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. De acordo com o IBGE, outro destaque foi a alta recorde no total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial. Em 2020, esse contingente chegou a 31,2 milhões, o maior da série, um aumento de 13,1% com mais 3,6 milhões de pessoas. Os desalentados, que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, chegaram a 5,5 milhões de pessoas 2020, alta de 16,1% em relação ao ano anterior. É também o maior contingente da série anual da Pnad Contínua. “Com os impactos econômicos da pandemia, muitas pessoas pararam de procurar trabalho por não encontrarem na localidade em que vivem ou por medo de se exporem ao vírus. Durante o ano de 2020, observamos que a população na força de trabalho potencial cresceu devido ao contexto. Esse processo causado pela pandemia, somado às dificuldades estruturais de inserção no mercado de trabalho, podem ter reforçado a sensação de desalento”, afirmou a analista da pesquisa. Impulsionada pelos segmentos de saúde e educação, a administração pública cresceu 1%, com mais 172 mil trabalhadores, Já construção fechou 2020 com perda de 12,5% na ocupação, seguido de comércio (9,6%) e indústria (8,0%). Os serviços também foram os mais afetados, com destaque para alojamento e alimentação (21,3%) e serviços domésticos (19%). Em 2020, o rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$ 2.543, crescimento de 4,7% em relação a 2019. Já a massa de rendimento real, que é a soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, atingiu R$ 213,4 bilhões, redução de 3,6% frente ao ano anterior. Com informações Diário da Manhã

  • Primeiro caso de coronavírus no Brasil completa um ano

    #PortalEstáEmTudo O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no final de fevereiro de 2020, enquanto a Europa já registrava centenas de casos de Covid-19. A declaração de transmissão comunitária no País veio em março, mês em que também foi registrada a primeira morte pela doença. Em abril, em meio ao isolamento social, o governo adotou medidas para mitigar o efeito da doença na economia, como linhas de crédito para as empresas, e enviou ao Congresso Nacional proposta de criação de auxílio emergencial, direcionado à população mais vulnerável. Ainda em 2020, estudos sobre a vacina contra a Covid-19 avançaram e tornaram real a possibilidade de imunizar a população. Em janeiro deste ano, o Brasil começa a vacinar grupos prioritários, após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovar o uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford. Com casos ainda em alta e vacinação em andamento, no início de 2021, vários estados decretam toque de recolher para tentar conter o avanço da doença. E o carnaval é cancelado para evitar aglomerações.

  • RS aciona plano emergencial e hospitais devem utilizar todos os espaços para atender casos de Covid

    #PortalEstáEmTudo Diante de uma ocupação superior a 90% dos leitos de UTI no RS e de números negativos que aumentam a cada novo dia, a Secretaria da Saúde (SES) acionou nesta quinta-feira (25/2) o último nível da fase 4 do Plano de Contingência Hospitalar, montado no início da pandemia. “Esta é maior taxa de ocupação até agora, uma situação de extrema gravidade, e será necessária a utilização de espaços disponíveis em cada instituição da rede hospitalar do Estado”, explica o diretor do Departamento de Regulação Estadual, Eduardo Elsade. Além da suspensão imediata das cirurgias eletivas (com exceção das cirurgias de urgência ou que representem risco para o paciente), deverão ser instalados leitos emergenciais em salas de recuperação e em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) intermediárias. Junto à ocupação dessas áreas a serem disponibilizadas, deverão também ser acionadas as equipes técnicas desses setores, especialmente as equipes médicas e de enfermagem. “A partir de agora, os hospitais gaúchos, entre públicos e privados, têm o compromisso de disponibilizar toda a sua estrutura para atendimento de casos de Covid-19, porque estamos na fase mais crítica, que precisa de atitudes mais drásticas”, explicou a secretária da Saúde, Arita Bergmann. Conforme indicava o mapa de leitos no início da tarde desta quinta-feira (25/2), 2.698 leitos de UTI estavam ocupados no RS, incluindo leitos com atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e os privados, a maior taxa de ocupação da pandemia. A lista de espera por leitos em UTI também só cresce. No dia 13 de fevereiro, dois pacientes em estado gravíssimo aguardavam transferência para um leito de UTI. Nesta quinta, o número de pacientes com risco de morte esperando atendimento de UTI é de 30. Outro dado preocupante é cerca de 60% dos pacientes que internam em UTIs morrem. “Mais de 12 mil gaúchos já perderam a vida para a Covid-19, número maior do que a população de 351 municípios gaúchos. Diante desse cenário catastrófico, a necessidade seria abrir 60 novos leitos de UTI por dia, mas isso jamais será possível”, afirma a secretária Arita. O Plano de Contingência Hospitalar foi elaborado no início da pandemia e já teve novas versões que acompanharam o avanço da doença. O plano é estruturado em quatro fases e cada uma das etapas sinaliza as ações e a forma como a SES deve organizar os serviços hospitalares e a movimentação da rede para acesso dos pacientes aos serviços.

  • Região de Passo Fundo apresenta 5º pior índice de adesão ao isolamento social

    #PortalEstáEmTudo Em bandeira preta, mas cumprindo os protocolos mais flexíveis previstos na vermelha, os moradores da região de Passo Fundo estão entre os gaúchos que menos adotam o distanciamento social no Estado. O monitoramento do Comitê de Dados, atualizado no domingo (21), indicou que apenas 33,3% dos mais de 274 mil habitantes da zona geográfica aderiram ao isolamento nas duas últimas semanas. Esse índice de vulnerabilidade municipal aos impactos do coronavírus foi responsável por colocar a região em 5º lugar no ranking das localidades com a maior média de circulação de pessoas no território rio-grandense, atrás apenas de Bagé, Uruguaiana, Novo Hamburgo e Ijuí. O estudo desenvolvido para entender o comportamento populacional durante a pandemia mostrou, também, que as consequências da baixa adesão ao distanciamento se refletem no número de contágios pelo vírus, que sobe sempre que o índice de isolamento apresenta quedas. Segundo as projeções do governo, os dias úteis são mais críticos para a região de Passo Fundo. Isso porque foi nesse período que apenas 27,8% das pessoas permaneceram em casa enquanto que, aos finais de semana, essa taxa se elevou para 37,4% dos cidadãos que continuaram respeitando as recomendações sanitárias de evitar aglomerações. Ainda assim, o percentual ficou abaixo da média nacional de 38,6% na classificação de isolamento. Capão da Canoa, Porto Alegre e Pelotas mantiveram as médias acima das demais localidades desde o início do mês. Em queda Se nos primeiros meses da pandemia o Rio Grande do Sul era o estado brasileiro com maior adesão ao isolamento social no país, a vigilância do Comitê de Dados identificou uma piora no comportamento, sobretudo, na segunda quinzena de fevereiro. Durante o Carnaval, assim como acontece em todos feriados, o isolamento teve um aumento. Porém, a comparação com o mesmo período do ano passado mostra que esse isolamento foi abaixo do esperado para uma pandemia, segundo o governo gaúcho. Na terça-feira (16), por exemplo, foi registrado um isolamento de 44,2% em 2020 e de 46,1% em 2021. “Um dos fatores que pode ter pesado nesse pequeno crescimento de um ano para outro é que em 2021 mais gente teve que trabalhar durante o feriado”, justificou o estudo. Na última sexta-feira (19), dia em que foi anunciado que todo o estado entraria em bandeira preta ou vermelha, se contabilizou o menor distanciamento social registrado desde o início da pandemia: 28,8%. No dia seguinte, o índice foi de 35,2%, o segundo isolamento mais baixo registrado nos sábados, cujo pior foi de 35,1%, em 10 de outubro, que marcava o início de um feriado prolongado. Como é feito o monitoramento A supervisão do deslocamento dos gaúchos é feita com base na taxa de isolamento a partir de dados coletados de usuários por aplicativos parceiros da empresa In Loco, contratada pelo governo para acompanhar as tendências quinzenais no distanciamento social, utilizando informações de 60 milhões de dispositivos em todo Brasil, com aproximadamente 1,5 milhão desse total no Rio Grande do Sul. Através do georreferenciamento, o espaço público é dividido em polígonos de 450 metros de raio. A taxa de isolamento mede, do total de aparelhos que estavam no polígono durante a noite, quantos não mudaram de polígono ao longo do dia. É uma área grande, que não pega uma parte das saídas das residências, principalmente em cidades pequenas, onde a distância média dos deslocamentos é menor, conforme explicou o Comitê de Dados na divulgação dos resultados recentes. Com informações O Nacional

  • Victor Graeff cancela Live do Festival da Cuca com Linguiça

    #PortalEstáEmTudo A Administração Municipal de Victor Graeff publicou nota nesta sexta-feira (26), informando o cancelamento da Live da Cuca com Linguiça, que estava programada para o dia 5 de março, com participação do grupo Só Alegria. A nota diz que o motivo do cancelamento é o “momento delicado da pandemia, com falta de leitos e crescente número de mortes, não permite qualquer tipo de festa, alegria e/ou comemoração. Compreendemos a importância desta festa ma trajetória cultural de nosso município, mas neste momento precisamos priorizar a saúde de nossos servidores, dos músicos e se sensibilizar com aqueles que já perderam alguém. Nós queremos fazer a maior Cuca com Linguiça de todos os tempos, mas para que isso seja possível precisamos de você vivo. Lamentamos pelo cancelamento, as festas podem esperar, nossas vidas não”. Com informações da Assessoria de Comunicação.

  • Vacinas contra a covid-19 poderão ser compradas por empresas

    #PortalEstáEmTudo O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (24) o PL 534/2021, do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que permite a compra de vacinas contra a covid-19 por empresas brasileiras para aplicação em seus funcionários. O texto, porém, proíbe a comercialização da vacina e estabelece critérios a serem cumpridos antes que a iniciativa privada possa adquirir imunizantes para uso próprio. O PL será agora encaminhado à Câmara dos Deputados para análise e revisão. Caso seja alterado pelos parlamentares, a proposta será analisada mais uma vez no Senado.De acordo com o projeto aprovado, as empresas só poderão utilizar parte das vacinas adquiridas depois que o governo Bolsonaro concluir a imunização de todos os 70 milhões de cidadãos nos grupos prioritários do PNI (Plano Nacional de Imunização). Quando essa meta for atingida, a iniciativa privada ainda terá que doar 50% das doses compradas ao SUS (Sistema Único de Saúde), com autorização de usar a outra metade adquirida para imunizar seus funcionários ou distribuir as vacinas de forma gratuita. Poderão ser utilizadas vacinas com autorização temporária para uso emergencial, autorização excepcional e temporária para importação e distribuição, ou registro sanitário, conforme aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Com informações R7

  • Próximo de colapso na saúde, Estado solicita que HSVP abra 20 novos leitos de UTI

    #PortalEstáEmTudo Atualmente com 30 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e praticamente todos ocupados, o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo vive um novo desafio solicitado pelo Governo do RS: a abertura de mais 20. Conforme explica o Diretor Técnico Médico do Hospital São Vicente de Paulo, Dr. Adroaldo Mallmann, mesmo com o anúncio do fim da cogestão, a evolução do contágio e de hospitalizações causadas pela Covid-19, ainda é uma grande preocupação. “Hoje nós recebemos a solicitação que nós temos que colocar à disposição da Covid, 50 leitos de UTI. Nós tínhamos 30 e agora precisamos ter mais 20”, conta. Para a abertura desses novos leitos será necessário uma força-tarefa, porque além da estrutura, será preciso encontrar equipes preparadas para atender esses pacientes. “Colocar leito de UTI não é de uma hora para outra. Nossa equipe vem de um processo de exaustão e não é qualquer profissional que trabalha nas Unidades. Precisa ter experiência para realizar um tratamento adequado ao paciente e isso não é de uma hora pra outra que a gente consegue”, pontua, salientando que foi solicitado ao Estado novos respiradores para atender a demanda. Para todo esse esforço será necessário, também, suspender todas as cirurgias eletivas, sejam elas do Sistema Único de Saúde ou privado. “São coisas que precisaremos resolver para que os leitos estejam disponíveis nos próximos dias. Nós temos continuar e aumentar a assistência, mas tudo isso é uma consequência do não respeito da população consigo mesmo e com os outros. Se nós estivéssemos fazendo distanciamento, higienização, tenho certeza que não estaríamos vivendo essa fase. Nós não estamos em um colapso, mas estamos evoluindo para tal”, finaliza. Com informações Diário da Manhã

  • Vacinação contra a covid em idosos tem sequência nesta sexta-feira

    Nosso município recebeu mais 350 doses, sendo elas, 120 para aplicação da segunda dose da CoronaVac, em idosos com mais de 80 anos e 230 da AstraZeneca para aplicação da primeira dose. A vacinação para os idosos com mais de 80 anos, terá início hoje, às 13h, em frente ao Posto Central, seguindo o modelo de drive-in, onde o idoso fica dentro do veículo. No sábado (27), terá início o processo de vacinação em idosos com 75 anos ou mais, a partir das 08h, em frente do Posto Central, seguindo o mesmo modelo de drive-in. Lembramos que é necessário levar um documento de identidade ou o cartão do SUS.

  • Cotações agrícolas do dia 26 de fevereiro

    #PortalEstaEmTudo O Portal NMT informa as cotações do dia neste 26 de fevereiro. Confira: Soja R$ 158,00 Milho R$ 78,50 Trigo R$ 78,00 Informações da Cooperativa Cotrijal.

  • Bolsonaro: auxílio deve voltar em março, com parcelas de R$ 250

    #PortalEstaEmTudo O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25), durante sua live semanal nas redes sociais, que o valor do novo auxílio emergencial a ser proposto pelo governo será de R$ 250. O benefício, segundo ele, deve começar a ser pago ainda em março, por um período total de quatro meses. " A princípio, o que deve ser feito? A partir de março, por quatro meses, R$ 250 de auxílio emergencial. Então é isso que está sendo disponibilizado, está sendo conversado ainda, em especial, com os presidentes da Câmara [Arthur Lira (PP-AL)] e do Senado [Rodrigo Pacheco (DEM-MG)]. Porque a gente tem que ter certeza de que o que nós acertarmos, vai ser em conjunto”. A expectativa, segundo o presidente, é que os quatros meses complementares de auxílio possam fazer a "economia pegar de vez". “Nossa capacidade de endividamento está, acredito, no limite. Mais quatro meses pra ver se a economia pega de vez, pega pra valer", afirmou. O novo auxílio emergencial deve substituir o auxílio pago ao longo do ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais. Inicialmente, o auxílio emergencial, em 2020, contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso de mães chefes de família), por mês, para cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas. Em setembro do ano passado, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão, de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o pagamento de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa. A renovação do benefício ainda precisa ser proposta pelo governo ao Congresso Nacional e, em seguida, aprovada pelos parlamentares. Bares e restaurantes Durante a live, Bolsonaro também anunciou que o governo deve lançar em breve um programa de adiamento, refinanciamento e parcelamento de impostos e contribuições tributárias (Refis) para o setor de bares e restaurantes. "Está na iminência de publicar o Refis do pessoal aí dos bares e restaurantes, que estão numa situação bastante complicada", afirmou o presidente. Com mais de 1 milhão de estabelecimentos em todo o país, que empregam cerca de 6 milhões de pessoas, o setor de bares e restaurantes diz que houve queda de 70% nas vendas ao longo do ano passado. Edição: Paula Laboissière

  • RS em bandeira preta: veja o que muda em todas as regiões a partir de sábado

    #PortalEstaEmTudo Com a decisão de suspender temporariamente a cogestão regional, a partir deste sábado (27/2), e de antecipar a vigência do mapa da 43ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado também para sábado, todas as regiões do Rio Grande do Sul deverão seguir os protocolos de bandeira preta pelo menos até 7 de março. As medidas foram anunciadas pelo governador Eduardo Leite nesta quinta-feira (25/2) diante do crescimento exponencial de contágio de coronavírus e do pico de internações em leitos hospitalares, o que já levou ao esgotamento de UTIs em algumas regiões. A intenção da bandeira preta do Distanciamento Controlado é instituir o alerta máximo e reforçar a necessidade de cumprimento dos protocolos e das regras sanitárias. Não é o mesmo que decretar lockdown, medida mais extrema que foi adotada em alguns Estados e em outros países, mas impõe medidas mais rígidas para conter a circulação do vírus. A suspensão geral de atividades das 20h às 5h, em todo o Estado, determinada na segunda-feira (22/2), também será mantida pelo menos até as 5h do dia 2 de março. O governo do Estado ainda estuda a prorrogação da medida. O que muda nas regiões em bandeira preta Conforme decreto publicado na segunda-feira (22), a bandeira preta permite o ensino presencial em escolas de Ensino Infantil e em turmas de 1º e 2º ano do Ensino Fundamental. O restante dos anos escolares, assim como Ensino Superior, só podem funcionar de forma remota. A exceção é o atendimento individualizado e sob agendamento para atividades práticas essenciais para conclusão de curso de Ensino Médio Técnico concomitante e subsequente, Ensino Superior e pós-graduação da área da saúde (pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão), e Ensino Médio Técnico subsequente, Ensino Superior e pós-graduação (somente atividades práticas essenciais para conclusão de curso: pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão). O decreto de segunda-feira também incluiu a autorização expressa de atividade presencial de equipe mínima de funcionários nos diferentes níveis de ensino exclusiva para a manutenção do acesso à educação (por ex.: entrega de material). No serviço público, apenas áreas da saúde, segurança, ordem pública e atividades de fiscalização atuam com 100% das equipes. Demais serviços atuam com no máximo 25% dos trabalhadores presencialmente. Serviços essenciais à manutenção da vida, como assistência à saúde humana e assistência social, seguem operando com 100% dos trabalhadores e atendimento presencial. Nos serviços em geral, restaurantes (à la carte ou com prato feito) podem funcionar apenas com tele-entrega e pague e leve, e 25% da equipe de trabalhadores. Essa definição também vale para lanchonetes, lancherias e bares. Salões de cabeleireiro e barbeiro permanecem fechados, assim como serviços domésticos. O comércio atacadista e varejista de itens essenciais, seja na rua ou em centros comerciais e shoppings, pode funcionar de forma presencial, mas com restrições – respeito a um distanciamento maior entre as pessoas. O comércio de veículos, o comércio atacadista e varejista não essenciais, tanto de rua como em centros comerciais e shoppings, ficam fechados. Cursos de dança, música, idiomas e esportes também não têm permissão para funcionar presencialmente. No lazer, ficam proibidos de atuar parques temáticos, zoológicos, teatros, auditórios, casas de espetáculos e shows, circos, cinemas e bibliotecas. Demais tipos de eventos, seja em ambiente fechado ou aberto, não devem ocorrer. Academias, centros de treinamento, quadras, clubes sociais e esportivos também devem permanecer fechados. As áreas comuns em condomínios prediais, residenciais e comerciais ficam fechadas. No caso de academias situadas em condomínios, o atendimento pode ser feito de forma individualizada ou entre coabitantes. Os serviços de manutenção predial, por exemplo, podem permanecer funcionando. Locais públicos abertos, como parques, praças, faixa de areia e mar, devem ser utilizados somente para circulação, respeitado o distanciamento interpessoal e o uso obrigatório e correto de máscaras. É proibida a permanência nesses locais. Missas e serviços religiosos podem operar sem atendimento ao público, com 25% dos trabalhadores, para captação de áudio e vídeo das celebrações. Bancos, lotéricas e similares podem realizar atendimento individual, sob agendamento, com 50% dos funcionários. No transporte coletivo municipal e metropolitano de passageiros, é permitido ocupar 50% da capacidade total do veículo, com janelas abertas. Texto: Suzy Scarton Edição: Marcelo Flach/Secom

  • Jovem foi morto a tiros na última madrugada

    #PortalEstaEmTudo A Brigada Militar de Não-Me-Toque confirmou na manhã de hoje a ocorrência de homicídio registrada na última madrugada por volta da meia noite na Rua Edgar Antônio Fritzn no Bairro Santo Antônio. A vitima, um jovem, que segundo familiares estava na sala de casa e alguém teria teria batido na porta e que ao abrir foi alvejado com disparos de arma de fogo vindo este a óbito no local. Segundo vizinhos próximos uma moto passou no local em alta velocidade levantando suspeita após os disparos. A cena do crime foi isolada até a chegada da polícia civil para o devido registro policial.

  • Metsul: Veja a previsão do tempo para esta sexta-feira

    #PortalEstaEmTudo O sol predomina no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira com períodos de céu azul, mas parte do dia deve ter a presença de nuvens esparsas, especialmente na Metade Norte. Não se descarta chuva muito isolada da tarde para a noite no Norte e no Nordeste do Estado, em regiões como, por exemplo, os Aparados da Serra e o Alto Uruguai. O tempo aberto na madrugada favorece um maior resfriamento e o amanhecer será ameno e com chance de neblina localizada em pontos do Sul e do Leste do Estado. A tarde, por sua vez, será de calor no Estado. As máximas alcançam entre 31°C e 33°C na região metropolitana de Porto Alegre, no Oeste e no Noroeste do Rio Grande do Sul.

  • Governador decide suspender sistema de cogestão a partir do fim de semana no RS

    #PortalEstáEmTudo Em reunião nesta quinta-feira (25), o Governador Eduardo Leite decidiu suspender o modelo de Cogestão, com a gestão compartilhada entre o Governo Estadual e as Associações Regionais. Essa suspensão proposta pelo governo vale para o período de uma semana. “Pode ser momento de centralizar a gestão. Quero ouvir os prefeitos, mas entendo que precisamos de um comando único”, disse Leite. Conforme o presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Maneco Hassen, a medida é necessária, porém causa estranheza o fato de que, no dia 16 de fevereiro, o governo discutia a possibilidade de reduzir o nível de restrições, sendo que, no dia 19, a determinação foi aumentar as restrições e restringir o funcionamento dos estabelecimentos. Já o presidente da Associação de Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne), José Carlos Breda, “não há espaço para terceirização das responsabilidades” no momento em que o estado se encontra. Conforme Breda, na região da Serra Gaúcha, a média de tempo de uma internação por Covid-19 tem sido de 21 dias. No mês de dezembro, a região possuía 165 internações por suspeita ou confirmação de coronavírus, de acordo com os dados do Governo do Estado. Já neste mês de fevereiro, a ocupação subiu para 184. Todo o Estado terá que seguir os protocolos mais rígidos, definidos pela bandeira preta.

  • Cotrijal injeta R$ 21 milhões na economia

    #PortalEstáemTudo A Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial apresentou nesta quinta-feira (25), durante Assembleia Geral realizada com capacidade reduzida e cuidados sanitários, o balanço financeiro de 2020. Apesar da quebra da safra de verão e, especialmente, da pandemia, a entidade anunciou o melhor faturamento em 63 anos de existência. O resultado ameniza o cancelamento da Expodireto 2021, uma das seis grandes feiras agropecuárias do país, mas marca uma nova fase da entidade. A renovação da marca e a diversificação dos negócios, com investimentos em gestão e inovação, além da industrialização de produtos, são prova disso. A Cotrijal encerrou 2020 com R$ 2,4 bilhões de faturamento, crescimento de 5% em relação ao ano anterior, quando atingiu R$ 2,3 bi. Já as sobras à disposição cresceram 53% na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 21,4 milhões – em 2019, R$ 14 milhões. A distribuição integral das sobras aos quase 8 mil associados da cooperativa foi aprovada por unanimidade durante a Assembleia. Os valores serão repassados proporcionalmente e distribuídos em espécie aos cooperados. Isso representa uma injeção na economia da região. O presidente da Cotrijal, Nei César Manica, ressaltou que o excelente resultado se deve à gestão de custos, às novas oportunidades de negócios e ao aumento do número de produtores trabalhando com a cooperativa. “O profissionalismo da nossa equipe e a confiança do produtor foram essenciais para esse excepcional desempenho”, afirmou. “Para 2021, com a crescente demanda e os bons preços, a expectativa é de uma nova safra recorde, que vem com produtividade e ótimos resultados. Seguiremos investindo na diversificação dos negócios e na capacitação de nossos associados e colaboradores para atender as exigências de mercado.” O vice-presidente, Enio Schroeder, valorizou o caráter cooperativo da entidade para justificar o resultado, mesmo em um ano tão desafiador. “É o melhor sistema do mundo [cooperativismo] e ao longo desses 63 anos fizemos com que nosso associado tivesse a melhor condição de trabalho, de rentabilidade e de produtividade. Então em um ano com tantos desafios, onde o agro não parou, esse empenho da Cotrijal teve frutos. Seguiremos trabalhando e nos cuidando. Lá na frente teremos vencido mais essa etapa,” acrescentou. Expodireto, expansão e novo planejamento estratégico O ano de 2021 marca o início de um novo planejamento estratégico da Cotrijal para os próximos cinco anos. O processo faz parte dos recentes investimentos em gestão e na profissionalização do corpo diretivo. Superado o cancelamento da Expodireto este ano, mesmo com a aprovação dos protocolos sanitários pelo governo do Estado, medida de precaução para com visitantes, colaboradores e associados, a cooperativa foca na nova marca, lançada na semana passada, e em novas áreas de atuação. A nova identidade é um sinal para o mercado de que a entidade se renova, mantendo a tradição de sua feira, já agendada para 2022. O direcionamento para novas oportunidades vai desde projetos em inovação no agronegócio – a bem sucedida Arena Agro Digital é um exemplo disso –, investimentos em venture capital, participação no marketplace SuperCampo – a única cooperativa gaúcha a integrar o grupo – e a industrialização de produtos, em uma parceria com a Languiru. Oportunidades nos setores de transportes e logística também estão na mira da Cotrijal. Além disso, a atuação marcante nas regiões em que está presente, fortalecida pelo espírito cooperativo constante na essência da entidade, deve ser ampliada. No plano de atividades estão ações de consolidação na região da recém adquirida unidade de Cruz Alta, o que aumentou o número de municípios atendidos para 33 – agora são 55 unidades da Cotrijal. Ainda, atenção especial à gestão de custos, crédito e seguro agrícola, bacia leiteira, articulada com a indústria, infraestrutura para atender aos associados, capacitação de produtores, alianças com fornecedores e clientes, treinamento de colaboradores e atuação política. Cotrijal Fundada em 1957 em Não-Me-Toque (RS), a Cotrijal é a maior cooperativa agropecuária do Rio Grande do Sul e uma das maiores do Brasil, com 55 unidades em 33 municípios. Em 2019, faturou R$ 2,3 bilhões -- ficando na 401ª posição entre as 500 maiores empresas do Brasil em vendas líquidas e a 64ª na Região Sul, segundo o ranking Melhores & Maiores, da Revista Exame. Desde 2000, a entidade promove a Expodireto Cotrijal, uma das seis maiores feiras do agronegócio nacional e uma das principais do cenário internacional. Fonte: Cotrijal

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